quarta-feira, 14 de dezembro de 2016


CICLOS DE REFRIGERAÇÃO





Em meados do século XIX o homem descobriu a propriedade criogênica de gases: a capacidade de retirar calor de um sistema quando submetido à expansão e começou a fazer gelo industrialmente em grande escala.
A partir dessa época, então, tem início a atividade comercial de conservação de alimentos em grande escala. Não havia, sequer, os grandes entrepostos frigoríficos, mas sim as fábricas de gelo.
Nos setores comercial e residencial este gelo industrial era usado para fazer essa conservação dos alimentos em pequena escala.
Assim a utilização dos sistemas de refrigeração virou indispensável nos dias de hoje. Geladeiras, ar condicionado, refrigeração industrial são os maiores exemplos que podem ser tomados para utilização do sistema de refrigeração.
Como conseqüência, também é indispensável o uso da energia elétrica para o acionamento dos motores e outros equipamentos associados a esses sistemas.
Com objetivo de cada vez mais aprimorar a utilização, melhorar a economia de energia, aumentar o poder de resfriamento e conservação de baixas temperaturas, vários estudos são realizados nessa área com o intuito de evoluir cada vez mais os sistemas de refrigeração.
Nesse trabalho será apresentado e descritos os tipos existentes de válvulas de expansão ou expansores, bem como a operação e modo de trabalho de cada um e mostrando a aplicação mais eficiente das válvulas.
CONCEITOS BÁSICOS
Resfriamento: Tudo aquilo que conseguimos resfriar até a temperatura ambiente. Ex: Uma xícara de café quente em cima da mesa.
Refrigeração: Tudo aquilo que conseguimos resfriar abaixo da temperatura ambiente. Ex: Uma geladeira residencial.

CICLOS DE REFRIGERAÇÃO POR COMPRESSÃO DE
VAPOR
Se um líquido for introduzido num vaso onde existe, inicialmente, um grau de vácuo e cujas paredes são mantidas a temperatura constante, ele se evaporará imediatamente.
No processo, o calor latente de vaporização, ou seja, o calor necessário para a mudança do estado líquido para o estado vapor, é fornecido pelas paredes do vaso.
O efeito de resfriamento resultante é o ponto de partida do ciclo de refrigeração.
À medida que o líquido se evapora, a pressão dentro do vaso aumenta, até atingir, eventualmente, a pressão de saturação para a temperatura considerada.
Depois disso, nenhuma quantidade de líquido evaporará, e, naturalmente, o efeito de resfriamento cessará. Qualquer quantidade adicional de líquido introduzido permanecerá neste estado, isto é, como líquido, no fundo do vaso.
Se for removida parte do vapor do recipiente, conectando-o ao lado de sucção de uma bomba, a pressão tenderá a cair.
O que provocará evaporação adicional do líquido.
Neste aspecto, o processo de resfriamento pode ser considerado contínuo.
E, para tal, necessitasse: de um fluido adequado, o refrigerante; um recipiente onde a vaporização e o resfriamento sejam realizados, chamado de “evaporador”; e um elemento para remoção do vapor, chamado de “compressor”.
O sistema apresentado até agora não é prático, pois envolve um consumo contínuo de refrigerante.
Para evitar este problema, é necessário converter o processo num ciclo. Para fazer o vapor retornar ao estado líquido, o mesmo deve ser resfriado e condensado.
Usualmente, utiliza-se a água ou o ar como meio de resfriamento, os quais se encontram a uma temperatura substancialmente mais elevada do que a temperatura reinante no evaporador.
A pressão de vapor correspondente à temperatura de condensação deve, portanto, ser bem mais elevada do que a pressão no evaporador.
O aumento desejado de pressão é promovido pelo compressor.
A liquefação do refrigerante é realizada num condensador, que é, essencialmente, um recipiente resfriado externamente pelo ar ou água.
O gás refrigerante quente (superaquecido), com alta pressão, é conduzido do compressor para o condensador, onde é condensado.
Resta agora completar o ciclo, o que pode ser feito pela inclusão de uma válvula ou outro dispositivo regulador, que será usado para injeção de líquido no evaporador.
Este é um componente essencial de uma instalação de refrigeração e é chamado de “válvula de expansão”.
 A geladeira doméstica: um exemplo de ciclo de compressão de vapor.
Válvulas de Expansão ou Expansores.
As válvulas de expansão são utilizadas nos sistemas de refrigeração mecânica por meio de vapores para provocar a expansão do fluido frigorígeno liquefeito, desde a pressão de condensação ate a pressão de vaporização do ciclo.
Esse dispositivo causa no sistema uma perda de carga, e justamente com o compressor divide o mesmo em duas zonas: a de alta pressão e a de baixa pressão.
Após a expansão na válvula, o liquido frigorígeno tem condições para vaporizar a baixas temperaturas, o que exige o isolamento do circuito de refrigeração na parte de baixa pressão.
A principal característica das válvulas de expansão é a sua capacidade, dada em kgf/h de fluido frigorígeno que pode laminar, a qual depende essencialmente do diâmetro do orifício de passagem, da diferença de pressão e do fluido de trabalho adotado.
As válvulas de expansão, usualmente adotadas nas instalações frigoríficas, são classificadas em:
  • Manuais
  • Tubos capilares
  • Automáticas:
  • De bóia:
  • Alta pressão
  • Baixa pressão
  • Pressostáticas
  • Termostáticas
Válvulas de expansão manuais
São registros tipo sede (globo), com obturador tipo agulha para permitir maior precisão de regulagem.
São restritas geralmente à substituição de válvulas de expansão automáticas, quando entram em reparo, para isso as válvulas de expansão manuais são instaladas em paralelo com as válvulas de expansão automáticas.
 
