Transferência de calor.
• condução;
• convecção;
• irradiação.
Uma das leis fundamentais da Física e que o calor sempre flui do local que possui temperatura mais alta para o de temperatura mais baixa, de modo que elas se igualem. Ou seja, os corpos quentes cederão calor aos mais frios.
Esse processo pode ocorrer de 3 formas diferentes, explicadas abaixo:
Condução..
E a transferência de calor nos materiais sólidos.
O valor passa de molécula para molécula da matéria, ate o extremo oposto, espalhando gradativamente calor pelo corpo inteiro.
Podemos verificar a condução do calor através de uma barra de metal.
Aderindo pequenas bolotas de cera ao longo da barra e aquecendo apenas uma extremidade, observaremos a queda sucessiva delas, a medida que o calor se espalha ao longo da barra.
As diversas substancias existentes não conduzem igualmente o calor e, sob esse aspecto, podem ser classificadas em bons condutores se ha propagação quase integral de toda quantidade de calor através de sua massa; maus condutores ou isolantes se permitem a propagação difícil e lentamente.
Os metais são bons condutores de calor enquanto que os gases, líquidos e alguns sólidos como o vidro, madeira, lá de vidro, cortiça, papel, etc., são isolantes.
Em refrigeradores essa diferença de condução de calor dos objetos e aproveitada para sua construção.
A lá de vidro e o ar estacionário são muito maus condutores de calor e por isso são usados para o isolamento das paredes dos refrigeradores.
Convecção..
E a transferência de calor nos fluidos (líquidos e gases).
Ela consiste numa troca de átomos e moléculas decorrentes de variação de densidade.
Em uma panela com água, por exemplo, aquecida na parte inferior, as moléculas em contato direto com o fundo, que esta recebendo o calor, se dilatam. Em conseqüência dessa dilatação, a densidade diminui e elas sobem ate a superfície. Como as partículas superiores estão mais frias e com densidade maior, descem ao fundo do recipiente, formando correntes de condição. Este processo continua e o calor e transferido a todas as partes do recipiente pelo movimento da água. Calor sensível e latente
• sensível;
• latente.
Um corpo contém uma determinada quantidade de calor, que pode existir de duas formas:
Calor sensível
..
Quando o calor é adicionado ou extraído de uma substância sem que haja mudança de estado físico, a temperatura é aumentada ou diminuída.
O calor assim adicionado ou extraído é conhecido como calor sensível, uma vez que a transferência de calor pode ser sentida ou medida por um termômetro.
Exemplos deste fato são comuns na vida cotidiana.
Se 1 kg de água a 60°C é aquecida até 90°C, a mudança de temperatura pode ser medida com um termômetro ou sentida pela mão.
Neste exemplo 30 Kcal foram adicionadas e a diferença resultante em temperatura pode ser sentida.
Isso representa uma mudança no calor sensível.
Calor latente..
Como vimos anteriormente, calor sensível é a adição ou extração de calor em uma determinada substância sem que haja mudança de estado, mas que pode ser medida. Quando adicionamos ou extraímos calor de uma substância onde ocorre mudança de estado, damos o nome de ...
Calor latente.
Uso da Refrigeração no dia a dia,
Para da uma idéia do largo uso da refrigeração no dia a dia, vamos dar uma olhada nas suas aplicações mais comuns em ambientes profissionais.
Não se torna necessário falar de ambientes domésticos pois o refrigerador, principalmdnte, e o ar-condicionado já são considerados essencias em qualquer residência.
Em hospitais
Refrigerar uma sala de operação parece normal a todo mundo. Além de permitir uma maior concentração dos médicos, ajuda a combater agentes infecciosos como bactérias e fungos através da filtração do ar e em alguns casos de intervenções cirúrgicas é preciso controlar com rigor a temperatura do ambiente.
Climatizar enfermarias de doentes que devem permancer no leito garante a elas condições mais agradáveis durante a sua estadia, facilitando uma recuperação mais rápida.
Escritórios
Condições ideais de temperatura e umidade permitem aos trabalhadores realizar suas tarefas com uma máximo de concentração, evitando problemas de saúde e fadiga, com reflexos na taxa de abseintismo.
A mera abertura de janelas e ventiladores não garante ou é suficiente para garantir condições ideais.
Na verdade atualmente muitos prédios comerciais sequer tem condições de abrir as janelas.
Cálculos estatítiscos, feitos na Alemanha, demonstram que a produtividade aumenta de 6 a 10% quando o ambiente é refrigerado.
Indústria Alimetícia
Muitos processos industriais só ocorrem de maneira adequada quando os valores de temperatura e pressão estão dentro de limites bem definidos, garantindo uma qualidade homogênea e aparência.
Tal é o caso da fabricação de doces onde é necessário usar a refrigeração para controlar a velocidade de crsitalização.
No armazenamento de bananas é permissível uma temperatura de 13o. C. Já no amadurecimento ela deve ser superior a 21o. C com umidade elevada, de aproximdamente 90%.
Na indústria do fumo, o tabaco após ser colhido é armazenado em câmaras com umidade relativa muito elevadas e temperaturas superiores a 32o. C com a finalidade de acelerar a fermentação que envelhece o fumo e melhora sua qualidade.
J.P.Gomes
domingo, 22 de agosto de 2010
O calor
Numa definição bem simples, podemos dizer que a refrigeração é remover o calor de um corpo.
O calor, é uma forma de energia que o homem não pode destruir. Por isso, ao ser removido, o calor é transferido de um local onde não é desejado para um outro onde não incomoda. Ao ser removido o calor, a temperatura da substância da qual foi removido tende a cair enquanto a temperatura da substância que absorve calor tende a subir. Uma aplicação prática desse princípio na refrigeração é uma sala refrigerada:
1. o calor do ar interno passa através do evaporador do condicionador de ar;
2. dentro do evaporador circula refrigerante a uma temperatura inferior. Ao entrar em contato com as tubulações por onde curcula o refrigerante, o ar interno perde calor para ele;
3. O calor é absorvido pelo refrigerante dentro do evaporador e levado até o condensador
4. Na próxima etapta o calor se move do refrigerante dentro do condensador para o ar externo Existem quatro categorias básicas de refrigeração mecânica: • ar condicionado para conforto; • refrigeração • ar condicionado para processo • refrigeração de baixa temperatura.
Um erro comum em quando pensamos em ar condicionado para conforto é enfocarmos apenas o aspecto refrigeração. Na verdade é muito mais do que isso. O ar condicionado completo é proporcionado por um sistema que pode aquecer, umidíficar, esfriar, ventilar, filtrar e circular o ar. A maioria dos equipamentos que existem executam apenas um trabalho parcial. A refrigeração refere-se ao processo de refrigeração mecânica para esfriar e congelar alimentos. Envolve também a produção de gelo para fins comerciais.
O condicionamento de ar para processo tem as coisas como objetivo.
Ele visa condicionar o ar conforme o necessário para tornar o processo de produção mais efetivo.
Vídeo caso, por exemplo, da fabricação de doces. Os trabalhos com baixa temperatura utilizam a refrigeração mecânica para esfriar e congelar uma variedade de materiais para fins industriais e médicos. As temperaturas alcançadas costumam estar abaixo de -18o.C e as vezes são inferiores a -190o.C. A criogenia e o esvaziamento de gases sobre em cilindros são exemplos desse processo. Para da uma idéia do largo uso da refrigeração no dia a dia, vamos dar uma olhada nas suas aplicações mais comuns em ambientes profissionais. Não se torna necessário falar de ambientes domésticos pois o refrigerador, principalmente, e o ar-condicionado já são considerados essências em qualquer residência.
hospitais Refrigerar uma sala de operação parece normal a todo mundo. Além de permitir uma maior concentração dos médicos, ajuda a combater agentes infecciosos como bactérias e fungos através da filtração do ar e em alguns casos de intervenções cirúrgicas é preciso controlar com rigor a temperatura do ambiente.
enfermarias de doentes que devem permanecer no leito garante a elas condições mais agradáveis durante a sua estadia, facilitando uma recuperação mais rápida.
Escritórios Condições ideais de temperatura e umidade permitem aos trabalhadores realizar suas tarefas com uma máximo de concentração, evitando problemas de saúde e fadiga, com reflexos na taxa de absentismo. A mera abertura de janelas e ventiladores não garante ou é suficiente para garantir condições ideais. Na verdade atualmente muitos prédios comerciais sequer tem condições de abrir as janelas. Cálculos estartítiscos, feitos na Alemanha, demonstram que a produtividade aumenta de 6 a 10% quando o ambiente é refrigerado.
Indústria Alimentícia Muitos processos industriais só ocorrem de maneira adequada quando os valores de temperatura e pressão estão dentro de limites bem definidos, garantindo uma qualidade homogênea e aparência. Tal é o caso da fabricação de doces onde é necessário usar a refrigeração para controlar a velocidade de cristalização.
No armazenamento de bananas é permissível uma temperatura de 13o. C. Já no amadurecimento ela deve ser superior a 21o. C com umidade elevada, de aproximadamente 90%. Na indústria do fumo, o tabaco após ser colhido é armazenado em câmaras com umidade relativa muito elevadas e temperaturas superiores a 32o. C com a finalidade de acelerar a fermentação que envelhece o fumo e melhora sua qualidade.
José.P.Gomes...
Diagnóstico de defeitos
Diagnóstico de defeitos
•
Segurança antes de tudo; •
Tipos de problema; •
Diagnóstico de problemas elétricos; •
Diagnóstico de problemas do ciclo de refrigeração; •
Abordando um problema do ciclo de refrigeração de forma lógica ________________________________________
Segurança antes de tudo O mais importante para a correta solução de problemas é a segurança.
Desligue a força da unidade antes de retirar os painéis de comando. Se for necessário consertar dentro da unidade, com a força ligada, mantenha uma mão livre e não use anéis ou relógios.
Estando um sistema fora de operação, não pense que os componentes elétricos ou o gabinete estão eletricamente isolados.
Você pode receber um choque.
Cuide para respeitar todas as etiquetas de aviso do fabricante.
Mantenha o local à sua volta seguro executando corretamente as operações de recolhimento, evacuação e carga de gás.
Não solte-o para a atmosfera.
Jamais utilize oxigénio para os testes de vazamentos.
Ele pode explodir na presença de óleo.
Em vez do oxigénio, utilize nitrogénio de um cilindro equipado com regulador de pressão. Tipo de problema Agrupamos os problemas em duas categorias básicas: os problemas elétricos e os problemas do ciclo de refrigeração. Isso não quer dizer que todas as falhas se insiram completamente nessas duas categorias. Às vezes, enquadram-se em ambas.
Por exemplo, um conector frouxo ou corroído no compressor pode fazer com que o compressor ligue e desligue de maneira intermitente.
Embora o problema seja elétrico, ele aparenta ser um problema do ciclo de refrigeração. Inversamente, a contaminação num sistema mal evacuado pode formar ácidos que atacam o isolamento do motor do compressor e causam um curto na bobina.
Esse é um problema no lado de refrigerante que aparenta ser um problema elétrico.
Diagnóstico de problemas elétricos Examinar os circuitos elétricos de um equipamento podem levar a pensar que a solução de problemas elétricos é complicado.
Na verdade o processo é bastante fácil quando se aplica uma abordagen lógica Antes de iniciar qualquer manutenção, é importante conhecer o processo de funcionamento do equipamento. Descubra o que deve acontecer e quando. Utilizar o esquema elétrico é fundamental.
Em equipamentos com placa eletrônica (ou microprocessados) conhecer o processo de funcionamento é fundamental, pois não podemos ´ver` as funções e sequência e lógica executadas pela placa Princípios básicos do diagnóstico de problemas elétricos •
Utilize um processo de eliminação; •
Descubra quais as funções e os componentes que estão operando, antes de procurar o que não estão operando; Diagnóstico de defeitos na refrigeração e ar condicionado .
No caso de mais de um componente ou função estarem falhando e estiverem conectados em paralelo, procure uma das duas coisas:
Um problema na fonte de energia; o Um único componente que esteja ligado a todas as funções afetadas Exemplo: Neste exemplo, um contato controla tanto o motor do compressor como o motor do ventilador externo. Se nenhum dos dois estiver funcionando, deve-se suspeitar do contato.
Se o equipamento na qual você estiver fazendo manutenção tiver uma placa eletrônica, não substitua automaticamente a placa. Verifique primeiro se ela está defeituosa. Muitas vezes o sistema interno de diagnóstico indicará uma falha .
Se a placa estiver falhando, procure determinar se existe uma causa externa. Caso contrário, existe a falha repetir-se.
Um manuseio incorreto, picos de tensão, calor excessivo, bem como poeira, pó e fiapos podem causar danos aos controles elétricos.
Diagnóstico de problemas do ciclo de refrigeração .
Um cuidado básico ao se diagnosticar defeitos no ciclo de refrigeração é lembrar que o que primeiro parace ser o problema costuma ser apenas o sintoma de um problema ainda mais básico.
Exemplo:
A maior parte dos problemas relacionados com o gás refrigerante, quando deixados sem solução, resultam na falha do compressor. No exemplo ao lado um excesso de gás fez com que nem todo ele evaporasse no evaporador.
Com isso o compressor bombeou refrigerante sobre a forma de líquido e causou a quebra das válvulas do compressor. O técnico que pense que o problema está no compressor, fará provavelmente a primeira de muitas trocas desnecessárias.
Se a causa raiz não for determinada, o próximo compressor também está condenado a falhar. Para chegar ao problema real, é preciso usar uma abordagem lógica. Neste módulo, passaremos como fazer isso para resolver problemas do ciclo de refrigeração.
Abordando um problema do ciclo de refrigeração de forma lógica Colete e observe:
1. Obtenha as informações do fabricante sobre a operação do equipamento;
2. Obtenha as informações do cliente;
3. Execute uma inspeção visual preliminar da unidade sem energia;
4.Utilize os seus sentidos para executar uma inspeção preliminar do sistema energizado; Leia e calcule os sinais vitais
5. Leia e registre os sinais vitais do sistema (O que está acontecendo?);
6. Calcule o subresfriamento do líquido refrigerante no dispositivo de expansão (capilar ou outro);
7. Calcule o superaquecimento do gás refrigerante na sucção do compressor; Compare os valores atuais e padrão
8. Determine o que é padrão para o equipamento (O que deveria estar acontecendo?);
9. Compare as condições padrão com as atuais; Resolva o problema
10. Execute as análises básicas de sintomas;
11. Execute as análises recomendadas pelo fabricante;
12. Execute a análise dos componentes ou do sistema através de um processo de eliminação com as tabelas fornecidas aqui. A resolução de problemas costuma ser realizada em quatro níveis Muitos problemas serão identificados com o simples uso dos nossos sentidos para verificar o sistema enquanto está desligado ou operando.
Quando esse método não permite identificar o problema, execute a análise de sintomas básicos.
A análise de problemas do fabricante, quando presente, deve ser utilizada quando a análise de sintomas básicos se mostra ineficiente.
A análise do sistema e de componentes, com a ajuda das tabelas desse módulo deve ser utilizada como último recurso.
Um processo passo-a-passo de eliminação identificará problemas de difícil localização graças às tabelas. No caso da inspeção física não localizar o problema, será necessário verificar os sinais básicos do sistema tais como temperaturas e pressões e comparar os mesmos com os valores padrões do fabricante. Os dois primeiros níveis – exame físico e análise de sintomas básicos – devem localizar cerca de 80% dos problemas relacionados com o ciclo de refrigeração.
Caso isso não ocorra ainda existem dois níveis adicionais.
A análise do diagnóstico de problemas do fabricante tem como melhor maneira para localizar um problema seguir o método prescrito pelo fabricante do equipamento sobre o qual você está consertando. Em geral isso é feito através de uma tabela de defeitos, causas e soluções. Como último nível, existe a análise de sistema e componentes.
São necessárias medições adicionais das temperaturas e pressões, bem como um processo passo-a-passo de eliminação para isolar o problema. É útil registrar os dados reais do equipamento numa planilha que pode ser utilizada também para registrar os valores de operação do equipamento. Isso facilita a comparação das condições de operação com as reais apresentadas pelo equipamento.
Por fim ter em mente que a ferramenta mais poderosa para a solução de problemas em equipamentos de refrigeração é um profundo conhecimento da teoria e do ciclo de refrigeração. Isso ajudará a prever como um problema que ocorre num ponto afetará outras partes do ciclo. Todo esse curso tem exatamente esse objetivos: passar esse conhecimento.
J.P.Gomes
Segurança antes de tudo; •
Tipos de problema; •
Diagnóstico de problemas elétricos; •
Diagnóstico de problemas do ciclo de refrigeração; •
Abordando um problema do ciclo de refrigeração de forma lógica ________________________________________
Segurança antes de tudo O mais importante para a correta solução de problemas é a segurança.
Desligue a força da unidade antes de retirar os painéis de comando. Se for necessário consertar dentro da unidade, com a força ligada, mantenha uma mão livre e não use anéis ou relógios.
Estando um sistema fora de operação, não pense que os componentes elétricos ou o gabinete estão eletricamente isolados.
Você pode receber um choque.
Cuide para respeitar todas as etiquetas de aviso do fabricante.
Mantenha o local à sua volta seguro executando corretamente as operações de recolhimento, evacuação e carga de gás.
Não solte-o para a atmosfera.
Jamais utilize oxigénio para os testes de vazamentos.
Ele pode explodir na presença de óleo.
Em vez do oxigénio, utilize nitrogénio de um cilindro equipado com regulador de pressão. Tipo de problema Agrupamos os problemas em duas categorias básicas: os problemas elétricos e os problemas do ciclo de refrigeração. Isso não quer dizer que todas as falhas se insiram completamente nessas duas categorias. Às vezes, enquadram-se em ambas.
Por exemplo, um conector frouxo ou corroído no compressor pode fazer com que o compressor ligue e desligue de maneira intermitente.
Embora o problema seja elétrico, ele aparenta ser um problema do ciclo de refrigeração. Inversamente, a contaminação num sistema mal evacuado pode formar ácidos que atacam o isolamento do motor do compressor e causam um curto na bobina.
Esse é um problema no lado de refrigerante que aparenta ser um problema elétrico.
Diagnóstico de problemas elétricos Examinar os circuitos elétricos de um equipamento podem levar a pensar que a solução de problemas elétricos é complicado.
Na verdade o processo é bastante fácil quando se aplica uma abordagen lógica Antes de iniciar qualquer manutenção, é importante conhecer o processo de funcionamento do equipamento. Descubra o que deve acontecer e quando. Utilizar o esquema elétrico é fundamental.
Em equipamentos com placa eletrônica (ou microprocessados) conhecer o processo de funcionamento é fundamental, pois não podemos ´ver` as funções e sequência e lógica executadas pela placa Princípios básicos do diagnóstico de problemas elétricos •
Utilize um processo de eliminação; •
Descubra quais as funções e os componentes que estão operando, antes de procurar o que não estão operando; Diagnóstico de defeitos na refrigeração e ar condicionado .
No caso de mais de um componente ou função estarem falhando e estiverem conectados em paralelo, procure uma das duas coisas:
Um problema na fonte de energia; o Um único componente que esteja ligado a todas as funções afetadas Exemplo: Neste exemplo, um contato controla tanto o motor do compressor como o motor do ventilador externo. Se nenhum dos dois estiver funcionando, deve-se suspeitar do contato.
Se o equipamento na qual você estiver fazendo manutenção tiver uma placa eletrônica, não substitua automaticamente a placa. Verifique primeiro se ela está defeituosa. Muitas vezes o sistema interno de diagnóstico indicará uma falha .
Se a placa estiver falhando, procure determinar se existe uma causa externa. Caso contrário, existe a falha repetir-se.
Um manuseio incorreto, picos de tensão, calor excessivo, bem como poeira, pó e fiapos podem causar danos aos controles elétricos.
