terça-feira, 30 de maio de 2017

Compressores Parafusor




O compressor é uma máquina que actua como o coração dum sistema, accionado por electricidade ou por tracção mecânica (correias, polias, etc.). É concebido para aumentar a pressão dum fluido, e por sua vez, criar o fluxo do mesmo ao longo dos componentes do sistema.
Na refrigeração, são desenvolvidos com um objectivo particular, promover a compressão do fluido frigorígeno do sistema, necessário para manter em funcionamento o ciclo (expansão-compressão). Existem basicamente 4 tipos de compressores na refrigeração, são:
- Segundo ao tipo de compressão: - Alternativos (Pistão ou Pistões)
- Centrífugos (Alhetas)
- Axiais
- Rotativos (Parafusos, Palhetas, Scroll)
- Segundo a sua construção são divididos em quatro grupos (tipos): - Abertos
- Semi-Herméticos
- Herméticos
- Parafuso
- E as duas grandezas mais importantes para caracterização do seu desempenho são a capacidade de refrigeração e a potência
Será apenas abordado o último para apresentação deste trabalho; O de Parafuso (Rotativo).
Compressor Parafuso
Existe três tipos de compressores de parafuso; - Os de compound
- Os de parafuso simples
- Os de parafuso duplo (gémeos).
Sendo o primeiro um compressor de maior complexidade, mas é de grande eficiência energética.
Usando para isso dois pares de rotores e a compressão ser repartida por dois estágios, aborda-se apenas o ultimo, o de parafuso duplo. NOTA: Os compressores de parafuso também podem ser Abertos, Herméticos ou Semi-Herméticos
Construção
Um compressor parafuso típico, é uma máquina de deslocamento positivo com dispositivo de redução de volume, que possui dois rotores acoplados, montados em mancais (pontos de apoio das extremidades dos parafusos) para serem fixados nas suas posições na câmara de trabalho com uma tolerância pequena em relação à cavidade cilíndrica.
O rotor macho tem um perfil convexo (curvatura para fora), ao contrário do rotor fêmea, que possui um perfil côncavo (curvatura para dentro - garganta, reentrâncias).
A forma básica dos rotores é semelhante a um parafuso sem-fim, com diferentes números de lóbulos em cada rotor. Normalmente, nos rotores macho existem 4 lóbulos e nos rotores fêmea existem 6 reentrâncias (4+6). Havendo compressores de tecnologia mais recente, que possuem uma configuração 5 lóbulos e 7 reentrâncias (5+7).
O acoplamento dos rotores nunca é simultâneo, mas qualquer um dos dois pode ser impulsionado (individualmente) pelo motor.
NOTA: - A maior parte dos compressores são construídos para que o rotor macho (accionamento no parafuso macho) transmite movimento ao rotor fêmea. Mas alguns são construídos de forma que o motor seja ligado ao rotor fêmea (accionamento no parafuso fêmea) o que resulta num aumento de 50% de velocidade do rotor para a mesma velocidade do motor.
Todos os compressores de parafuso utilizados na refrigeração usam injecção de óleo na câmara de compressão para lubrificação, vedação e arrefecimento.
A vedação entre os diferentes níveis de pressão abrange uma estreita faixa entre as engrenagens dos rotores e a periferia dos mesmos na câmara de compressão. O óleo injectado na câmara de compressão numa quantidade suficiente minimiza a fuga e arrefece o fluido.
Já que a maioria do calor da compressão é transferido para o óleo durante a compressão, esta energia será removida por um sistema de refrigeração do óleo e também separado posteriormente por um separador de óleo (este conjunto de componentes, chamado de unidades de compressão, estão incorporado nos compressores de grande potência).
Compressor parafuso 4+6 Compressor parafuso 3+4
Princípio Geral de Funcionamento
O compressor parafuso pode ser descrito como uma máquina de deslocamento positivo com dispositivo de redução de volume. O fluido é comprimido meramente pela rotação dos rotores acoplados, que percorre o espaço entre os lóbulos enquanto é transferido axialmente da sucção para a descarga, passando pela compressão.