 Válvulas manuais tipo sede globo e tipo agulha.
Tubos Capilares
A laminagem provocada no fluido frigorígeno, pela passagem através de orifícios, pode ser substituída com vantagens, nas instalações de pequeno porte, por tubos capilares. Isto se deve ao fato de que nas instalações pequenas, onde o dispositivo de expansão é fixo, o diâmetro a adotar para o orifício de expansão, alem de ser pequeno, criando problemas de entupimento, está sujeito a desregulagem por desgaste.
O uso de capilares, para provocar a perda da carga necessária para a redução de pressão do sistema, elimina os inconvenientes apostados acima, pois, além do desgaste do conduto ser insignificante, seu diâmetro é bastante superior ao orifício de abertura equivalente.
Apesar disso, essas instalações devem ser perfeitamente limpas e isentas de umidade, para que não ocorra uma obstrução do tubo, porem a capacidade do tubo capilar varia de acordo com as condições de funcionamento da instalação, assim para evitar um aumento de pressão de condensação, a potência frigorífica é reduzida, a carga de fluido deve ser exata e as condições de funcionamento constantes.
A passagem do fluido por um capilar obedece a duas fases distintas: a inicial, a qual o fluido não foi ainda vaporizado e a final, onde começa a formação de vapor.
Na inicial a perde carga é praticamente linear, enquanto na fase final não acontece o mesmo, pois, com o aumento do titulo de vapor, o gradiente de pressão se torna cada vez maior.
Quando o liquido é sub-resfriado, a fase inicial torna-se maior, verificando-se um aumento da capacidade capilar, acontecendo o mesmo com o aumento da pressão de entrada.
Na pressão de saída a descarga é aumentada até uma pressão crítica, abaixo da qual o fluxo não mais se altera.
A pressão crítica depende essencialmente das condições do fluido à entrada do capilar caracterizada pela pressão, grau de sub-resfriamento e das trocas térmicas efetuadas no capilar dadas em função do diâmetro pelo comprimento.
Quando a pressão critica é superior a pressão de saída do capilar a capacidade do sistema torna-se independe da pressão do evaporador.
Neste caso, a perda de carga do capilar é dada pela diferença de pressão e a descarga de um capilar tomado para padrão pode ser calculada em função apenas da pressão de condensação e das condições do fluido frigorígeno.
Para a pressão de condensação mínima de funcionamento da instalação, verifica-se a descarga do capilar padrão para a condição mais favorável.
Calcula- se o coeficiente de correção da descarga, com o qual é determinado o comprimento do capilar a adotar.
Para garantir que a elevação da pressão de condensação não dê entrada de liquido no compressor, o enchimento da instalação deve ser feito à baixa pressão progressivamente até ser atingido exatamente o volume do evaporador com fluido em vaporização.
Os capilares assim calculados, alem de permitirem um melhor aproveitamento do evaporador possibilitam o funcionamento da instalação em ciclo reverso sem grandes inconvenientes.
 Válvula de expansão tipo tubo capilares
 Válvula de expansão automática tipo bóia baixa pressão
Trata-se de válvulas de bóia comum que controla o nível do liquido frigorígeno na baixa pressão.
A agulha obturadora, que é controlada pelo nível do liquido frigorígeno na baixa pressão, pode ser também comandada eletricamente por meio de um interruptor de mercúrio I. e válvula solenóide V.S.
Estas válvulas funcionam como evaporadores inundados e, por tanto, exigem o uso de separadores de liquido.
As válvulas de expansão tipo bóia de baixa pressão são usualmente adotadas em frigoríficos e instalações de refrigeração industriais onde o fluido frigorígeno é o NH3, graças as suas inúmeras vantagens, como:
  • Fácil regulagem da instalação;
  • Segurança quase absoluta contra golpes de líquidos no compressor, desde que o separador seja bem dimensionado;
  • Maior aproveitamento dos evaporadores que trabalham inundados, e dos compressores que aspiram vapor saturado seco;
  • Possibilidade da distribuição de líquido à baixa pressão por gravidade ou bomba, para diversos evaporadores, com separador com separador de líquido único centralizado.
Válvula de expansão automática tipo bóia alta pressão
São dispositivos parecidos ao do item anterior, ligados de modo a controlar o nível de líquido na alta pressão.
Seu funcionamento, que é semelhante ao de um tubo capilar bem dimensionado, caracteriza-se por manter o condensador isento de líquido e exigir uma carga de fluido frigorígeno mais ou menos exata.
Para tal, as válvulas de expansão tipo bóia de alta pressão devem ser instaladas em nível inferior ao do condensador e dispensam deposito de líquido.
Válvulas de expansão pressostáticas
São válvulas de expansão automáticas, que mantém constante a pressão de sucção, evitando que durante a parada de instalação o evaporador seja inundado.
Seu funcionamento é semelhante ao uma válvula de redução de pressão.
O uso desse tipo de válvula é bastante restrito, limitando-se a pequenas instalações de um único ponto de resfriamento, onde o compressor é controlado por meio de um termostato de evaporador.
 Válvula de expansão pressostática
Válvulas de expansão termostáticas
São válvulas de expansão automáticas, controladas simultaneamente pela pressão de sucção e pela temperatura do fluido à saída do evaporador, de modo a garantir leve superaquecimento, entre 5 a 8 ºC, do fluido que é aspirado pelo compressor.
O bulbo, que contem vapor saturado geralmente do mesmo fluido frigorígeno com que deve trabalhar a válvula, é montado à saída do evaporador, de modo a indicar a pressão correspondente à temperatura frigorígeno que abandona o mesmo.
Quando a pressão de saída difere muito da pressão de entrada do mesmo, torna-se recomendado o uso de válvula termostática com equalizador de pressão externa, na qual a temperatura e a pressão de saída do evaporador são tomadas praticamente no mesmo ponto.
O bulbo deve ser instalado antes da tomada de equalização de pressão e em local onde não haja possibilidade de deposição de líquido.
Sua fixação ao tubo deve ser feita por meio de braçadeira adequada, isolando-se do tubo, quando colocado em correntes de ar quente ou imerso em líquidos.
As válvulas de expansão termostáticas são usadas em instalações de refrigeração com um ou mais evaporadores secos, com qualquer tipo de fluido frigorígeno.
A regulagem de temperatura, neste caso, pode ser feita por meio de termostato de ambiente ou pressostato para o caso de um único evaporador, e válvulas de pressão constante, reguladores termostáticos da pressão de aspiração e válvulas solenóides controladas por termostatos de ambiente, para o caso de mais um evaporador.
Excepcionalmente, uma válvula de expansão termostática pode ser usada também de controle de nível de evaporadores de evaporadores inundados.
Para tal, o bulbo é colocado de tal forma que a intensa transmissão de calor que se verifica entre ele e o líquido em vaporização mantém a válvula fechada, quando o nível desejado é atingido.
A capacidade das válvulas de expansão termostáticas depende essencialmente do tipo de construção, diâmetro do orifício, fluido e condições do mesmo à entrada da válvula e diferença de pressão a que estará submetida, quando em funcionamento.
Válvula de expansão termostática
Conclusão
Neste trabalho conseguimos aprimorar nossos conhecimentos sobre sistemas de refrigeração, passando um pouco pelo histórico desses equipamentos e distinguindo quais os principais conceitos como resfriamento e refrigeração, que comumente são confundidos.
Apresentamos também quais os mecanismos são necessários para que um ciclo de refrigeração por compressão de vapor seja construído de forma correta, dentre os quais podemos citar o compressor, o evaporador e a válvula de expansão.
Nossa principal fonte de estudo foi a válvula de expansão a qual estudamos os modelos disponíveis segundo fontes pesquisadas, partindo de válvulas manuais, passando por válvulas com tubos capilares e finalmente chegando as válvulas automáticas.
Estudamos e entendemos o principio de funcionamento e suas vantagens e defeitos de todos os tipos de válvulas. Porém pela sua complexidade e aplicação, detalhamos mais as válvulas automáticas, que são distintas em dispositivos de alta e baixa pressão.
Outro tipo de válvula melhor estudado foi o mecanismo que utiliza tubos capilares pela sua facilidade de instalação e manutenção, sendo que ele pode operar em ciclo reverso.
Finalmente conseguimos formar opinião sobre quais são as melhores válvulas dependendo da solicitação do equipamento, junto com a odeia do custo de tal equipamento visto o custo de instalação e manutenção.
Solução do exercício
Considere CFC 12 circulando através do sistema ilustrado na figura.
Suponha que a pressão do fluido refrigerante no ponto 2 de 868kPa.
O evaporador oferece uma perda de pressão de 50kPa. A válvula provoca uma perda de pressão de 600kPa. A pressão imposta pela mola é de 60kPa.
Qual o grau de superaquecimento na saída do evaporador quando se utiliza uma válvula de expansão termostática com equalizador interno de pressão?
Qual o grau de superaquecimento na saída do evaporador quando se utiliza uma válvula de expansão termostática com equalizador externo de pressão?
  • Podemos calcular a pressão 4 da forma:
  • P4= P2 – DP válvula – DP serpentina = 868 - 600 - 50= 218 kPa
  • Observe o balanço de pressões no diafragma da válvula com equalização interna de pressão. No equilíbrio temos:
  • PB=PM+P3
  • PB = PM + P3
  • PB = 60 + 268=328kPa
  • TB = Tsat (PB)=1,9°C (Tabela de propriedades para R12)
  • DT = T4 – Tsat(P4)
  • DT = 1,9 – Tsat(218kPa) = 1,9 – (-10,2°C)= 12,1°C
  • Podemos calcular a pressão 4 da forma:
  • PB= PM+P4
  • PB = PM + P4
  • PB = 60 + 218 = 278kPa
  • TB = Tsat (PB)= -3,1°C
  • Como T4 = TB tem-se:
  • DT = T4 – Tsat(P4)
  • DT = -3,1-(-10,2) =7,1°C
Nesse exemplo pode-se concluir que a válvula de expansão termostática com equalização externa é a mais adequada, uma vez que mantém o grau de superaquecimento dentro do que é considerado normal.