Diagnóstico de problemas do ciclo de refrigeração .
Um cuidado básico ao se diagnosticar defeitos no ciclo de refrigeração é lembrar que o que primeiro parace ser o problema costuma ser apenas o sintoma de um problema ainda mais básico.
Exemplo:
A maior parte dos problemas relacionados com o gás refrigerante, quando deixados sem solução, resultam na falha do compressor. No exemplo ao lado um excesso de gás fez com que nem todo ele evaporasse no evaporador.
Com isso o compressor bombeou refrigerante sobre a forma de líquido e causou a quebra das válvulas do compressor. O técnico que pense que o problema está no compressor, fará provavelmente a primeira de muitas trocas desnecessárias.
Se a causa raiz não for determinada, o próximo compressor também está condenado a falhar. Para chegar ao problema real, é preciso usar uma abordagem lógica. Neste módulo, passaremos como fazer isso para resolver problemas do ciclo de refrigeração.
Abordando um problema do ciclo de refrigeração de forma lógica Colete e observe:
1. Obtenha as informações do fabricante sobre a operação do equipamento;
2. Obtenha as informações do cliente;
3. Execute uma inspeção visual preliminar da unidade sem energia;
4.Utilize os seus sentidos para executar uma inspeção preliminar do sistema energizado; Leia e calcule os sinais vitais
5. Leia e registre os sinais vitais do sistema (O que está acontecendo?);
6. Calcule o subresfriamento do líquido refrigerante no dispositivo de expansão (capilar ou outro);
7. Calcule o superaquecimento do gás refrigerante na sucção do compressor; Compare os valores atuais e padrão
8. Determine o que é padrão para o equipamento (O que deveria estar acontecendo?);
9. Compare as condições padrão com as atuais; Resolva o problema
10. Execute as análises básicas de sintomas;
11. Execute as análises recomendadas pelo fabricante;
12. Execute a análise dos componentes ou do sistema através de um processo de eliminação com as tabelas fornecidas aqui. A resolução de problemas costuma ser realizada em quatro níveis Muitos problemas serão identificados com o simples uso dos nossos sentidos para verificar o sistema enquanto está desligado ou operando.
Quando esse método não permite identificar o problema, execute a análise de sintomas básicos.
A análise de problemas do fabricante, quando presente, deve ser utilizada quando a análise de sintomas básicos se mostra ineficiente.
A análise do sistema e de componentes, com a ajuda das tabelas desse módulo deve ser utilizada como último recurso.
Um processo passo-a-passo de eliminação identificará problemas de difícil localização graças às tabelas. No caso da inspeção física não localizar o problema, será necessário verificar os sinais básicos do sistema tais como temperaturas e pressões e comparar os mesmos com os valores padrões do fabricante. Os dois primeiros níveis – exame físico e análise de sintomas básicos – devem localizar cerca de 80% dos problemas relacionados com o ciclo de refrigeração.
Caso isso não ocorra ainda existem dois níveis adicionais.
A análise do diagnóstico de problemas do fabricante tem como melhor maneira para localizar um problema seguir o método prescrito pelo fabricante do equipamento sobre o qual você está consertando. Em geral isso é feito através de uma tabela de defeitos, causas e soluções. Como último nível, existe a análise de sistema e componentes.
São necessárias medições adicionais das temperaturas e pressões, bem como um processo passo-a-passo de eliminação para isolar o problema. É útil registrar os dados reais do equipamento numa planilha que pode ser utilizada também para registrar os valores de operação do equipamento. Isso facilita a comparação das condições de operação com as reais apresentadas pelo equipamento.
Por fim ter em mente que a ferramenta mais poderosa para a solução de problemas em equipamentos de refrigeração é um profundo conhecimento da teoria e do ciclo de refrigeração. Isso ajudará a prever como um problema que ocorre num ponto afetará outras partes do ciclo. Todo esse curso tem exatamente esse objetivos: passar esse conhecimento.
J.P.Gomes
sábado, 21 de agosto de 2010
-O QUE É:
1-O QUE É:
Resfriamento Evaporativo de Ar
Genericamente, resfriamento evaporativo ocorre quando algum meio ou produto cede calor para que a água evapore. A evaporação de um produto qualquer é um processo endotérmico, isto é, demanda calor para se realizar.
Esta transferência de calor pode ser forçada (quando fornecemos o calor) ou induzida (quando criamos condições para que o produto retire calor do meio).
Um exemplo bastante conhecido de resfriamento evaporativo é a Torre de Resfriamento, pois nela uma parcela de água é induzida a evaporar, retirando calor da água remanescente, que se resfria por ceder este calor.
No resfriamento evaporativo de ar, o mesmo princípio é utilizado: o ar cede energia (calor) para que a água evapore, resultando numa corrente de ar mais fria à saída do resfriador. A maneira como induzimos esta troca de calor está melhor explicada no item 4 abaixo.
2-HISTÓRIA:
Na verdade, o homem já utiliza o resfriamento evaporativo há muito tempo. Afrescos do antigo Egito (2500 AC) mostram escravos abanando jarros (de paredes porosas) com água, para resfriar o conteúdo. Isto é feito ainda hoje em dia (sem os escravos, é claro) nos filtros e bilhas de barro cozido. Uma fração da água armazenada evapora através da parede do vaso, resfriando o líquido remanescente. Na Roma antiga e na Idade Média, reservatórios de água com paredes umidificadas foram utilizados. A genialidade de Leonardo Da Vinci levou-o a idealizar um resfriador evaporativo em forma de roda d’água.
3- EXEMPLOS PRÓXIMOS:
Embora nem sempre nos demos conta, com alguma freqüência sentimos os efeitos do resfriamento evaporativo: -Quando nos aproximamos de uma cachoeira e notamos o ar mais fresco; -Quando saímos de uma piscina (deixamos a água, que está mais fria e entramos em contato com o ar, que está mais quente) e temos aquela sensação de frio; -Quando terminamos de lavar as mãos e as abanamos, sentindo-as esfriarem; -Quando, num dia quente, acontece uma “Chuva de Verão” e observamos a quase instantânea queda da temperatura; -A Temperatura de Bulbo Úmido (TBU) que é lida num termômetro com o bulbo envolvido por uma gaze úmida, é a temperatura mais baixa que o ar ambiente pode assumir no local, e corresponde à condição de ar saturado obtida pela evaporação da água na região junto ao bulbo.
Muitos outros exemplos podem ser citados, mas acreditamos que o nosso leitor já tenha compreendido a idéia do...
RESFRIAMENTO EVAPORATIVO.
É simples, mas não custa enfatizar que é com ele que a Terra controla a temperatura sobre sua superfície.
4-O PRINCÍPIO:
O ar atmosférico é uma mistura de ar seco e vapor de água. Para uma dada condição de temperatura e pressão esta mistura tem capacidade de conter uma quantidade máxima de vapor d’água (ar saturado = 100% de umidade relativa ou 100% UR). Na prática esta condição de ar saturado só é observada durante e logo após uma chuva. Normalmente o ar encontra-se insaturado (UR<100%) e, portanto, apto a absorver mais umidade.
Quanto mais seco o ar (menor UR), maior a quantidade de vapor de água que pode ser absorvida . Para que haja esta absorção é necessário que a água utilizada passe da fase líquida para a fase vapor. Esta mudança de fase demanda uma quantidade de energia que é retirada do meio, no caso o ar, resfriando-o. Existe um princípio básico nas reações físico-químicas segundo o qual quanto maior a superfície de contato entre os reagentes, maior a velocidade da reação. Assim sendo, devemos procurar aumentar a área de contato entre a água e o ar. Como o ar já se encontra diluído e ocupando todos os espaços disponíveis, resta-nos a água para dispersar.
5-PROCESSOS UTILIZADOS:
Uma maneira de “expandir” a água é através de chuveiros, sprays ou atomização. São métodos bastante eficientes, que atingem elevados índices de umidificação e abaixamento de temperatura. Recomenda-se, no entanto, que este tipo de umidificação seja efetuado dentro do resfriador. Quando lançada no ambiente, mesmo que micro-pulverizada, a água pode encontrar uma região já saturada, o que fará com que não seja absorvida pelo ar e se precipite, molhando o que estiver em seu caminho até o solo.
Mesmo sistemas com umidostatos e válvulas solenóides, que cortam o fluxo de água quando determinada umidade relativa é atingida, tendem a gotejar nos bicos até a estabilização da pressão de água no sistema.
Outra maneira adotada é a de utilizar superfícies de contato, isto é, utilizando materiais com elevada superfície exposta.
A água é distribuída na parte superior de colmeias ou mantas e desce por canais pré-formados ou aleatórios, molhando todo o meio. O ar atravessa transversalmente a colmeia ou a manta, entrando em contato íntimo com o meio umidecido e absorvendo umidade até bem próximo da saturação. As principais vantagens deste método são: -
A parte molhada do sistema fica restrita ao equipamento; -
Nunca se ultrapassa o ponto de saturação, pois o ar só absorve a umidade que pode comportar, deixando no equipamento a água excedente; -Este processo realiza ainda uma lavagem do ar, retendo poeira e sujeiras na colmeia ou na manta, as quais são continuamente lavadas pela água excedente.
Os resultados globais atingidos por qualquer dos sistemas acima descritos dependem ainda do fluxo do ar. É necessária a adequação de vazão e velocidade para que se obtenham as melhores condições ambientais. Estas considerações são normalmente levadas em conta pelos fabricantes dos equipamentos.
6-ENERGIA ENVOLVIDA:
Quando 1 litro de água (1kg) se evapora, consome aproximadamente 580 kcal. É a mesma quantidade de energia necessária para resfriar 60 litros de água de 30°C até 20°C. Ou para resfriar 208m³ de ar (242kg) dos mesmos 30°C até 20°C. Como se pode observar pelos números acima, a energia envolvida na mudança de fase da água (calor latente) corresponde a uma grande variação de temperatura da mesma (calor sensível).
Temos aqui a resposta para uma pergunta bastante freqüente: o uso de água gelada melhora a eficiência do resfriador? NÃO, pois o ganho em redução de temperatura é insignificante frente ao obtido pela evaporação.
7-REDUÇÃO DE TEMPERATURA:
De acordo com o já exposto, sabemos que a redução de temperatura será tanto maior quanto menor for a umidade relativa do ar captado pois, assim sendo, para uma mesma temperatura na entrada do resfriador, podemos ter diferentes temperaturas de saída conforme varie a umidade relativa do ar na entrada. A “Tabela de Redução de Temperatura por Meio do Sistema de Resfriamento Evaporativo” em anexo apresenta os valores obtidos para equipamento com colmeias de umidificação. Para equipamentos corretamente projetados e fabricados, duas regras práticas podem ser adotadas para se saber as temperaturas a serem atingidas em uma determinada região.
A- A temperatura do ar resfriado será ± 1°C acima da temperatura de bulbo úmido(TBU) do ar captado.
B- A temperatura do ar resfriado será ± 2°C abaixo da temperatura de saída da água de uma torre de resfriamento eventualmente existente no local (desde que esta esteja operando corretamente).
Um fato muito importante a ser observado é que a umidade relativa varia ao longo de um dia normal. Tendo em vista que a umidade absoluta (gramas de vapor de água/kg ar seco) não se altera muito ao longo do dia, a menos que ocorram chuvas ou se esteja próximo a regiões cobertas por água (mar, rios, represas, etc.), a umidade relativa vai variar inversamente com a temperatura.
Assim, quanto mais quente o período do dia, menor a umidade relativa e melhor o desempenho do resfriamento evaporativo. As curvas "PERFORMANCE PADRÃO EM DIA TÍPICO DE VERÂO" em anexo mostram as temperatura resultantes do sistema evaporativo em um dia típico de verão em função do ar captado, para diferentes condições climáticas.
CONDIÇÕES PARA INSTALAÇÕES:
8.1- RENOVAÇÃO DE AR:
Logo após passar por um sistema de resfriamento evaporativo, a ar tem sua umidade relativa elevada para níveis próximos à saturação. Ao adentrar o ambiente este ar se aquece, abatendo as cargas térmicas existentes no local e reduzindo a UR sem, no entanto, voltar aos níveis originais (antes do resfriamento). Caso recirculemos este ar pelo resfriador, a eficiência será menor a cada nova passagem, tendendo a ser nula após poucas recirculações.
Teríamos então uma situação de temperatura e umidade elevadas, o que é muito desconfortável. Assim sendo, a condição fundamental é de renovação total do ar.
8.2- EXAUSTÃO E ABERTURAS:
Como num processo de ventilação comum, a renovação total do ar implica em exaustão ou aberturas compatíveis com a vazão de ar admitida. Assim sendo, portas, janelas, frestas ou exaustores são,
via de regra, bem-vindos. Há apenas a necessidade de se verificar a disposição das mesmas para se otimizar a circulação do ar por todo o ambiente.
8.3- ISOLAMENTO TÉRMICO:
Este é um item que, se existente, sempre auxilia. Para instalações novas, entretanto, é dispensável, ao contrário de sistemas de climatização por ar condicionado tradicional. Ocorre que os custos de instalação e de operação dos sistemas evaporativos são tão mais baixos do que os do ar condicionado, que resulta bem mais barato aumentar a capacidade do sistema evaporativo projetado, do que isolar telhados e paredes. De fato, já nos defrontamos com casos em que só o custo do isolamento térmico de determinado ambiente era maior do que o do sistema de resfriamento instalado. Ademais, a operação destes últimos envolve apenas os insufladores e/ou exaustores e as bombas de circulação ou aspersão de água, o que significa algo em torno de 1/10 da potência consumida por um sistema de ar condicionado tradicional equivalente.
8.4- QUALIDADE DA ÁGUA:
Como regra geral, é recomendável a utilização de água potável na alimentação dos resfriadores evaporativos. Água com altos teores de minerais, principalmente cálcio (água “dura”), deve ser evitada pois a concentração dos sólidos solúveis tende a aumentar com a evaporação (só água pura evapora) e, a partir de certo ponto, haverá supersaturação e precipitação dos minerais. Isto pode ser notado pela formação de depósitos na superfície da colmeia ou manta. Caso seja necessário utilizar este tipo de água, é necessário manter uma purga contínua (bleed-off) de modo a evitar o crescimento da incrustação. Água com carência de minerais, por outro lado, tende a compensar esta carência captando minerais das colmeias, enfraquecendo a resina enrijecedora. Com relação ao PH, o ideal situa-se em 7 a 8, sendo aceitáveis valores entre 6 e 9. 8.5- TRATAMENTO DA ÁGUA:
Tendo em vista que o ar é lavado ao passar pelo BEC, as partículas dele removidas tendem a se agregar no elemento umidificador e deste serem carregadas pela água para o reservatório.
Entre estas partículas estão fungos, bactérias, algas, etc., as quais, em meio úmido, podem proliferar. Quando em operação esta proliferação é bastante reduzida pela aeração da água e pela ação do oxigênio como oxidante dos microorganismos. Quando parado, no entanto, pode ocorrer o crescimento de colônias que poderão gerar odores desagradáveis na próxima partida do equipamento. Para evitar que isto ocorra, algumas providências devem ser tomadas, a saber:
A- Cloração da água no reservatório com pedras de cloro
B- Purga contínua através de dreno, regulável de acordo com a sujidade do ar captado;
C- Drenagem e limpeza periódicas do reservatório para eliminar sujeira acumulada;
D- Quando for desligar o equipamento, desligar primeiro a bomba e deixar o ventilador funcionando até secar o elemento (de 10 a 30 minutos, conforme a umidade do ar captado); caso o equipamento fique desligado por muito tempo, um final de semana por exemplo, esgotar o reservatório e tornar a enchê-lo quando for religá-lo.
9-APLICAÇÕES:
Considerando-se que o ar disponibilizado é: 100% renovado, Resfriado, Umidificado, Filtrado e limpo (para equipamentos com mantas ou colmeias),
De baixo custo de instalação, De baixo custo operacional, Temos que o sistema evaporativo tem aplicação em quase todo tipo de ambiente, com uma gama de utilizações muito mais abrangente do que o ar condicionado e a ventilação tradicionais. Assim sendo, de pequenos a grandes espaços, de áreas pouco povoadas a grandes adensamentos, de locais com baixa carga térmica a grandes geradores de calor, de áreas de lazer a locais de trabalho, todos podem se beneficiar das vantagens do resfriamento evaporativo.
Há ainda aqueles ambientes em que a manutenção de elevada umidade relativa é requisito das condições do processo industrial. Em tais ambientes, dependendo da umidade desejada, pode ser utilizada renovação de ar total, parcial ou mesmo nula. Como exemplo, citamos abaixo algumas das inúmeras aplicações possíveis: - Academias de ginástica - Aeroportos - Ambiente industriais em geral - Áreas comuns de shoppings - Auditórios - Aviários - Bancos - Bares - Bingos - Boates - Boliches - Cabines de pintura - Cabines de subestações - Câmaras de fermentação - Câmaras resfriadas - Casas de espetáculos - Cinemas - Cozinhas industriais - Criatórios de animais em geral - Depósitos - Escolas - Escritórios - Estações de metrô - Estufas p/plantas, cogumelos, hortifrut, etc - Feiras e convenções - Fundições - Galpões em geral - Galvanoplastia - Ginásios de esportes - Granjas - Igrejas - Incubatórios - Indústrias têxteis - Indústrias de celulose e papel - Jardins de inverno - Lavanderias - Leilões - Lojas - Mercados e mercearias - Oficinas - Parques temáticos - Praças de alimentação - Restaurantes - Refeitórios industriais - Salas de controle - Salas de máquinas em geral - Supermercados - Templos - Terminais ferroviários e rodov 10-SELECIONAMENTO: Existem 2 métodos básicos para dimensionamento do sistema de resfriamento evaporativo, a saber: O Método por Cálculo de Carga Térmica, que é mais preciso, porém envolve levantamento mais correto das condições do ambiente, tais como potências consumidas, transmissão de calor por condução e radiação, número de pessoas, iluminação, calor dissipado por máquinas, etc. O Método das Renovações de Ar, que é mais empírico e demanda, por sua vez, alguma experiência na avaliação das condições.
A) MÉTODO POR CÁLCULO DE CARGA TÉRMICA
1-Calcular a carga térmica total do ambiente a ser atendido;
2-Determinar a temperatura de bulbo seco, a temperatura de bulbo e a umidade relativa do local da instalação;
3-Determinar a temperatura de saída do ar do resfriador (temperatura resultante) conforme “Tabela de Redução de Temperatura por meio do Sistema de Resfriamento Evaporativo” acima. Nesta tabela entrar com a temperatura externa (temperatura do bulbo seco) e com a umidade relativa; 4-Determinar a temperatura requerida do ambiente a ser atendido. Normalmente de 3°C a 5°C acima da temperatura de saída do ar do resfriador;
B) MÉTODO DAS RENOVAÇÕES DE AR
1-Determinar a temperatura de bulbo úmido do local de instalação;
2-Determinar se a carga térmica gerada internamente é normal ou alta; Obs.: . Carga térmica alta: locais com fornos, estufas, máquinas de solda, maçaricos, fundições, caldeiras, cozinhas industriais ou grande ocupação humana. .
Carga térmica normal: escritórios, lojas com baixa ocupação, fábricas com baixa geração de calor. 3-Determinar o grau de isolamento do ambiente ao calor externo (radiação solar); Obs.: . Ambiente exposto: Telhado de zinco ou fibrocimento; grandes áreas envidraçadas; telhado translúcido; paredes de alumínio ou fibrocimento. . Ambiente isolado: Telhado isolado termicamente; forro falso; paredes de alvenaria ou com pouca incidência de radiação solar.
