terça-feira, 25 de outubro de 2016

DICAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL



DICAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL

Tabela de diagnósticos das avarias nas unidades de refrigeração 
Provável Causa Intervenção Sugerida 1.1- Tensão de linha inferior aos 1.1-
Medir a tensão na saída do contador: Se for inferior aos limites de tolerância zumbi continua, mas não parte 
(O motoprotetor intervém de forma cíclica). limites de tolerância.
1.2- Falta calibragem das pressões durante a parada rápida do compressor (de modelo a dupla baixa no sistema capilar). Paradas demasiadas breves são imputáveis a um termômetro com diferencial demasiado limitado.
1.3- Relé de arranque defeituoso ou não estando conforme as especificações do fabricante do compressor.
1.4- Capacitor de partida defeituoso ou com tensão de etiqueta inferior àquela indicada pelo fabricante do compressor. Capacitor de marcha defeituoso.
1.5- Conexões elétricas erradas porque manuseadas.
1.6- Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
1.7- Compressor travado mecanicamente ou os acoplamentos árvore-bronzinas não são bastante lubrificados. requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. 
Se ao contrario as tenções estiverem nos limites, verificar se houve queda de tensão na entrada do compressor quando o compressor zumbi, mas não parte.
Se houver queda de tensão tem-se a demonstração que a linha é de seção insuficiente. 
Substituir a linha com outra de seção adequada. 
Se a tensão insuficiente não se deve a linha interna e se a diminuição não for temporária, pode-se incrementar o torque de arranque do compressor (caso este seja do tipo de PSC) instalando um conjunto que compreende um capacitor de arranque e um relê, transformado assim o sistema de partida do compressor de PSC a CRS. Se ao contrário o compressor tem um sistema de arranque do tipo RSIR, sua transformação em CSIR é quase sempre desaconselhável pois não é homologada pelo fabricante do compressor.