Resultado de imagem para valvula de expansão como funciona




Imagem relacionada



Gomes

Ajuste da válvula de expansão termostática

A válvula de expansão termostática é um dos principais elementos do sistema de refrigeração de expansão direta. 

A inclusão deste componente dentro do ciclo tem a intenção de cumprir as seguintes tarefas:

  • Regular a passagem de fluido refrigerante até o evaporador
  • Gerar uma perda de pressão do refrigerante para que possa ser evaporado
  • Controlar o superaquecimento do sistema
Para o correto funcionamento do sistema frigorífico é indispensável realizar uma adequada regulagem da válvula de expansão, caso contrário o desempenho e segurança dos equipamentos estarão seriamente comprometidos.
O ajuste deste equipamento está diretamente vinculado ao controle do superaquecimento, lembrando que um controle mal feito pode ter as seguintes consequências:
Alto superaquecimento:

Desempenho ineficiente e altas temperaturas de descarga, gerando degradação da qualidade do óleo.
Baixo superaquecimento:

Golpe de líquido ou diluição de refrigerante no óleo, ocasionando quebra de compressor por falta de lubrificação.
A válvula de expansão deve ser regulada para trabalhar num superaquecimento entre 5 e 8 °K na saída do evaporador (superaquecimento útil).
Para chegar ao superaquecimento desejado, a válvula deve ser regulada da seguinte maneira:
Diminuir o valor de superaquecimento:

Abrir a válvula (comumente girando o parafuso de ajuste em sentido anti-horário), desta maneira o fluxo dentro do evaporador será maior e o sistema terá maior eficiência.

Incrementar o valor de superaquecimento:

Fechar válvula (comumente girando o parafuso de ajusto em sentido horário), o fluxo de fluído será menor e com isto pode ser evitado líquido voltando ao compressor.

A válvula só deve ser aberta ou fechada ao máximo ½ volta por evento, deixando pelo menos 30 minutos de intervalo entre ajustes para verificar a nova resposta do sistema.
As ações de regulagem acima mencionadas só devem ser feitas nas seguintes condições:
  • Sistema com carga completa de refrigerante
  • Temperatura dentro das condições de projeto
Um ajuste prematuro da válvula de expansão termostática pode colocar em risco a integridade do sistema durante o processo de startup.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Ar condicionado pode provocar infecções

Uso excessivo de ar condicionado pode provocar infecções;

Saiba como evitar.

O ar frio resseca a mucosa, que protege o organismo das bactérias, diminuindo a resistência
No verão, o ar condicionado acompanha os brasileiros em casa, no carro e no trabalho.
Mas apesar de ser um alívio contra o calor, o eletrodoméstico é um meio de disseminação de doenças e pode prejudicar a saúde.

O ar condicionado é um dos maiores causadores de doenças respiratórias.