4-Determinar o número de trocas de ar requeridas por hora para o ambiente em questão, através da tabela abaixo:
5-Determinar o volume do ambiente; VAR = W x L x H VAMB = Volume do ambiente (m³) W = Largura do ambiente(m) L = Comprimento do ambiente (m) H = Altura abaixo do duto de insuflamento de ar (m) Obs.: Os dutos devem ser instalados no máximo a m de altura, de preferência a 3,5m. 6-Calcular a vazão de ar requerida para o ambiente. VAR = VAMB . NTROCAS VAR = Vazão de ar (m³/h) VAMB = Volume do ambiente (m³) NTROCAS = Número de trocas de ar (trocas/h)
Os dois métodos acima permitem um bom estudo do sistema a ser implantado.
Não dispensam no entanto, a consulta a fornecedores qualificados que analisem, orientem, esclareçam e assumam a responsabilidade não só mecânica dos equipamentos, mas também pela performance da instalação.
J.P.Gomes...
Resfriamento Evaporativo de Ar
Genericamente, resfriamento evaporativo ocorre quando algum meio ou produto cede calor para que a água evapore. A evaporação de um produto qualquer é um processo endotérmico, isto é, demanda calor para se realizar.
Esta transferência de calor pode ser forçada (quando fornecemos o calor) ou induzida (quando criamos condições para que o produto retire calor do meio).
Um exemplo bastante conhecido de resfriamento evaporativo é a Torre de Resfriamento, pois nela uma parcela de água é induzida a evaporar, retirando calor da água remanescente, que se resfria por ceder este calor.
No resfriamento evaporativo de ar, o mesmo princípio é utilizado: o ar cede energia (calor) para que a água evapore, resultando numa corrente de ar mais fria à saída do resfriador. A maneira como induzimos esta troca de calor está melhor explicada no item 4 abaixo.
2-HISTÓRIA:
Na verdade, o homem já utiliza o resfriamento evaporativo há muito tempo. Afrescos do antigo Egito (2500 AC) mostram escravos abanando jarros (de paredes porosas) com água, para resfriar o conteúdo. Isto é feito ainda hoje em dia (sem os escravos, é claro) nos filtros e bilhas de barro cozido. Uma fração da água armazenada evapora através da parede do vaso, resfriando o líquido remanescente. Na Roma antiga e na Idade Média, reservatórios de água com paredes umidificadas foram utilizados. A genialidade de Leonardo Da Vinci levou-o a idealizar um resfriador evaporativo em forma de roda d’água.
3- EXEMPLOS PRÓXIMOS:
Embora nem sempre nos demos conta, com alguma freqüência sentimos os efeitos do resfriamento evaporativo: -Quando nos aproximamos de uma cachoeira e notamos o ar mais fresco; -Quando saímos de uma piscina (deixamos a água, que está mais fria e entramos em contato com o ar, que está mais quente) e temos aquela sensação de frio; -Quando terminamos de lavar as mãos e as abanamos, sentindo-as esfriarem; -Quando, num dia quente, acontece uma “Chuva de Verão” e observamos a quase instantânea queda da temperatura; -A Temperatura de Bulbo Úmido (TBU) que é lida num termômetro com o bulbo envolvido por uma gaze úmida, é a temperatura mais baixa que o ar ambiente pode assumir no local, e corresponde à condição de ar saturado obtida pela evaporação da água na região junto ao bulbo.
Muitos outros exemplos podem ser citados, mas acreditamos que o nosso leitor já tenha compreendido a idéia do...
RESFRIAMENTO EVAPORATIVO.
É simples, mas não custa enfatizar que é com ele que a Terra controla a temperatura sobre sua superfície.
4-O PRINCÍPIO:
O ar atmosférico é uma mistura de ar seco e vapor de água. Para uma dada condição de temperatura e pressão esta mistura tem capacidade de conter uma quantidade máxima de vapor d’água (ar saturado = 100% de umidade relativa ou 100% UR). Na prática esta condição de ar saturado só é observada durante e logo após uma chuva. Normalmente o ar encontra-se insaturado (UR<100%) e, portanto, apto a absorver mais umidade.
Quanto mais seco o ar (menor UR), maior a quantidade de vapor de água que pode ser absorvida . Para que haja esta absorção é necessário que a água utilizada passe da fase líquida para a fase vapor. Esta mudança de fase demanda uma quantidade de energia que é retirada do meio, no caso o ar, resfriando-o. Existe um princípio básico nas reações físico-químicas segundo o qual quanto maior a superfície de contato entre os reagentes, maior a velocidade da reação. Assim sendo, devemos procurar aumentar a área de contato entre a água e o ar. Como o ar já se encontra diluído e ocupando todos os espaços disponíveis, resta-nos a água para dispersar.
5-PROCESSOS UTILIZADOS:
Uma maneira de “expandir” a água é através de chuveiros, sprays ou atomização. São métodos bastante eficientes, que atingem elevados índices de umidificação e abaixamento de temperatura. Recomenda-se, no entanto, que este tipo de umidificação seja efetuado dentro do resfriador. Quando lançada no ambiente, mesmo que micro-pulverizada, a água pode encontrar uma região já saturada, o que fará com que não seja absorvida pelo ar e se precipite, molhando o que estiver em seu caminho até o solo.
Mesmo sistemas com umidostatos e válvulas solenóides, que cortam o fluxo de água quando determinada umidade relativa é atingida, tendem a gotejar nos bicos até a estabilização da pressão de água no sistema.
Outra maneira adotada é a de utilizar superfícies de contato, isto é, utilizando materiais com elevada superfície exposta.
A água é distribuída na parte superior de colmeias ou mantas e desce por canais pré-formados ou aleatórios, molhando todo o meio. O ar atravessa transversalmente a colmeia ou a manta, entrando em contato íntimo com o meio umidecido e absorvendo umidade até bem próximo da saturação. As principais vantagens deste método são: -
A parte molhada do sistema fica restrita ao equipamento; -
Nunca se ultrapassa o ponto de saturação, pois o ar só absorve a umidade que pode comportar, deixando no equipamento a água excedente; -Este processo realiza ainda uma lavagem do ar, retendo poeira e sujeiras na colmeia ou na manta, as quais são continuamente lavadas pela água excedente.
Os resultados globais atingidos por qualquer dos sistemas acima descritos dependem ainda do fluxo do ar. É necessária a adequação de vazão e velocidade para que se obtenham as melhores condições ambientais. Estas considerações são normalmente levadas em conta pelos fabricantes dos equipamentos.
6-ENERGIA ENVOLVIDA:
Quando 1 litro de água (1kg) se evapora, consome aproximadamente 580 kcal. É a mesma quantidade de energia necessária para resfriar 60 litros de água de 30°C até 20°C. Ou para resfriar 208m³ de ar (242kg) dos mesmos 30°C até 20°C. Como se pode observar pelos números acima, a energia envolvida na mudança de fase da água (calor latente) corresponde a uma grande variação de temperatura da mesma (calor sensível).
Temos aqui a resposta para uma pergunta bastante freqüente: o uso de água gelada melhora a eficiência do resfriador? NÃO, pois o ganho em redução de temperatura é insignificante frente ao obtido pela evaporação.
7-REDUÇÃO DE TEMPERATURA:
De acordo com o já exposto, sabemos que a redução de temperatura será tanto maior quanto menor for a umidade relativa do ar captado pois, assim sendo, para uma mesma temperatura na entrada do resfriador, podemos ter diferentes temperaturas de saída conforme varie a umidade relativa do ar na entrada. A “Tabela de Redução de Temperatura por Meio do Sistema de Resfriamento Evaporativo” em anexo apresenta os valores obtidos para equipamento com colmeias de umidificação. Para equipamentos corretamente projetados e fabricados, duas regras práticas podem ser adotadas para se saber as temperaturas a serem atingidas em uma determinada região.
A- A temperatura do ar resfriado será ± 1°C acima da temperatura de bulbo úmido(TBU) do ar captado.
B- A temperatura do ar resfriado será ± 2°C abaixo da temperatura de saída da água de uma torre de resfriamento eventualmente existente no local (desde que esta esteja operando corretamente).
Um fato muito importante a ser observado é que a umidade relativa varia ao longo de um dia normal. Tendo em vista que a umidade absoluta (gramas de vapor de água/kg ar seco) não se altera muito ao longo do dia, a menos que ocorram chuvas ou se esteja próximo a regiões cobertas por água (mar, rios, represas, etc.), a umidade relativa vai variar inversamente com a temperatura.
Assim, quanto mais quente o período do dia, menor a umidade relativa e melhor o desempenho do resfriamento evaporativo. As curvas "PERFORMANCE PADRÃO EM DIA TÍPICO DE VERÂO" em anexo mostram as temperatura resultantes do sistema evaporativo em um dia típico de verão em função do ar captado, para diferentes condições climáticas.
CONDIÇÕES PARA INSTALAÇÕES:
8.1- RENOVAÇÃO DE AR:
Logo após passar por um sistema de resfriamento evaporativo, a ar tem sua umidade relativa elevada para níveis próximos à saturação. Ao adentrar o ambiente este ar se aquece, abatendo as cargas térmicas existentes no local e reduzindo a UR sem, no entanto, voltar aos níveis originais (antes do resfriamento). Caso recirculemos este ar pelo resfriador, a eficiência será menor a cada nova passagem, tendendo a ser nula após poucas recirculações.
Teríamos então uma situação de temperatura e umidade elevadas, o que é muito desconfortável. Assim sendo, a condição fundamental é de renovação total do ar.
8.2- EXAUSTÃO E ABERTURAS:
Como num processo de ventilação comum, a renovação total do ar implica em exaustão ou aberturas compatíveis com a vazão de ar admitida. Assim sendo, portas, janelas, frestas ou exaustores são,
via de regra, bem-vindos. Há apenas a necessidade de se verificar a disposição das mesmas para se otimizar a circulação do ar por todo o ambiente.
8.3- ISOLAMENTO TÉRMICO:
Este é um item que, se existente, sempre auxilia. Para instalações novas, entretanto, é dispensável, ao contrário de sistemas de climatização por ar condicionado tradicional. Ocorre que os custos de instalação e de operação dos sistemas evaporativos são tão mais baixos do que os do ar condicionado, que resulta bem mais barato aumentar a capacidade do sistema evaporativo projetado, do que isolar telhados e paredes. De fato, já nos defrontamos com casos em que só o custo do isolamento térmico de determinado ambiente era maior do que o do sistema de resfriamento instalado. Ademais, a operação destes últimos envolve apenas os insufladores e/ou exaustores e as bombas de circulação ou aspersão de água, o que significa algo em torno de 1/10 da potência consumida por um sistema de ar condicionado tradicional equivalente.
8.4- QUALIDADE DA ÁGUA:
Como regra geral, é recomendável a utilização de água potável na alimentação dos resfriadores evaporativos. Água com altos teores de minerais, principalmente cálcio (água “dura”), deve ser evitada pois a concentração dos sólidos solúveis tende a aumentar com a evaporação (só água pura evapora) e, a partir de certo ponto, haverá supersaturação e precipitação dos minerais. Isto pode ser notado pela formação de depósitos na superfície da colmeia ou manta. Caso seja necessário utilizar este tipo de água, é necessário manter uma purga contínua (bleed-off) de modo a evitar o crescimento da incrustação. Água com carência de minerais, por outro lado, tende a compensar esta carência captando minerais das colmeias, enfraquecendo a resina enrijecedora. Com relação ao PH, o ideal situa-se em 7 a 8, sendo aceitáveis valores entre 6 e 9. 8.5- TRATAMENTO DA ÁGUA:
Tendo em vista que o ar é lavado ao passar pelo BEC, as partículas dele removidas tendem a se agregar no elemento umidificador e deste serem carregadas pela água para o reservatório.
Entre estas partículas estão fungos, bactérias, algas, etc., as quais, em meio úmido, podem proliferar. Quando em operação esta proliferação é bastante reduzida pela aeração da água e pela ação do oxigênio como oxidante dos microorganismos. Quando parado, no entanto, pode ocorrer o crescimento de colônias que poderão gerar odores desagradáveis na próxima partida do equipamento. Para evitar que isto ocorra, algumas providências devem ser tomadas, a saber:
A- Cloração da água no reservatório com pedras de cloro
B- Purga contínua através de dreno, regulável de acordo com a sujidade do ar captado;
C- Drenagem e limpeza periódicas do reservatório para eliminar sujeira acumulada;
D- Quando for desligar o equipamento, desligar primeiro a bomba e deixar o ventilador funcionando até secar o elemento (de 10 a 30 minutos, conforme a umidade do ar captado); caso o equipamento fique desligado por muito tempo, um final de semana por exemplo, esgotar o reservatório e tornar a enchê-lo quando for religá-lo.
9-APLICAÇÕES:
Considerando-se que o ar disponibilizado é: 100% renovado, Resfriado, Umidificado, Filtrado e limpo (para equipamentos com mantas ou colmeias),
De baixo custo de instalação, De baixo custo operacional, Temos que o sistema evaporativo tem aplicação em quase todo tipo de ambiente, com uma gama de utilizações muito mais abrangente do que o ar condicionado e a ventilação tradicionais. Assim sendo, de pequenos a grandes espaços, de áreas pouco povoadas a grandes adensamentos, de locais com baixa carga térmica a grandes geradores de calor, de áreas de lazer a locais de trabalho, todos podem se beneficiar das vantagens do resfriamento evaporativo.
Há ainda aqueles ambientes em que a manutenção de elevada umidade relativa é requisito das condições do processo industrial. Em tais ambientes, dependendo da umidade desejada, pode ser utilizada renovação de ar total, parcial ou mesmo nula. Como exemplo, citamos abaixo algumas das inúmeras aplicações possíveis: - Academias de ginástica - Aeroportos - Ambiente industriais em geral - Áreas comuns de shoppings - Auditórios - Aviários - Bancos - Bares - Bingos - Boates - Boliches - Cabines de pintura - Cabines de subestações - Câmaras de fermentação - Câmaras resfriadas - Casas de espetáculos - Cinemas - Cozinhas industriais - Criatórios de animais em geral - Depósitos - Escolas - Escritórios - Estações de metrô - Estufas p/plantas, cogumelos, hortifrut, etc - Feiras e convenções - Fundições - Galpões em geral - Galvanoplastia - Ginásios de esportes - Granjas - Igrejas - Incubatórios - Indústrias têxteis - Indústrias de celulose e papel - Jardins de inverno - Lavanderias - Leilões - Lojas - Mercados e mercearias - Oficinas - Parques temáticos - Praças de alimentação - Restaurantes - Refeitórios industriais - Salas de controle - Salas de máquinas em geral - Supermercados - Templos - Terminais ferroviários e rodov 10-SELECIONAMENTO: Existem 2 métodos básicos para dimensionamento do sistema de resfriamento evaporativo, a saber: O Método por Cálculo de Carga Térmica, que é mais preciso, porém envolve levantamento mais correto das condições do ambiente, tais como potências consumidas, transmissão de calor por condução e radiação, número de pessoas, iluminação, calor dissipado por máquinas, etc. O Método das Renovações de Ar, que é mais empírico e demanda, por sua vez, alguma experiência na avaliação das condições.
A) MÉTODO POR CÁLCULO DE CARGA TÉRMICA
1-Calcular a carga térmica total do ambiente a ser atendido;
2-Determinar a temperatura de bulbo seco, a temperatura de bulbo e a umidade relativa do local da instalação;
3-Determinar a temperatura de saída do ar do resfriador (temperatura resultante) conforme “Tabela de Redução de Temperatura por meio do Sistema de Resfriamento Evaporativo” acima. Nesta tabela entrar com a temperatura externa (temperatura do bulbo seco) e com a umidade relativa; 4-Determinar a temperatura requerida do ambiente a ser atendido. Normalmente de 3°C a 5°C acima da temperatura de saída do ar do resfriador;
B) MÉTODO DAS RENOVAÇÕES DE AR
1-Determinar a temperatura de bulbo úmido do local de instalação;
2-Determinar se a carga térmica gerada internamente é normal ou alta; Obs.: . Carga térmica alta: locais com fornos, estufas, máquinas de solda, maçaricos, fundições, caldeiras, cozinhas industriais ou grande ocupação humana. .
Carga térmica normal: escritórios, lojas com baixa ocupação, fábricas com baixa geração de calor. 3-Determinar o grau de isolamento do ambiente ao calor externo (radiação solar); Obs.: . Ambiente exposto: Telhado de zinco ou fibrocimento; grandes áreas envidraçadas; telhado translúcido; paredes de alumínio ou fibrocimento. . Ambiente isolado: Telhado isolado termicamente; forro falso; paredes de alvenaria ou com pouca incidência de radiação solar.
4-Determinar o número de trocas de ar requeridas por hora para o ambiente em questão, através da tabela abaixo:
5-Determinar o volume do ambiente; VAR = W x L x H VAMB = Volume do ambiente (m³) W = Largura do ambiente(m) L = Comprimento do ambiente (m) H = Altura abaixo do duto de insuflamento de ar (m) Obs.: Os dutos devem ser instalados no máximo a m de altura, de preferência a 3,5m. 6-Calcular a vazão de ar requerida para o ambiente. VAR = VAMB . NTROCAS VAR = Vazão de ar (m³/h) VAMB = Volume do ambiente (m³) NTROCAS = Número de trocas de ar (trocas/h)
Os dois métodos acima permitem um bom estudo do sistema a ser implantado.
Não dispensam no entanto, a consulta a fornecedores qualificados que analisem, orientem, esclareçam e assumam a responsabilidade não só mecânica dos equipamentos, mas também pela performance da instalação.
J.P.Gomes...
DICAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL
Disfunção Averiguada
1-
O compressor monofásico
DICAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL
Tabela de diagnósticos das avarias nas unidades de refrigeração Provável Causa Intervenção Sugerida 1.1- Tensão de linha inferior aos 1.1-
Medir a tensão na saída do contador: Se for inferior aos limites de tolerância zumbi continua, mas não parte (O motoprotetor intervém de forma cíclica). limites de tolerância.
1.2- Falta calibragem das pressões durante a parada rápida do compressor (de modelo a dupla baixa no sistema capilar). Paradas demasiadas breves são imputáveis a um termômetro com diferencial demasiado limitado.
1.3- Relé de arranque defeituoso ou não estando conforme as especificações do fabricante do compressor.
1.4- Capacitor de partida defeituoso ou com tensão de etiqueta inferior àquela indicada pelo fabricante do compressor. Capacitor de marcha defeituoso.
1.5- Conexões elétricas erradas porque manuseadas.
1.6- Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
1.7- Compressor travado mecanicamente ou os acoplamentos árvore-bronzinas não são bastante lubrificados. requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrario as tenções estiverem nos limites, verificar se houve queda de tensão na entrada do compressor quando o compressor zumbi, mas não parte.
Se houver queda de tensão tem-se a demonstração que a linha é de seção insuficiente. Substituir a linha com outra de seção adequada. Se a tensão insuficiente não se deve a linha interna e se a diminuição não for temporária, pode-se incrementar o torque de arranque do compressor (caso este seja do tipo de PSC) instalando um conjunto que compreende um capacitor de arranque e um relê, transformado assim o sistema de partida do compressor de PSC a CRS. Se ao contrário o compressor tem um sistema de arranque do tipo RSIR, sua transformação em CSIR é quase sempre desaconselhável pois não é homologada pelo fabricante do compressor.
1.2- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o termostato com diferencial regulável. Eventualmente desensibilizar o elemento sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias.
1.3- Procurar instalar um novo relé e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em inglês) fique no alto do relê instalado.Se o relê original for do tipo amperométrico e não se encontrar a peça adequada, pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos.
1.4- Procurar instalar novos capacitores.
1.5- Restabelecer as ligações conforme os esquemas originais.
1.6- Desligar os cabos de alimentação das baterias de bornes do compressor e averiguar com um ohmímetro , se a resistência do enrolamento de partida e daquele de marchas estão corretas; averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez dielétrica). Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento consertar ou substituir o compressor.