1.2- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o termostato com diferencial regulável. Eventualmente desensibilizar o elemento sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias.
1.3- Procurar instalar um novo relé e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em inglês) fique no alto do relê instalado.Se o relê original for do tipo amperométrico e não se encontrar a peça adequada, pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos.
1.4- Procurar instalar novos capacitores.
1.5- Restabelecer as ligações conforme os esquemas originais.
1.6- Desligar os cabos de alimentação das baterias de bornes do compressor e averiguar com um ohmímetro , se a resistência do enrolamento de partida e daquele de marchas estão corretas; averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez dielétrica). 
Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento consertar ou substituir o compressor.
1.7- Pode ser feita uma tentativa de destravar o compressor ligando-o provisoriamente de forma que o motor elétrico receba um impulso que o leva a rodar no sentido contrário ao normal. 
Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor.
1.8-Unidade sobrecarregada de refrigerante.
1.8- Descarregar para fora o refrigerante em excesso com a maior lentidão, de um lugar da unidade onde haja somente presença de gás. No caso de se tratar de sistema hermético sem registro. Utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. 
Dosar a carga por meio das indicações do indicador de passagem de liquido. 
Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado temporariamente no inicio da linha de liquido.
2.0-O compressor trifásico tenta
1.9- Motoprotetor defeituoso.
1.9- Verificar que a corrente de arranque e aqueles de marcha estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor. 
Verificar também a temperatura do compressor.
A ausência de sobrecarga ou de superaquecimento evidente demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente. 
Para os sistemas de proteção diferente proceder como segue:
 ou termostático externo (clixon) :substituir o motoprotetor. termoamperométrico embutido no compressor: substituir o compressor.
2.1- Falta uma das três fases ..
2.1- A falta de fase pode ser verificada medindo a tensão entre as três fases na mas não parte (O motoprotetor intervém forma cíclica) 
Neste contexto com apalavra compressor entenderemos moto- compressor hermético ou semi- hermético e nunca compressor de alimentação. bateria de bornes do compressor. 
Portanto verificar toda a linha de alimentação a partir da entrada do contador. 
É provável encontrar a interrupção de um fusível ou um desgaste de um binário de contatos do contador ou bornes frouxos. tipo aberto. 
As definições e as conclusões aqui referidas aos compressores herméticos e semi- herméticos , se devidamente interpretadas são também válidas para os compressores abertos. 
Por exemplo: “constatada a interrupção do enrolamento, consertar e substituir o compressor” deve-se entender como “constatada a interrupção do enrolamento, consertar ou substituir o motor elétrico de tração”.
2.2- Tensão da linha inferior ..
2.2- Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos limites de tolerância. limites de tolerância ou se houver desequilíbrio entre as três fases requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. 
Se ao contrário não for levantada anomalia nenhuma, verificar a tensão de cada uma das três fases nos bornes do compressor em quanto este tenta, mas não parte. 
Se houver queda de tensão nos bornes do compressor temos a demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente. Substituir a linha com
outra de seção adequada.
2.3- Interrupção do enrolamento
2.3- Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e do motor elétrico. verificar que a resistência dos três enrolamentos esteja equilibrada. 
Se o teste indicar um desequilíbrio, consertar ou substituir um compressor.
2.4- Enrolamento do compressor
2.4- Testar o isolamento de massa. Se for insuficiente consertar ou substituir o em curto com massa. compressor.
2.5- Compressor travado
2.5- É inútil destrava-lo invertendo a seqüência das fases na bateria de bornes. 
O mecanicamente. compressor deve ser consertado ou substituído.
2.6- Motoprotetor não calibrado
2.6-Em primeiro lugar verificar que a corrente de arranque e aquela de marcha adequadamente ou defeituoso. estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor. 
Controlar também a temperatura do compressor.A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente demonstram que um dispositivo motoprotetor é ineficiente.
Para os diferentes sistemas de proteção proceder da seguinte forma: Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon): Substituir o motoprotetor. Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor:
Substituir o compressor. Motoprotetor no quadro (relê térmico): verificar calibragem e se ela corresponde à corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico. 
Motoprotetor a termistores: substituir o módulo eletrônico com outro novo, verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o compressor não seja superior àquela permitida pelo fabricante do módulo eletrônico.
Se a disfunção persistir, significa que um dos termostores no enrolamento do compressor está interrompido (o teste da continuidade do circuito feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1.5 Volt
3.0- O compressor pára por intervenção do protetor térmico. indica resistência infinita). 
Uma alternativa ao conserto do compressor é representada pela aplicação, a jusante do disjuntor, de uma relê térmico devidamente calibrado.
3.1- Condensador ineficiente.
3.1- Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas deformadas com um pente de aletas. 
Se for resfriada a água, tirar as incrustações dos passadores de água com soluções adequadas ou escovar os feixes de tubos.
3.2- Unidade sobrecarregada....
3.2- Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, de um lugar da refrigerante. unidade haja somente gás. No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. 
Dosar as cargas através das indicações do passador de liquido. Se este não for instalado, o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no inicio da linha de liquido.
3.3- Presença de ar no sistema.
3.3- Efetuar o expurgo do circuito. 
O expurgo do ar é uma operação bastante complexa que requer bastante experiência.
Às vezes é conveniente descarregar a unidade interna, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado no parágrafo precedente.
3.4- Fluxo de ar insuficiente
3.4- Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de condensador resfriado a ar. rotação, situação das ventoinhas).
3.5- Recirculação de ar quente
3.5- Corrigir o arranjo da umidade condensadora e do condensador. no condensador resfriado a ar. 
Uma parte de ar aspirado pelos ventiladores não é fresca mas sim de recirculação, em conseqüência do fato que o condensador é instalado num espaço demasiadamente pequeno ou condensador é protegido por uma chapa furada que obstrui o fluxo de ar excessivamente.
3.6- Fluxo de água insuficiente
3.6- Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas , limpar os no condensador resfriado à filtros da tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam água. abertos , medir a pressão da rede hídrica. Se o fluxo de água insuficiente for à conseqüência de uma diminuição de pressão não temporária, considerar a possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento. 
Se a água de resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
3.7- Oclusão parcial da linha de ..
3.7- Verificar a posição dos registros da linha de descarga. 
O enforcamento da descarga. seção da passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por um excesso de liga de brassagem).
3.8- Pressão de sucção
3.8- Averiguar a calibragem da válvula reguladora de pressão de sucção. 
Se a demasiado elevada em relação à unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não pressão prevista de evaporação. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o bulbo termostático da válvula de expansão seja bem fixado à tubulação de sucção e seja adequadamente revestida. Apurar que a válvula seja calibrada corretamente (superaquecimento entre 4 e 8ºC) e não seja de potência excessiva. 
Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da própria válvula, pode não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou pode ser de potência excessiva. 
Tomar as devidas providências. 
Se a unidade for do tipo capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
3.9- Motoprotetor com...
3.9- Verificar que a corrente de partida e aquela de marcha esteja nos limites calibragem inadequada ou previstos pelo fabricante do compressor. 
Verificar também a temperatura
do defeituosa. compressor. A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente. Para os sistemas de proteção diferentes proceder como segue: Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon):
Substituir o motoprotetor Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: Substituir o compressor. Motoprotetor no quadro (relê térmico):
Verificar a calibragem e se ela corresponde a corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico Motoprotetor a termistores: 
Substituir o módulo eletrônico com outro novo, verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o compressor não seja superior aquela permitida pelo fabricante do módulo eletrônico.
Se a disfunção persistir, significa que um dos termistores no enrolamento do compressor é interrompido (o teste de continuidade do circuito é feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1,5 Volt indica resistência infinita). 
Uma alternativa no conserto do compressor é representada pela aplicação , a jusante do disjuntor, de um relé térmico devidamente calibrado.
3.10- Tensão de linha inferior
3.10- Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos aos limites de tolerância. limites de tolerância e se houver desequilibro entre as três fases requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrário a tensão entre as fases estiver nos limites, verificar que não a queda de tensão na entrada do compressor enquanto o compressor gira.
Se houver queda de tensão tem-se a demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente. Substituir a linha com outra de seção adequada.
3.11- Enrolamento do motor em ..
3.11- Consertar ou substituir o compressor. curto-circuito