O ar frio resseca a mucosa do nariz, responsável por defender o organismo da entrada de bactérias para o pulmão.
“A mucosa nasal é revestida por cílios que têm papel de varredura, levando as bactérias e os vírus para fora do organismo.
Uma vez agredida pelo ar frio, ela resseca e perde essa defesa, diminuindo a resistência e aumentando as chances de infecção, expondo o organismo”,.
ficar mais de três ou quatro horas em um ambiente com ar condicionado aumenta as chances de contrair gripe, resfriado e infecções.
"As pessoas que sofrem de asma, sinusite ou DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) são ainda mais sensíveis e têm mais chance de ter exacerbações.”
A pneumonia é o problema mais grave que pode ser provocado por uma infecção nos pulmões, de acordo com o especialista.
Troca do filtro e limpeza
Para evitar a proliferação de vírus e bactérias, é fundamental fazer a manutenção do aparelho.
“O grande problema é que o filtro do ar não consegue reter todas as impurezas, e o que não é filtrado fica retido nos tubos.
Para tentar prevenir infecções, deve ser feita uma limpeza adequada, não só trocar o filtro
A troca do filtro deve ser feita pelo menos uma vez por ano e os tubos precisam ser limpos a cada seis meses.
No caso do carro ainda informa que o filtro deve ser trocado a cada 10 mil quilômetros.

Mudanças bruscas de temperatura.

Outro problema causado pelo eletrodoméstico nesta época do ano é a mudança brusca de temperatura de um ambiente muito frio para outro muito quente, o que também resseca a mucosa.
Para evitar danos à saúde, o pneumologista da SBPT afirma que a temperatura do ar condicionado não pode ficar tão fria.
 “O ideal é que fique entre 22ºC e 24ºC”, indica.
antes de sair de um ambiente frio para outro quente, a pessoa coloque um agasalho para evitar a mudança brusca.
Então, é preciso esperar até que a temperatura do corpo se equilibre.
Evitar lugares refrigerados com um grande número de pessoas também diminui as chances de ter uma infecção.
“O ar condicionado não é um vilão. Hospitais têm ar condicionado.
É só uma questão de usar com bom senso”, (Ambulatório 23º C é uma temperatura agradável e não terá um contraste muito grande em relação ao ambiente externo.

Hidratação.

Para combater a umidade baixa provocada pelo ar condicionado, os especialistas recomendam a ingestão de bastante água e o uso de soro fisiológico no nariz para umidificar a mucosa ressecada.
Outra sugestão para quem dorme com o aparelho ligado é usar umidificadores ou manter tigelas com água no ambiente.
Por fim, recomenda a imunização a idosos e alérgicos.
A vacina da gripe aumenta a imunidade e evita infecções.
A maior parte das pessoas associa a chegada do verão ao aumento da temperatura.
No entanto, um grupo especial de pessoas, os oftalmologistas, associa a chegada do verão ao aumento do número de pessoas com a doença denominada   (Olho seco).
E isso ocorre por que o ar condicionado, que diminui a temperatura dos ambientes no verão também é o grande vilão da doença denominada olho seco. A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirma que incidência dessa doença salta de 10% para 20% durante o verão dobra no período.
Os sintomas do olho seco são olhos vermelhos, sensação de corpo estranho, ardência, coceira e visão borrada.
A doença ocorre devido a mudança da qualidade ou quantidade em uma das três camadas da lágrima  oleosa (externa), aquosa (intermediária) e proteica (interna).
A baixa umidade dos ambientes refrigerados provoca a evaporação da camada aquosa.
Sem lubrificação, os olhos ficam mais vulneráveis a inflamações e infecções.
E como a limpeza de ar condicionado no Brasil costuma ser ignorada por grande parte dos proprietários o risco de pegar uma inflamação ou infecção devido a fungos existentes no aparelho aumenta muito.
O único remédio para o olho seco é um colírio denominado lágrima artificial  que precisa ser feito após a análise da lágrima da pessoa.
Mas o colírio não é inofensivo: dependendo da quantidade que com que se pinga nos olhos ao longo do dia, o colírio pode provocar irritação devido aos conservantes que contém.
A indicação é de usar apenas quatro vezes ao dia mais existem pacientes que superam facilmente mais de dez vezes ao dia.
Em casos mais graves pode ser indicado o uso pode ser indicada cortisona ou ciclosporina. Mas jamais use tais medicamentos sem antes consultar um oftalmologista.
Prevenindo a doença olho seco
O primeiro passo para prevenir o olho seco é o consumo de no mínimo dois litros de água por dia.
Embora muito divulgada a necessidade do consumo de água, é surpreendente a quantidade de pessoas que não respeitam essa quantidade mínima.
Nas atividades que exigem concentração visual como o uso de computador ele diz que as dicas são: posicionar a tela 30 graus abaixo da linha dos olhos, fazer pausas de 5 minutos a cada hora de trabalho e piscar voluntariamente.

Gomes
“coolers de água”