1.7- Pode ser feita uma tentativa de destravar o compressor ligando-o provisoriamente de forma que o motor elétrico receba um impulso que o leva a rodar no sentido contrário ao normal. Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor.
1.8-Unidade sobrecarregada de refrigerante.
1.8- Descarregar para fora o refrigerante em excesso com a maior lentidão, de um lugar da unidade onde haja somente presença de gás. No caso de se tratar de sistema hermético sem registro. Utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. Dosar a carga por meio das indicações do indicador de passagem de liquido. Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado temporariamente no inicio da linha de liquido.
2.0-O compressor trifásico tenta
1.9- Motoprotetor defeituoso.
1.9- Verificar que a corrente de arranque e aqueles de marcha estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor. Verificar também a temperatura do compressor.A ausência de sobrecarga ou de superaquecimento evidente demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente. Para os sistemas de proteção diferente proceder como segue:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon) :substituir o motoprotetor. Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: substituir o compressor.
2.1- Falta uma das três fases ..
2.1- A falta de fase pode ser verificada medindo a tensão entre as três fases na mas não parte (O motoprotetor intervém forma cíclica) Neste contexto com apalavra compressor entenderemos moto- compressor hermético ou semi- hermético e nunca compressor de alimentação. bateria de bornes do compressor. Portanto verificar toda a linha de alimentação a partir da entrada do contador. É provável encontrar a interrupção de um fusível ou um desgaste de um binário de contatos do contador ou bornes frouxos. tipo aberto. As definições e as conclusões aqui referidas aos compressores herméticos e semi- herméticos , se devidamente interpretadas são também válidas para os compressores abertos. Por exemplo: “constatada a interrupção do enrolamento, consertar e substituir o compressor” deve-se entender como “constatada a interrupção do enrolamento, consertar ou substituir o motor elétrico de tração”.
2.2- Tensão da linha inferior ..
2.2- Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos limites de tolerância. limites de tolerância ou se houver desequilíbrio entre as três fases requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrário não for levantada anomalia nenhuma, verificar a tensão de cada uma das três fases nos bornes do compressor em quanto este tenta, mas não parte. Se houver queda de tensão nos bornes do compressor temos a demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente. Substituir a linha com
outra de seção adequada.
2.3- Interrupção do enrolamento
2.3- Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e do motor elétrico. verificar que a resistência dos três enrolamentos esteja equilibrada. Se o teste indicar um desequilíbrio, consertar ou substituir um compressor.
2.4- Enrolamento do compressor
2.4- Testar o isolamento de massa. Se for insuficiente consertar ou substituir o em curto com massa. compressor.
2.5- Compressor travado
2.5- É inútil destrava-lo invertendo a seqüência das fases na bateria de bornes. O mecanicamente. compressor deve ser consertado ou substituído.
2.6- Motoprotetor não calibrado
2.6-Em primeiro lugar verificar que a corrente de arranque e aquela de marcha adequadamente ou defeituoso. estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor. Controlar também a temperatura do compressor.A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente demonstram que um dispositivo motoprotetor é ineficiente.
Para os diferentes sistemas de proteção proceder da seguinte forma: Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon): Substituir o motoprotetor. Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor:
Substituir o compressor. Motoprotetor no quadro (relê térmico): verificar calibragem e se ela corresponde à corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico. Motoprotetor a termistores: substituir o módulo eletrônico com outro novo, verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o compressor não seja superior àquela permitida pelo fabricante do módulo eletrônico.
Se a disfunção persistir, significa que um dos termostores no enrolamento do compressor está interrompido (o teste da continuidade do circuito feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1.5 Volt
3.0- O compressor pára por intervenção do protetor térmico. indica resistência infinita). Uma alternativa ao conserto do compressor é representada pela aplicação, a jusante do disjuntor, de uma relê térmico devidamente calibrado.
3.1- Condensador ineficiente.
3.1- Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas deformadas com um pente de aletas. Se for resfriada a água, tirar as incrustações dos passadores de água com soluções adequadas ou escovar os feixes de tubos.
3.2- Unidade sobrecarregada....
3.2- Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, de um lugar da refrigerante. unidade haja somente gás. No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. Dosar as cargas através das indicações do passador de liquido. Se este não for instalado, o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no inicio da linha de liquido.
3.3- Presença de ar no sistema.
3.3- Efetuar o expurgo do circuito. O expurgo do ar é uma operação bastante complexa que requer bastante experiência.
Às vezes é conveniente descarregar a unidade interna, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado no parágrafo precedente.
3.4- Fluxo de ar insuficiente
3.4- Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de condensador resfriado a ar. rotação, situação das ventoinhas).
3.5- Recirculação de ar quente
3.5- Corrigir o arranjo da umidade condensadora e do condensador. no condensador resfriado a ar. Uma parte de ar aspirado pelos ventiladores não é fresca mas sim de recirculação, em conseqüência do fato que o condensador é instalado num espaço demasiadamente pequeno ou condensador é protegido por uma chapa furada que obstrui o fluxo de ar excessivamente.
3.6- Fluxo de água insuficiente
3.6- Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas , limpar os no condensador resfriado à filtros da tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam água. abertos , medir a pressão da rede hídrica. Se o fluxo de água insuficiente for à conseqüência de uma diminuição de pressão não temporária, considerar a possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento. Se a água de resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
3.7- Oclusão parcial da linha de ..
3.7- Verificar a posição dos registros da linha de descarga. O enforcamento da descarga. seção da passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por um excesso de liga de brassagem).
3.8- Pressão de sucção
3.8- Averiguar a calibragem da válvula reguladora de pressão de sucção. Se a demasiado elevada em relação à unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não pressão prevista de evaporação. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o bulbo termostático da válvula de expansão seja bem fixado à tubulação de sucção e seja adequadamente revestida. Apurar que a válvula seja calibrada corretamente (superaquecimento entre 4 e 8ºC) e não seja de potência excessiva. Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da própria válvula, pode não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou pode ser de potência excessiva. Tomar as devidas providências. Se a unidade for do tipo capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
3.9- Motoprotetor com...
3.9- Verificar que a corrente de partida e aquela de marcha esteja nos limites calibragem inadequada ou previstos pelo fabricante do compressor. Verificar também a temperatura
do defeituosa. compressor. A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente. Para os sistemas de proteção diferentes proceder como segue: Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon):
Substituir o motoprotetor Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: Substituir o compressor. Motoprotetor no quadro (relê térmico):
Verificar a calibragem e se ela corresponde a corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico Motoprotetor a termistores: Substituir o módulo eletrônico com outro novo, verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o compressor não seja superior aquela permitida pelo fabricante do módulo eletrônico.
Se a disfunção persistir, significa que um dos termistores no enrolamento do compressor é interrompido (o teste de continuidade do circuito é feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1,5 Volt indica resistência infinita). Uma alternativa no conserto do compressor é representada pela aplicação , a jusante do disjuntor, de um relé térmico devidamente calibrado.
3.10- Tensão de linha inferior
3.10- Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos aos limites de tolerância. limites de tolerância e se houver desequilibro entre as três fases requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrário a tensão entre as fases estiver nos limites, verificar que não a queda de tensão na entrada do compressor enquanto o compressor gira.
Se houver queda de tensão tem-se a demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente. Substituir a linha com outra de seção adequada.
3.11- Enrolamento do motor em ..
3.11- Consertar ou substituir o compressor. curto-circuito
3.12- Acoplamento árvore- bronzinas não lubrificado satisfatoriamente ou princípio de gripagem do acoplamento pistão-cilindro.
3.13- Linha trifásica desbalanceada.
3.14- Temperatura do compressor muito elevada.
3.12- Consertar ou substituir o compressor.
3.13- Verificar se as tensões entre as fases de linha estejam balanceadas. Caso negativo requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade.
3.14- Verificar se o compressor esteja adequadamente resfriado (circulação de ar natural), ventilador suplementar, camisa de circulação de água, etc,) e se sua superfície esteja limpa.
3.15- Ligações elétricas erradas
3.15- Verificar as conexões segundo o esquema fornecido pelo fabricante do e montagem elétrica de arranque.
3.16- Relê ou condensador de marcha ou de arranque defeituoso ou não adequado para o compressor específico. compressor. Verificar que o relê de arranque seja colocado de forma que a escrita TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
3.16- Procurar instalar um novo relê e ter cuidado que a escrita TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
Se o relê original for do tipo amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos. Tentar substituir os condensadores.
4.0-Os contatos de relê de ...
4.1- O numero das intervenções
4.1- Substituir o termostato com outro diferencial mais amplo ou aplicar o arranque deterioram rapidamente e ficam colados.
5.0- O condensador de arranque horárias do compressor é muito elevado (superior a cinco). Diferencial do termostato muito e limitado.
4.2- A resistência que liga os dois terminais do condensador de arranque é interrompida ou inexistente.
5.1- Falta de equilíbrio das termostato com diferencial regulável. Eventualmente ajustar o elemento sensível do termostato existente , para não exceder cinco intervenções diárias. 4.2- Aplicar uma resistência de 15 a 18 K 2W cuidando particularmente das soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador.
5.1- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o se queima.
6.0- O condensador de marcha pressões durante a parada muito termostato com diferencial regulável. Eventualmente desencibilizar o elemento breve do compressor . Paradas sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias. muito breves são imputáveis e um termostato com diferencial muito limitado.
5.2- Relê de arranque defeituoso ou não conforme as ...
5.2- Procurar instalar um novo relê e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em especificações do fabricante do inglês) fique na parte alta do relê estalado.Se o relê original for do tipo compressor. amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potência do compressor de 500W absorvidos
5.3- Condensador de partida
5.3- Instalar como tentativa um novo condensador. defeituoso ou com tensão de etiqueta inferior aquela prescrita pelo fabricante do compressor.
5.4- Ligações elétricas erradas
5.4- Restabelecer as ligações de acordo com os esquemas originais. por terem sido manipuladas.
5.5-Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
5.5- Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e averiguar com um ohmímetro, se a resistência do enrolamento de partida e daquele de marcha estão corretas:averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez dielétrica) . Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento, consertar ou substituir o compressor.
5.6-Compressor travado
5.6-Pode ser feita uma tentativa de destravar o ligando-o provisoriamente de forma mecanicamente ou os que o motor elétrico receba um impulso que o leve a lidar no sentido contrário ao acoplamentos árvore-bronzinas normal. Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor. não são bastante lubrificados.
5.7 -A unidade esta....
5.7- Descarregar para fora o refrigerante em excedência com a maior lentidão, sobrecarregada de refrigerante. para um lugar da unidade onde haja somente presença de gás. No caso de se tratar de sistema hermético sem registro, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga por meio de indicações do indicador de passagem de liquido. Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado temporariamente no início da linha de liquido.
5.8- Os contatos do relê ..
5.8- Aplicar uma resistência de 15 a 18 kW, 2W cuidando particularmente das arranque estão colados. A soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador. resistência que liga os dois terminais do condensador de arranque é interrompidas ou inexistente.
6.1-Condensador não esta entra em curto-circuito conforme as especificações do fabricante do compressor.
6.1- Substituir o condensador com outro de acordo com as especificações do fabricante do compressor.Em fase de montagem ter o cuidado para que o terminal marcado com um selo vermelho seja ligado ao terminal R (marcha) do compressor monofásico.
7.0- O compressor não parte e
7.1- Intervenção
7.1 Apertar os botões de ligação manual dos pressostatos e do relê térmico. não é possível perceber nenhum zumbido, mesmo que na tomada dispositivo elétrico de proteção ou de segurança de tipo de Verificar a integridade dos dispositivos automáticos de proteção. ou no quadro chegue corrente e o ligação manual.Funcionamento termostato seja regulado numa temperatura mais baixa daquela existente na câmara refrigerada. defeituoso de um dispositivo automático de proteção.
7.2- O elemento bulbo -fole do termostato descarregou , o circuito elétrico fica aberto.
7.3- O disjuntor não se excita
7.2 -Substituir o termostato.
7.3- A certeza da interrupção tem-se averiguando a presença de tensão nas pela interrupção de sua bobina . extremidades da bobina. Substituir a bobina interrompida.
Os períodos de parada do compressor são muito breves ou o compressor efetua mais de cinco intervenções por hora.
7.4- A linha de alimentação do compressor é interrompida.
7.5- O enrolamento do motor elétrico é interrompido.
8.1- Diferencial do termostato muito limitado.
8.2- Infiltração grande de calor na câmara refrigerada.
8.3- As válvulas do compressor
7.4- Desligar a linha da suas extremidades e verificar sua continuidade de circuito.
7.5- Verificar a continuidade do circuito do enrolamento. Consertar ou substituir o compressor.
8.1- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o termostato com diferencial regulável. Eventualmente ajustar elemento sensível do termostato existente.
8.2- Nas câmaras de temperatura baixa as paradas rápidas do compressor são imputáveis a estanqueidade insuficiente das portas isotérmicas. A dificuldade se elimina averiguando dobradiças e fechaduras.
8.3- Verificar a vedação das válvulas por meio de um vacuômetro aplicado na
9.0- A pressão de descarga é muito elevada. (verificar-se a intervenção eventual do motoprotetor ou do pressostato de pressão alta)
10.0- A pressão de sucção é têm uma estanqueidade perfeita. sucção do compressor.
Um aumento rápido da pressão de sucção na parada do compressor denuncia uma vedação imperfeita das válvulas. Se essa disfunção não compromete o rendimento do compressor, a imperfeição pode ser corrigida aplicando uma válvula de retenção na linha de sucção ou naquela de descarga.
9.1- Condensador ineficiente.
9.1- Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas e eventualmente endireitar as aletas deformadas com um pente de aletas .
Se for resfriado a água, tirar as incrustações dos passadores com soluções adequadas ou escovar o feixe de tubos.
9.2- Fluxo de ar insuficiente no
9.2- Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de condensador resfriado a ar. rotação, estado das ventoinhas).
9.3- Recirculação de ar quente
9.3- Corrigir o arranjo da unidade condensadora ou do condensador. no condensador resfriado a ar. Uma parte de ar resfriada pelos ventiladores não é fresca mas sim de recirculação, isto é conseqüência do fato que o condensador foi instalado num espaço muito pequeno ou o condensador esta protegido por uma capa furada que freia o fluxo de ar excessivamente.
9.4- Fluxo de água insuficiente
9.4-Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas, limpar os no condensador resfriado à filtros na tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam água. abertos, medir a pressão da rede hídrica.
Se o fluxo de água insuficiente for à conseqüência de uma diminuição de pressão temporária , considerar a possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento . Se a água de um resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
9.5- Presença de ar na unidade.
9.5-Efetuar o expurgo do circuito. O expurgo do ar é uma operação bastante complexa que requer bastante experiência. Às vezes é conveniente descarregar a unidade inteira, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado no parágrafo 9.8 9.6- Oclusão parcial da linha de
9.6- Verificar a posição dos registros da linha de descarga. O enforcamento da descarga. seção de passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por um excesso de liga de brassagem)
9.7- Pressão de sucção muito
9.7- Averiguar a calibragem da válvula reguladora da pressão de sucção. Se a elevada face à pressão de unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não evaporação prevista. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o bulbo termostático da válvula de expansão esteja bem fixado a tubulação de sucção e esteja adequadamente revestida . Apurar que a válvula esteja calibrada corretamente (superaquecimento entre 4 e 8 ºC) e não seja de potência excessiva. Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da mesma válvula, , por não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou por ser de potência excessiva. Tomar as devidas providências. Se a unidade for de tipo capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
9.8- Unidade sobrecarregada ...
9.8- Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, para um lugar da refrigerante. unidade onde haja somente gás. No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga através as indicações do passador de líquido. Se este não estiver instalado, o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no início da linha de liquido.
10.1-Válvula reguladora da
10.1-Aplicar um vacuômetro jusante da válvula e calibra-la a uma pressão que pressão de sucção não esta nos permita evitar sobrecargas no compressor em fase de arranque. muito elevada em relação pressão padrões da calibragem. de evaporação prevista.
10.2-Bulbo da válvula de
10.2- Providenciar a fixação do bulbo da válvula de expansão à tubulação de sucsão..
J.P.Gomes..
O compressor monofásico
DICAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL
Tabela de diagnósticos das avarias nas unidades de refrigeração Provável Causa Intervenção Sugerida 1.1- Tensão de linha inferior aos 1.1-
Medir a tensão na saída do contador: Se for inferior aos limites de tolerância zumbi continua, mas não parte (O motoprotetor intervém de forma cíclica). limites de tolerância.
1.2- Falta calibragem das pressões durante a parada rápida do compressor (de modelo a dupla baixa no sistema capilar). Paradas demasiadas breves são imputáveis a um termômetro com diferencial demasiado limitado.
1.3- Relé de arranque defeituoso ou não estando conforme as especificações do fabricante do compressor.
1.4- Capacitor de partida defeituoso ou com tensão de etiqueta inferior àquela indicada pelo fabricante do compressor. Capacitor de marcha defeituoso.
1.5- Conexões elétricas erradas porque manuseadas.
1.6- Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
1.7- Compressor travado mecanicamente ou os acoplamentos árvore-bronzinas não são bastante lubrificados. requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrario as tenções estiverem nos limites, verificar se houve queda de tensão na entrada do compressor quando o compressor zumbi, mas não parte.
Se houver queda de tensão tem-se a demonstração que a linha é de seção insuficiente. Substituir a linha com outra de seção adequada. Se a tensão insuficiente não se deve a linha interna e se a diminuição não for temporária, pode-se incrementar o torque de arranque do compressor (caso este seja do tipo de PSC) instalando um conjunto que compreende um capacitor de arranque e um relê, transformado assim o sistema de partida do compressor de PSC a CRS. Se ao contrário o compressor tem um sistema de arranque do tipo RSIR, sua transformação em CSIR é quase sempre desaconselhável pois não é homologada pelo fabricante do compressor.
1.2- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o termostato com diferencial regulável. Eventualmente desensibilizar o elemento sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias.
1.3- Procurar instalar um novo relé e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em inglês) fique no alto do relê instalado.Se o relê original for do tipo amperométrico e não se encontrar a peça adequada, pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos.
1.4- Procurar instalar novos capacitores.
1.5- Restabelecer as ligações conforme os esquemas originais.
1.6- Desligar os cabos de alimentação das baterias de bornes do compressor e averiguar com um ohmímetro , se a resistência do enrolamento de partida e daquele de marchas estão corretas; averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez dielétrica). Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento consertar ou substituir o compressor.
1.7- Pode ser feita uma tentativa de destravar o compressor ligando-o provisoriamente de forma que o motor elétrico receba um impulso que o leva a rodar no sentido contrário ao normal. Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor.
1.8-Unidade sobrecarregada de refrigerante.
1.8- Descarregar para fora o refrigerante em excesso com a maior lentidão, de um lugar da unidade onde haja somente presença de gás. No caso de se tratar de sistema hermético sem registro. Utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. Dosar a carga por meio das indicações do indicador de passagem de liquido. Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado temporariamente no inicio da linha de liquido.
2.0-O compressor trifásico tenta
1.9- Motoprotetor defeituoso.
1.9- Verificar que a corrente de arranque e aqueles de marcha estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor. Verificar também a temperatura do compressor.A ausência de sobrecarga ou de superaquecimento evidente demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente. Para os sistemas de proteção diferente proceder como segue:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon) :substituir o motoprotetor. Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: substituir o compressor.
2.1- Falta uma das três fases ..
2.1- A falta de fase pode ser verificada medindo a tensão entre as três fases na mas não parte (O motoprotetor intervém forma cíclica) Neste contexto com apalavra compressor entenderemos moto- compressor hermético ou semi- hermético e nunca compressor de alimentação. bateria de bornes do compressor. Portanto verificar toda a linha de alimentação a partir da entrada do contador. É provável encontrar a interrupção de um fusível ou um desgaste de um binário de contatos do contador ou bornes frouxos. tipo aberto. As definições e as conclusões aqui referidas aos compressores herméticos e semi- herméticos , se devidamente interpretadas são também válidas para os compressores abertos. Por exemplo: “constatada a interrupção do enrolamento, consertar e substituir o compressor” deve-se entender como “constatada a interrupção do enrolamento, consertar ou substituir o motor elétrico de tração”.