3.12- Acoplamento árvore- bronzinas não lubrificado satisfatoriamente ou princípio de gripagem do acoplamento pistão-cilindro.
3.13- Linha trifásica desbalanceada.
3.14- Temperatura do compressor muito elevada.
3.12- Consertar ou substituir o compressor.
3.13- Verificar se as tensões entre as fases de linha estejam balanceadas. 
Caso negativo requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade.
3.14- Verificar se o compressor esteja adequadamente resfriado (circulação de ar natural), ventilador suplementar, camisa de circulação de água, etc,) e se sua superfície esteja limpa.
3.15- Ligações elétricas erradas
3.15- Verificar as conexões segundo o esquema fornecido pelo fabricante do e montagem elétrica de arranque.
3.16- Relê ou condensador de marcha ou de arranque defeituoso ou não adequado para o compressor específico. compressor. 
Verificar que o relê de arranque seja colocado de forma que a escrita TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
 3.16- Procurar instalar um novo relê e ter cuidado que a escrita TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
Se o relê original for do tipo amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos. 
Tentar substituir os condensadores.
4.0-Os contatos de relê de ...
4.1- O numero das intervenções
4.1- Substituir o termostato com outro diferencial mais amplo ou aplicar o arranque deterioram rapidamente e ficam colados.
5.0- O condensador de arranque horárias do compressor é muito elevado (superior a cinco). 
Diferencial do termostato muito e limitado.
4.2- A resistência que liga os dois terminais do condensador de arranque é interrompida ou inexistente.
5.1- Falta de equilíbrio das termostato com diferencial regulável. 
Eventualmente ajustar o elemento sensível do termostato existente , para não exceder cinco intervenções diárias. 4.2- Aplicar uma resistência de 15 a 18 K 2W cuidando particularmente das soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador.
5.1- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o se queima.
6.0- O condensador de marcha pressões durante a parada muito termostato com diferencial regulável. Eventualmente desencibilizar o elemento breve do compressor . 
Paradas sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias. muito breves são imputáveis e um termostato com diferencial muito limitado.
5.2- Relê de arranque defeituoso ou não conforme as ...
5.2- Procurar instalar um novo relê e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em especificações do fabricante do inglês) fique na parte alta do relê estalado.
Se o relê original for do tipo compressor. amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potência do compressor de 500W absorvidos
5.3- Condensador de partida
5.3- Instalar como tentativa um novo condensador. defeituoso ou com tensão de etiqueta inferior aquela prescrita pelo fabricante do compressor.
5.4- Ligações elétricas erradas
5.4- Restabelecer as ligações de acordo com os esquemas originais. por terem sido manipuladas.
5.5-Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
5.5- Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e averiguar com um ohmímetro, se a resistência do enrolamento de partida e daquele de marcha estão corretas:averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez dielétrica) . 
Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento, consertar ou substituir o compressor.
5.6-Compressor travado
5.6-Pode ser feita uma tentativa de destravar o ligando-o provisoriamente de forma mecanicamente ou os que o motor elétrico receba um impulso que o leve a lidar no sentido contrário ao acoplamentos árvore-bronzinas normal. Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor. não são bastante lubrificados.
5.7 -A unidade esta....
5.7- Descarregar para fora o refrigerante em excedência com a maior lentidão, sobrecarregada de refrigerante. para um lugar da unidade onde haja somente presença de gás. 
No caso de se tratar de sistema hermético sem registro, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga por meio de indicações do indicador de passagem de liquido. 
Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado temporariamente no início da linha de liquido.
5.8- Os contatos do relê ..
5.8- Aplicar uma resistência de 15 a 18 kW, 2W cuidando particularmente das arranque estão colados. 
A soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador. resistência que liga os dois terminais do condensador de arranque é interrompidas ou inexistente.
6.1-Condensador não esta entra em curto-circuito conforme as especificações do fabricante do compressor.
6.1- Substituir o condensador com outro de acordo com as especificações do fabricante do compressor.
Em fase de montagem ter o cuidado para que o terminal marcado com um selo vermelho seja ligado ao terminal R (marcha) do compressor monofásico.
7.0- O compressor não parte e
7.1- Intervenção
7.1 Apertar os botões de ligação manual dos pressostatos e do relê térmico. não é possível perceber nenhum zumbido, mesmo que na tomada dispositivo elétrico de proteção ou de segurança de tipo de Verificar a integridade dos dispositivos automáticos de proteção. ou no quadro chegue corrente e o ligação manual.Funcionamento termostato seja regulado numa temperatura mais baixa daquela existente na câmara refrigerada. defeituoso de um dispositivo automático de proteção.
7.2- O elemento bulbo -fole do termostato descarregou , o circuito elétrico fica aberto.
7.3- O disjuntor não se excita
7.2 -Substituir o termostato.
7.3- A certeza da interrupção tem-se averiguando a presença de tensão nas pela interrupção de sua bobina . extremidades da bobina. 
Substituir a bobina interrompida.
Os períodos de parada do compressor são muito breves ou o compressor efetua mais de cinco intervenções por hora.
7.4- A linha de alimentação do compressor é interrompida.
7.5- O enrolamento do motor elétrico é interrompido.
8.1- Diferencial do termostato muito limitado.
8.2- Infiltração grande de calor na câmara refrigerada.
8.3- As válvulas do compressor
7.4- Desligar a linha da suas extremidades e verificar sua continuidade de circuito.
7.5- Verificar a continuidade do circuito do enrolamento. 
Consertar ou substituir o compressor.
8.1- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o termostato com diferencial regulável. Eventualmente ajustar elemento sensível do termostato existente.
8.2- Nas câmaras de temperatura baixa as paradas rápidas do compressor são imputáveis a estanqueidade insuficiente das portas isotérmicas. 
A dificuldade se elimina averiguando dobradiças e fechaduras.
8.3- Verificar a vedação das válvulas por meio de um vacuômetro aplicado na
9.0- A pressão de descarga é muito elevada. (verificar-se a intervenção eventual do motoprotetor ou do pressostato de pressão alta)
10.0- A pressão de sucção é têm uma estanqueidade perfeita. sucção do compressor.
Um aumento rápido da pressão de sucção na parada do compressor denuncia uma vedação imperfeita das válvulas. Se essa disfunção não compromete o rendimento do compressor, a imperfeição pode ser corrigida aplicando uma válvula de retenção na linha de sucção ou naquela de descarga.
9.1- Condensador ineficiente.
9.1- Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas e eventualmente endireitar as aletas deformadas com um pente de aletas .
Se for resfriado a água, tirar as incrustações dos passadores com soluções adequadas ou escovar o feixe de tubos.
9.2- Fluxo de ar insuficiente no
9.2- Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de condensador resfriado a ar. rotação, estado das ventoinhas).
9.3- Recirculação de ar quente
9.3- Corrigir o arranjo da unidade condensadora ou do condensador. no condensador resfriado a ar. 
Uma parte de ar resfriada pelos ventiladores não é fresca mas sim de recirculação, isto é conseqüência do fato que o condensador foi instalado num espaço muito pequeno ou o condensador esta protegido por uma capa furada que freia o fluxo de ar excessivamente.
9.4- Fluxo de água insuficiente
9.4-Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas, limpar os no condensador resfriado à filtros na tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam água. abertos, medir a pressão da rede hídrica.
Se o fluxo de água insuficiente for à conseqüência de uma diminuição de pressão temporária , considerar a possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento . 
Se a água de um resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
9.5- Presença de ar na unidade.
9.5-Efetuar o expurgo do circuito. 
O expurgo do ar é uma operação bastante complexa que requer bastante experiência. Às vezes é conveniente descarregar a unidade inteira, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado no parágrafo 9.8 9.6- Oclusão parcial da linha de
9.6- Verificar a posição dos registros da linha de descarga. 
O enforcamento da descarga. seção de passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por um excesso de liga de brassagem)
9.7- Pressão de sucção muito
9.7- Averiguar a calibragem da válvula reguladora da pressão de sucção. 
Se a elevada face à pressão de unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não evaporação prevista. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o bulbo termostático da válvula de expansão esteja bem fixado a tubulação de sucção e esteja adequadamente revestida . Apurar que a válvula esteja calibrada corretamente (superaquecimento entre 4 e 8 ºC) e não seja de potência excessiva. 
Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da mesma válvula, , por não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou por ser de potência excessiva. 
Tomar as devidas providências. Se a unidade for de tipo capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
9.8- Unidade sobrecarregada ...
9.8- Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, para um lugar da refrigerante. unidade onde haja somente gás. No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga através as indicações do passador de líquido. 
Se este não estiver instalado, o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no início da linha de liquido.
10.1-Válvula reguladora da
10.1-Aplicar um vacuômetro jusante da válvula e calibra-la a uma pressão que pressão de sucção não esta nos permita evitar sobrecargas no compressor em fase de arranque. muito elevada em relação pressão padrões da calibragem. de evaporação prevista.
10.2-Bulbo da válvula de
10.2- Providenciar a fixação do bulbo da válvula de expansão à tubulação de sucsão..

