segunda-feira, 25 de junho de 2018


You know, you read PSI. You know nothing.


Tem vários significados dependendo do contexto em que é empregado.
O fonema “psi” corresponde à vigésima terceira letra do alfabeto grego: Ψ
A mesma letra grega “psi”, representada pelo tridente é o símbolo adotado pela Psicologia.
PSI também é a sigla de “Para Sua Informação”, geralmente usada em escritórios ou em mensagens de e-mail, quando se quer resumir as palavras para mandar alguma informação.
Psi for Windows é um sistema para troca me mensagens instantâneas.
Foi desenvolvido no inicio para atender o publico que utiliza software livre, e agora está com uma versão de testes para o Windows.
O programa foi desenvolvido com código-aberto, possibilitando modificações.
Com o Psi a comunicação é realizada em tempo real, basta se conectar a um servidor local ou público para iniciar as conversas.
PSI também é a sigla para “Processo de Substituição de Importações”, iniciada no Brasil após a crise de 1929 e que ainda está em uso.
PSI também é uma medida de pressão, ou libra por polegada quadrada e a unidade de pressão no sistema inglês/americano.
PSI foi eliminado da ortografia russa junto com o ksi, o omega e o yus, na reforma ortográfica de 1708, e também foi retirado de outras línguas seculares, e o único lugar em que ainda é utilizada é na Igreja Eslavônica.

Pressão: 

E uma palavra que significa força que é exercida sobre alguma coisa.
Pode também indicar o ato de comprimir ou pressionar. Também corresponde a uma grandeza do contexto da Física.
Na Física, a pressão é uma grandeza que quantificada através da razão entre a força (F) e a área (A) da superfície em questão, onde a força é aplicada.
É possível determinar a pressão através de alguns instrumentos, entre eles o manômetro, o barômetro, o piezômetro e o vacuômetro.
Segundo o Sistema Internacional, a pressão é medida na unidade N/m²
(Newton por metro quadrado), unidade igualmente conhecida como pascal.
Existem outras unidades como bar, PSI (equivale a 0,07 bar), mmHg, milibar, atm.
Em sentido figurado, exercer pressão sobre alguém significa influenciar ou forçar alguém para fazer alguma coisa.

Por exemplo:

Ele só quebrou aquela janela por causa da pressão dos seus amigos.

Pressão arterial

A pressão arterial consiste na força que é feita pelo sangue nas paredes dos vasos sanguíneos, graças à função do coração.
Atinge o seu valor máximo (aproximadamente 120 mmHg) perto do coração, e a mínima nos capilares (cerca de 30 mmHg).
Existem alguns fatores que podem condicionar a pressão arterial.
Entre elas está o atividade cardíaca, o tônus vascular e a consistência (viscosidade) do sangue.
Os valores da pressão arterial de um adulto saudável considerados "normais" são 90-140 mmHg (sistólica) e de 60-80 mmHg, consoante a fase do ciclo cardíaco.
A pressão arterial costuma diminuir durante o sono, e aumentar durante situações de emoções fortes.
Quando a pressão arterial está acima do considerado normal, estamos perante um caso de hipertensão.

O caso inverso é conhecido como hipotensão.

Pressão absoluta

A pressão absoluta é medida relativamente ao vácuo absoluto e consiste na soma da pressão relativa e a pressão atmosférica.
É a pressão que é feita dentro de um manômetro, pelo material cuja pressão se pretende conhecer.

Pressão atmosférica

Pressão atmosférica é uma consequência da gravidade e é a pressão que é feita pelo ar da atmosfera em relação à superfície terrestre, podendo também corresponder à pressão que é exercida sobre uma camada de ar.
Quanto maior a altitude, menor a pressão atmosférica, algo que também acontece no caso da densidade do ar.
Quando uma zona tem baixa pressão atmosférica, costumam ocorrer fenômenos ciclônicos (mau tempo) e quando existe uma alta pressão ocorrem fenômenos anticiclônicos.
Os ventos são formados graças a alterações da pressão atmosférica no ar, que são causadas pela rotação da Terra, e do aquecimento da atmosfera, que resulta da constante mudança da radiação do Sol.
Alterações na pressão atmosférica têm um grande impacto no corpo humano.
A redução progressiva da pressão pode causar aeroembolismo ou disovarismo, um distúrbio caracterizado pela formação de bolhas de ar nos tecidos.

Pressão hidrostática

É obtida através do quociente entre a força "normal" (F) que atua em um líquido do lado de um objeto e que é independente da sua orientação. 
Pode variar dependendo da profundidade do objeto considerado.categorias: Geral, Siglas

Psi (unidade de medida)







Um manômetro que mede em psi (escala vermelha) e em kPa (escala preta)
Psi (forma abreviada do inglês pound force per square inch, cujo símbolo também pode ser escrito como lbf/in²[1]) ou libra-força por polegada quadrada é a pressão resultante da força de uma libra-força aplicada a uma área de uma polegada quadrada.
Esta unidade de medida de pressão ainda é utilizada pela indústria inglesa e americana, apesar de estar sendo gradativamente substituída pelo Pa (pascal - unidade de pressão do Sistema Internacional de Unidades SI)[2] e pelo bar, visto que o psi é baseado no arcaico Sistema Imperial Inglês.
No Brasil, o psi (ou lbf/in²) ainda é amplamente utilizado no meio automotivo devido às influências inglesa e estado-unidense.
No entanto, o capítulo 4.2 da 8ª Edição do SI publicada pelo BIPM (Bureau International des Poids et Mesures)[3] não recomenda a sua utilização, assim como não recomenda quaisquer outras unidades baseadas na libra, na jarda e na polegada.
A norma internacional ISO 80000-4, cuja versão brasileira atual é a ABNT NBR ISO 80000-4:2007 (Grandezas e Unidades. Parte 4: Mecânica), também renega as unidades não recomendadas a anexos no final da norma, estando o psi dentre elas.[1]
A rastreabilidade do psi ao Sistema Internacional de Unidades dá-se através do pascal conforme a equivalência: 1 psi ≈ 6894,757 Pa.[1]
Dentro do psi, encontram-se duas escalas de medir pressão: psia e psig.[4]
psia: abreviação para pounds per square inch absolute – libras por polegada quadrada absoluta. É a pressão relativa ao vácuo.
Medidas tomadas em psia incluem a pressão atmosférica, que varia de acordo com a altitude.
Uma atmosfera é igual a 14,696 psia, que à pressão atmosférica ao nível do mar.
 psia = psig + 14,696 
psig: abreviação de pounds per square inch gauge – libras por polegada quadrada manométrica.
A pressão manométrica é medida relativa à pressão atmosférica local, ignorando, portanto a altitude.
 psig = psia - 14,696
A rastreabilidade da pressão em psi para o SI (Sistema Internacional de Unidades), conforme descrito anteriormente, é através da unidade Pa (pascal), que é a relação entre a força em N (newton) e a área em m² (metro quadrado), levando em conta que 1 libra = 4,448 N e 1 polegada = 25,4 mm. Por exemplo: 10 psi = 10 x 6894,8 = 68948 Pa.
Deve ser observado que 1 bar = 100 kPa (quilopascal). Para medir a pressão de fluidos, é geralmente utilizado o bar, e para tensões, o Pa.
Outras conversões úteis: 1 psi = 6,895 x 103 Pa (pascal) | 1 Pa = 145,04 x 10 −6 psi
1 psi = 68,948 x 10 −3 bar | 1 bar = 14,5037744 psi
1 psi = 68,046 x 10 −3 atm | 1 atm = 14,696 psi
1 psi = 51,715 torr | 1 torr = 19,337 x 10 −3 psi
1 psi = 7,029 x 10 −1 m.c.a. | 1 m.c.a. = 1,4226 psi (m.c.a. = metros de coluna d'água)
e da segunda Lei de Newton:
1 N = 1 kg m s−2

Magnitude de alguns sistemas em psi e sua correlação com o Sistema Internacional de Unidades (SI)

A seguir são apresentadas algumas situações medidas em psi e sua rastreabilidade ao Sistema Internacional de Unidades - SI. 