2.2- Tensão da linha inferior ..
2.2- Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos limites de tolerância. limites de tolerância ou se houver desequilíbrio entre as três fases requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrário não for levantada anomalia nenhuma, verificar a tensão de cada uma das três fases nos bornes do compressor em quanto este tenta, mas não parte. Se houver queda de tensão nos bornes do compressor temos a demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente. Substituir a linha com
outra de seção adequada.
2.3- Interrupção do enrolamento
2.3- Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e do motor elétrico. verificar que a resistência dos três enrolamentos esteja equilibrada. Se o teste indicar um desequilíbrio, consertar ou substituir um compressor.
2.4- Enrolamento do compressor
2.4- Testar o isolamento de massa. Se for insuficiente consertar ou substituir o em curto com massa. compressor.
2.5- Compressor travado
2.5- É inútil destrava-lo invertendo a seqüência das fases na bateria de bornes. O mecanicamente. compressor deve ser consertado ou substituído.
2.6- Motoprotetor não calibrado
2.6-Em primeiro lugar verificar que a corrente de arranque e aquela de marcha adequadamente ou defeituoso. estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor. Controlar também a temperatura do compressor.A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente demonstram que um dispositivo motoprotetor é ineficiente.
Para os diferentes sistemas de proteção proceder da seguinte forma: Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon): Substituir o motoprotetor. Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor:
Substituir o compressor. Motoprotetor no quadro (relê térmico): verificar calibragem e se ela corresponde à corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico. Motoprotetor a termistores: substituir o módulo eletrônico com outro novo, verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o compressor não seja superior àquela permitida pelo fabricante do módulo eletrônico.
Se a disfunção persistir, significa que um dos termostores no enrolamento do compressor está interrompido (o teste da continuidade do circuito feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1.5 Volt
3.0- O compressor pára por intervenção do protetor térmico. indica resistência infinita). Uma alternativa ao conserto do compressor é representada pela aplicação, a jusante do disjuntor, de uma relê térmico devidamente calibrado.
3.1- Condensador ineficiente.
3.1- Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas deformadas com um pente de aletas. Se for resfriada a água, tirar as incrustações dos passadores de água com soluções adequadas ou escovar os feixes de tubos.
3.2- Unidade sobrecarregada....
3.2- Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, de um lugar da refrigerante. unidade haja somente gás. No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. Dosar as cargas através das indicações do passador de liquido. Se este não for instalado, o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no inicio da linha de liquido.
3.3- Presença de ar no sistema.
3.3- Efetuar o expurgo do circuito. O expurgo do ar é uma operação bastante complexa que requer bastante experiência.
Às vezes é conveniente descarregar a unidade interna, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado no parágrafo precedente.
3.4- Fluxo de ar insuficiente
3.4- Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de condensador resfriado a ar. rotação, situação das ventoinhas).
3.5- Recirculação de ar quente
3.5- Corrigir o arranjo da umidade condensadora e do condensador. no condensador resfriado a ar. Uma parte de ar aspirado pelos ventiladores não é fresca mas sim de recirculação, em conseqüência do fato que o condensador é instalado num espaço demasiadamente pequeno ou condensador é protegido por uma chapa furada que obstrui o fluxo de ar excessivamente.
3.6- Fluxo de água insuficiente
3.6- Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas , limpar os no condensador resfriado à filtros da tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam água. abertos , medir a pressão da rede hídrica. Se o fluxo de água insuficiente for à conseqüência de uma diminuição de pressão não temporária, considerar a possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento. Se a água de resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
3.7- Oclusão parcial da linha de ..
3.7- Verificar a posição dos registros da linha de descarga. O enforcamento da descarga. seção da passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por um excesso de liga de brassagem).
3.8- Pressão de sucção
3.8- Averiguar a calibragem da válvula reguladora de pressão de sucção. Se a demasiado elevada em relação à unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não pressão prevista de evaporação. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o bulbo termostático da válvula de expansão seja bem fixado à tubulação de sucção e seja adequadamente revestida. Apurar que a válvula seja calibrada corretamente (superaquecimento entre 4 e 8ºC) e não seja de potência excessiva. Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da própria válvula, pode não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou pode ser de potência excessiva. Tomar as devidas providências. Se a unidade for do tipo capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
3.9- Motoprotetor com...
3.9- Verificar que a corrente de partida e aquela de marcha esteja nos limites calibragem inadequada ou previstos pelo fabricante do compressor. Verificar também a temperatura
do defeituosa. compressor. A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente. Para os sistemas de proteção diferentes proceder como segue: Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon):
Substituir o motoprotetor Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: Substituir o compressor. Motoprotetor no quadro (relê térmico):
Verificar a calibragem e se ela corresponde a corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico Motoprotetor a termistores: Substituir o módulo eletrônico com outro novo, verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o compressor não seja superior aquela permitida pelo fabricante do módulo eletrônico.
Se a disfunção persistir, significa que um dos termistores no enrolamento do compressor é interrompido (o teste de continuidade do circuito é feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1,5 Volt indica resistência infinita). Uma alternativa no conserto do compressor é representada pela aplicação , a jusante do disjuntor, de um relé térmico devidamente calibrado.
3.10- Tensão de linha inferior
3.10- Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos aos limites de tolerância. limites de tolerância e se houver desequilibro entre as três fases requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrário a tensão entre as fases estiver nos limites, verificar que não a queda de tensão na entrada do compressor enquanto o compressor gira.
Se houver queda de tensão tem-se a demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente. Substituir a linha com outra de seção adequada.
3.11- Enrolamento do motor em ..
3.11- Consertar ou substituir o compressor. curto-circuito
3.12- Acoplamento árvore- bronzinas não lubrificado satisfatoriamente ou princípio de gripagem do acoplamento pistão-cilindro.
3.13- Linha trifásica desbalanceada.
3.14- Temperatura do compressor muito elevada.
3.12- Consertar ou substituir o compressor.
3.13- Verificar se as tensões entre as fases de linha estejam balanceadas. Caso negativo requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade.
3.14- Verificar se o compressor esteja adequadamente resfriado (circulação de ar natural), ventilador suplementar, camisa de circulação de água, etc,) e se sua superfície esteja limpa.
3.15- Ligações elétricas erradas
3.15- Verificar as conexões segundo o esquema fornecido pelo fabricante do e montagem elétrica de arranque.
3.16- Relê ou condensador de marcha ou de arranque defeituoso ou não adequado para o compressor específico. compressor. Verificar que o relê de arranque seja colocado de forma que a escrita TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
3.16- Procurar instalar um novo relê e ter cuidado que a escrita TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
Se o relê original for do tipo amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos. Tentar substituir os condensadores.
4.0-Os contatos de relê de ...
4.1- O numero das intervenções
4.1- Substituir o termostato com outro diferencial mais amplo ou aplicar o arranque deterioram rapidamente e ficam colados.
5.0- O condensador de arranque horárias do compressor é muito elevado (superior a cinco). Diferencial do termostato muito e limitado.
4.2- A resistência que liga os dois terminais do condensador de arranque é interrompida ou inexistente.
5.1- Falta de equilíbrio das termostato com diferencial regulável. Eventualmente ajustar o elemento sensível do termostato existente , para não exceder cinco intervenções diárias. 4.2- Aplicar uma resistência de 15 a 18 K 2W cuidando particularmente das soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador.
5.1- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o se queima.
6.0- O condensador de marcha pressões durante a parada muito termostato com diferencial regulável. Eventualmente desencibilizar o elemento breve do compressor . Paradas sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias. muito breves são imputáveis e um termostato com diferencial muito limitado.
5.2- Relê de arranque defeituoso ou não conforme as ...
5.2- Procurar instalar um novo relê e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em especificações do fabricante do inglês) fique na parte alta do relê estalado.Se o relê original for do tipo compressor. amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potência do compressor de 500W absorvidos
5.3- Condensador de partida
5.3- Instalar como tentativa um novo condensador. defeituoso ou com tensão de etiqueta inferior aquela prescrita pelo fabricante do compressor.
5.4- Ligações elétricas erradas
5.4- Restabelecer as ligações de acordo com os esquemas originais. por terem sido manipuladas.
5.5-Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
5.5- Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e averiguar com um ohmímetro, se a resistência do enrolamento de partida e daquele de marcha estão corretas:averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez dielétrica) . Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento, consertar ou substituir o compressor.
5.6-Compressor travado
5.6-Pode ser feita uma tentativa de destravar o ligando-o provisoriamente de forma mecanicamente ou os que o motor elétrico receba um impulso que o leve a lidar no sentido contrário ao acoplamentos árvore-bronzinas normal. Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor. não são bastante lubrificados.
5.7 -A unidade esta....
5.7- Descarregar para fora o refrigerante em excedência com a maior lentidão, sobrecarregada de refrigerante. para um lugar da unidade onde haja somente presença de gás. No caso de se tratar de sistema hermético sem registro, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga por meio de indicações do indicador de passagem de liquido. Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado temporariamente no início da linha de liquido.
5.8- Os contatos do relê ..
5.8- Aplicar uma resistência de 15 a 18 kW, 2W cuidando particularmente das arranque estão colados. A soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador. resistência que liga os dois terminais do condensador de arranque é interrompidas ou inexistente.
6.1-Condensador não esta entra em curto-circuito conforme as especificações do fabricante do compressor.
6.1- Substituir o condensador com outro de acordo com as especificações do fabricante do compressor.Em fase de montagem ter o cuidado para que o terminal marcado com um selo vermelho seja ligado ao terminal R (marcha) do compressor monofásico.
7.0- O compressor não parte e
7.1- Intervenção
7.1 Apertar os botões de ligação manual dos pressostatos e do relê térmico. não é possível perceber nenhum zumbido, mesmo que na tomada dispositivo elétrico de proteção ou de segurança de tipo de Verificar a integridade dos dispositivos automáticos de proteção. ou no quadro chegue corrente e o ligação manual.Funcionamento termostato seja regulado numa temperatura mais baixa daquela existente na câmara refrigerada. defeituoso de um dispositivo automático de proteção.
7.2- O elemento bulbo -fole do termostato descarregou , o circuito elétrico fica aberto.
7.3- O disjuntor não se excita
7.2 -Substituir o termostato.
7.3- A certeza da interrupção tem-se averiguando a presença de tensão nas pela interrupção de sua bobina . extremidades da bobina. Substituir a bobina interrompida.
Os períodos de parada do compressor são muito breves ou o compressor efetua mais de cinco intervenções por hora.
7.4- A linha de alimentação do compressor é interrompida.
7.5- O enrolamento do motor elétrico é interrompido.
8.1- Diferencial do termostato muito limitado.
8.2- Infiltração grande de calor na câmara refrigerada.
8.3- As válvulas do compressor
7.4- Desligar a linha da suas extremidades e verificar sua continuidade de circuito.
7.5- Verificar a continuidade do circuito do enrolamento. Consertar ou substituir o compressor.
8.1- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o termostato com diferencial regulável. Eventualmente ajustar elemento sensível do termostato existente.
8.2- Nas câmaras de temperatura baixa as paradas rápidas do compressor são imputáveis a estanqueidade insuficiente das portas isotérmicas. A dificuldade se elimina averiguando dobradiças e fechaduras.
8.3- Verificar a vedação das válvulas por meio de um vacuômetro aplicado na
9.0- A pressão de descarga é muito elevada. (verificar-se a intervenção eventual do motoprotetor ou do pressostato de pressão alta)
10.0- A pressão de sucção é têm uma estanqueidade perfeita. sucção do compressor.
Um aumento rápido da pressão de sucção na parada do compressor denuncia uma vedação imperfeita das válvulas. Se essa disfunção não compromete o rendimento do compressor, a imperfeição pode ser corrigida aplicando uma válvula de retenção na linha de sucção ou naquela de descarga.
9.1- Condensador ineficiente.
9.1- Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas e eventualmente endireitar as aletas deformadas com um pente de aletas .
Se for resfriado a água, tirar as incrustações dos passadores com soluções adequadas ou escovar o feixe de tubos.
9.2- Fluxo de ar insuficiente no
9.2- Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de condensador resfriado a ar. rotação, estado das ventoinhas).
9.3- Recirculação de ar quente
9.3- Corrigir o arranjo da unidade condensadora ou do condensador. no condensador resfriado a ar. Uma parte de ar resfriada pelos ventiladores não é fresca mas sim de recirculação, isto é conseqüência do fato que o condensador foi instalado num espaço muito pequeno ou o condensador esta protegido por uma capa furada que freia o fluxo de ar excessivamente.
9.4- Fluxo de água insuficiente
9.4-Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas, limpar os no condensador resfriado à filtros na tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam água. abertos, medir a pressão da rede hídrica.
Se o fluxo de água insuficiente for à conseqüência de uma diminuição de pressão temporária , considerar a possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento . Se a água de um resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
9.5- Presença de ar na unidade.
9.5-Efetuar o expurgo do circuito. O expurgo do ar é uma operação bastante complexa que requer bastante experiência. Às vezes é conveniente descarregar a unidade inteira, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado no parágrafo 9.8 9.6- Oclusão parcial da linha de
9.6- Verificar a posição dos registros da linha de descarga. O enforcamento da descarga. seção de passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por um excesso de liga de brassagem)
9.7- Pressão de sucção muito
9.7- Averiguar a calibragem da válvula reguladora da pressão de sucção. Se a elevada face à pressão de unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não evaporação prevista. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o bulbo termostático da válvula de expansão esteja bem fixado a tubulação de sucção e esteja adequadamente revestida . Apurar que a válvula esteja calibrada corretamente (superaquecimento entre 4 e 8 ºC) e não seja de potência excessiva. Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da mesma válvula, , por não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou por ser de potência excessiva. Tomar as devidas providências. Se a unidade for de tipo capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
9.8- Unidade sobrecarregada ...
9.8- Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, para um lugar da refrigerante. unidade onde haja somente gás. No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga através as indicações do passador de líquido. Se este não estiver instalado, o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no início da linha de liquido.
10.1-Válvula reguladora da
10.1-Aplicar um vacuômetro jusante da válvula e calibra-la a uma pressão que pressão de sucção não esta nos permita evitar sobrecargas no compressor em fase de arranque. muito elevada em relação pressão padrões da calibragem. de evaporação prevista.
10.2-Bulbo da válvula de
10.2- Providenciar a fixação do bulbo da válvula de expansão à tubulação de sucsão..
J.P.Gomes..
domingo, 15 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
Euclides de Alexandria
Euclides de Alexandria (360 a.C. — 295 a.C.)