Conhecidos por muitos como “coolers de água” ou “sistemas de resfriamento à base d’água”, os sistemas de refrigeração a líquido são produtos raros. Não que as fabricantes não tenham interesse ou mercado para comercializar este tipo de produto, mas pelo simples motivo de que, ao menos no Brasil, este tipo de tecnologia chega com valores abusivos.
Aos que nunca sequer ouviram falar neste tipo de sistema de refrigeração, vale a pena fazer uma pausa antes de entrarmos no quesito funcionamento. Os “coolers à base d’água” são componentes essenciais em computadores em que a temperatura do processador é elevada. Vale frisar que a palavra “elevada” não é aplicável a computadores em que a temperatura está acima do normal por motivos de desgaste da ventoinha ou desgaste da pasta térmica.
Sistema de refrigeração a líquido
Os sistemas de refrigeração a líquido são recomendados para computadores em que a ventilação do gabinete não é boa o suficiente e, principalmente, para consumidores que adquiriram computadores com configurações de alto nível (entenda processadores e placas de vídeo de última geração).
Evidentemente, há outros benefícios além da redução de temperatura. O resfriamento à base de líquido reduz o nível de ruído consideravelmente, justamente porque não existe uma ventoinha ativa o tempo todo. Além disso, por conseguir refrigerar o processador de forma mais eficiente, este sistema prolonga a vida da CPU e garante a execução de tarefas com maior eficiência (visto que altas temperaturas costumam prejudicar o desempenho do PC).
E assim seu processador fica bem frio...
Como você pôde reparar no infográfico, um sistema de refrigeração a líquido não possui muitos componentes. Vale salientar, no entanto, que existem diferentes modelos para realizar esta função. São diversas fabricantes, versões semelhantes do mesmo produto e, ainda, diferentes métodos de funcionamento. Claro que não podemos abordar cada sistema separadamente, por isso realizamos este artigo com base nos modelos mais comuns.
Um sistema de refrigeração pode ter dois ou mais componentes, mas o que vamos abordar conta com cinco itens principais. O primeiro deles é a bomba integrada. Esta peça vai instalada em cima do processador, encobrindo-o totalmente e mantendo outros componentes escondidos. A bomba integrada serve para puxar e empurrar o fluido que vai refrigerar a CPU.
Visão da parte inferior da bomba integrada
Abaixo da bomba integrada temos um dissipador, também conhecido como “prato frio”. Este item funciona de forma idêntica aos dissipadores comuns, mas não tem o mesmo tamanho. O objetivo deste dissipador é “puxar” o calor do processador. Apesar de parecer uma tarefa complexa, o dissipador não precisa realizar absolutamente nada.
Dissipador
O “prato frio” não passa de um pedaço de metal que segue as leis da física. Basicamente, o que vai ocorrer é que a CPU vai esquentar muito e, com isso, o calor vai se espalhar até que a temperatura atinja um ponto de equilíbrio. Todavia, o processador não mantém o calor para si e compartilha com o fluido que está encostado, quase que diretamente, nele.
O líquido aquecido, então, precisa ser afastado do processador e para realizar tal tarefa a bomba integrada deve entrar em ação. A bomba empurra a solução, com temperatura elevada, para longe do processador. O fluido é guiado pela mangueira até o radiador (também conhecido como trocador de calor).
Mangueiras conectadas ao radiador
O radiador é uma peça bem comum, presente em carros, geladeiras e outros tantos produtos. E que tem uma função importante: trocar calor entre a solução e o ar. Nos computadores a função é a mesma, de modo que o fluido que entra no radiador — através dos tubos — é resfriado para então retornar ao processador.
Acontece que nem sempre o radiador consegue refrigerar o fluido, visto que esse resfriamento está condicionado ao tamanho do radiador e à temperatura do líquido. Nestes casos, alguns sistemas de refrigeração a líquido ativam uma ventoinha no gabinete — ou acoplada ao radiador —, a qual ajuda a empurrar (caso ela esteja na parte frontal do gabinete) ou puxar (se estiver instalada na parte traseira) o ar quente para fora.
Ventoinha junto ao radiador para empurrar o calor para fora
Depois que a temperatura da solução voltou ao normal, o radiador direciona-o pela mangueira até a bomba integrada. Esta puxa o líquido para cima do processador, o qual vai esquentar o fluido novamente. E assim o ciclo se repete sucessivamente.
Só para esclarecer, este processo não é tão demorado quanto parece. Ele é contínuo, pois a quantidade de fluido no sistema de refrigeração é suficiente para que enquanto certa quantia está saindo do processador, outra já esteja chegando.
Nota: alguns sistemas de refrigeração a líquido contam com um reservatório, o qual serve para manter parte do fluido armazenada, possibilitando que o radiador tenha mais tempo para refrigerar a solução líquida.

Uma parte é água

Os chamados “water coolers” ou “coolers de água” recebem este nome por utilizarem a água como elemento principal para refrigeração dos componentes. No entanto, as soluções utilizadas nos sistemas de refrigeração, em geral, possuem determinada porcentagem de outros elementos químicos.
Alguns sistemas necessitam de substituição do líquido
Nem todas as fabricantes revelam o tipo de aditivo que utilizam, mas sabe-se que existem sistemas com propilenoglicol e outros com agentes anticongelantes e anticorrosivos. Estes componentes extras servem para que a água não ferva (em casos de altíssimas temperaturas), não perca sua composição mais pura e também para melhorar a temperatura mínima — de modo que o fluido não congele em casos de refrigeração acima do necessário.
Além deste fluido padrão, existem versões para melhorar o resfriamento de outras maneiras. No site Koolance há um líquido refrigerante preparado para conduzir pouca eletricidade, segundo a fabricante, este produto é recomendado em alguns casos, pois apesar de evitar problemas com a energia elétrica, ele não refrigera um pouco menos que os produtos comuns.
Vale salientar, no entanto, que nem mesmo água, tampouco o fluido como um todo são os únicos responsáveis pelo resfriamento do processador. O dissipador, o radiador, a bomba e até mesmo os tubos são preparados para manter as mais baixas temperaturas. Deste modo, a “água” é apenas o condutor que vai retirar o calor do processador.
Detalhe: os sistemas de refrigeração a líquido que necessitam de substituição do fluido devem sofrer uma manutenção a cada dois ou três anos, pois após este período a solução já não deve ter a qualidade reduzida drasticamente.

Refrigeração em mais componentes

Os sistemas de refrigeração a líquido ficaram muito modernos. A princípio a funcionalidade era resfriar apenas a CPU, todavia, com o surgimento de placas de vídeo mais potentes, as fabricantes adaptaram os produtos para que eles pudessem refrigerar as VGAs também.
Obviamente, para utilizar esse tipo de solução em uma placa gráfica, o usuário deve ter no mínimo uma placa de última geração — em placas de desempenho intermediário pode ser um desperdício. A instalação em placas de vídeo é relativamente simples, mas nem todos os sistemas de refrigeração vêm prontos para refrigerar placas gráficas.
Sistema preparado para refrigerar placas de vídeo, CPU e chipset
Aqueles que são capazes de resfriar mais de um componente vêm acompanhados de adaptadores e mais tubos. Normalmente, estes sistemas são ideais para resfriar múltiplas placas e conseguem, inclusive, refrigerar o chipset da placa mãe.
Normalmente, chips que necessitam de resfriamento vêm acompanhados de um cooler, mas com a utilização de um sistema à base de líquido, a temperatura fica mais baixa e, consequentemente, tende a aumentar a estabilidade, abrindo espaço para overclocks. Claro que, sistemas como estes são ainda mais caros, pois exigem mais de um radiador, reservatório de alta capacidade e bombas integradas para cada componente.

Ainda mais gelado!