Dependendo da magnitude, a equivalência é representada ora em quilopascal (kPa = 103 Pa), ora em megapascal (MPa = 106 Pa), ora em gigapascal (GPa = 109 Pa). Por serem todos múltiplos do pascal, o kPa, o MPa e o GPa também são unidades SI.

Situação em que há medição de pressão Valor da pressão em psi Pressão correspondente no Sistema Internacional de Unidades
Pressão sanguínea — Pressão sanguínea humana média (120 / 80) mmHg 2,32 / 1,55 (16,0 / 10,7) kPa
Turbo automotivo 6 - 15 (41,4 - 103,4) kPa
Pressão atmosférica ao nível do mar (padrão) 14,7 101,4 kPa
Pneus automotivos (alta) (comum) 32 220,6 kPa
Pneus de bicicleta (alta) (comum) 65 448,2 kPa
Aerógrafo ou compressor de ar caseiro 90 620,5 kPa
Freio a ar (alta)(comum) 90 ≤ Pg ≤ 120 (620,5 ≤ Pg ≤ 827,4) kPa
Pneu de bicicleta de competição (alta) (comum) 120 827,4 kPa
Locomotiva a vapor 150 ≤ Pg ≤ 280 (1,0 ≤ Pg ≤ 1,9) MPa
Locomotiva a vapor "Union Pacific Big Boy" 300 2,1 MPa
Tubulação de gás natural 800 até 1000 (5,5 até 6,9) MPa
Aparato para respiração autocontida para atmosferas tóxicas 2216 15,3 MPa
Tanque de SCUBA cheio 3000 20,7 MPa
Sistema hidráulico de aviões a jato comerciais 3000 20,7 MPa
Sistema hidráulico do Airbus A380 5000 34,5 MPa
Cortador a jato d'água 40.000 - 100.000 (275,8 - 689,5) MPa
Módulo de Young para o aço 30 000 000 206,8 GPa

Apesar de a conversão para o Sistema Internacional de Unidades parecer gerar números não arredondados e com casas decimais, isso acontece porque essas situações, até o momento, têm sido projetadas em psi.
À medida que os fabricantes migrarem para o pascal e seus múltiplos, uma vez que, conforme capítulo 4º do SI, a utilização das unidades SI traz vantagens por formar um conjunto coerente, sem necessidade de conversões e de linguagem universal,[2] os projetos poderão ser executados para valores arredondados de pressão em pascal e seus múltiplos.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Termostato 

Pressostato

A função do termostato é impedir que a temperatura de determinado sistema varie além de certos limites preestabelecidos.
Um mecanismo desse tipo é composto, fundamentalmente, por dois elementos: um indica a variação térmica sofrida pelo sistema e é chamado elemento sensor; o outro controla essa variação e corrige os desvios de temperatura, mantendo-a dentro do intervalo desejado.
Termostatos controlam a temperatura dos refrigeradores, ferros elétricos, ar condicionado e muitos outros equipamentos.
Exemplo de elemento sensor são as tiras bimetálicas, constituídas por metais diferentes, rigidamente ligados e de diferentes coeficientes de expansão térmica
Assim, quando um bimetal é submetido a uma variação de temperatura, será forçado a curvar-se, pois os metais não se dilatam igualmente.
Esse encurvamento pode ser usado para estabelecer ou interromper um circuito elétrico, que põe em movimento o sistema de correção.
Outro tipo de elemento sensor combina as variações de temperatura com variações de pressão para ativar mecanismos corretores. 
Um recipiente de metal, de volume variável, cheio de líquido ou gás, ligado a um bulbo por um tubo fino, é exemplo desse tipo de sensor.
As mudanças de temperatura sofridas pelo fluido do recipiente principal são comunicadas ao bulbo pelo tubo de ligação; como o volume do bulbo é fixo, resulta da mudança de temperatura uma variação na pressão do fluido contido; essa variação transmite-se ao recipiente principal, provocando alteração de seu volume e compensando, dessa forma, o aumento ou diminuição de temperatura.
Outro sistema utilizado é o elétrico, tendo a resistência do fio como elemento sensor.

Termostato Elétrico B10

Os termostatos elétricos série B10 são dispositivos para controle de temperatura, que operam emcircuitos monofásicos, desligando ou ligando quando a temperatura aumenta.

Aplicação:

Tanques de aquecimento de água ou óleoFornos elétricosEstufasEsterilizados
Outros produtos que requeiram preciso controle da temperatura

Atenção

Não deve ser utilizado como termostato de segurança
Não deve ser utilizado em incubadoras hospitalaresNão deve ser utilizado com o bulbo de cobre diretamente em contato com alimentos e óleos comestíveis.

Características mecânicas:

Tampa estampada em aço com acabamento zincado e cromatizadoConjunto sensor de apurada sensibilidade a pequenas variações de temperatura, produzido em aço inoxidável, sendo o capilar e o bulbo em cobrePeso aproximado: 200g

Cuidados na instalação

Temperatura ambiente máxima de trabalho do termostato: 80°CO capilar não deve ser dobrado próximo à região do bulboSe houver necessidade de dobrado capilar, a dobra deverá ter um raio mínimo de 3,0 mmEm aplicações onde há vibrações o bulbo deve ser bem fixado e utilizar o capilar como elemento flexível (espiralado com raio mínimo de 20 mm)
O bulbo deve estar próximo a fonte de energia térmica (Ex.: resistência), porém não em contato com a mesma.Em aplicações onde a temperatura ambiente seja próxima à temperatura de controle, recomenda se o uso de uma chave liga/desliga

Características elétricas:

Chave elétrica SPST de acionamento lento com robustos contatos de prataTermostato modelo ?standard? possui chave elétrica tipo ?NF? (normalmente fechada).Tensão : 20A - 125 VCA / 25A - 250 VCA

O que é o termostato ?

O termostato é um controlador de temperatura , ou seja, ele funciona como uma chave liga e desliga baseada na temperatura.
Para melhor entender o termostato vamos dividi-lo em três partes:
Conjunto hidráulico
Conjunto mecânico
Conjunto elétrico

Conjunto Hidráulico

O conjunto hidráulico é responsável por transformar o sinal de temperatura em pressão e depois em força contra o sistema mecânico.
O sistema é composto por :
Gás de carga (transforma temperatura em pressão)
Capilar (armazena o gás de carga e sente a temperatura)
Sanfona (transforma pressão em força)
Corpo da Sanfona (unir o conjunto)

Conjunto Mecânico

O conjunto mecânico compara a força do conjunto hidráulico com a força da mola de calibração e o resultado desta força movimenta o braço principal que atua sobre o conjunto elétrico
.
O sistema é composto por:

Moldura (suporta e posiciona todos os componentes)
Conector (permitir a montagem do termostato)
Haste (girar o came em conjunto com o botão)
Came (aumentar ou diminuir a força de liga/desliga)
Deslizador (transmitir o movimento do came para a mola principal)
Parafuso de calibração (ajuste da força da mola)
Mola principal (comparar a força da sanfona e movimentar o braço)
Braço principal (movimentar o isolador no conjunto elétrico)
Isolador (isolar eletricamente o sistema mecânico do elétrico)

Conjunto Elétrico

O conjunto elétrico é responsável por ligar ou desligar os contatos em função da posição do isolador.