foi um professor, matemático platónico e escritor de origem desconhecida, criador da famosa geometria euclidiana: o espaço euclidiano, imutável, simétrico e geométrico, metáfora do saber na antiguidade clássica, que se manteve incólume no pensamento matemático medieval e renascentista, pois somente nos tempos modernos puderam ser construídos modelos de geometrias não-euclidianas. Teria sido educado em Atenas e freqüentado a Academia dePlatão, em pleno florescimento da cultura helenística. Convidado por Ptolomeu I para compor o quadro de professores da recém fundada Academia, que tornaria Alexandria no centro do saber da época, tornou-se o mais importante autor de matemática da Antiguidade greco-romana e talvez de todos os tempos, com seu monumental Stoichia (Os elementos,300 a.C.), no estilo livro de texto, uma obra em treze volumes, sendo cinco sobre geometria plana, três sobre números, um sobre a teoria das proporções, um sobre incomensuráveis e os três últimos sobregeometria no espaço. Escrita em grego, a obra cobria toda a aritmética, a álgebra e a geometria conhecidas até então no mundo grego, reunindo o trabalho de seus predecessores, como Hipócrates eEudóxio, e sistematizava todo o conhecimento geométrico dos antigos e intercalava os teoremas já conhecidos então com a demonstração de muitos outros, que completavam lacunas e davam coerência e encadeamento lógico ao sistema por ele criado. Após sua primeira edição foi copiado e recopiado inúmeras vezes e, vertido para o árabe (774), tornou-se o mais influente texto científico de todos os tempos e um dos com maior número de publicações ao longo da história. Depois da queda do Império Romano, os seus livros foram recuperados para a sociedade européia pelos estudiosos muçulmanos dapenínsula Ibérica. Escreveu ainda Óptica (295 a.C.), sobre a óptica da visão e sobre astrologia,astronomia, música e mecânica, além de outros livros sobre matemática. Entre eles citam-se Lugares de superfície, Pseudaria, Porismas e mais algumas outras. Algumas das suas obras como Os elementos, Os dados, outro livro de texto, uma espécie de manual de tabelas de uso interno na Academia e complemento dos seis primeiros volumes de Os Elementos, Divisão de figuras, sobre a divisão geométrica de figuras planas, Os Fenômenos, sobre astronomia, e Óptica, sobre a visão, sobreviveram parcialmente e hoje são, depois de A Esfera de Autólico, os mais antigos tratados científicos gregos existentes. Pela sua maneira de expor nos escritos deduz-se que tenha sido um habilíssimo professor. O livro "Os Elementos" é dividido em 13 partes. As partes de 1 a 6 tratam da Geometria plana; de 7 a 9 tratam da Teoria dos números; a parte 10 trata da Teoria dos números irracionais de Eudóxio; as partes 11 a 13 tratam da geometria dos sólidos. O livro termina com uma discussão sobre as propriedades dos cinco poliedros regulares e demonstra que existem apenas cinco deles. Este rigor na formalização tornou-se o principal objetivo dos inventores do cálculo séculos mais tarde. Foi o mais afamado dos tratadistas gregos em matéria de geometria, que habitou em Alexandria nos finais do séc. IV e princípios do séc. III a.C. Grande número de geómetras gregos haviam dado, antes de Euclides, elementos de geometria, mas Euclides foi o primeiro que fez demonstrações rigorosas. Foi ele quem introduziu o método da "redução ao absurdo", que permite evitar as considerações directas do infinito e dos incomensuráveis. Euclides ditou 35 definições e 15 postulados ou axiomas. Os matemáticos da antiguidade, já possuíam certos conhecimentos geométricos. Os Gregos foram indiscutivelmente os que se interessaram mais pelos fundamentos teóricos da geometria que pela sua aplicação prática atribui a esta ciência um impulso e desenvolvimento prodigioso. Mas foi quase três séculos antes de Jesus Cristo, que um geómetra grego que residia em Alexandria impôs a si próprio a tarefa de reunir e ordenar todos os trabalhos dos seus predecessores , bem como o fruto das suas próprias investigações. Nascido no século III antes de Jesus Cristo, Euclides deixou-nos uma obra que já perdura à mais de dois milénios. Esta obra intitula-se Elementos. Autor de um célebre e monumental tratado em 13 volumes, intitulado elementos, como referi anteriormente, expõem de uma forma lógica os principais conhecimentos da sua época de Geometria e Aritmética, tendo esta obra marcado esse campo de conhecimento até ao século XIX. Os quatro primeiros volumes fazem referência à geometria plana, e estão consagrados aos triângulos, aos rectângulos, aos círculos e aos polígonos. O volume V trata da teoria geral das grandezas e das suas relações; o volume VI aplica essa teoria à geometria plana (semelhança). Os quatro volumes seguintes (do VII ao IX) são dedicados à teoria dos números e contêm, em especial, duas demonstrações exemplares: a prova da existência de uma infinidade de números primos e a prova da irracionalidade do número v 2. Os três últimos volumes estão consagrados à geometria do espaço. O volume XI é uma introdução a esta geometria; o Volume XII trata das pirâmides, cones e cilindros e o XIII refere-se aos sólidos regulares. Os Elementos de Euclides têm uma importância excepcional na história das matemáticas. Com efeito, não apresentam a geometria como um mero agrupamento de dados desconexos, mas antes como um sistema lógico: - As definições, os axiomas ou postulados e os teoremas não aparecem agrupados ao acaso, mas antes expostos numa ordem perfeita; - Cada teorema resulta das definições, dos axiomas e dos teoremas anteriores, de acordo com uma demonstração rigorosa. Euclides foi o primeiro a utilizar este método, chamado axiomático. Desta maneira, os seus Elementos constituem o primeiro e mais nobel exemplo do sistema lógico, tema que muitas outras ciências imitaram e continuam a imitar. No entanto, não nos podemos esquecer de que Euclides se esforçou por axiomatizar a geometria com os meios de que dispunha na época. É, pois, fácil compreender que o sistema que escolheu este grande geómetra grego apresente algumas deficiências; a falta de base de algumas das suas demonstrações deve-se a que, involuntariamente, admitiu determinados resultados, muitas intuitivos, mas sim fornecer a sua demonstração. Desde Euclides, em todas as exposições de geometria, antigas ou modernas, figura um axioma justamente célebre, chamado postulado ou axioma de Euclides. Enuncia-se da seguinte forma: «Por um ponto exterior a uma recta passa uma paralela a essa e só uma.» O próprio Euclides e muitos dos seus sucessores tentaram demonstrar esta preposição a partir de outros axiomas da geometria, mas sempre em vão. Esta impossibilidade em demonstrar o postulado das paralelas de Euclides foi durante séculos o escândalo da geometria e o desespero dos geómetras. Foi necessário esperar até ao século XIX para que Carl Friedrich Gauss, Janos Bolyai, Bernard Diemann e Nicolai Ivanovich Lobachevski conseguissem demonstrar que se trata efectivamente de um axioma, necessário e independente dos outros e não um teorema. De que maneira chegaram a tais resultados? Supuseram que o postulado de Euclides não era verdadeiro e substituíram-no por outros axiomas. Todos se deram então conta de que, substituindo o axioma das paralelas, era possível construir duas geometrias diferentes da geometria euclidiana, igualmente coerentes e que não conduziam a nenhuma contradição. Apesar de serem dificilmente concebíveis, estas duas novas geometrias foram a pouco e pouco reconhecidas como alternativas legítimas: chegou-se mesmo a demonstrar que, se qualquer das duas pudesse apresentar alguma contradição, a própria geometria euclidiana seria também contraditória. Desde então encontramo-nos perante três sistemas geométricos diferentes: - A geometria euclidiana, por vezes também chamada parabólica; - A geometria de Lobachevski, também chamada hiperbólica; - A geometria do alemão Riemann, ou elíptica. Estas últimas recebem o nome de geometrias não euclidianas. Riemann elaborou uma teoria geral dos «espaços de curvatura variável» que compreendia como casos particulares: os espaços euclidianos, de curvatura nula; os espaços hiperbólicos, de curvatura constante negativa, e finalmente os espaços elípticos, de curvatura constante positiva. A partir destes conceitos pode dizer-se com justiça que Riemann exerceu sobre a matemática moderna uma grande influência. As geometrias não euclidianas, tão desconcertantes para os profanos, foram utilizadas na prática pela primeira vez, e de maneira espectacular, por Albert Einstein, no começo deste século. Com efeito, na teoria dos espaços de curvatura variável de Riemann, este grande físico encontrou as bases matemáticas de que necessitava para a elaboração da sua teoria da relatividade geral, uma das tentativas mais prodigiosas levadas a cabo pela mente humana para se aproximar da compreensão do universo. Euclides baseou a sua geometria em três tipos de enunciados: as definições, os postulados e os axiomas actualmente, não se estabelecem distinções entre ambos. Os axiomas ou postulados de Euclides são dez. Cinco deles são comuns a todas as ciências em que se estudam grandezas: 1. Duas quantidades iguais a uma terceira são iguais entre si. 2. Se juntarmos a duas quantidades iguais outras duas quantidades iguais, os totais obtidos serão iguais. 3. Se subtrairmos de duas quantidades iguais outras duas quantidades iguais, as diferenças obtidas serão iguais. 4. As coisas que se podem sobrepor umas ás outras são iguais. 5. O todo é maior que a parte. Os outros cinco postulados são específicos da geometria: 6. Podemos sempre traçar uma recta entre dois pontos. 7. Podemos sempre prolongar as duas extremidades de um segmento rectilíneo e obter assim uma recta infinita contínua. 8. Para determinar um círculo, basta indicar o seu centro e um qualquer dos seus raios. 9. Todos os ângulos rectos são iguais entre si. 10. Por um ponto exterior a uma recta, podemos traçar uma paralela a essa recta a uma só. Este último postulado é duplamente célebre: por um lado, devido às inúteis tentativas realizadas para o demonstrar a partir dos postulados anteriores; por outro, devido às consequências que teve para o desenvolvimento da geometria a sua substituição por um dos qualquer dos seguintes axiomas: 10/a . Por um ponto exterior a uma recta, podemos traçar uma infinidade de paralelas a esta recta (geometria de Lobachevski). 11/b . Por um ponto exterior a uma recta , não podemos traçar nenhuma paralela a esta recta (geometria de Riemann). Os elementos de Euclides não tratam apenas de geometria, mas também de teoria dos números e álgebra elementar (geométrica). O livro se compõe de quatrocentos e sessenta e cinco proposições distribuídas em treze livros ou capítulos, dos quais os seis primeiros são sobre geometria plana elementar, os três seguintes sobre teoria dos números, o livro X sobre incomensuráveis e os três últimos tratam sobre geometria no espaço. O livro I começa com definições, axiomas e postulados. As quarenta e oito proposições se distribuem em três grupos: as primeiras vinte e seis tratam de propriedades do triângulo e incluem os três teoremas de congruência; as proposições de vinte e sete a trinta e dois estabelecem a teoria das paralelas e provam que a soma dos ângulos de um triângulo é igual a dois ângulos retos; as proposições de trinta e três a quarenta e seis lidam com paralelogramos, triângulos e quadrados, com atenção especial a relações entre áreas; a proposição quarenta e sete é o Teorema de Pitágoras, com a demonstração atribuída ao próprio Euclides e a proposição quarenta e oito é o recíproco do Teorema de Pitágoras. Acredita-se que a maioria do material desse livro foi desenvolvido pelos antigos pitagóricos. O livro II apresenta quatorze proposições que lidam com transformações de áreas e com a álgebra geométrica da escola pitagórica, que inclui os equivalentes geométricos de muitas identidades algébricas. O livro III, consiste em trinta e nove proposições contendo muitos dos teoremas familiares sobre círculos, cordas, secantes, tangentes e medidas de ângulos. No livro IV, encontramos dezesseis proposições que discutem a construção, com régua e compasso, de polígonos regulares de três, quatro, cinco, seis e quinze lados, bem como inscrição desses polígonos num círculo dado. O livro V é uma exposição da teoria das proporções de Eudoxo. Foi por meio dessa teoria, aplicável tanto a grandezas comensuráveis como a grandezas incomensuráveis, que se resolveu o problema dos números irracionais descobertos pelos pitagóricos. O livro VI aplica a teoria eudoxiana das proporções à geometria plana. Encontramos nele os teoremas fundamentais da semelhança de triângulos; construções de terceira, quartas e médias proporcionais; a resolução geométrica de equações quadráticas; a demonstração que a bissetriz de um ângulo de um triângulo divide o lado oposto em segmentos proporcionais aos outros dois lados; uma generalização do teorema de Pitágoras na qual, em vez de quadrados, traçam-se sobre os lados de um triângulo retângulo três figuras semelhantes descritas de maneira análoga. O livro VII começa com o processo, hoje conhecido como algoritmo euclidiano, para achar o máximo divisor comum de dois ou mais números inteiros e o usa para verificar se dois inteiros são primos entre si; encontramos também uma exposição da teoria das proporções numérica ou pitagórica. O livro VIII ocupa-se largamente das proporções contínuas e progressões geométricas relacionadas. O livro IX contém muitos teoremas significativos: teorema fundamental da aritmética ( todo número inteiro maior que 1 pode se expressar como produtos de primos); fórmula da soma dos primeiros n termos de uma progressão geométrica; fórmula para números perfeitos. O livro X focaliza os irracionais, isto é, comprimentos de segmentos de reta incomensuráveis com um segmento de reta dado. Os três últimos livros, XI, XII, XIII tratam de geometria sólida. As definições, os teoremas sobre retas e planos no espaço e os teoremas sobre paralelepípedos se encontram no livro XI. O método de exaustão desempenhada um papel importante na abordagem de volumes do livro XII. No livro XIII se desenvolvem construções visando a inscrição dos cinco poliedros regulares numa esfera. Uma edição completa das obras de Euclides foi publicada em Leipzig, com o título Opera omnia, em oito volumes, com texto grego e latim em (1883-1916). Não se sabe exatamente como foi a sua morte. J.P.Gomes
foi um professor, matemático platónico e escritor de origem desconhecida, criador da famosa geometria euclidiana: o espaço euclidiano, imutável, simétrico e geométrico, metáfora do saber na antiguidade clássica, que se manteve incólume no pensamento matemático medieval e renascentista, pois somente nos tempos modernos puderam ser construídos modelos de geometrias não-euclidianas. Teria sido educado em Atenas e freqüentado a Academia dePlatão, em pleno florescimento da cultura helenística. Convidado por Ptolomeu I para compor o quadro de professores da recém fundada Academia, que tornaria Alexandria no centro do saber da época, tornou-se o mais importante autor de matemática da Antiguidade greco-romana e talvez de todos os tempos, com seu monumental Stoichia (Os elementos,300 a.C.), no estilo livro de texto, uma obra em treze volumes, sendo cinco sobre geometria plana, três sobre números, um sobre a teoria das proporções, um sobre incomensuráveis e os três últimos sobregeometria no espaço. Escrita em grego, a obra cobria toda a aritmética, a álgebra e a geometria conhecidas até então no mundo grego, reunindo o trabalho de seus predecessores, como Hipócrates eEudóxio, e sistematizava todo o conhecimento geométrico dos antigos e intercalava os teoremas já conhecidos então com a demonstração de muitos outros, que completavam lacunas e davam coerência e encadeamento lógico ao sistema por ele criado. Após sua primeira edição foi copiado e recopiado inúmeras vezes e, vertido para o árabe (774), tornou-se o mais influente texto científico de todos os tempos e um dos com maior número de publicações ao longo da história. Depois da queda do Império Romano, os seus livros foram recuperados para a sociedade européia pelos estudiosos muçulmanos dapenínsula Ibérica. Escreveu ainda Óptica (295 a.C.), sobre a óptica da visão e sobre astrologia,astronomia, música e mecânica, além de outros livros sobre matemática. Entre eles citam-se Lugares de superfície, Pseudaria, Porismas e mais algumas outras. Algumas das suas obras como Os elementos, Os dados, outro livro de texto, uma espécie de manual de tabelas de uso interno na Academia e complemento dos seis primeiros volumes de Os Elementos, Divisão de figuras, sobre a divisão geométrica de figuras planas, Os Fenômenos, sobre astronomia, e Óptica, sobre a visão, sobreviveram parcialmente e hoje são, depois de A Esfera de Autólico, os mais antigos tratados científicos gregos existentes. Pela sua maneira de expor nos escritos deduz-se que tenha sido um habilíssimo professor. O livro "Os Elementos" é dividido em 13 partes. As partes de 1 a 6 tratam da Geometria plana; de 7 a 9 tratam da Teoria dos números; a parte 10 trata da Teoria dos números irracionais de Eudóxio; as partes 11 a 13 tratam da geometria dos sólidos. O livro termina com uma discussão sobre as propriedades dos cinco poliedros regulares e demonstra que existem apenas cinco deles. Este rigor na formalização tornou-se o principal objetivo dos inventores do cálculo séculos mais tarde. Foi o mais afamado dos tratadistas gregos em matéria de geometria, que habitou em Alexandria nos finais do séc. IV e princípios do séc. III a.C. Grande número de geómetras gregos haviam dado, antes de Euclides, elementos de geometria, mas Euclides foi o primeiro que fez demonstrações rigorosas. Foi ele quem introduziu o método da "redução ao absurdo", que permite evitar as considerações directas do infinito e dos incomensuráveis. Euclides ditou 35 definições e 15 postulados ou axiomas. Os matemáticos da antiguidade, já possuíam certos conhecimentos geométricos. Os Gregos foram indiscutivelmente os que se interessaram mais pelos fundamentos teóricos da geometria que pela sua aplicação prática atribui a esta ciência um impulso e desenvolvimento prodigioso. Mas foi quase três séculos antes de Jesus Cristo, que um geómetra grego que residia em Alexandria impôs a si próprio a tarefa de reunir e ordenar todos os trabalhos dos seus predecessores , bem como o fruto das suas próprias investigações. Nascido no século III antes de Jesus Cristo, Euclides deixou-nos uma obra que já perdura à mais de dois milénios. Esta obra intitula-se Elementos. Autor de um célebre e monumental tratado em 13 volumes, intitulado elementos, como referi anteriormente, expõem de uma forma lógica os principais conhecimentos da sua época de Geometria e Aritmética, tendo esta obra marcado esse campo de conhecimento até ao século XIX. Os quatro primeiros volumes fazem referência à geometria plana, e estão consagrados aos triângulos, aos rectângulos, aos círculos e aos polígonos. O volume V trata da teoria geral das grandezas e das suas relações; o volume VI aplica essa teoria à geometria plana (semelhança). Os quatro volumes seguintes (do VII ao IX) são dedicados à teoria dos números e contêm, em especial, duas demonstrações exemplares: a prova da existência de uma infinidade de números primos e a prova da irracionalidade do número v 2. Os três últimos volumes estão consagrados à geometria do espaço. O volume XI é uma introdução a esta geometria; o Volume XII trata das pirâmides, cones e cilindros e o XIII refere-se aos sólidos regulares. Os Elementos de Euclides têm uma importância excepcional na história das matemáticas. Com efeito, não apresentam a geometria como um mero agrupamento de dados desconexos, mas antes como um sistema lógico: - As definições, os axiomas ou postulados e os teoremas não aparecem agrupados ao acaso, mas antes expostos numa ordem perfeita; - Cada teorema resulta das definições, dos axiomas e dos teoremas anteriores, de acordo com uma demonstração rigorosa. Euclides foi o primeiro a utilizar este método, chamado axiomático. Desta maneira, os seus Elementos constituem o primeiro e mais nobel exemplo do sistema lógico, tema que muitas outras ciências imitaram e continuam a imitar. No entanto, não nos podemos esquecer de que Euclides se esforçou por axiomatizar a geometria com os meios de que dispunha na época. É, pois, fácil compreender que o sistema que escolheu este grande geómetra grego apresente algumas deficiências; a falta de base de algumas das suas demonstrações deve-se a que, involuntariamente, admitiu determinados resultados, muitas intuitivos, mas sim fornecer a sua demonstração. Desde Euclides, em todas as exposições de geometria, antigas ou modernas, figura um axioma justamente célebre, chamado postulado ou axioma de Euclides. Enuncia-se da seguinte forma: «Por um ponto exterior a uma recta passa uma paralela a essa e só uma.» O próprio Euclides e muitos dos seus sucessores tentaram demonstrar esta preposição a partir de outros axiomas da geometria, mas sempre em vão. Esta impossibilidade em demonstrar o postulado das paralelas de Euclides foi durante séculos o escândalo da geometria e o desespero dos geómetras. Foi necessário esperar até ao século XIX para que Carl Friedrich Gauss, Janos Bolyai, Bernard Diemann e Nicolai Ivanovich Lobachevski conseguissem demonstrar que se trata efectivamente de um axioma, necessário e independente dos outros e não um teorema. De que maneira chegaram a tais resultados? Supuseram que o postulado de Euclides não era verdadeiro e substituíram-no por outros axiomas. Todos se deram então conta de que, substituindo o axioma das paralelas, era possível construir duas geometrias diferentes da geometria euclidiana, igualmente coerentes e que não conduziam a nenhuma contradição. Apesar de serem dificilmente concebíveis, estas duas novas geometrias foram a pouco e pouco reconhecidas como alternativas legítimas: chegou-se mesmo a demonstrar que, se qualquer das duas pudesse apresentar alguma contradição, a própria geometria euclidiana seria também contraditória. Desde então encontramo-nos perante três sistemas geométricos diferentes: - A geometria euclidiana, por vezes também chamada parabólica; - A geometria de Lobachevski, também chamada hiperbólica; - A geometria do alemão Riemann, ou elíptica. Estas últimas recebem o nome de geometrias não euclidianas. Riemann elaborou uma teoria geral dos «espaços de curvatura variável» que compreendia como casos particulares: os espaços euclidianos, de curvatura nula; os espaços hiperbólicos, de curvatura constante negativa, e finalmente os espaços elípticos, de curvatura constante positiva. A partir destes conceitos pode dizer-se com justiça que Riemann exerceu sobre a matemática moderna uma grande influência. As geometrias não euclidianas, tão desconcertantes para os profanos, foram utilizadas na prática pela primeira vez, e de maneira espectacular, por Albert Einstein, no começo deste século. Com efeito, na teoria dos espaços de curvatura variável de Riemann, este grande físico encontrou as bases matemáticas de que necessitava para a elaboração da sua teoria da relatividade geral, uma das tentativas mais prodigiosas levadas a cabo pela mente humana para se aproximar da compreensão do universo. Euclides baseou a sua geometria em três tipos de enunciados: as definições, os postulados e os axiomas actualmente, não se estabelecem distinções entre ambos. Os axiomas ou postulados de Euclides são dez. Cinco deles são comuns a todas as ciências em que se estudam grandezas: 1. Duas quantidades iguais a uma terceira são iguais entre si. 2. Se juntarmos a duas quantidades iguais outras duas quantidades iguais, os totais obtidos serão iguais. 3. Se subtrairmos de duas quantidades iguais outras duas quantidades iguais, as diferenças obtidas serão iguais. 4. As coisas que se podem sobrepor umas ás outras são iguais. 5. O todo é maior que a parte. Os outros cinco postulados são específicos da geometria: 6. Podemos sempre traçar uma recta entre dois pontos. 7. Podemos sempre prolongar as duas extremidades de um segmento rectilíneo e obter assim uma recta infinita contínua. 8. Para determinar um círculo, basta indicar o seu centro e um qualquer dos seus raios. 9. Todos os ângulos rectos são iguais entre si. 10. Por um ponto exterior a uma recta, podemos traçar uma paralela a essa recta a uma só. Este último postulado é duplamente célebre: por um lado, devido às inúteis tentativas realizadas para o demonstrar a partir dos postulados anteriores; por outro, devido às consequências que teve para o desenvolvimento da geometria a sua substituição por um dos qualquer dos seguintes axiomas: 10/a . Por um ponto exterior a uma recta, podemos traçar uma infinidade de paralelas a esta recta (geometria de Lobachevski). 11/b . Por um ponto exterior a uma recta , não podemos traçar nenhuma paralela a esta recta (geometria de Riemann). Os elementos de Euclides não tratam apenas de geometria, mas também de teoria dos números e álgebra elementar (geométrica). O livro se compõe de quatrocentos e sessenta e cinco proposições distribuídas em treze livros ou capítulos, dos quais os seis primeiros são sobre geometria plana elementar, os três seguintes sobre teoria dos números, o livro X sobre incomensuráveis e os três últimos tratam sobre geometria no espaço. O livro I começa com definições, axiomas e postulados. As quarenta e oito proposições se distribuem em três grupos: as primeiras vinte e seis tratam de propriedades do triângulo e incluem os três teoremas de congruência; as proposições de vinte e sete a trinta e dois estabelecem a teoria das paralelas e provam que a soma dos ângulos de um triângulo é igual a dois ângulos retos; as proposições de trinta e três a quarenta e seis lidam com paralelogramos, triângulos e quadrados, com atenção especial a relações entre áreas; a proposição quarenta e sete é o Teorema de Pitágoras, com a demonstração atribuída ao próprio Euclides e a proposição quarenta e oito é o recíproco do Teorema de Pitágoras. Acredita-se que a maioria do material desse livro foi desenvolvido pelos antigos pitagóricos. O livro II apresenta quatorze proposições que lidam com transformações de áreas e com a álgebra geométrica da escola pitagórica, que inclui os equivalentes geométricos de muitas identidades algébricas. O livro III, consiste em trinta e nove proposições contendo muitos dos teoremas familiares sobre círculos, cordas, secantes, tangentes e medidas de ângulos. No livro IV, encontramos dezesseis proposições que discutem a construção, com régua e compasso, de polígonos regulares de três, quatro, cinco, seis e quinze lados, bem como inscrição desses polígonos num círculo dado. O livro V é uma exposição da teoria das proporções de Eudoxo. Foi por meio dessa teoria, aplicável tanto a grandezas comensuráveis como a grandezas incomensuráveis, que se resolveu o problema dos números irracionais descobertos pelos pitagóricos. O livro VI aplica a teoria eudoxiana das proporções à geometria plana. Encontramos nele os teoremas fundamentais da semelhança de triângulos; construções de terceira, quartas e médias proporcionais; a resolução geométrica de equações quadráticas; a demonstração que a bissetriz de um ângulo de um triângulo divide o lado oposto em segmentos proporcionais aos outros dois lados; uma generalização do teorema de Pitágoras na qual, em vez de quadrados, traçam-se sobre os lados de um triângulo retângulo três figuras semelhantes descritas de maneira análoga. O livro VII começa com o processo, hoje conhecido como algoritmo euclidiano, para achar o máximo divisor comum de dois ou mais números inteiros e o usa para verificar se dois inteiros são primos entre si; encontramos também uma exposição da teoria das proporções numérica ou pitagórica. O livro VIII ocupa-se largamente das proporções contínuas e progressões geométricas relacionadas. O livro IX contém muitos teoremas significativos: teorema fundamental da aritmética ( todo número inteiro maior que 1 pode se expressar como produtos de primos); fórmula da soma dos primeiros n termos de uma progressão geométrica; fórmula para números perfeitos. O livro X focaliza os irracionais, isto é, comprimentos de segmentos de reta incomensuráveis com um segmento de reta dado. Os três últimos livros, XI, XII, XIII tratam de geometria sólida. As definições, os teoremas sobre retas e planos no espaço e os teoremas sobre paralelepípedos se encontram no livro XI. O método de exaustão desempenhada um papel importante na abordagem de volumes do livro XII. No livro XIII se desenvolvem construções visando a inscrição dos cinco poliedros regulares numa esfera. Uma edição completa das obras de Euclides foi publicada em Leipzig, com o título Opera omnia, em oito volumes, com texto grego e latim em (1883-1916). Não se sabe exatamente como foi a sua morte. J.P.Gomes
Motivar seus Funcionários
Como Orientar, Avaliar e Motivar seus Funcionários
Técnicas para fazer o pessoal trabalhar e crescer a favor da empresa
Uma empresa, seja qual for seu tamanho ou área de atuação, ergue-se sempre sobre um elemento básico, que a sustenta e faz crescer - seus funcionários.