Para algumas situações, o sistema de refrigeração a líquido — que utiliza um fluido à base d’água — não é suficiente.  Nestes casos, os entusiastas apelam para o resfriamento com nitrogênio líquido. Para este tipo de atividade, não existe um produto comercial específico, pois as fabricantes de processadores não planejam que uma CPU opere na frequência de 8,2 GHz.
Screenshot comprovando o atual recorde de overclock
Como você bem deve saber, este processo de elevação na “velocidade” (em teoria a velocidade aumenta, mas o clock da CPU é que tem seu valor modificado) do processador é conhecido como overclock e só é realizado por experts no assunto.  No caso do atual recordista, a frequência de um Celeron foi alterada de 3,2 GHz para 8,2 GHz. Como isto representa mais do que o dobro de operações suportadas, fica evidente que a CPU vai esquentar acima do normal.
E para esfriá-la, somente com uma solução capaz de atingir temperaturas negativas. No caso do nitrogênio, é possível manter a temperatura abaixo de -100 oC, mas por não haver um equipamento apropriado, os entusiastas precisam adaptar um tubo em cima do processador e derramar o nitrogênio aos poucos para que a CPU esfrie rapidamente e não corra o risco de queimar.
Sistema improvisado para esfriar a CPU com nitrogênio líquido
Você possui um computador com sistema de refrigeração a líquido? Já viu algum computador que precisasse de nitrogênio para funcionar? Compartilhe seus comentários e experiências.

Gomes

O compressor monofásico





                                               


O compressor monofásico
                              

                                  DICAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL


Tabela de diagnósticos das avarias nas unidades de refrigeração 
Provável Causa Intervenção Sugerida.

Tensão de linha inferior.