O sistema é composto por:

Base (suporta o conjunto e isola da moldura)
Terminais (conecta o termostato ao refrigerador)
Mola do contato (passar a corrente elétrica)
Mola omega (desequilibrar a mola do contato)
Parafuso de calibração (ajustar o diferencial, liga)

Termostato

Os conjuntos montados formam o termostato, desta forma o funcionamento será iniciado pelo conjunto hidráulico transformando a temperatura em força contra o sistema mecânico que por sua vez transforma a força em movimento sobre o sistema elétrico que abrirá ou fechará os contatos (liga e desliga)
Moldura
Sistema de contatos
Terminal
Parafuso diferencial
Braço Principal
Sanfona
Tubo capilar
Mola Principal
Parafuso da faixa
Haste
Porca
Came

Conceitos de funcionamento na Aplicação

Todo termostato carregado com gás em fase vapor tem a característica de responder pela parte mais fria do gás, isto quer dizer que não é somente a ponta do capilar que sensa a temperatura mas sim qualquer parte do capilar até mesmo pela sanfona.
O termostato sofre influência da pressão atmosférica , pois esta pressão reduz a pressão da sanfona, isto quer dizer que as temperaturas de funcionamento se alteram em função da pressão atmosférica (mais especificamente a altitude).
Esta influência varia para cada tipo de gás e o quanto a pressão esta variando podendo ser de menos de 0,1ºC até 4,0 ºC.

Cuidados no Manuseio e Aplicação

Os cuidados abaixo são extremante importantes pois os mesmos podem acarretar problemas de funcionamento mesmo o termostato estando
Ok.
Não fazer dobras acentuadas e não utilizar ferramentas sobre o tubo capilar sob o risco de estrangulamento, quebra ou fissura do mesmo (respeitar um raio minimo de 3 mm).

Não dar choques pancadas, quedas ou dobrar os terminais elétricos do termostatos sob risco de alterar as temperaturas de trabalho do mesmo.

Garantir que o ponto a ser controlado seja o mais frio referente ao capilar e ao corpo do termostato.
Garantir que o capilar esteja corretamente fixado, ou seja, no ponto previamente definido e com o mínimo comprimento definido (conforme cada modelo ou valor genérico de 150 mm minimo)

Garantir que a ligação elétrica seja a original (atentar para os números na base) principalmente nos termostatos com mais de dois terminais elétricos, pois a inversão da ligação altera totalmente o funcionamento do refrigerador.

Especificações Técnicas

Aprovações:
UL – Estados Unidos (conforme UL-873) CSA – Canadá BEAB – Europa (conforme EN 90673)
Tolerância de Calibração ± 1.5° C com Cpk > 1,33
Capacidade elétrica: 120/240 VCA - FLA 6 A (corrente nominal) 120/240 VCA - RLA 36 A (corrente de partida)
Testes de Vida:
Mecânico 1.600.000 ciclos
Elétrico 300.000 ciclos (representa mais de 10 anos)

Calibragem de um termostato

Um termostato é um instrumento de controle altamente sensível, que responde às mais leves variações de temperatura.
Apesar do menor número de peças propensas a ter defeito em relação a outros componentes de seu sistema de aquecimento e resfriamento, pode ter problemas.
Um termostato com a tampa mal instalada ou tampado de qualquer jeito pode impedir que o aquecedor ou o ar condicionado funcione, ou sua base pode ficar desnivelada, fazendo que ele funcione de forma errada.
No entanto, um problema muito mais comum é a sujeira, que afeta a calibragem do termostato e interfere em seu funcionamento.
Por exemplo, se o termostato estiver regulado para funcionar em 21ºC, na realidade ele vai conservar a temperatura em 23ºC, a energia adicional usada pode aumentar a conta de combustível em até 7%. Para evitar isso, verifique a precisão de seu termostato todos os anos, antes do inverno chegar.
Outros problemas com o termostato são freqüentemente encontrados na base dos interruptores e nos fios próximos ao elemento bimetálico que ficou frouxo e foi corroído.
Aperte as conexões frouxas com uma chave de fenda e remova a ferrugem com um esfregão de algodão.
Verificando a calibragem do termostato
Para verificar a precisão de um termostato e limpá-lo, se necessário, siga as instruçoes abaixo:
  • prenda o termômetro de vidro na parede com fita adesiva, alguns centímetros distante do termostato.
  • Coloque papel toalha atrás do termostato para que ele não encoste na parede. 
  • Certifique-se de que nem o termômetro nem o termostato estejam sendo influenciados pela temperatura externa. 
  • Em algumas casas, o buraco na parede atrás do termostato para a passagem de fios é muito grande; com isso, ar frio entra no termostato, afetando a leitura;
  • espere 15 minutos, até que o mercúrio se estabilize.
  • Então, compare a leitura do termômetro com o ponteiro do termostato;
  • se a variação for superior a um grau, verifique se o termostato está sujo.
  • Para examiná-lo, remova a placa frontal, normalmente presa por um botão ou pino e retire a sujeira. 
  • Não use um aspirador de pó, a sucção é muito forte. 
  • Não use lixas ou panos abrasivos. 
  • Se for uma peça em espiral, limpe com uma escova macia;
  • use o nível para deixar o tubo de mercúrio dentro do termostato reto.
  •  Se necessário, afrouxe os parafusos de fixação para deixá-lo nivelado. 
  •  Depois, aperte-os novamente;
  • após a limpeza, faça novamente a verificação com o termômetro de vidro, conforme detalhado nas Etapas 1 e 2.
  • Caso o termostato não esteja calibrado corretamente, deve ser substituído conforme detalhado abaixo.
  • espere 15 minutos, até que o mercúrio se estabilize.
  • Então, compare a leitura do termômetro com o ponteiro do termostato;
  • se a variação for superior a um grau, verifique se o termostato está sujo.
  • Para examiná-lo, remova a placa frontal, normalmente presa por um botão ou pino e retire a sujeira. Não use um aspirador de pó, a sucção é muito forte. 
  • Não use lixas ou panos abrasivos. 
  • Se for uma peça em espiral, limpe com uma escova macia;
  • use o nível para deixar o tubo de mercúrio dentro do termostato reto.
  •  Se necessário, afrouxe os parafusos de fixação para deixá-lo nivelado. 
  •  Depois, aperte-os novamente;
  • após a limpeza, faça novamente a verificação com o termômetro de vidro, conforme detalhado nas Etapas 1 e 2.
  • Caso o termostato não esteja calibrado corretamente, deve ser substituído conforme detalhado abaixo.