As grandes idéias não se concretizam, os grandes empreendedores não se realizam, se não puderem contar com a atividade de profissionais capazes de dar vida a um bom negócio.
O sucesso de qualquer empreendimento passa pelo desempenho de seus funcionários, e, por isso, é muito importante manter um grupo de pessoas competentes e altamente estimuladas, que se sintam reconhecidas, valorizadas e encontrem espaço e oportunidade de crescimento e realização pessoal dentro da estrutura à qual dedicam seu potencial e seu talento.
Se um profissional sente que só poderá crescer em outro lugar, seu conhecimento acumulado e o capital investido nele passam a beneficiar a concorrência.
Portanto, procure fazer com que o fator humano de sua empresa trabalhe e cresça a seu favor. Lembre-se que você está lidando com seres humanos, não com peças de uma engrenagem. Estão em jogo emoções e suscetibilidades, que não podem ser desprezadas.
De fato, podem e devem ser muito bem aproveitadas.
Para tanto, é necessário, em primeiro lugar, preparar os profissionais que você contrata para que possam, no menor período de tempo possível, começar a dar o retorno que deles se espera.
Uma vez integrados à estrutura, é preciso avaliá-los, de forma a identificar suas potencialidades e definir como elas podem ser aplicadas em benefício da empresa.
Em seguida, é interessante direcioná-los para que atuem da forma mais conveniente - tanto para eles quanto para a organização.
E, por fim, estimulá-los para que continuem aperfeiçoando-se e levando a empresa a crescer na velocidade do desenvolvimento pessoal de cada um deles.
Orientando com eficácia
Quando um profissional inicia seu trabalho em uma nova empresa, normalmente leva algum tempo até se ambientar.
Não sabe ao certo onde vai trabalhar, ou exatamente como vai fazê-lo.]
Não conhece os colegas, os costumes, as características da organização.
Não está a par de nenhuma daquelas pequenas coisas que fazem parte do expediente que, para os funcionários mais antigos, já são tão familiares.
Está ávido por colaborar, mas não sabe como.
E acaba enfrentando frustrante processo até conseguir ganhar seu próprio espaço dentro da empresa.
Fazer com que um novo funcionário fique seguro e perfeitamente à vontade desde o seu primeiro dia de trabalho não é apenas um detalhe de delicadeza humana que devemos a todos sempre que as circunstâncias tornarem necessário.
É, também, uma estratégia gerencial, para que os novos contratados passem a produzir o mais depressa possível.
O profissional que desde o início conhece as prerrogativas de seu cargo tem mais chances de acertar.
É preciso provê-lo com o máximo de informações possíveis para que não perca tempo tentando descobrir sozinho o que já está mais do que identificado.
Os objetivos básicos do processo de orientação são os seguintes:
• Comunicar os valores e prioridades da empresa - todo funcionário gosta de se sentir parte dela. Com isso, ele é mais estimulado a colaborar, a lutar por objetivos que são seus também.
Conhecer a cultura da empresa, suas tradições, sua história, leva o profissional a sentir-se mais integrado à organização;
• Criar um modelo de comportamento - as empresas são conhecidas pela forma como atuam, como realizam o seu trabalho, a qualidade de seus produtos e serviços, a forma como lidam com clientes e fornecedores.
É preciso que o novo funcionário saiba o que se espera dele em termos de atitude profissional, para que se enquadre aos padrões de qualidade já conquistados pela empresa e atue de acordo com eles;
• Tornar a adaptação mais rápida - ao conhecer as pessoas com as quais compartilhará os dias de trabalho o novo funcionário sente-se mais seguro, mais à vontade.
É importante que, desde o início, tenha um local preparado para ele, alguma atividade que possa realizar de imediato, e o material necessário.
Tratado assim, ele vai sentir-se valorizado, necessário e, de imediato, será capaz de fazer contribuições positivas para a empresa;
• Aumentar o aproveitamento do tempo - fornecer informações concretas, tais como o procedimento para conseguir material de trabalho, a quem recorrer se tiver dúvidas ou enfrentar problemas, como usufruir dos benefícios oferecidos pela organização, como e quando receber o salário e coisas do gênero diminuem a ansiedade própria das novas condições de trabalho e evitam que ele perca tempo produtivo tentando descobri-las;
• Estabelecer a integração do funcionário à empresa - profissionais novos podem ter bons conhecimentos teóricos, mas, às vezes, deixam a desejar no lado prático. Precisam de orientação específica sobre o que fazer e como fazê-lo.
Os mais antigos, vindos de outras empresas ou talvez até de um período de trabalho autônomo, trarão consigo alguns vícios, algumas características que entram em conflito com os padrões da atual, mas também grande bagagem de experiência e conhecimento.
Devem saber exatamente o que ela precisa para que correspondam da melhor forma possível.
É interessante ouvi-los, respeitá-los, nunca descartando a possibilidade de crescer um pouco mais, aprendendo com eles. Você pode planejar um programa de orientação para os novos funcionários a partir de alguns pontos básicos:
1. fornecer informações sobre os negócios, objetivos e posicionamento da empresa no mercado;
2. definir a posição que ele ocupa na organização e o que pode fazer para assegurar que esses objetivos sejam alcançados;
3. envolver todos os funcionários mais antigos da empresa no processo de orientação e adaptação do profissional recém-contratado;
4. evitar o excesso de informações, começando com as prioridades e permitindo que elas sejam devidamente assimiladas;
5. ter tudo preparado para a chegada do funcionário (local de trabalho, material, uma tarefa) para que ele não se sinta entediado, constrangido ou intimidado;
6. permitir que o funcionário tenha tempo de aprender as maneiras e razões para fazer com que tudo funcione antes de iniciá-lo nas tarefas cotidianas;
7. ser atencioso com o recém-chegado durante os primeiros dias no emprego a fim de demonstrar que todos se preocupam com o seu sucesso;
8. acompanhar sempre o programa para verificar se os objetivos estão sendo atingidos Publicado na revista Sala do Empresário - Ed. 13 /www.empresário.com.br/
J.P.Gomes
Uma empresa, seja qual for seu tamanho ou área de atuação, ergue-se sempre sobre um elemento básico, que a sustenta e faz crescer - seus funcionários.
As grandes idéias não se concretizam, os grandes empreendedores não se realizam, se não puderem contar com a atividade de profissionais capazes de dar vida a um bom negócio.
O sucesso de qualquer empreendimento passa pelo desempenho de seus funcionários, e, por isso, é muito importante manter um grupo de pessoas competentes e altamente estimuladas, que se sintam reconhecidas, valorizadas e encontrem espaço e oportunidade de crescimento e realização pessoal dentro da estrutura à qual dedicam seu potencial e seu talento.
Se um profissional sente que só poderá crescer em outro lugar, seu conhecimento acumulado e o capital investido nele passam a beneficiar a concorrência.
Portanto, procure fazer com que o fator humano de sua empresa trabalhe e cresça a seu favor. Lembre-se que você está lidando com seres humanos, não com peças de uma engrenagem. Estão em jogo emoções e suscetibilidades, que não podem ser desprezadas.
De fato, podem e devem ser muito bem aproveitadas.
Para tanto, é necessário, em primeiro lugar, preparar os profissionais que você contrata para que possam, no menor período de tempo possível, começar a dar o retorno que deles se espera.
Uma vez integrados à estrutura, é preciso avaliá-los, de forma a identificar suas potencialidades e definir como elas podem ser aplicadas em benefício da empresa.
Em seguida, é interessante direcioná-los para que atuem da forma mais conveniente - tanto para eles quanto para a organização.
E, por fim, estimulá-los para que continuem aperfeiçoando-se e levando a empresa a crescer na velocidade do desenvolvimento pessoal de cada um deles.
Orientando com eficácia
Quando um profissional inicia seu trabalho em uma nova empresa, normalmente leva algum tempo até se ambientar.
Não sabe ao certo onde vai trabalhar, ou exatamente como vai fazê-lo.]
Não conhece os colegas, os costumes, as características da organização.
Não está a par de nenhuma daquelas pequenas coisas que fazem parte do expediente que, para os funcionários mais antigos, já são tão familiares.
Está ávido por colaborar, mas não sabe como.
E acaba enfrentando frustrante processo até conseguir ganhar seu próprio espaço dentro da empresa.
Fazer com que um novo funcionário fique seguro e perfeitamente à vontade desde o seu primeiro dia de trabalho não é apenas um detalhe de delicadeza humana que devemos a todos sempre que as circunstâncias tornarem necessário.
É, também, uma estratégia gerencial, para que os novos contratados passem a produzir o mais depressa possível.
O profissional que desde o início conhece as prerrogativas de seu cargo tem mais chances de acertar.
É preciso provê-lo com o máximo de informações possíveis para que não perca tempo tentando descobrir sozinho o que já está mais do que identificado.
Os objetivos básicos do processo de orientação são os seguintes:
• Comunicar os valores e prioridades da empresa - todo funcionário gosta de se sentir parte dela. Com isso, ele é mais estimulado a colaborar, a lutar por objetivos que são seus também.
Conhecer a cultura da empresa, suas tradições, sua história, leva o profissional a sentir-se mais integrado à organização;
• Criar um modelo de comportamento - as empresas são conhecidas pela forma como atuam, como realizam o seu trabalho, a qualidade de seus produtos e serviços, a forma como lidam com clientes e fornecedores.
É preciso que o novo funcionário saiba o que se espera dele em termos de atitude profissional, para que se enquadre aos padrões de qualidade já conquistados pela empresa e atue de acordo com eles;
• Tornar a adaptação mais rápida - ao conhecer as pessoas com as quais compartilhará os dias de trabalho o novo funcionário sente-se mais seguro, mais à vontade.
É importante que, desde o início, tenha um local preparado para ele, alguma atividade que possa realizar de imediato, e o material necessário.
Tratado assim, ele vai sentir-se valorizado, necessário e, de imediato, será capaz de fazer contribuições positivas para a empresa;
• Aumentar o aproveitamento do tempo - fornecer informações concretas, tais como o procedimento para conseguir material de trabalho, a quem recorrer se tiver dúvidas ou enfrentar problemas, como usufruir dos benefícios oferecidos pela organização, como e quando receber o salário e coisas do gênero diminuem a ansiedade própria das novas condições de trabalho e evitam que ele perca tempo produtivo tentando descobri-las;
• Estabelecer a integração do funcionário à empresa - profissionais novos podem ter bons conhecimentos teóricos, mas, às vezes, deixam a desejar no lado prático. Precisam de orientação específica sobre o que fazer e como fazê-lo.
Os mais antigos, vindos de outras empresas ou talvez até de um período de trabalho autônomo, trarão consigo alguns vícios, algumas características que entram em conflito com os padrões da atual, mas também grande bagagem de experiência e conhecimento.
Devem saber exatamente o que ela precisa para que correspondam da melhor forma possível.
É interessante ouvi-los, respeitá-los, nunca descartando a possibilidade de crescer um pouco mais, aprendendo com eles. Você pode planejar um programa de orientação para os novos funcionários a partir de alguns pontos básicos:
1. fornecer informações sobre os negócios, objetivos e posicionamento da empresa no mercado;
2. definir a posição que ele ocupa na organização e o que pode fazer para assegurar que esses objetivos sejam alcançados;
3. envolver todos os funcionários mais antigos da empresa no processo de orientação e adaptação do profissional recém-contratado;
4. evitar o excesso de informações, começando com as prioridades e permitindo que elas sejam devidamente assimiladas;
5. ter tudo preparado para a chegada do funcionário (local de trabalho, material, uma tarefa) para que ele não se sinta entediado, constrangido ou intimidado;
6. permitir que o funcionário tenha tempo de aprender as maneiras e razões para fazer com que tudo funcione antes de iniciá-lo nas tarefas cotidianas;
7. ser atencioso com o recém-chegado durante os primeiros dias no emprego a fim de demonstrar que todos se preocupam com o seu sucesso;
8. acompanhar sempre o programa para verificar se os objetivos estão sendo atingidos Publicado na revista Sala do Empresário - Ed. 13 /www.empresário.com.br/
J.P.Gomes
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Gas Refrigerante
Gas Refrigerante
Se a pressão exercida sobre a superfície de um líquido corporal é reduzido, o líquido irá mudar para o estado gasoso mais facilmente, que exigem menos calor para evaporar. Por isso, um dos primeiros passos realizados no desenvolvimento de sistemas de refrigeração foi a identificação de fluidos cujo ponto de ebulição é inferior à da água. Fluidos em que esta característica tenha sido identificados são definidos como "refrigerantes". O gás CFC-12 (R12), foi um dos mais amplamente utilizados refrigerantes até que ele foi expulso, devido ao seu efeito altamente destrutivo sobre a camada de ozono (a camada que bloqueia mais radiação ultravioleta). O gás HCFC-22 (R22) combina excelentes características físicas e químicas com alta eficiência volumétrica, garantindo a sua utilização em sistemas de ar condicionado com baixa e média capacidade requisitos. Este gás também está sob observação de seus efeitos sobre o meio ambiente. O gás CFC 114 é usado em centrífugas compressores para sistemas de ar condicionado. O gás CFC 502 é uma dessas misturas que não altere a sua composição ou a sua saturação volumétrica temperatura durante a evaporação, e, como se evapore a temperaturas mais baixas do que os outros gases, é usado em compressores herméticos. A nocividade dos CFC e HCFC foi proibido internacionalmente, a tal ponto que o protocolo de Montreal 1992 resultou na fixação de quotas de produção, a que se seguiu a sua proibição total. A busca de alternativas refrigerantes tem-se centrado na categoria de hidrocarbonetos (HC), que são inofensivos para o ambiente, mas são extremamente inflamável e, por conseguinte, não adequado para aplicações residenciais, a categoria dos refrigerantes naturais (amônia), que têm boas termodinâmica Propriedades, a baixa inflamabilidade, mas alta toxicidade; e, finalmente, a categoria de hidrofluorocarbonetos (HFC), que não tem um impacto sobre a camada de ozono, mas fazer aumentar o efeito de estufa (quantidade de CO2 no ar). O gás HFC 134a (R134a) é usado para substituir o CFC-12 em aplicações civis refrigeração, devido ao seu baixo impacto sobre a camada de ozono, mas não é adequado para sistemas de ar condicionado. Como um substituto para o R22, os gases HFC 407C (R407c) ou HFC 410A (R410a) são utilizados, mas em ambos os casos a refrigeração e sistemas de ar condicionado devem ser convertidos em conformidade. Assim como estes, o gás HFC 404A (R404A) também é utilizada, no entanto o seu potencial efeito sobre o aquecimento global está entre as mais elevadas da categoria dos hidrofluorocarbonetos.
J.P.Gomes
Se a pressão exercida sobre a superfície de um líquido corporal é reduzido, o líquido irá mudar para o estado gasoso mais facilmente, que exigem menos calor para evaporar. Por isso, um dos primeiros passos realizados no desenvolvimento de sistemas de refrigeração foi a identificação de fluidos cujo ponto de ebulição é inferior à da água. Fluidos em que esta característica tenha sido identificados são definidos como "refrigerantes". O gás CFC-12 (R12), foi um dos mais amplamente utilizados refrigerantes até que ele foi expulso, devido ao seu efeito altamente destrutivo sobre a camada de ozono (a camada que bloqueia mais radiação ultravioleta). O gás HCFC-22 (R22) combina excelentes características físicas e químicas com alta eficiência volumétrica, garantindo a sua utilização em sistemas de ar condicionado com baixa e média capacidade requisitos. Este gás também está sob observação de seus efeitos sobre o meio ambiente. O gás CFC 114 é usado em centrífugas compressores para sistemas de ar condicionado. O gás CFC 502 é uma dessas misturas que não altere a sua composição ou a sua saturação volumétrica temperatura durante a evaporação, e, como se evapore a temperaturas mais baixas do que os outros gases, é usado em compressores herméticos. A nocividade dos CFC e HCFC foi proibido internacionalmente, a tal ponto que o protocolo de Montreal 1992 resultou na fixação de quotas de produção, a que se seguiu a sua proibição total. A busca de alternativas refrigerantes tem-se centrado na categoria de hidrocarbonetos (HC), que são inofensivos para o ambiente, mas são extremamente inflamável e, por conseguinte, não adequado para aplicações residenciais, a categoria dos refrigerantes naturais (amônia), que têm boas termodinâmica Propriedades, a baixa inflamabilidade, mas alta toxicidade; e, finalmente, a categoria de hidrofluorocarbonetos (HFC), que não tem um impacto sobre a camada de ozono, mas fazer aumentar o efeito de estufa (quantidade de CO2 no ar). O gás HFC 134a (R134a) é usado para substituir o CFC-12 em aplicações civis refrigeração, devido ao seu baixo impacto sobre a camada de ozono, mas não é adequado para sistemas de ar condicionado. Como um substituto para o R22, os gases HFC 407C (R407c) ou HFC 410A (R410a) são utilizados, mas em ambos os casos a refrigeração e sistemas de ar condicionado devem ser convertidos em conformidade. Assim como estes, o gás HFC 404A (R404A) também é utilizada, no entanto o seu potencial efeito sobre o aquecimento global está entre as mais elevadas da categoria dos hidrofluorocarbonetos.