São estas as três fases distintas de operação deste compressor. Sendo assim, o refrigerante entra pelo topo à medida que o rotor macho impõe o movimento e o óleo é injectado entre os rotores, o espaço na engrenagem entre o macho e a fêmea diminuí de volume, comprimindo desta forma o fluido, até que este é descarregado pelo fundo do compressor.
As três fases de operação: Sucção, Compressão e Descarga
Sucção (Admissão)
Quando os rotores giram, os espaços entre os lóbulos abrem-se e aumentam de volume (o espaço inter-lobular). O fluido então é “sugado“ através da entrada e preenche o espaço entre os lóbulos. Quando os espaços entre os lóbulos alcançam o volume máximo, a entrada é fechada.
Processo de Sucção
Processo é análogo à descida do pistão num compressor alternativo.
O refrigerante admitido na sucção fica armazenado nas duas cavidades helicoidais formadas pelos lóbulos e na câmara onde os rotores giram. O volume armazenado em ambos os lados e ao longo de todo o comprimento dos rotores é definido como volume de sucção (Vs).
Volume máximo na sucção.
Processo é análogo quando o pistão alcança o fundo do cilindro e a válvula de sucção fecha, num compressor alternativo.
O deslocamento volumétrico do compressor alternativo é definido em termos do volume da sucção, pela multiplicação da área da cavidade pelo percurso do cilindro e pelo número deles.
No caso do compressor parafuso, este deslocamento é dado pelo volume da sucção por fio e multiplicado pelo número de lóbulos do rotor accionado.
Compressão
Os lóbulos do rotor macho começarão a encaixar-se nas ranhuras do rotor fêmea no fim da sucção, localizada na traseira do compressor.
“Os fluidos” provenientes de cada rotor são “unidos” numa cunha em forma de “V”, com a ponta desse “V” situado na intersecção dos fios, no fim da sucção.
Início da compressão.
Processo análogo num compressor alternativo.
Quando o pistão inicia a subida no cilindro com a válvula de sucção fechada e a de válvula de descarga ainda fechada.
Posteriormente, em função da rotação do compressor, inicia-se a redução do volume na intersecção dos fios (na cunha “V”), ocorrendo a compressão.
Continuação da compressão
O ponto de intersecção do lóbulo do rotor macho e da ranhura do rotor fêmea é análogo à compressão do gás pelo pistão num compressor alternativo.
Descarga
No compressor parafuso não existe válvulas (como acontece no alternativo) para determinar o fim da compressão. A localização da câmara de descarga é que determina o fim da compressão.
O volume do fluido acumulado nos espaços entre os lóbulos na “porta” de descarga é definido como volume de descarga (Vd).
Início da descarga
Num compressor alternativo, este processo inicia-se com a abertura da válvula de descarga. Como a pressão no cilindro é superior a pressão da (mola) válvula, esta abre-se, permitindo que o fluido comprimido seja empurrado para a descarga.
As duas aberturas utilizadas, (uma) na descarga radial na saída final da válvula de deslizamento e (outra) na descarga axial na parede de final de descarga, conferem a importância da descarga (que controla a compressão), uma vez que determina a razão entre os volumes internos.
O processo de descarga termina quando espaço antes ocupado pelo fluido é agora ocupado inteiramente pelo lóbulo do rotor macho.
Válvula de deslizamento
Válvula de deslizamento controlando a capacidade e a localização da câmara de descarga. Carga total com Vi mínimo
Válvula de deslizamento controlando a posição da descarga e a razão entre volumes. Carga total com Vi máximo.
O momento da abertura da “porta de descarga” - fase de extensão da válvula”, é atingido quando a pressão na cavidade durante a compressão sobe até ao ponto em que é igual a pressão da linha de descarga.
Com este tipo de válvulas não ocorrem golpes e oscilações de pressão, uma vez que não há válvulas oscilantes (aspiração e de escape) fornecendo assim um fluxo extremamente contínuo
Ao contrário dos alternativos, em que as válvulas “transmitem” o fluido aos “espirros” cada vez é forçada a sua abertura.