Pressostato

Pressostato é um instrumento de medição de pressão utilizado como componente do sistema de proteção de equipamento ou processos industriais.
Sua função básica é de proteger a integridade de equipamentos contra sobrepressão ou subpressão aplicada aos mesmos durante o seu funcionamento.
É constituído em geral por um sensor, um mecanismo de ajuste de set-point e uma chave de duas posições (aberto ou fechado).
Como mecanismo de ajuste de set-point utiliza-se na maioria das aplicações uma mola com faixa de ajuste selecionada conforme pressão de trabalho e ajuste, e em oposição à pressão aplicada.
O mecanismo de mudança de estado mais utilizado é o micro interruptor, podendo ser utilizado também ampola de vidro com mercúrio fechando ou abrindo o contato que pode ser do tipo normal aberto ou normal fechado.

Tipos de Pressostatos

Diferencial fixo ou ajustável

Quanto ao intervalo entre atuação e desarme, os pressostatos podem ser fornecidos com diferencial fixo e diferencial ajustável.
O fixo só oferece um ponto de ajuste, o de set-point, sendo o intervalo entre os pontos de atuação e desarme.
O ajustável permite ajuste de set-point e alteração do intervalo entre o ponto de atuação e o de desarme.

Contato SPDT e DPDT

Quanto ao tipo de contato disponível no microinterruptor, pode-se selecionar o tipo SPDT ( Single Pole-Double Throw ), é composto basicamente por um terminal comum, um contato normalmente aberto (NA) e um contato fechado (NF), ou selecionar o tipo DPDT ( Double Pole-Double Throw ) é composto de duplo contato, ou seja, dois terminais comuns, dois NAs e dois NFs, sendo um conjunto reserva do outro.

Características

Vida útil do pressostato

A primeira consideração a ser feita na seleção de um pressostato é o seu tempo de vida útil, independente da pressão ou da sensibilidade desejada.
Se o número de ciclos que o pressostato deve operar (vida útil), for de um milhão de vezes ou menos, o uso dos tipos diafragma ou bourdon é recomendável.
Caso esse número seja ultrapassado, deve-se usar o tipo pistão.
Uma exceção a essa regra pode ser feita quando a variação de pressão no sistema for muito pequena (20% ou menos da faixa ajustável).
Sob tais condições, os tipos diafragma ou bourdon podem ser usados até 2,5 milhões de ciclos, antes que se dê a fadiga do elemento sensor.
Uma segunda consideração na escolha de um pressostato é a velocidade de ciclagem, independente de sua vida útil.
 Se houver a necessidade de uma ciclagem de mais de uma vez a cada três segundos, o tipo pistão deve ser especificado.
O elemento sensor de qualquer pressostato dos tipos diafragma ou bourdon age como uma mola a qual irá se aquecer e sofrer fadiga em operação de ciclagem extremamente rápidas, diminuindo assim a vida útil do pressostato.

Pressostato de Teste

A escolha do tipo de pressostato a ser usado - diafragma, pistão ou bourdon - deve também ser regida pela pressão de teste a qual poderão ser submetidos (Pressão de teste é o maior impulso - pico - de pressão que pode ocorrer em um sistema).
Deve ser lembrado que, embora o manômetro registre uma pressão de operação constante, podem haver impulsos através do sistema os quais o manômetro não possui sensibilidade para acusar.
Os tipos diafragma e bourdon são extremamente sensível e podem ser afetados por esses impulsos. Os pressostatos tipo diafragma são disponíveis numa faixa ajustável desde vácuo até 20 Bar, com pressões de teste até 70 Bar.
O tipo bourdon pode operar até 1.240 Bar, com pressões de teste até 1.655 Bar. E os tipos pistão compreendem uma faixa ajustável que vai até 825 Bar, com pressões de teste até 1.380 Bar.

Função do Pressostato

A função do pressostato é outro fator determinante na seleção.
Três tipos de pressostatos, baseados em sua função, são descritos abaixo:
  1. Pressostato de 1 contato - atua sobre uma única variação de pressão, abrindo ou fechando um único circuito elétrico, por meio da ação reversível do micro-interruptor.
  2. Pressostato diferencial - atua sobre a variação entre 2 pressões numa mesma linha controladas pelo mesmo instrumento.
  3. Pressostato de 2 contatos - atua independentemente sobre dois limites de uma mesma fonte de pressão, abrindo ou fechando dois circuitos elétricos independentes por meio da ação reversível de dois interruptores.

Tipos de caixa disponíveis

  1. Pressostato com caixa à prova de tempo IP65.
  2. Podem ser fornecidos também com um bloco de terminais interno para conexões elétricas, evitando a instalação de um bloco de terminais externo para a ligação dos cabos.
  3. À prova de explosão - construídos dentro de rígidos padrões de segurança, isolando os contatos e cabos de atmosferas explosivas.
  4. Tipo de pressostato sem caixa, exposto. Adequando às necessidades dos fabricantes de equipamento, onde é prevista proteção especial para o instrumento, pelo usuário.
Fluxostato

O fluxostato é utilizado sempre que se torne necessário detectar a
presença ou a ausência de fluxo em variadíssimos tipos de
instalações:
- instalações de aquecimento;
- instalações de climatização;
- instalações hidros-sanitárias com permutadores de calor de
produção instantânea de água quente;
- instalações de bombagem;
- instalações de tratamento de água;
- sistemas de introdução de aditivos;
- sistemas e instalações industriais, em geral.
Desempenha as seguintes funções:
- controlo de aparelhos diversos, nomeadamente: bombas,
queimadores, compressores, congeladores e válvulas
motorizadas;
- ativação de dispositivos de sinalização;
- ativação de dispositivos de alarme;
- regulação de aparelhagens para dosagem de aditivos na água.

Características construtivas

A peça mais solicitada num fluxostato é o fole metálico que separa
os componentes eléctricos dos hidráulicos.
Para o tornar mais
robusto, fiável e utilizável com todos os tipos de fluido, o fole e as
partes que lhe estão diretamente ligadas, são totalmente
construídas em aço inoxidável.
As soldaduras entre o fole e a haste
de comando são feitas segundo o método TIG.
A cobertura isolante montada sobre o micro interruptor evita o
perigo de contatos acidentais durante a operação de regulação.
A classe de proteção IP 54 garante o funcionamento em
ambientes particularmente húmidos e pulverulentos.
O contato eléctrico em permuta permite indiferentemente a
ativação ou desativação de um qualquer dispositivo eléctrico,

sempre que se atinge o caudal de intervenção.



domingo, 17 de junho de 2018

Geladeira


Geladeira









geladeira é um eletrodoméstico essencial na vida moderna.
Afinal de contas, é a forma que as pessoas encontraram de conseguir manter a qualidade dos mais variados tipos de alimento.
E por mais que este eletrodoméstico vem ganhando versões modernas, inclusive com acesso à internet, ela continua mantendo uma parte essencial: o motor.
O motor de uma geladeira também é chamado de compressor e é o coração de uma geladeira.
Ele permite que o gás refrigerante passe pelo processo de elevação da pressão, que vai dar início a toda a cadeia de funcionamento do refrigerador, permitindo que ele consiga manter a temperatura interna baixa, enquanto consegue expelir o calor para fora.
O processo de manutenção de uma geladeira pode ser um assunto complicado à primeira vista, mas entendendo como funciona as diferentes peças de uma geladeira tudo fica mais claro,de

Como trocar motor de geladeira

primeiro passo para uma nova profissão, uma vez que os profissionais que fazem manutenção de eletrodomésticos costumam ser valorizados no mercado, tanto nas empresas quanto prestando serviços particulares.