J.P.Gomes..

GUIA DE DIAGNÓSTICO 


GUIA DE DIAGNÓSTICO DE FALHAS EM COMPRESSORES
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Possíveis Causas: 

Cabos de alimentação elétrica estão mal conectados;
A tensão aplicada ao compressor está abaixo do mínimo recomendado (verificar condições limite de aplicação e operação ,
Capacitor defeituoso “teste de capacitores
As pressões do sistema estão fora de equilíbrio; -
O motor do compressor está em curto-circuito ou aterrado com a carcaça, “teste relativo a aterramento e continuidade das bobinas”);
Mecanismo interno travado, falha de lubrificação; 
Cabos de alimentação elétrica sub-dimensionados ocasionando queda de tensão;
Falta de fase (sistemas trifásicos).

Diagnóstico de Defeitos em um Sistema de Refrigeração

Falha: Compressor faz ruído, tenta partir, porém não parte falha: 
Compressor funciona, porém não comprime ,
Compressor não parte e não emite nenhum ruído.
Possíveis Causas: -
Contatos de força do contator de acionamento do compressor interrompidos;
Protetor térmico interno ou externo abertos; -
Pressostatos de alta ou baixa pressão desarmados; -Contato normalmente fechado do CLO (relé anticiclagem do compressor) aberto; -
Motor do compressor em curto ou com circuito aberto internamente. ,
Falta de refrigerante no sistema; - 
Compressor com rotação inversa (sistemas trifásicos - compressores Scroll); - 
Rotativo: Palheta (vane) trancado; - Rotativo: Mola da palheta danificada; - Scroll: Válvula de alívio “IPR” aberta (verificar dispositivos de proteção -
GUIA DE DIAGNÓSTICO DE FALHAS EM COMPRESSORES Springer - CarrierSpringer -
Carrier Possíveis Causas: -
Baixa tensão de alimentação elétrica; Cabos de alimentação mal conectados;
Aplicação em tensão incorreta;
Monofásico: Capacitor defeituoso;
Alta temperatura de sucção, consequentemente alta temperatura de descarga e resfriamento deficiente do motor elétrico;
Mecanismo interno travado, ocasionando elevação excessiva da corrente elétrica;
Vazamento do lado de alta para o lado de baixa, ocorrendo aquecimento excessivo do motor elétrico; Compressor com rotação inversa (sistemas trifásicos);
Falta de gás refrigerante (temperatura de sucção elevada);
Excesso de carga de gás refrigerante (temperatura de descarga
elevada).
Possíveis Causas:

Diferencial entre temperatura ambiente e temperatura selecionada muito pequeno;
Desarme através dos pressostatos de alta ou baixa pressão;
Desarme através do protetor térmico.
Possíveis Causas: -Carga de gás refrigerante deficiente;
Evaporador bloqueado/sujo;
Condensador bloqueado/sujo;
Controle de temperatura do ambiente defeituoso.
Possíveis Causas:
Unidade subdimencionada para refrigerar o ambiente;
Distribuição de ar no ambiente inadequada.
Possíveis Causas:
Excesso de carga de gás refrigerante;
Válvula de expansão permitindo passagem excessiva de refrigerante; -
Dispositivo de expansão (piston) montado incorretamente; - 
Evaporador bloqueado/sujo; -Ventilador do evaporador defeituoso.
Sintoma: Ciclos curtos entre partida e parada (compressor ciclando)
Sintoma: Unidade opera continuamente
Sintoma: Temperatura elevada do ambiente climatizado
Sintoma: Linha de sucção congelando
Sintoma: Compressor parte, porém desliga através de seu protetor térmico após um determinado tempo de operação

GUIA DE DIAGNÓSTICO DE FALHAS EM COMPRESSORES

Springer - CarrierSpringer - CarrierSpringer - CarrierSpringer - CarrierSpringer - Carrier

Pressão de sucção baixa Possíveis Causas: ]
Temperatura ambiente muito baixa;
Evaporador bloqueado/sujo; -Filtro de ar sujo/baixa vazão;
Carga de refrigerante deficiente/vazamento;
Dispositivo de expansão (piston) incorreto ou com restrição;
Válvula de expansão termostática excessivamente fechada.
Possíveis Causas: -Carga de gás refrigerante excessiva;
Presença de gases ou impurezas não condensáveis;
Restrição a passagem do fluido junto a linha de descarga.
SISTEMA CONDENSAÇÃO A AR
Baixo fluxo de ar no condensador;
Condensador bloqueado/sujo;
Motor do ventilador parado (desarmado pelo protetor térmico ou em curtocircuito)
Hélice danificada/quebrada; -Temperatura do ar de entrada do condensador elevada; -Curto-circuito de ar no condensador;
Condensador instalado em superfícies que irradiam uma grande quantidade de calor; -Motor do ventilador com rotação inversa (sistemas trifásicos).
SISTEMA CONDENSAÇÃO A ÁGUA
Baixo fluxo de água no condensador; ,Filtro instalado na entrada do condensador obstruído; Bomba de água desregulada/baixa vazão; Bomba de água parada (desarmado pelo protetor térmico ou em curtocircuito); Condensador sujo/bloqueado; Temperatura de entrada de água no condensador elevada; -Curto-circuito de ar na torre de resfriamento; Motor do ventilador da torre de resfriamento parado;
Pressão de descarga elevada
GUIA DE DIAGNÓSTICO DE FALHAS EM COMPRESSORES
Springer - CarrierSpringer - CarrierSpringer - CarrierSpringer - CarrierSpringer - Carrier
Verifique quanto a falha no aterramento (também conhecido como um curto circuito à carcaça) no motor, usando um megômetro

Verifique as bobinas do motor quanto à continuidade e resistências adequadas 

 Verifique os componentes elétricos do compressor,

Se um capacitor estiver presente, usando um resistor de 20Kohms, descarregue-o antes de removê-lo do sistema para evitar danos aos aparelhos de medição e risco de choque elétrico.
-Conecte um cabo do megômetro à linha de sucção de cobre. 
Conecte o outro cabo a um dos pinos terminais.
Repita este procedimento para os dois pinos da borneira do compressor restantes. 
Se o instrumento indicar qualquer resistência menor que 2 megaohms, entre qualquer pino e a carcaça (linha de sucção de cobre), significa que existe uma falha de aterramento.
Se existir falha no aterramento, mantenha a energia desligada e substitua o compressor.
Se NÃO existir uma falha no aterramento, deixe a energia desligada e todos os componentes externos desligados dos pinos terminais. Verifique quanto à continuidade e resistência adequada usando o procedimento do Capítulo ,
Remova a tampa protetora dos terminais. 
e houver alguma evidência de superaquecimento em qualquer cabo, esta é uma boa indicação de que existe problema no motor do compressor. Nesta situação, NÃO substitua ou reinstale os cabos ou conectores que foram danificados por superaquecimento.
esconecte os cabos e/ou remova todos os componentes (tais como relés e capacitores) dos pinos terminais.

Ravenhouse.gomes@gmail.com       

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

 CONCEITO DE REFRIGERAÇÃO



Conhecer a teoria que está por trás do trabalho do dia a dia é fundamental.