J.P.Gomes
História da Refrigeração
História da Refrigeração
Desde a pré-história, o homem tem a necessidade, ou a vontade, de obter formas de resfriamento que façam com que alimentos ou outras substâncias alcancem temperaturas inferiores a do ambiente. Registro anteriores a 2.000 A.C indicam que os efeitos exercidos por baixas temperaturas sobre a preservação de alimentos já eram conhecidos. Alexandre, O Grande, serviu bebidas resfriadas com neve aos seus soldados por volta de 300 A.C Já a civilização egípcia, que devido a sua situação geográfica e ao clima de seu país, não dispunham de gelo natural, refrescavam a água por evaporação, usando vasos de barro, semelhantes às moringas, tão comuns no interior do Brasil. O barro, sendo poroso, deixa passar um pouco da água contida no seu interior, a evaporação desta para o ambiente faz baixar a temperatura do sistema. Entretanto, durante um largo período de tempo, na realidade muitos séculos, a única utilidade que o homem encontrou para o gelo foi a de refrigerar alimentos e bebidas para melhorar seu paladar. Os métodos mais antigos de produção do frio faziam uso do gelo natural ou de misturas de sal e neve. Posteriormente descobriu-se que dissolvendo nitrato de sódio em água abaixa a temperatura da mistura - pelo menos no século XIV esse fato já era conhecido. O gelo natural era enviado dos locais de clima frio ou era recolhido durante o inverno e armazenado em salas frias, bem isoladas termicamente. A menção histórica mais antiga a esse respeito data de aproximadamente 1.000 A.C. num antigo livro de poemas chinês, chamado Shi Ching. Essas casas de armazenamento eram feitas de diversos materiais isolantes, como a palha e o esterco. No século XVIII A.C. o gelo estava disponível apenas para os ricos e poderosos. Em 1806 um homem chamado Frederick Tudor deu início a um negócio no qual blocos de gelo eram retirados do rio Hudson (em Nova York) e mananciais próximos e vendido a grande parte da população, por um preço bem acessível. Tudor eventualmente despachava gelo para locais ao redor do mundo e sua primeira empreitada foi um carregamento de 130 toneladas, para o porto de St. Pierre, na ilha da Martinique, na região do Caribe. O gelo era desconhecido por lá e não havia instalações para armazená-lo. A empreitada poderia ter sido um desastre caso Tudor não tivesse se associado a um proprietário local do setor de alimentos com o qual produziu e comercializou sorvetes. Um intenso movimento de cargas foi mantido para os estados do sul dos EUA até ser suspenso pela guerra civil americana. Diversos empresários entraram no negócio do comércio de gelo e começaram a trazê-lo de outras localidades. Dados históricos revelam que 156 mil toneladas de gelo foram embarcadas em Boston, em 1854. As casas de gelo, ao longo dos EUA, costumeiramente faziam uso de serragem como isolante térmico e muitas tinham paredes de até 1 metro de espessura. O comércio de gelo natural continuou mesmo depois do desenvolvimento do gelo artificial, estimulado pelo argumento que tinha qualidades superiores ao feito pela mão do homem pois era crença geral que o gelo artificial era prejudicial à saúde humana, O negócio finalmente terminou por volta de 1930. O principal método usado para produzir refrigeração baseia-se no processo de evaporação de um líquido chamado refrigerante. No ano de 1755 já se conhecia o efeito de resfriamento causado pelo éter ao se evaporar sobre a pele. Naquele tempo, o professor de química, William Cullen, demonstrou â formação de gelo na água em contato com um recipiente contendo éter; ao reduzir a pressão sobre o éter promoveu sua ebulição a uma temperatura baixa o suficiente para proporcionar a formação do gelo. Metade do ciclo de refrigeração estava resolvido, entretanto, ainda restava achar uma forma de recircular o éter evaporado, evitando desperdiçá-lo para o ambiente. Isso tornaria o sistema inviável economicamente, pois o éter evaporado deveria ser reposto. Informações sobre métodos de liquefação de gases através de compressão foram reunidas na segunda metade do século 18. Em 1780, dois homens chamados J. F. Clouet e G. Monge liquefizeram o Dióxido de Enxofre, a Amónia foi liquefeita em 1787 por van Marum e van Troostwijk. A ideia de unir as técnicas de evaporação e condensação e criar um sistema cíclico parece ter sido sugerida pela primeira vez por Oliver Evans, da Filadélfia, mas a primeira máquina cíclica de refrigeração foi feita por Jacob Perkins. A sua descrição pode ser encontrada nas especificações de uma patente de 1834. Haviam patentes anteriores dadas a máquinas de refrigeração, a primeira datada de 1790, mas Perkins parece ter sido o primeiro a tê-la construído e colocado em uso. O sistema poderia ser usado com qualquer fluido volátil, especialmente éter e consiste de quatro componentes principais: evaporador, compressor, condensador e válvula de expansão, do ciclo de refrigeração mecânica. O compressor bombeia o vapor para o condensador, que é basicamente um trocador de calor. O vapor é aquecido pela compressão e resfriado ao longo do condensador por um fluido externo como água ou ar, fazendo com que ele condense tornando-se líquido. Este líquido escoa através da válvula de expansão, que é basicamente um trecho da tubulação que de alguma forma oferece uma restrição à passagem do escoamento, criando com isso um diferencial de pressão através dele. Esta súbita queda de pressão faz com que parte do escoamento entre em ebulição gerando uma mistura de líquido mais vapor. A energia necessária para promover esta ebulição é retirada da parte ainda líquida do escoamento reduzindo a temperatura da mistura que se encaminha para o evaporador. O evaporador, que é um trocador de calor, retira calor do meio que se deseja resfriar e usa esta energia para promover a evaporação do restante do escoamento que ainda se encontra no estado líquido. Ao final do evaporador, todo o escoamento já se tornou vapor e é conduzido para o compressor, e o ciclo se inicia novamente. Apesar de ter gerado grande repercussão, não há nenhum registro da invenção de Perkins na literatura da época, e apenas casualmente Bramwell fez-lhe uma referência 50 anos depois. O maior responsável por colocar máquinas de refrigeração em uso foi o escocês James Harrison. Iniciou-se no assunto a partir de um breve treinamento técnico nas aulas de química durante seu curso de tipografia na universidade. Ao perceber o efeito de resfriamento do éter, inventou, em tomo de 1850, uma máquina acionada manualmente para produção de gelo. Nos anos de 1856 e 1857 solicitou patentes na Grã-Bretanha, e deu continuidade ao desenvolvimento construindo máquinas ainda mais evoluídas na Inglaterra. Tais equipamentos foram enviados para diversos lugares visando aplicações como produção de gelo e a cristalização de parafina. As máquinas foram fabricadas regularmente até o advento dos sistemas com Amónia e Dióxido de Carbono, chegando a se tornar populares na Índia. O éter quando submetido à pressão de 1 atmosfera evapora à temperatura de 34,5°C. Quando o objetivo é produzir gelo esta pressão deve ser bem mais baixa para que a evaporação ocorra em temperaturas inferiores a 0°C A ocorrência de um vazamento permitiria então a passagem de ar para dentro do equipamento, constituindo um ambiente de enorme potencial explosivo. Já o Dimetil Éter, com ponto de ebulição de -23,6°C introduzido por Caries Tellier em 1864 e o Dióxido de Enxofre, com ponto de ebulição de-l 0°C introduzido em 1874, não incorriam neste problema. Estes dois refrigerantes possibilitavam a produção de gelo mantendo o sistema â uma pressão acima da atmosférica. O Dimetil Éter nunca chegou a ser usado de forma generalizada, entretanto, o Dióxido de Enxofre foi usado extensivamente por aproximadamente 60 anos. Cari Von Linde foi o primeiro a introduzir Amónia como refrigerante em torno de 1870. Por ter um ponto de ebulição de -33,3°C proporcionava temperaturas bem mais baixas do que as disponíveis anteriormente, apesar de apresentar pressões em torno de dez atmosferas ou mais no condensador, requerendo assim construções mais robustas. Apesar do primeiro sistema de refrigeração por compressão ter sido desenvolvido em 1834 por Jakob Perkins, apenas uma década após o início da comercialização da máquina de refrigeração por absorção de Carré, esse sistema somente passou a dominar o mercado na década de 1930. Essa demora se deveu aos seguintes fatores: - Alto custo da energia mecânica e elétrica. - Elevado nível de ruído. - Motores grandes, pesados e caros. Lembrando que até o início do século os motores eléctricos eram isolados por meio de tecido. O domínio dos sistemas de refrigeração por compressão ocorreu devido a: - Invenção dos CFCs (Cloro-Fluor-Carbono). Os CFCs, usados como fluido refrigerante em máquinas por compressão não podiam ser usados em máquinas por absorção por não terem afinidade química com outras substâncias, apresentavam a vantagem de serem atóxico, não inflamáveis e menos corrosivos que os refrigerantes até então empregados, como amónia, butano, e outros. Naquela época desconhecia-se a acção destruidora dos CFCs sobre a camada de ozono troposférico que protege a Terra da radiação ultra violeta vinda do Sol. Hoje devido a esse efeito os CFCs estão sendo banidos'; - Barateamento da electricidade; - Introdução do verniz isolante que barateou e reduziu as dimensões dos motores eléctricos; - Logo após a 2ª Guerra Mundial a Tecumseh desenvolveu o compressor hermético para refrigerante R12, o que popularizou definitivamente a refrigeração por compressão. Na década de 1970 em razão da crise energética foram comercializados, por empresas com Carrier, York e Trane, vários modelos de equipamentos de condicionamento ambiental por absorção para uso em sistemas de cogeração, principalmente usando o par água – Brometo de lítio. J.P.Gomes
Desde a pré-história, o homem tem a necessidade, ou a vontade, de obter formas de resfriamento que façam com que alimentos ou outras substâncias alcancem temperaturas inferiores a do ambiente. Registro anteriores a 2.000 A.C indicam que os efeitos exercidos por baixas temperaturas sobre a preservação de alimentos já eram conhecidos. Alexandre, O Grande, serviu bebidas resfriadas com neve aos seus soldados por volta de 300 A.C Já a civilização egípcia, que devido a sua situação geográfica e ao clima de seu país, não dispunham de gelo natural, refrescavam a água por evaporação, usando vasos de barro, semelhantes às moringas, tão comuns no interior do Brasil. O barro, sendo poroso, deixa passar um pouco da água contida no seu interior, a evaporação desta para o ambiente faz baixar a temperatura do sistema. Entretanto, durante um largo período de tempo, na realidade muitos séculos, a única utilidade que o homem encontrou para o gelo foi a de refrigerar alimentos e bebidas para melhorar seu paladar. Os métodos mais antigos de produção do frio faziam uso do gelo natural ou de misturas de sal e neve. Posteriormente descobriu-se que dissolvendo nitrato de sódio em água abaixa a temperatura da mistura - pelo menos no século XIV esse fato já era conhecido. O gelo natural era enviado dos locais de clima frio ou era recolhido durante o inverno e armazenado em salas frias, bem isoladas termicamente. A menção histórica mais antiga a esse respeito data de aproximadamente 1.000 A.C. num antigo livro de poemas chinês, chamado Shi Ching. Essas casas de armazenamento eram feitas de diversos materiais isolantes, como a palha e o esterco. No século XVIII A.C. o gelo estava disponível apenas para os ricos e poderosos. Em 1806 um homem chamado Frederick Tudor deu início a um negócio no qual blocos de gelo eram retirados do rio Hudson (em Nova York) e mananciais próximos e vendido a grande parte da população, por um preço bem acessível. Tudor eventualmente despachava gelo para locais ao redor do mundo e sua primeira empreitada foi um carregamento de 130 toneladas, para o porto de St. Pierre, na ilha da Martinique, na região do Caribe. O gelo era desconhecido por lá e não havia instalações para armazená-lo. A empreitada poderia ter sido um desastre caso Tudor não tivesse se associado a um proprietário local do setor de alimentos com o qual produziu e comercializou sorvetes. Um intenso movimento de cargas foi mantido para os estados do sul dos EUA até ser suspenso pela guerra civil americana. Diversos empresários entraram no negócio do comércio de gelo e começaram a trazê-lo de outras localidades. Dados históricos revelam que 156 mil toneladas de gelo foram embarcadas em Boston, em 1854. As casas de gelo, ao longo dos EUA, costumeiramente faziam uso de serragem como isolante térmico e muitas tinham paredes de até 1 metro de espessura. O comércio de gelo natural continuou mesmo depois do desenvolvimento do gelo artificial, estimulado pelo argumento que tinha qualidades superiores ao feito pela mão do homem pois era crença geral que o gelo artificial era prejudicial à saúde humana, O negócio finalmente terminou por volta de 1930. O principal método usado para produzir refrigeração baseia-se no processo de evaporação de um líquido chamado refrigerante. No ano de 1755 já se conhecia o efeito de resfriamento causado pelo éter ao se evaporar sobre a pele. Naquele tempo, o professor de química, William Cullen, demonstrou â formação de gelo na água em contato com um recipiente contendo éter; ao reduzir a pressão sobre o éter promoveu sua ebulição a uma temperatura baixa o suficiente para proporcionar a formação do gelo. Metade do ciclo de refrigeração estava resolvido, entretanto, ainda restava achar uma forma de recircular o éter evaporado, evitando desperdiçá-lo para o ambiente. Isso tornaria o sistema inviável economicamente, pois o éter evaporado deveria ser reposto. Informações sobre métodos de liquefação de gases através de compressão foram reunidas na segunda metade do século 18. Em 1780, dois homens chamados J. F. Clouet e G. Monge liquefizeram o Dióxido de Enxofre, a Amónia foi liquefeita em 1787 por van Marum e van Troostwijk. A ideia de unir as técnicas de evaporação e condensação e criar um sistema cíclico parece ter sido sugerida pela primeira vez por Oliver Evans, da Filadélfia, mas a primeira máquina cíclica de refrigeração foi feita por Jacob Perkins. A sua descrição pode ser encontrada nas especificações de uma patente de 1834. Haviam patentes anteriores dadas a máquinas de refrigeração, a primeira datada de 1790, mas Perkins parece ter sido o primeiro a tê-la construído e colocado em uso. O sistema poderia ser usado com qualquer fluido volátil, especialmente éter e consiste de quatro componentes principais: evaporador, compressor, condensador e válvula de expansão, do ciclo de refrigeração mecânica. O compressor bombeia o vapor para o condensador, que é basicamente um trocador de calor. O vapor é aquecido pela compressão e resfriado ao longo do condensador por um fluido externo como água ou ar, fazendo com que ele condense tornando-se líquido. Este líquido escoa através da válvula de expansão, que é basicamente um trecho da tubulação que de alguma forma oferece uma restrição à passagem do escoamento, criando com isso um diferencial de pressão através dele. Esta súbita queda de pressão faz com que parte do escoamento entre em ebulição gerando uma mistura de líquido mais vapor. A energia necessária para promover esta ebulição é retirada da parte ainda líquida do escoamento reduzindo a temperatura da mistura que se encaminha para o evaporador. O evaporador, que é um trocador de calor, retira calor do meio que se deseja resfriar e usa esta energia para promover a evaporação do restante do escoamento que ainda se encontra no estado líquido. Ao final do evaporador, todo o escoamento já se tornou vapor e é conduzido para o compressor, e o ciclo se inicia novamente. Apesar de ter gerado grande repercussão, não há nenhum registro da invenção de Perkins na literatura da época, e apenas casualmente Bramwell fez-lhe uma referência 50 anos depois. O maior responsável por colocar máquinas de refrigeração em uso foi o escocês James Harrison. Iniciou-se no assunto a partir de um breve treinamento técnico nas aulas de química durante seu curso de tipografia na universidade. Ao perceber o efeito de resfriamento do éter, inventou, em tomo de 1850, uma máquina acionada manualmente para produção de gelo. Nos anos de 1856 e 1857 solicitou patentes na Grã-Bretanha, e deu continuidade ao desenvolvimento construindo máquinas ainda mais evoluídas na Inglaterra. Tais equipamentos foram enviados para diversos lugares visando aplicações como produção de gelo e a cristalização de parafina. As máquinas foram fabricadas regularmente até o advento dos sistemas com Amónia e Dióxido de Carbono, chegando a se tornar populares na Índia. O éter quando submetido à pressão de 1 atmosfera evapora à temperatura de 34,5°C. Quando o objetivo é produzir gelo esta pressão deve ser bem mais baixa para que a evaporação ocorra em temperaturas inferiores a 0°C A ocorrência de um vazamento permitiria então a passagem de ar para dentro do equipamento, constituindo um ambiente de enorme potencial explosivo. Já o Dimetil Éter, com ponto de ebulição de -23,6°C introduzido por Caries Tellier em 1864 e o Dióxido de Enxofre, com ponto de ebulição de-l 0°C introduzido em 1874, não incorriam neste problema. Estes dois refrigerantes possibilitavam a produção de gelo mantendo o sistema â uma pressão acima da atmosférica. O Dimetil Éter nunca chegou a ser usado de forma generalizada, entretanto, o Dióxido de Enxofre foi usado extensivamente por aproximadamente 60 anos. Cari Von Linde foi o primeiro a introduzir Amónia como refrigerante em torno de 1870. Por ter um ponto de ebulição de -33,3°C proporcionava temperaturas bem mais baixas do que as disponíveis anteriormente, apesar de apresentar pressões em torno de dez atmosferas ou mais no condensador, requerendo assim construções mais robustas. Apesar do primeiro sistema de refrigeração por compressão ter sido desenvolvido em 1834 por Jakob Perkins, apenas uma década após o início da comercialização da máquina de refrigeração por absorção de Carré, esse sistema somente passou a dominar o mercado na década de 1930. Essa demora se deveu aos seguintes fatores: - Alto custo da energia mecânica e elétrica. - Elevado nível de ruído. - Motores grandes, pesados e caros. Lembrando que até o início do século os motores eléctricos eram isolados por meio de tecido. O domínio dos sistemas de refrigeração por compressão ocorreu devido a: - Invenção dos CFCs (Cloro-Fluor-Carbono). Os CFCs, usados como fluido refrigerante em máquinas por compressão não podiam ser usados em máquinas por absorção por não terem afinidade química com outras substâncias, apresentavam a vantagem de serem atóxico, não inflamáveis e menos corrosivos que os refrigerantes até então empregados, como amónia, butano, e outros. Naquela época desconhecia-se a acção destruidora dos CFCs sobre a camada de ozono troposférico que protege a Terra da radiação ultra violeta vinda do Sol. Hoje devido a esse efeito os CFCs estão sendo banidos'; - Barateamento da electricidade; - Introdução do verniz isolante que barateou e reduziu as dimensões dos motores eléctricos; - Logo após a 2ª Guerra Mundial a Tecumseh desenvolveu o compressor hermético para refrigerante R12, o que popularizou definitivamente a refrigeração por compressão. Na década de 1970 em razão da crise energética foram comercializados, por empresas com Carrier, York e Trane, vários modelos de equipamentos de condicionamento ambiental por absorção para uso em sistemas de cogeração, principalmente usando o par água – Brometo de lítio. J.P.Gomes
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