Neste vídeo vamos ensinar você a trocar um motor de geladeira que tem o nome de compressor, esse é só o primeiro vídeo de vários vídeos que serão o passo a passo de como colocar um compressor de refrigerador. e nesta parte iremos dar uma breve introdução e iremos também tirar as confecções usando um maçarico portátil, Esta geladeira é da marca esmaltec mas o processo é o mesmo para as marcas mais conhecidas como a consul, brastemp, electrolux, ge, continetal.

  • Esta é a segunda parte do curso como trocar um compressor de uma geladeira, e iremos aprender a desconectar o motor de forma correta sem danificar a geladeira, primeiro desconecte os plugs da alimentação e depois as soldas, e em seguida a trava do motor que fixa o compressor da carcaça da geladeira, ates de colocar o motor novo faça uma limpeza no sistema com gás R11 e R22 ou com nitrogênio, em seguida coloque o motor, também identifique as tubulações corretas para não conectar o tubo nos lugares errados.
  • Esta é a terceira parte do curso como colocar compressor de refrigerador e iremos aprender a instalar motor da geladeira de forma correta, aprenderemos a fazer soldas utilizando tubo tocha e solda foscolpe, esse é um passo a passo, vamos aprender a distância correta para se fazer a solda, e a distância entre o bico do tubo tocha, e a parte que esta sendo soldada é de aproximadamente um centímetro, e iremos aprender a soldar também uma válvula de serviço, que é aonde usaremos para colocar o gás e usar bomba de vácuo, vamos aprender também a desconectar o filtro antigo e iniciar a solda de um filtro novo.
  • como colocar motor novo em uma geladeira e iremos aprender a substituir o filtro e a prenderemos a função do filtro, a função do filtro é eliminar umidade e evitar entupimento no sistema de refrigeração, primeiro vc corta o filtro do tamanho correto pois cada geladeira tem um espaço diferente para o filtro, depois de cortado você solda o filtro com solda foscolpe, a solda do filtro é delicado por você terá que fazer uma solda de cobre com ferro que é a união entre o filtro que é de cobre e a parte em que ele é soldado, para esta solda você usará uma pasta de fixa, para facilitar a solda para evitar vazamento de gás refrigerante.
  • Esta é a quinta parte do curso como trocar compressor de geladeira, iremos aprender desta parte como soldar o filtro da forma correta, não esqueça de usar uma latinha para proteger a geladeira do fogo, e iremos colocar o bico da válvula de serviço e iniciaremos o processo do vácuo, usaremos manifuld e bomba de vácuo.
  • Esta é a sexta parte do curso como trocar motor de geladeira, e iremos aprender a colocar o gás refrigerante usando uma balança de refrigeração e gás R134a não esqueça de usar a garrafa de gás virada para baixo para que o gás refrigerante entre em estado líquido.
  • Esta é a sétima parte do curso como tocar compressor motor de geladeira e iremos aprender a testar se ficou algum vazamento utilizando sabão e esponja, ai agente coloca espuma nas soldas aonde é mais provável que possa ficar algum vazamento, iremos aprender também a reconectar os soquetes da alimentação elétrica, aprenderemos a colocar o protetor térmico.


sábado, 16 de junho de 2018

Como funciona uma termoelétrica?


As chamadas termoelétricas funcionam pela queima de combustíveis, geralmente fósseis, como petróleo ou gás natural.

Nesse tipo de usina, a água contida em uma caldeira é aquecida, produzindo vapores em altas condições de pressão. Esses vapores movimentam turbinas, gerando eletricidade
 Outras formas de criação de energia térmica também são empregadas, como o rompimento nuclear: é o caso das conhecidas usinas nucleares, que também são um tipo de termoelétrica. 
Assim, energia produzida chega para consumo por meio de fios de alta-tensão.
O funcionamento das termoelétricas tem causado grandes danos à natureza, pois os gases liberados na atmosfera, pela queima dos combustíveis, alteram a composição e a qualidade do ar. 
Além disso, os recursos hídricos também são prejudicados, pois o vapor utilizado no processo é resfriado e condensado, para que volte ao estado líquido e seja reutilizado em um novo ciclo de produção de energia. 
O problema, no entanto, está nas técnicas aplicadas nesse resfriamento, águas de rios, mares e lagos são usadas, e essa prática altera a composição natural dos mananciais, que ficam com menos oxigênio por causa do aquecimento sofrido. 
Outra forma de resfriamento dos vapores se dá pelo uso de água armazenada em torres, mesmo assim, quando os vapores são liberados, eles alteram o fluxo natural de chuvas e provocam as alterações climáticas que tanto prejudicam o meio ambiente. 
Logo, o funcionamento das usinas termoelétricas potencializa o aquecimento global, causando o chamado efeito estufa e também as chuvas ácidas.
No Brasil, as termoelétricas funcionam como alternativa complementar às hidrelétricas, como em períodos de seca, por exemplo. 
Em comparação com hidrelétricas, elas apresentam vantagem, uma vez que produzem energia de maneira estável durante todo o ano, já que não dependem dos níveis dos rios. 
Elas podem, ainda, ser instaladas próximas aos locais de consumo. 
O resultado é a diminuição do risco de perdas e prejuízos. 
Como sabemos, as usinas termoelétricas podem funcionar com vários tipos de combustíveis, no entanto, eles vêm causando sérios danos ambientais. 
 A crescente preocupação com a escassez dos recursos naturais está provocando empenho em novos estudos e iniciativas que amenizem ou solucionem os danos já causados. 
Nesse sentido criou-se, no Brasil, a primeira usina termoelétrica do mundo que funciona com etanol. Em funcionamento desde 2010, ela trouxe melhorias significativas, como a diminuição da emissão de dióxido de carbono na atmosfera e uma grande redução no dispêndio de água durante processo de geração de energia. 
A termoelétrica brasileira se localiza em Minas Gerais, na cidade de Juiz de Fora, e serve de inspiração para o mundo.
O sistema utiliza turbinas semelhantes às usadas em aviões de grande porte, que funcionavam originalmente com combustível líquido, e foram adaptadas ao uso de gás natural e, agora, retornam ao uso de combustível na forma original (líquida), no caso, o biocombustível. 
O uso do etanol tem custo mais alto que o do gás natural, o que o torna uma boa alternativa apenas para locais onde seja inviável a utilização do gás. 
O álcool, nesse caso, chega por rodovias, sendo armazenado para posterior bombeamento até o combustor, que promove a queima do álcool. 
O processo causa menos impacto e é uma alternativa válida no sentido conservação ambiental.
Quando o assunto é sustentabilidade e biotecnologia, você pode se informar e aprender mais com quem é referência no assunto, a Novozymes, empresa reconhecida e premiada por suas iniciativas. Acesse o Bioblog e aumente os seus conhecimentos sobre sustentabilidade e soluções em prol do meio ambiente.

         Energia termoelétrica


A energia termoelétrica opera com o aquecimento da água para a produção de vapor, que aciona o gerador elétrico por meio de turbinas
As termoelétricas são importantes na geração de eletricidade, embora gerem muita poluição

As termoelétricas são importantes na geração de eletricidade, embora gerem muita poluição
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Os principais combustíveis utilizados nas usinas termoelétricas são o carvão mineral, a nafta, o petróleo, o gás natural e, em alguns casos, a biomassa.
O funcionamento de uma usina termoelétrica – também chamada de usina térmica – ocorre da seguinte forma: a queima do combustível propicia o aquecimento de água armazenada no reservatório, o que forma um vapor, que, por sua vez, é direcionado para as turbinas do gerador responsável pela produção de eletricidade. 