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Muita gente trabalha há anos no setor sem nunca ter se preocupado em ter uma definição exata do conceito de refrigeração. Mas é importante conhecer a teoria que está por trás da atividade dos refrigeristas
Afinal, algumas vezes é preciso mais do que a experiência para dar conta de uma tarefa, sendo necessário ter uma base mais sólida de conhecimento.
COMPONENTES PRINCIPAIS
DO SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO

  • Compressor: 
  • é o coração do sistema, pois cabe a ele a sucção e compressão do fluido refrigerante, possibilitando sua circulação por toda a unidade.
  • Fluido refrigerante: 
  • absorve o calor no ambiente interno (evaporador) e o libera no ambiente externo pelo condensador.
  • Condensador: 
  • transfere o calor do fluido refrigerante para o ambiente externo.
  • Evaporador: 
  • transfere o calor do ambiente interno para o fluido refrigerante.
  • Elemento de controle: 
  • é o tubo capilar ou válvula de expansão, que cria uma resistência à circulação do fluido refrigerante, causando um diferencial de pressão entre o condensador, a alta pressão, e o evaporador, a baixa pressão.
  • Filtro secador: 
  • retém impurezas e/ou umidade quando estão presentes no sistema.
Para começar a analisar esse conceito, deve ser destacado que refrigeração é todo processo de redução de temperatura de uma substância dentro de um espaço fechado. 
É preciso entender também que a refrigeração está ligada à remoção do calor de um corpo, transferindo-o para outro. 
Nesse processo, o calor sempre flui do objeto ou substância com temperatura mais alta para aquele que tem temperatura mais baixa.
No livro Introdução à Tecnologia da Refrigeração e da Climatização, o professor Jesué Graciliano da Silva explica de maneira similar esse conceito: 
“A refrigeração é o nome dado ao processo de remoção do calor de um meio, reduzindo a sua temperatura e mantendo essa condição por meios mecânicos ou naturais”. 
O autor ressalta que esse processo foi sendo aprimorado ao longo do tempo, com o objetivo de ser utilizado em diversas aplicações, entre as quais a conservação de alimentos e a climatização ou condicionamento do ar.
Os processos básicos para que ocorra a transferência de calor são três: irradiação, condução e convecção. A refrigeração os utiliza ou é influenciada por eles, por isso é importante entendê-los. 
O quadro ao lado traz um pouco mais de informação sobre esse tema, mas você também pode aprofundar sua pesquisa em livros e na internet.
Ciclo de refrigeração

O processo de refrigeração começa pelo compressor, que comprime o fluido refrigerante vindo do evaporador na fase gasosa. Com isso, o fluido refrigerante tem sua pressão e temperatura aumentadas. 
Ao entrar no condensador, ele transfere parte do calor para o meio ambiente, fazendo com que a sua temperatura diminua e ocorra o processo de mudança de fase de gasoso para líquido, que é a condensação. 
Na sequência, o fluido refrigerante passa pelo elemento de controle – tubo capilar ou válvula de expansão –, que restringe a sua passagem para o evaporador, fazendo com que a sua pressão diminua. 
Evaporando ao longo do evaporador, o fluido refrigerante absorve o calor dos alimentos, até retornar ao compressor, reiniciando-se o ciclo de refrigeração.Os refrigeradores comuns operam com base no ciclo de compressão mecânica de vapor. 
O ciclo de refrigeração se vale do processo de mudança do estado físico do fluido refrigerante (líquido e gasoso). Os fluidos refrigerantes são caracterizados por se liquefazerem (condensarem) a altas pressões e por evaporarem a baixas pressões. 
A geração do frio nos sistemas de refrigeração se dá justamente pela mudança de estado desse fluido refrigerante de líquido para gasoso. 
Esse processo é similar a umedecer as mãos com álcool e soprar. Ao evaporar, o álcool retira calor das mãos, assim como o fluido refrigerante, ao evaporar, retira calor dos alimentos que estão dentro do gabinete.
A ilustração acima resume esse processo, mostrando também os principais componentes de um sistema de refrigeração, descritos em mais detalhes no quadro abaixo.
COMO OCORRE A TRANSFERÊNCIA DE CALOR
Convecção: é a forma de transmissão de calor que ocorre principalmente nos fluidos (líquidos e gases). 
É consequência da circulação do fluido, gerada naturalmente por diferença de densidade, resultante de um diferencial de temperatura em partes do fluido ou forçada, por meio de um ventilador. 
Esse importante processo é responsável pelas trocas que ocorrem no evaporador e condensador, sendo necessário mantê-los limpos e desbloqueados para a passagem do ar e para assegurar a eficiência do sistema de refrigeração.
Condução: 
ocorre entre dois corpos a diferentes temperaturas, ou em um mesmo corpo, sempre do ponto mais quente para o mais frio. Está relacionada à condutividade térmica de cada material. 
É importante lembrar que o que define um isolante térmico é a sua baixa condutividade térmica, que é fundamental para um sistema de refrigeração eficiente. 
É o caso, por exemplo, do poliuretano.
Irradiação: ocorre através de ondas eletromagnéticas, especialmente as radiações infravermelhas. Não é preciso haver contato direto entre os corpos ou substâncias. 
O melhor exemplo é o do aquecimento da Terra pelo Sol. 
No caso da refrigeração, deve ser destacada a importância de manter os equipamentos longe da radiação solar, pois seu desempenho será comprometido pelo aquecimento provocado pelo sol.