Medir a tensão na saída do contador:
Se for inferior aos limites de tolerância zumbi continua, mas não parte (O motoprotetor intervém de forma cíclica). limites de tolerância.
Falta calibragem das pressões durante a parada rápida do compressor (de modelo a dupla baixa no sistema capilar).
Paradas demasiadas breves são imputáveis a um termômetro com diferencial demasiado limitado.
Relé de arranque defeituoso ou não estando conforme as especificações do fabricante do compressor. 
Capacitor de partida defeituoso ou com tensão de etiqueta inferior àquela indicada pelo fabricante do compressor.
Capacitor de marcha defeituoso.
Conexões elétricas erradas porque manuseadas.
Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
Compressor travado mecanicamente ou os acoplamentos árvore-bronzinas não são bastante lubrificados. requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. 
Se ao contrario as tenções estiverem nos limites, verificar se houve queda de tensão na entrada do compressor quando o compressor zumbi, mas não parte. 
Se houver queda de tensão tem-se a demonstração que a linha é de seção insuficiente.
Substituir a linha com outra de seção adequada. 
Se a tensão insuficiente não se deve a linha interna e se a diminuição não for temporária, pode-se incrementar o torque de arranque do compressor (caso este seja do tipo de PSC) instalando um conjunto que compreende um capacitor de arranque e um relê, transformado assim o sistema de partida do compressor de PSC a CRS. 
Se ao contrário o compressor tem um sistema de arranque do tipo RSIR, sua transformação em CSIR é quase sempre desaconselhável pois não é homologada pelo fabricante do compressor.
Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o termostato com diferencial regulável. 
Eventualmente desensibilizar o elemento sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias.
Procurar instalar um novo relé e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em inglês) fique no alto do relê instalado.
Se o relê original for do tipo amperométrico e não se encontrar a peça adequada, pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos.
Procurar instalar novos capacitores.
Restabelecer as ligações conforme os esquemas originais.
Desligar os cabos de alimentação das baterias de bornes do compressor e averiguar com um ohmímetro , se a resistência do enrolamento de partida e daquele de marchas estão corretas; averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez dielétrica).
Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento consertar ou substituir o compressor.
Pode ser feita uma tentativa de destravar o compressor ligando-o provisoriamente de forma que o motor elétrico receba um impulso que o leva a rodar no sentido contrário ao normal.
Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor.
Unidade sobrecarregada de refrigerante.
Descarregar para fora o refrigerante em excesso com a maior lentidão, de um lugar da unidade onde haja somente presença de gás.
No caso de se tratar de sistema hermético sem registro.
Utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga por meio das indicações do indicador de passagem de liquido.
Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado temporariamente no inicio da linha de liquido.
Motoprotetor defeituoso.
Verificar que a corrente de arranque e aqueles de marcha estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor.
Verificar também a temperatura do compressor.
A ausência de sobrecarga ou de superaquecimento evidente demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente.
Para os sistemas de proteção diferente proceder como segue:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon) :substituir o motoprotetor.
Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: substituir o compressor.
Falta uma das três fases .
A falta de fase pode ser verificada medindo a tensão entre as três fases na mas não parte.
(O motoprotetor intervém forma cíclica)
Neste contexto com apalavra compressor entenderemos moto- compressor hermético ou semi- hermético e nunca compressor de alimentação. bateria de bornes do compressor.
Portanto verificar toda a linha de alimentação a partir da entrada do contador.
É provável encontrar a interrupção de um fusível ou um desgaste de um binário de contatos do contador ou bornes frouxos. tipo aberto.
As definições e as conclusões aqui referidas aos compressores herméticos e semi- herméticos , se devidamente interpretadas são também válidas para os compressores abertos.
(Por exemplo:)
“constatada a interrupção do enrolamento, consertar e substituir o compressor” deve-se entender como “constatada a interrupção do enrolamento, consertar ou substituir o motor elétrico de tração”.
Tensão da linha inferior .
Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos limites de tolerância. limites de tolerância ou se houver desequilíbrio entre as três fases requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade.
Se ao contrário não for levantada anomalia nenhuma, verificar a tensão de cada uma das três fases nos bornes do compressor em quanto este tenta, mas não parte.
Se houver queda de tensão nos bornes do compressor temos a demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente.
Substituir a linha com outra de seção adequada.
Interrupção do enrolamento .
Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e do motor elétrico. verificar que a resistência dos três enrolamentos esteja equilibrada.
Se o teste indicar um desequilíbrio, consertar ou substituir um compressor.
Enrolamento do compressor .
Testar o isolamento de massa. Se for insuficiente consertar ou substituir o em curto com massa. compressor.
Compressor travado .
É inútil destrava-lo invertendo a seqüência das fases na bateria de bornes.
O mecanicamente. compressor deve ser consertado ou substituído.
Motoprotetor não calibrado.
Em primeiro lugar verificar que a corrente de arranque e aquela de marcha adequadamente ou defeituoso. estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor.
Controlar também a temperatura do compressor.
A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente demonstram que um dispositivo motoprotetor é ineficiente.
Para os diferentes sistemas de proteção proceder da seguinte forma:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon):
Substituir o motoprotetor.
Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor:
Substituir o compressor.
Motoprotetor no quadro (relê térmico): verificar calibragem e se ela corresponde à corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico.
Motoprotetor a termistores: substituir o módulo eletrônico com outro novo, verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o compressor não seja superior àquela permitida pelo fabricante do módulo eletrônico.
Se a disfunção persistir, significa que um dos termostores no enrolamento do compressor está interrompido (o teste da continuidade do circuito feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1.5 Volt .
O compressor pára por intervenção do protetor térmico. indica resistência infinita.
Uma alternativa ao conserto do compressor é representada pela aplicação, a jusante do disjuntor, de um relê térmico devidamente calibrado.
Condensador ineficiente.
Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas deformadas com um pente de aletas.
Se for resfriada a água, tirar as incrustações dos passadores de água com soluções adequadas ou escovar os feixes de tubos.
Unidade sobrecarregada .
Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, de um lugar da refrigerante. unidade haja somente gás.
No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar as cargas através das indicações do passador de liquido.
Se este não for instalado, o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no inicio da linha de liquido.
Presença de ar no sistema.
Efetuar o expurgo do circuito. 
O expurgo do ar é uma operação bastante complexa que requer bastante experiência.
Às vezes é conveniente descarregar a unidade interna, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado no parágrafo precedente.
Fluxo de ar insuficiente .
Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de condensador resfriado a ar. rotação, situação das ventoinhas).
de ar quente
Corrigir o arranjo da umidade condensadora e do condensador. no condensador resfriado a ar.
Uma parte de ar aspirado pelos ventiladores não é fresca mas sim de recirculação, em conseqüência do fato que o condensador é instalado num espaço demasiadamente pequeno ou condensador é protegido por uma chapa furada que obstrui o fluxo de ar excessivamente.
Fluxo de água insuficiente
Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas , limpar os no condensador resfriado à filtros da tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam água. abertos , medir a pressão da rede hídrica.
Se o fluxo de água insuficiente for à conseqüência de uma diminuição de pressão não temporária, considerar a possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento.
Se a água de resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
Oclusão parcial da linha.
Verificar a posição dos registros da linha de descarga.
O enforcamento da descarga. seção da passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por um excesso de liga de brassagem).
Pressão de sucção .
Averiguar a calibragem da válvula reguladora de pressão de sucção.
Se a demasiado elevada em relação à unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não pressão prevista de evaporação. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o bulbo termostático da válvula de expansão seja bem fixado à tubulação de sucção e seja adequadamente revestida.
Apurar que a válvula seja calibrada corretamente (superaquecimento entre 4 e 8ºC) e não seja de potência excessiva.
Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da própria válvula, pode não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou pode ser de potência excessiva.
Tomar as devidas providências.
Se a unidade for do tipo capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
Motoprotetor.
Verificar que a corrente de partida e aquela de marcha esteja nos limites calibragem inadequada ou previstos pelo fabricante do compressor.
Verificar também a temperatura do defeituosa. compressor.
A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente.
Para os sistemas de proteção diferentes proceder como segue:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon):
Substituir o motoprotetor Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor:
Substituir o compressor. Motoprotetor no quadro (relê térmico):
Verificar a calibragem e se ela corresponde a corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico Motoprotetor a termistores:
Substituir o módulo eletrônico com outro novo, verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o compressor não seja superior aquela permitida pelo fabricante do módulo eletrônico.