Confira o esquema a seguir:
Esquema ilustrativo do funcionamento básico de uma termoelétrica
Esquema ilustrativo do funcionamento básico de uma termoelétrica

Em geral, as fontes de energia utilizadas pelas termoelétricas não são renováveis, sendo a maioria de origem fóssil, o que eleva a preocupação sobre a disponibilidade desses recursos a médio e longo prazo. 
Além disso, questiona-se também a geração de poluentes para a produção de energia termoelétrica, que emite uma grande quantidade de dióxido de carbono (CO2) para a atmosfera.
O carvão mineral é muito utilizado pelas termoelétricas, uma vez que essa é a fonte mais abundante de energia e possui custos menos elevados. 
Além disso, as usinas ocupam uma área pequena e possuem um nível de produtividade quase duas vezes maior do que o das hidrelétricas, por exemplo. 
Por outro lado, os seus custos de construção são elevados, o que aumenta, por sua vez, o preço médio da energia para o consumidor.
É interessante observar que as usinas nucleares também são exemplos de geração de energia termoelétrica, pois nelas as reações nucleares são realizadas no intuito de aquecer a água e produzir vapor para, assim, gerar energia.
Outra consideração a ser feita a respeito das usinas termoelétricas é sobre o elevado consumo de água por elas realizado, o que gera novas críticas a essa forma de produção de energia. 
Utiliza-se água tanto para a produção de calor quanto para alimentar o sistema de refrigeração de suas turbinas, de modo que a escassez desse recurso pode tornar-se também um problema energético.
As usinas termoelétricas constituem a principal forma de produção de eletricidade no mundo atualmente, representando cerca de 70% da produção mundial. ]
Elas são amplamente utilizadas pelos países desenvolvidos, o que acirra os debates nas conferências internacionais sobre recursos naturais e meio ambiente. 
No Brasil, onde o uso é predominantemente de usinas hidroelétricas, as termoelétricas atuam para abastecer as indústrias e também como fontes de reserva em casos de crise energética. 
Mesmo assim, elas não ultrapassam os 7,5% da produção nacional de eletricidade, e esse número só é alcançado quando todas as usinas estão em funcionamento no país.

domingo, 10 de junho de 2018


Termoeletricidade
(Inversor de Peltier)

LEMBRANDO

A termoeletricidade pode esquentar ou esfriar.
Um termopar é formado por dois metais diferentes que são fortemente unidos por suas extremidades. 
Um exemplar simples pode ser construído torcendo juntas as extremidades (bem limpas) de um fio de cobre e um fio de ferro.

EXPLICANDO

O inversor de Peltier usa da termoeletricidade para manter uma máquina térmica ás avessas. 
Como referência, um modelo didático do inversor apresenta um terminal vermelho e outro preto. 
Se o terminal vermelho for ligado ao pólo positivo de uma bateria de 6 V e o terminal preto ao pólo negativo, o topo do inversor esfriará e o calor produzido em sua parte inferior será transferido para o ambiente pelas aletas do dissipador. 
Na parte de cima o dispositivo torna-se frio o bastante para gelar uma gota de água.

DE QUE CUCA SAIU ISSO

J. C. A Peltier descobriu em 1834 que, quando uma corrente elétrica flui pela junção de dois condutores de metais diferentes, calor é liberado ou absorvido pela junção. 
O sentido da corrente é quem determinará se a junção se aquece ou esfria. 
Este efeito depende dos condutores usados e da temperatura da junção; ele não está associado com o potencial de contato gerado entre dois metais distintos, não depende da forma ou dimensões dos materiais que compõem a junção.
Peltier, enviando uma corrente elétrica por um termopar feito de antimônio e bismuto, conseguiu congelar uma gota de água. Foi a primeira demonstração de uma refrigeração termelétrica. 
O inversor de Peltier atual (denominado pastilha Peltier) é constituído por uma série de pares termelétricos minúsculos feitos de material P e N, semicondutores de silício dopados. "Buracos" podem migrar pelo material P.

NA DIDÁTICA

Para aplicações práticas, ou mesmo demonstrativas, em salas de aula e Feiras de Ciências, pode-se adquirir (por exemplo, via Mercado Livre), pastilhas Peltier. Minha aquisição recaiu sobre:
Pastilha Peltier termoelétrica de 46,5 W, com dimensões (40 x 40 x 5,4) mm, intensidade de corrente de 3 A, tensão de alimentação de 12 VCC (máx. 15,2 VCC), que atinge entre suas faces uma diferença de temperatura máxima de 67 ºC.
Há uma boa gama de aplicações práticas para tais pastilhas, tanto na informática (refrigeração de gabinetes, de processadores, de chips, etc.), como para caixas de gelo, aquários, etc.
A pastilha Peltier ao ser ligada na fonte de energia elétrica, esquenta em uma das faces e "gela" na outra. 
Este "gela" requer mais explicações. Na verdade, o que a pastilha apresenta é uma boa diferença de temperatura entre suas faces.
Para exemplificar, com a pastilha que adquiri, vamos admitir que esta diferença seja de 60 ºC. Assim, ao ser ligada em 12 VCC, teremos 60ºC entre as faces da pastilha, ou seja, se a face quente estiver a 90ºC, a face fria estará a 30ºC (90 - 60 = 30). 
Assim, a face "fria" não estará realmente fria ou gelada, apenas estará 60 ºC abaixo da temperatura da outra face.
Agora, se conseguirmos fazer com que a face quente fique permanentemente em 60 ºC, a face fria ficará permanentemente a 0ºC, o que já é um belo "frio"!
Percebe-se, então, que o ´segredo´ é baixar a temperatura da face quente; uma solução é usar um ventilador especial (´cooler´); quanto mais eficiente for o cooler na troca de calor, menos quente ficará esta face e mais gelada ficará a outra.
A face ´gelada´, dependendo do que há no ambiente (interior de um computador, por exemplo), pode trazer problemas secundários, tal qual a de determinar a condensação do vapor de água arrastado pelo ar ambiente, resultando em água líquida escorrendo componente abaixo. 
Uma nova ventoinha pode ser instalada sobre a pastilha para sanar este problema, pois ela retira o ar gelado que rodeia o dissipador e o joga para dentro do gabinete (caso do computador).
Ilustremos esta montagem experimental:



O dissipador 1 impede a condensação sobre o componente e o cooler 1 arrasta o ar frio
que envolve as aletas do dissipador 1, encaminhando-o para dentro do gabinete. O dissi-
pador 2 troca calor com a face quente da pastilha e o cooler 2 arrasta o ar quente para o
ambiente.

Quanto mais potente (W) for a pastilha mais quente será o lado quente e consequentemente mais difícil será esfriá-lo.
Um módulo didático (feito especialmente para demonstrações) poderá absorver 18 W de potência de uma fonte elétrica de 6,0 VCC sob 3,0 A, exibindo uma variação de temperatura ao redor dos 67oC.
Nota: Cuidado para que a corrente no dispositivo de demonstração não supere os 3,0 A . Se uma bateria de 6V for utilizada deve-se prever um limitador de corrente através de um resistor de 8 ohms, 10 watts.