Gomes

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O que é refrigeração


Numa definição bem simples, podemos dizer que a refrigeração é remover o calor de um corpo.
calor, é uma forma de energia que o homem não pode destruir. 
Por isso, ao ser removido, o calor é transferido de um local onde não é desejado para um outro onde não incomoda.
Ao ser removido o calor, a temperatura da substância da qual ele foi removido tende a cair enquanto a temperatura da substância que absorve calor tende a subir.
Uma aplicação prática desse princípio na refrigeração é uma sala refrigerada:
  1. o calor do ar interno passa através do evaporador do condicionador de ar;
  2. dentro do evaporador circula refrigerante a uma temperatura inferior. 
  3. Ao entrar em contato com as tubulações por onde circula o refrigerante, o ar interno perde calor para ele;
  4. O calor é absorvido pelo refrigerante dentro do evaporador e levado o condensador;
  5. Na próxima etapa o calor se move do refrigerante dentro do condensador para o ar externo.
Existem quatro categorias básicas de refrigeração mecânica:
  • ar-condicionado para conforto;
  • refrigeração;
  • ar-condicionado para processo;
  • refrigeração de baixa temperatura.
Um erro comum em quando pensamos em ar-condicionado para conforto é enfocarmos apenas o aspecto refrigeração. Na verdade, é muito mais do que isso. 
O ar-condicionado completo é proporcionado por um sistema que pode aquecer, umidificar, esfriar, ventilar, filtrar e circular o ar. 
A maioria dos equipamentos que existem executam apenas um trabalho parcial.
A refrigeração refere-se ao processo de refrigeração mecânica para esfriar e congelar alimentos. Envolve também a produção de gelo para fins comerciais.
O condicionamento de ar para processo tem as coisas como objetivo. 
Ele visa condicionar o ar conforme o necessário para tornar o processo de produção mais efetivo. Vide o caso, por exemplo, da fabricação de doces.
Os trabalhos com baixa temperatura utilizam a refrigeração mecânica para esfriar e congelar uma variedade de materiais para fins industriais e médicos. 
As temperaturas alcançadas costumam estar abaixo de -18o.C e as vezes são inferiores a -190o.C. A criogenia e o envasamento de gases em cilindros são exemplos desse processo.


Gomes

Segurança antes de tudo


O mais importante para a correta solução de problemas é a segurança.

Desligue a força da unidade antes de retirar os painéis de comando.
Se for necessário consertar dentro da unidade, com a força ligada, mantenha uma mão livre e não use anéis ou relógios.
Estando um sistema fora de operação, não pense que os componentes elétricos ou o gabinete estão eletricamente isolados.
Você pode receber um choque.
Cuide para respeitar todas as etiquetas de aviso do fabricante.
Mantenha o local à sua volta seguro executando corretamente as operações de recolhimento, evacuação e carga de gás.
Não o solte para a atmosfera.
Jamais utilize oxigênio para os testes de vazamentos. 
Ele pode explodir na presença de óleo. 
Em vez do oxigênio, utilize nitrogênio de um cilindro equipado com regulador de pressão.

Tipo de problema na refrigeração e no ar-condicionado

Agrupamos os problemas em duas categorias básicas: os problemas elétricos e os problemas do ciclo de refrigeração. Isso não quer dizer que todas as falhas se insiram completamente nessas duas categorias. 
Às vezes, enquadram-se em ambas.
Por exemplo, um conector frouxo ou corroído no compressor pode fazer com que o compressor ligue e desligue de maneira intermitente.
Embora o problema seja elétrico, ele aparenta ser um problema do ciclo de refrigeração.
Inversamente, a contaminação num sistema mal evacuado pode formar ácidos que atacam o isolamento do motor do compressor e causam um curto na bobina.
Esse é um problema no lado de refrigerante que aparenta ser um problema elétrico.

Diagnóstico de problemas elétricos

Examinar os circuitos elétricos de um equipamento podem levar a pensar que a solução de problemas elétricos é complicado.
Na verdade o processo é bastante fácil quando se aplica uma abordagem lógica
Antes de iniciar qualquer manutenção, é importante conhecer o processo de funcionamento do equipamento.
Descubra o que deve acontecer e quando.
Utilizar o esquema elétrico é fundamental.
Em equipamentos com placa eletrônica (ou microprocessados) conhecer o processo de funcionamento é fundamental, pois não podemos ´ver` as funções e sequência e lógica executadas pela placa

Princípios básicos do diagnóstico de problemas elétricos

  • Utilize um processo de eliminação; 
  • Descubra quais as funções e os componentes que estão operando, antes de procurar o que não estão operando;

Princípios básicos do diagnóstico de problemas elétricos

No caso de mais de um componente ou função estarem falhando e estiverem conectados em paralelo, procure uma das duas coisas:
  • Um problema na fonte de energia;
  • Um único componente que esteja ligado a todas as funções afetadas
Exemplo:

Neste exemplo, um contato controla tanto o motor do compressor como o motor do ventilador externo.
Se nenhum dos dois estiver funcionando, deve-se suspeitar do contato.
Se o equipamento na qual você estiver fazendo manutenção tiver uma placa eletrônica, não substitua automaticamente a placa.
Verifique primeiro se ela está defeituosa.
Muitas vezes o sistema interno de diagnóstico indicará uma falha .
Se a placa estiver falhando, procure determinar se existe uma causa externa.
Caso contrário, existe o risco de ver a falha repetir-se.
Um manuseio incorreto, picos de tensão, calor excessivo, bem como poeira, pó e fiapos podem causar danos aos controles elétricos.

Diagnóstico de problemas do ciclo de refrigeração

Um cuidado básico ao se diagnosticar defeitos no ciclo de refrigeração é lembrar que o que primeiro parece ser o problema costuma ser apenas o sintoma de um problema ainda mais básico.

Exemplo:

A maior parte dos problemas relacionados com o gás refrigerante, quando deixados sem solução, resultam na falha do compressor.
Um excesso de gás faz com que nem todo ele evapore no evaporador.
Com isso o compressor bombeia refrigerante sobre a forma de líquido e causa a quebra das válvulas do compressor.
O técnico que pense que o problema está no compressor, fará provavelmente a primeira de muitas trocas desnecessárias.
Se a causa raiz não for determinada, o próximo compressor também está condenado a falhar
Para chegar ao problema real, é preciso usar uma abordagem lógica. 
Neste módulo, passaremos como fazer isso para resolver problemas do ciclo de refrigeração.