Se a disfunção persistir, significa que um dos termistores no enrolamento do compressor é interrompido (o teste de continuidade do circuito é feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1,5 Volt indica resistência infinita).
Uma alternativa no conserto do compressor é representada pela aplicação , a jusante do disjuntor, de um relé térmico devidamente calibrado.
Tensão de linha inferior .
Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos aos limites de tolerância. limites de tolerância e se houver desequilibro entre as três fases requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade.
Se ao contrário a tensão entre as fases estiver nos limites, verificar que não a queda de tensão na entrada do compressor enquanto o compressor gira.
Se houver queda de tensão tem-se a demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente.
Substituir a linha com outra de seção adequada.
Enrolamento do motor.
Consertar ou substituir o compressor. curto-circuito
Acoplamento árvore- bronzinas não lubrificado satisfatoriamente ou princípio de gripagem do acoplamento pistão-cilindro.
Linha trifásica desbalanceada.
Temperatura do compressor muito elevada.
Consertar ou substituir o compressor.
Verificar se as tensões entre as fases de linha estejam balanceadas.
Caso negativo requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade.
Verificar se o compressor esteja adequadamente resfriado (circulação de ar natural), ventilador suplementar, camisa de circulação de água, etc,) e se sua superfície esteja limpa.
Ligações elétricas erradas .
Verificar as conexões segundo o esquema fornecido pelo fabricante do e montagem elétrica de arranque.
Relê ou condensador de marcha ou de arranque defeituoso ou não adequado para o compressor específico.
Compressor.
Verificar que o relê de arranque seja colocado de forma que a escrita TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
Procurar instalar um novo relê e ter cuidado que a escrita TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
Se o relê original for do tipo amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos.
Tentar substituir os condensadores.
Os contatos de relê.
O numero das intervenções .
Substituir o termostato com outro diferencial mais amplo ou aplicar o arranque deterioram rapidamente e ficam colados.
O condensador de arranque horárias do compressor é muito elevado (superior a cinco).
Diferencial do termostato muito e limitado.
A resistência que liga os dois terminais do condensador de arranque é interrompida ou inexistente.
Falta de equilíbrio das termostato com diferencial regulável.
Eventualmente ajustar o elemento sensível do termostato existente , para não exceder cinco intervenções diárias.
Aplicar uma resistência de 15 a 18 K 2W cuidando particularmente das soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador.
Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o se queima.
O condensador de marcha pressões durante a parada muito termostato com diferencial regulável.
Eventualmente desencibilizar o elemento breve do compressor .
Paradas sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias. muito breves são imputáveis e um termostato com diferencial muito limitado.
Relê de arranque defeituoso.
Procurar instalar um novo relê e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em especificações do fabricante do inglês) fique na parte alta do relê estalado.
Se o relê original for do tipo compressor. amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potência do compressor de 500W absorvidos .
Condensador de partida
Instalar como tentativa um novo condensador. defeituoso ou com tensão de etiqueta inferior aquela prescrita pelo fabricante do compressor.
Ligações elétricas erradas
Restabelecer as ligações de acordo com os esquemas originais. por terem sido manipuladas.
Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e averiguar com um ohmímetro, se a resistência do enrolamento de partida e daquele de marcha estão corretas:averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez dielétrica) .
Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento, consertar ou substituir o compressor.
Compressor travado..
Pode ser feita uma tentativa de destravar o ligando-o provisoriamente de forma mecanicamente ou os que o motor elétrico receba um impulso que o leve a lidar no sentido contrário ao acoplamentos árvore-bronzinas normal.
Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor. não são bastante lubrificados.
Descarregar para fora o refrigerante em excedência com a maior lentidão, sobrecarregada de refrigerante. para um lugar da unidade onde haja somente presença de gás.
No caso de se tratar de sistema hermético sem registro, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga por meio de indicações do indicador de passagem de liquido.
Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado temporariamente no início da linha de liquido.
Os contatos do rele...
Aplicar uma resistência de 15 a 18 kW, 2W cuidando particularmente das arranque estão colados. 
A soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador. resistência que liga os dois terminais do condensador de arranque é interrompidas ou inexistente.
Condensador não esta entra em curto-circuito conforme as especificações do fabricante do compressor.
Substituir o condensador com outro de acordo com as especificações do fabricante do compressor.
Em fase de montagem ter o cuidado para que o terminal marcado com um selo vermelho seja ligado ao terminal R (marcha) do compressor monofásico.
O compressor não parte 
Apertar os botões de ligação manual dos pressostatos e do relê térmico. não é possível perceber nenhum zumbido, mesmo que na tomada dispositivo elétrico de proteção ou de segurança de tipo.
Verificar a integridade dos dispositivos automáticos de proteção. ou no quadro chegue corrente e o ligação manual.
Funcionamento termostato seja regulado numa temperatura mais baixa daquela existente na câmara refrigerada. defeituoso de um dispositivo automático de proteção.
O elemento bulbo -fole do termostato descarregou , o circuito elétrico fica aberto.
O disjuntor não se excita
Substituir o termostato.
A certeza da interrupção tem-se averiguando a presença de tensão nas pela interrupção de sua bobina . extremidades da bobina.
Substituir a bobina interrompida..
Os períodos de parada do compressor são muito breves ou o compressor efetua mais de cinco intervenções por hora.
A linha de alimentação do compressor é interrompida.
O enrolamento do motor elétrico é interrompido.
Diferencial do termostato muito limitado.
Infiltração grande de calor na câmara refrigerada
As válvulas do compressor.
Desligar a linha da suas extremidades e verificar sua continuidade de circuito.
Verificar a continuidade do circuito do enrolamento.
Consertar ou substituir o compressor.
Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o termostato com diferencial regulável.
Eventualmente ajustar elemento sensível do termostato existente.
Nas câmaras de temperatura baixa as paradas rápidas do compressor são imputáveis a estanqueidade insuficiente das portas isotérmicas.
A dificuldade se elimina averiguando dobradiças e fechaduras.
Verificar a vedação das válvulas por meio de um vacuômetro aplicado na linha de baixa.
A pressão de descarga é muito elevada. (verificar-se a intervenção eventual do motoprotetor ou do pressostato de pressão alta)
A pressão de sucção é têm uma estanqueidade perfeita. 
sucção do compressor.
Um aumento rápido da pressão de sucção na parada do compressor denuncia uma vedação imperfeita das válvulas.
Se essa disfunção não compromete o rendimento do compressor, a imperfeição pode ser corrigida aplicando uma válvula de retenção na linha de sucção ou naquela de descarga.
Condensador ineficiente.
Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas e eventualmente endireitar as aletas deformadas com um pente de aletas .
Se for resfriado a água, tirar as incrustações dos passadores com soluções adequadas ou escovar o feixe de tubos.
Fluxo de ar insuficiente no evaporador.
Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de condensador resfriado a ar. rotação, estado das ventoinhas).
Recirculação de ar quente .
Corrigir o arranjo da unidade condensadora ou do condensador. no condensador resfriado a ar.
Uma parte de ar resfriada pelos ventiladores não é fresca mas sim de recirculação, isto é conseqüência do fato que o condensador foi instalado num espaço muito pequeno ou o condensador esta protegido por uma capa furada que freia o fluxo de ar excessivamente.
Fluxo de água insuficiente
Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas, limpar os no condensador resfriado à filtros na tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam água. abertos, medir a pressão da rede hídrica.
Se o fluxo de água insuficiente for à conseqüência de uma diminuição de pressão temporária , considerar a possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento .
Se a água de um resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
Presença de ar na unidade.
Efetuar o expurgo do circuito.
O expurgo do ar é uma operação bastante complexa que requer bastante experiência.
Às vezes é conveniente descarregar a unidade inteira, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado no parágrafo
Oclusão parcial da linha de sucção.
Verificar a posição dos registros da linha de descarga.
O enforcamento da descarga. seção de passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por um excesso de liga de brassagem)
Pressão de sucção muito baixa.
Averiguar a calibragem da válvula reguladora da pressão de sucção.
Se a elevada face à pressão de unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não evaporação prevista. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o bulbo termostático da válvula de expansão esteja bem fixado a tubulação de sucção e esteja adequadamente revestida .
Apurar que a válvula esteja calibrada corretamente (superaquecimento entre 4 e 8 ºC) e não seja de potência excessiva.
Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da mesma válvula, , por não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou por ser de potência excessiva.
Tomar as devidas providências.
Se a unidade for de tipo capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
Unidade sobrecarregada.
Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, para um lugar da refrigerante. unidade onde haja somente gás.
No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga através as indicações do passador de líquido.
Se este não estiver instalado, o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no início da linha de liquido.
Válvula reguladora 
Aplicar um vacuômetro jusante da válvula e calibra-la a uma pressão que pressão de sucção não esta nos permita evitar sobrecargas no compressor em fase de arranque. muito elevada em relação pressão padrões da calibragem. de evaporação prevista.
Bulbo da válvula de expansão..
                                                   J.P.Gomes

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