EIS O EXPERIMENTO



Refrigeração eletrônica


Refrigeração eletrônica

Principalmente em bebedouros mas também em equipamentos sofisticados como adegas climatizadas, a refrigeração deles é "eletrônica", sem o uso de compressor, gás refrigerante, etc. 
Essa é uma tecnologia que veio para ficar, em determinados equipamentos, e muitas pessoas que trabalham com refrigeração não a conhecem. 
O segredo da "refrigeração eletrônica" são os módulos Peltier ou pastilhas termoelétricas.
Módulos Peltier, também conhecidos como pastilhas termoelétricas, são pequenas unidades que contém uma série de semicondutores (transistores) agrupados em pares, para operarem como bombas de calor. Uma unidade típica tem espessura de alguns milímetros e forma quadrada ( 4x40x40 mm). 
Esses módulos são essencialmente um sanduíche de placas cerâmicas recheado com pequenos cubos de telureto de bismuto.
Essa série de semicondutores é soldada entre duas placas cerâmicas, eletricamente em série e termicamente em paralelo. 
Quando uma corrente DC passa por um ou mais pares, há uma redução na temperatura da junta ("lado frio") resultando em uma absorção do calor do ambiente. 
Este calor é transferido pela pastilha pela movimentação de elétrons. 
A capacidade de bombeamento de calor de uma pastilha termoelétrica é proporcional à corrente e o número de pares de elementos tipo-n e tipo-p

Sua operação é baseada no “Efeito Peltier”, que foi descoberto em 1834. 
Quando uma corrente é aplicada, o calor move de um lado ao outro – onde ele deve ser removido com um dissipador. 
Esse ponto é importante porque o calor, como uma forma de energia que é, não desaparece, ele tem que ser movido. 
Por isso todos os aparelhos que usam a refrigeração eletrônica contam com ventoinhas e não podem ser instalados confinados.
Tanto para aquecimento como resfriamento, é necessário utilizar algum tipo de dissipador para coletar calor (em modo de aquecimento) ou dissipar calor (em modo de resfriamento) para outro meio (: ar, água, etc.). 
Sem isso o módulo estará sujeito a superaquecimento - com o lado quente superaquecido o lado frio também esquentará, consequentemente calor não será mais transferido. 
Quando o módulo chegar à temperatura de refluxo da solda utilizada, a unidade será destruída. Frequentemente utiliza-se uma ventoinha quando dissipador estiver trocando calor com o ar, mas isto não é obrigatório,

Pastilhas termoelétricas são utilizadas em aplicações pequenas de resfriamento como microprocessadores ou até em médias como geladeiras portáteis, adegas para vinho e bebedoruros. Atualmente, os módulos mais potentes podem transferir um máximo de 250W (conversão de W para BTUS). As pastilhas podem ser empilhadas para se chegar temperaturas mais baixas, embora alcançar temperaturas muito abaixo de zero e requer processos complexos e caros.
Existe um limite prático do tamanho dos módulos de cerca de 60 milímetros. Isso ocorre porque 
Devido às diferenças de calor, o lado frio da pastilha contrairá enquanto o lado quente expandirá, causando estresse nos elementos e nos pontos de solda. 
Quanto maior o módulo, maior o estresse.
Pode ser utilizado mais de um módulo para aumentar a transferência de calor ou empilhados uns sobre os outros para aumentar a diferença entre o lado frio e o lado quente. 
Contudo, quando a temperatura entre o lado frio e o lado quente não precisa ser mais de 60°C, pastilhas simples são mais recomendadas. 
Quando esta diferença tem que ser maior de 60°C, módulos múlti-estágios devem ser utilizados.
Pastilhas termoelétricas operam com corrente contínua, DC. Uma fonte chaveada pode ser utilizada, mas suas variações devem estar limitadas a +-10%. A frequência ideal é 50-60 Hz.
O efeito Peltier tende a perder sua vantagem competitiva para transferências de calor acima de 200W. Existem certas aplicaçoes militares e científicas que o utilizam para transferir centenas de kilowatts mas nesses casos o custo não é um problema ao contrá'rio do que ocorre em produtos para o mercado consumidor.
Um ar condicionado ou uma geladeira de grande porte poderá vir  a ser produzida em escala industrial, mas por enquanto seus custos são proibitivos. 
Módulos Peltier tem grandes vantagens como tamanho reduzido e ausência de peças móveis e ruído, mas seu custo por por watt transferido é muito superior a um compressor, seu principal concorrente tecnológico. 
Como aparelhos de ar condicionados requerem uma transferência de calor muito maior para resfriar ambientes do que uma mini-geladeira portátil, por exemplo, não são economicamente viáveis. 
O mesmo ocorre com geladeiras e congeladores (freezers) residenciais.
É importante também salientar que, no caso de aparelhos de ar condicionado, mesmo quando eles forem produzidos em escala industrial, um dissipador de calor terá de ser acoplado ao sistema e ao exterior do ambiente para que ele realmente seja resfriado. 
Ou seja, estes aparelhos não poderão substituir resfriadores portáteis que reduzem temperatura somente com gotículas de água e sem nenhuma dissipação para o exterior
A grande vantagem de pastilhas do tipo Peltier são a ausência de peças móveis, tornando extremamente preciso o controle de temperatura, não uso de gás refrigerante, sem barulho e vibração; além do tamanho reduzido, alta durabilidade e precisão. 
Elas são utilizadas hoje em inúmeros setores, principalmente os de bens de consumo, automotivo, industrial e militar. 
São mais comuns em países desenvolvidos mas elas tiveram grande penetração no Brasil com os bebedouros eletrônicos, fabricados por várias empresas.
Para aplicações de transferência  de calor de até 200 W as pastilhas termoelétricas tem várias vantagens sobre os compressores: são mais confiáveis que um compressor além de necessitar praticamente nenhuma manutenção. 
São ideais para aplicações de resfriamento que são sensíveis a vibrações mecânicas ou têm um tamanho ou espaço limitado.
Para estimar qual pastilhas e quantas serão necessárias é preciso determinar a carga térmica de onde elas serão aplicadas. É o mesmo processo de dimensionamento de um compressor para uma geladeira, por exemplo.
O controle de temperatura pode ser feito variando a voltagem fornecida a pastilha termoelétrica ou desligando/ ligando ela. 
Certos fabricantes não recomendam o deligar/ ligar por achar que isso encurta a vida útil delas enquantos outros não tem essa restrição.
A umidade pode ser um problema se o módulo for utilizado para resfriar perto de 0o. C, uma vez que o vapor presente no ar pode condensar, molhando a pastilha. 
A umidade dentro do módulo pode causar corrosão e resultar em um curto-circuito.Costuma-se utlizar isolantes de silicone ou epoxy nas bordas do módulo para evitar a umidade.
Módulos Peltier, também conhecidos como pastilhas termoelétricas, são pequenas unidades de que utilizam tecnologia de matéria condensada para operarem como bombas de calor.
Uma unidade típica tem espessura de alguns milímetros e forma quadrada (e.g. 4x40x40 mm). Esses módulos são essencialmente um sanduíche de placas cerâmicas recheado com pequenos cubos de Bi2Te3 (telureto de bismuto).

Sua operação é baseada no “Efeito Peltier”, que foi descoberto em 1834. 
Quando uma corrente é aplicada, o calor move de um lado ao outro – onde ele deve ser removido com um dissipador.
Se os polos elétricos forem revertidos, a pastilha se tornará em um excelente aquecedor.
É importante salientar que por mais tecnologicamente avançados que sejam, os módulos não “consomem” calor – por isso que se torna necessário o uso do dissipador.