Abordando um problema do ciclo de refrigeração de forma lógica

Colete e observe:
  1. Obtenha as informações do fabricante sobre a operação do equipamento;
  2. Obtenha as informações do cliente;
  3. Execute uma inspeção visual preliminar da unidade sem energia;
  4. Utilize os seus sentidos para executar uma inspeção preliminar do sistema energizado;
Leia e calcule os sinais vitais
  1. Leia e registre os sinais vitais do sistema (O que está acontecendo);
  2. Calcule o sub-resfriamento do líquido refrigerante no dispositivo de expansão (capilar ou outro);
  3. Calcule o superaquecimento do gás refrigerante na sucção do compressor;
Compare os valores atuais e padrão
  1. Determine o que é padrão para o equipamento (O que deveria estar acontecendo);
  2. Compare as condições padrão com as atuais;
Resolva o problema
  1. Execute as análises básicas de sintomas;
  2. Execute as análises recomendadas pelo fabricante;
  3. Execute a análise dos componentes ou do sistema através de um processo de eliminação com as tabelas fornecidas aqui.
A resolução de problemas costuma ser realizada em quatro níveis

Nível 1Observação física
Nível 2Análise de sintomas básicos
Nível 3Análise do diagnóstico de problemas do fabricante
Nível 4Análise do sistema e componentes

Muitos problemas serão identificados com o simples uso dos nossos sentidos para verificar o sistema enquanto está desligado ou operando.
Quando esse método não permite identificar o problema, execute a análise de sintomas básicos.
A análise de problemas do fabricante, quando presente, deve ser utilizada quando a análise de sintomas básicos se mostra ineficiente.
A análise do sistema e de componentes, com a ajuda das tabelas desse módulo deve ser utilizada como último recurso.
Um processo passo-a-passo de eliminação identificará problemas de difícil localização graças às tabelas.
No caso da inspeção física não localizar o problema, será necessário verificar os sinais básicos do sistema tais como temperaturas e pressões e comparar os mesmos com os valores padrões do fabricante.
Os dois primeiros níveis – exame físico e análise de sintomas básicos – devem localizar cerca de 80% dos problemas relacionados com o ciclo de refrigeração.
Caso isso não ocorra ainda existem dois níveis adicionais.
A análise do diagnóstico de problemas do fabricante tem como melhor maneira para localizar um problema seguir o método prescrito pelo fabricante do equipamento sobre o qual você está consertando.
Em geral isso é feito através de uma tabela de defeitos, causas e soluções.
Como último nível, existe a análise de sistema e componentes.
São necessárias medições adicionais das temperaturas e pressões, bem como um processo passo-a-passo de eliminação para isolar o problema.
É útil registrar os dados reais do equipamento numa planilha que pode ser utilizada também para registrar os valores de operação do equipamento.
Isso facilita a comparação das condições de operação com as reais apresentadas pelo equipamento.
Por fim ter em mente que a ferramenta mais poderosa para a solução de problemas em equipamentos de refrigeração é um profundo conhecimento da teoria e do ciclo de refrigeração.
Isso ajudará a prever como um problema que ocorre num ponto afetará outras partes do ciclo.
Toda essa exposição tem exatamente esse objetivos: passar esse conhecimento.
Procure marcar os dados do sistema com problema com o máximo de precisão possível e não deixe de anotá-los.
Muitas vezes um problema é descoberto apenas quando se diagnostica que vários parâmetros estão um pouco inferiores (ou superiores) aos que seriam esperados.
Essa folha de resolução de defeitos é apenas uma sugestão: você deve desenvolver a mais adequada para o tipo de equipamento que costuma fazer manutenção/ reparo.

Gomes
Códigos de Erro York

Confira abaixo a tabela de códigos de erro do
Ar Condicionado Split York. Saiba como identificar o problema e solucionar o mesmo.
E1 – Proteção do compressor face a alta pressão
E2 – Proteção da unidade interior face à congelação
E3 – Proteção do compressor face à baixa pressão
E4 – Proteção face a temperatura de insuflação elevada
E5 – Proteção face a sobrecargas no compressor
E6 – Funcionamento defeituoso na comunicação
E7 – Contradição de modos de funcionamento
F0 – Funcionamento defeituoso do sensor da temperatura
ambiente
F1 – Funcionamento defeituoso do sensor da temperatura na
Entrada da bateria da unidade interior
F2 – Funcionamento defeituoso do sensor da temperatura no
Interior da bateria da unidade interior
F3 – Funcionamento defeituoso do sensor da temperatura na
Saída da bateria da unidade interior
F4 – Funcionamento defeituoso do sensor meio ambiental exterior
F5 – Funcionamento defeituoso do sensor da temperatura na
Entrada da bateria da unidade exterior
FA – Funcionamento defeituoso do sensor 1 da temperatura do
Óleo (freqüência nominal)
FB – Funcionamento defeituoso do sensor 2 da temperatura do
óleo (digital)
FC – Funcionamento defeituoso do sensor de pressão alta
FD – Funcionamento defeituoso do sensor de pressão baixa

Gomes

The shower O chuveiro elétrico é um dispositivo capaz de transformar energia elétrica em energia térmica, o que possibilita a elevaçã...