Pastilhas termoelétricas são utilizadas em aplicações pequenas de resfriamento como chips microprocessadores ou até médias como geladeiras portáteis.
Atualmente, os módulos mais potentes podem transferir um máximo de 250W, tornando a tecnologia inviável para o uso em um aparelho de ar condicionado, por exemplo.
As pastilhas podem ser empilhadas para se chegar temperaturas mais baixas, embora alcançar níveis criogênicos requer processos muito complexos.

A grande vantagem de pastilhas do tipo Peltier são a ausência de peças móveis, gás freon, barulho e vibração; além do tamanho reduzido, alta durabilidade e precisão.
Elas são utilizadas hoje em inúmeros setores, principalmente os de bens de consumo, automotivo, industrial e militar.


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sábado, 9 de junho de 2018

O que é VRF?

A sigla VRF provém do inglês, "variable refrigerant flow" e podemos chamar também de VRV (volume de refrigerante variável) é um sistema de condicionamento de ar central do tipo Multi Split, ou seja, uma única condensadora atende mais de uma unidade evaporadora.

Foi desenvolvido principalmente para edifícios de médio e grande porte e seu grande diferencial para os sistemas de condicionamento de ar central convencionais é que possui um controle independente das unidades evaporadoras, proporcionando um conforto térmico melhor, pois cada usuário decide a temperatura de operação da sua unidade.
Outro ponto positivo é que o consumo energético é bem menor se comparado aos sistemas convencionais, visto que seu consumo energético é proporcional ao número de unidades evaporadoras que estão sendo utilizadas.

O grande “segredo” do sistema possuir essas melhorias, advém de uma combinação de tecnologia eletrônica com sistemas de controle micro processados, aliado à combinação de múltiplas unidades internas em um só ciclo frigorígeno.

Outro ponto favorável é a rapidez de instalação e versatilidade de adequar-se a arquitetura do local sem muitas alterações e possuir um baixo nível de ruído.




Mas como funciona um VRF?

Constitui em um sistema de expansão direta, onde o ar troca calor diretamente com o fluido refrigerante por intermédio da evaporadora.

Nos sistemas de expansão indireta, o fluido refrigerante resfria outro fluido ( normalmente água ou uma mistura de água com etileno glicol).

Esse sistema consegue abastecer de fluido refrigerante várias evaporadoras com um único compressor, que através do controle eletrônico, varia a rotação do compressor, o que possibilita um fluxo de fluido refrigerante variável, conforme a carga térmica exigida no momento.


Outro diferencial do funcionamento é que na partida do compressor o mesmo parte “em rampa”, ou seja, sua rotação vai aumentando conforme vai diminuindo a inércia do rotor do compressor o que possibilita um consumo de energia de até 40% se comparado com os sistemas convencionais que o compressor parte em 100% de sua potência.
Portanto se temos uma máquina de capacidade de 20TR (tonelada de refrigeração) e a carga térmica do ambiente solicitado naquele momento for de 10TR.
O equipamento funcionará proporcionalmente a isso, ou seja, consumirá uma energia relativa a uma potência de 10 TR ao invés de 20TR.

Nos equipamentos residenciais essa tecnologia foi adaptada e surgiram os condicionadores de ar splits do tipo “inverter” que nada mais é do que o sistema descrito acima com alguns componentes a menos.

Portanto, mesmo para um usuário residencial é de grande vantagem a instalação de um sistema inverter, pois o consumo de energia se mantém na mesma proporção do VRF e pode chegar em até 40%.    

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Refrigeração por absorção




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Este artigo ou secção contém fontes no fim do texto, mas que não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (desde julho de 2017)
Por favor, melhore este artigo inserindo fontes no corpo do texto quando necessário.


Os sistemas de refrigeração por absorção de vapores são ciclos de refrigeração operados a calor, em que um fluido secundário ou absorvente na fase líquida é responsável por absorver o fluido primário ou refrigerante, na forma de vapor.
Ciclos de refrigeração operados a calor são assim definidos, porque a energia responsável por operar o ciclo é majoritariamente térmica.
Descoberta pelo escocês Nairn em 1777, a refrigeração por absorção tem por "pai" o francês Ferdinand Carré (1824-1900), que em 1859 patenteou a primeira máquina de absorção de funcionamento contínuo, usando o par amônia-água.
Água quente, vapor (baixa pressão e alta pressão) e gases de combustão, são algumas das fontes de calor utilizadas para operar equipamentos de absorção, cuja energia térmica pode ser obtida a partir dos seguintes meios:
  • Aproveitamento de rejeitos de calor de processos industriais e comerciais;
  • Cogeração;
  • Energia solar; e
  • Queima direta (biomassa, biodiesel, gás natural, biogás).

Índice


Ciclo básico de refrigeração por absorção

 Ciclo básico de refrigeração por
absorção e seus componentes principais.

O ciclo básico de refrigeração por absorção opera com dois níveis de pressão, estabelecidos pelas temperaturas de evaporação e condensação , respectivamente.
 A Figura 1 mostra um esquema de um ciclo básico de refrigeração por absorção e seus componentes principais.
Pela figura se pode observar que o ciclo contém dois circuitos, o circuito da solução e o circuito de refrigerante.
As setas indicam o sentido de escoamento do refrigerante e da solução, e também o sentido do fluxo de calor entrando ou saindo do ciclo.
No gerador, calor de uma fonte a alta de temperatura é adicionado ao ciclo a uma taxa , fazendo com que parte do refrigerante vaporize à temperatura de geração , e se separe da solução.
Esse vapor de refrigerante segue para o condensador, onde o calor de condensação é removido do ciclo, por meio de água ou ar, a uma taxa , fazendo com que o refrigerante retorne para a fase líquida à temperatura de condensação . ]
O refrigerante líquido, à alta pressão, passa por uma válvula de expansão - VEX, onde ocorre uma brusca queda de pressão associada com a evaporação de uma pequena parcela do refrigerante.
Esse fenômeno, conhecido como expansão, faz cair a temperatura do refrigerante, que segue então para o evaporador.
 No evaporador, o refrigerante líquido, a uma baixa pressão e a uma baixa temperatura, retira calor do meio que se deseja resfriar a uma taxa , retornando novamente para a fase de vapor à temperatura de evaporação .
No gerador, após a separação de parte do refrigerante, a solução remanescente torna-se uma solução fraca ou pobre em refrigerante.
Essa solução pobre, a uma alta temperatura e a uma alta pressão, passa por uma válvula redutora de pressão - VRP, tem sua pressão reduzida ao nível da pressão de evaporação e segue para o absorvedor.
No absorvedor, a solução absorve vapor de refrigerante oriundo do evaporador, tornando-se uma solução forte ou rica em refrigerante.
O processo de absorção é exotérmico, e para que esse processo não sofra interrupção, o calor de absorção precisa ser removido do ciclo a uma taxa , de forma a manter constante a temperatura de absorção .
Uma bomba de recirculação de solução - BSC é responsável por, simultaneamente, elevar a pressão e retornar a solução rica para o gerador, garantindo assim a continuidade do ciclo.
 Vale destacar que o condensador e gerador estão submetidos a uma mesma pressão, pressão de alta do sistema, e por isso, em alguns equipamentos comerciais, são abrigados em um mesmo vaso.
Da mesma forma, o evaporador e o absorvedor estão submetidos à mesma pressão, pressão de baixa do sistema, e eventualmente abrigados em um mesmo vaso..
.

The shower O chuveiro elétrico é um dispositivo capaz de transformar energia elétrica em energia térmica, o que possibilita a elevaçã...