O sistema das válvulas de deslizamento é accionado através da pressão de óleo que é bombeado para um “cilindro hidráulico” que acciona a válvula deslizante.
Ao deslocar a válvula no sentido da abertura ela permitirá que todo o refrigerante aspirado seja comprimido.
Ao deslocar a válvula no sentido do fecho diminui-se a área de descarga e permite que parte do refrigerante aspirado retorne para a fase da sucção sem ter sido comprimido.
Diminuindo o refrigerante comprimido, diminui-se a capacidade de refrigeração, atendendo o sistema que necessita de uma carga parcial e com um menor consumo de energia.
Sistema de controlo de capacidade
Razão entre Volumes
A razão entre volumes (Vi) é uma característica fundamental nos compressores de parafuso. O compressor é um dispositivo que reduz o volume, daí, a comparação entre o volume de sucção
(Vs) e o volume compressão (Vd) define-se pela razão de redução de volumes (Vi), o que determina a razão de pressão do compressor através das relações abaixo:
Vi = Vs/Vd
Onde:Vi = razão entre volumes
Vs = volume na sucção Vd = volume na descarga
Pi = Vi x cp
Onde:Pi = razão entre pressões cp = calor específico do gás
Volume dos espaços entre lóbulos
Sobre-Compressão e Sub-Compressão
Se a razão entre volumes (Vi) for muito elevada para uma dada condição de operação, a descarga tornar-se-á muito longa e a pressão ficará acima da pressão de descarga.
Denominando-se de Sobre-Compressão. Neste caso, o gás é comprimido acima da pressão de descarga e quando ocorre a abertura da descarga, a alta pressão do gás faz com que ocorra a expansão do refrigerante para a tubulação de descarga, fora do compressor.
Isto acarreta um trabalho maior do que se a compressão tivesse sido interrompida quando a pressão interna fosse igual a pressão de descarga.
Sobre-Compressão - Diagrama P x V.
Se a razão entre volumes (Vi) é muito baixa para uma dada condições de operação, a descarga tornar-se-á muito breve e a pressão ficará abaixo da pressão de descarga.
Denominando-se de Sub-Compressão. Neste caso a abertura da descarga acontece antes que a pressão do gás alcance a pressão de descarga.
Isto faz com que o gás que estava do lado de fora do compressor invada a câmara de compressão, elevando a pressão imediatamente para o nível de pressão da descarga.
O compressor tem que trabalhar com um nível de pressão mais alto, em vez de trabalhar com uma gradual elevação do nível de pressão.
Sub-Compressão - Diagrama P x V.
Nos dois casos anteriormente mencionados, o compressor funcionará na mesma, e o mesmo volume de gás será igualmente deslocado, porém com uma maior potência requerida do que aquela que seria utilizada se as aberturas de descarga estivessem correctamente equilibradas, de modo a equiparar a razão entre volumes com a necessidade do sistema.
Compressão ideal - Diagrama P x V.
Separador de Óleo
Como a maioria dos compressores de refrigeração possuem lubrificação por injecção de óleo. O de parafuso não é excepção a essa maioria.
Da mesma forma que a maioria dos compressores parafuso são fabricados como se de uma unidade de compressão tratasse, principalmente os de grande potencia, onde está incluída a bomba, arrefecedor, filtro e o separador de óleo.
Portanto, é necessário fazer-se a separação do óleo e do fluido refrigerante, que são descarregados no compressor.
A separação dá-se em 2 estágios; - O primeiro é mecânico
- O segundo através de um filtro (tipo coalescer – Que faz a junção de partes que se encontram separadas).
1º Estágio2º Estágio Separação do óleo
Filtro de Óleo
Separa eventuais impurezas do óleo que irá lubrificar as partes móveis do compressor, como rolamentos, mancais, selo e fusos, entre outras.
Bomba de Óleo
Trata-se de uma bomba do tipo de engrenagens que bombeia o óleo a ser injectado nas cavidades helicoidais do compressor. A pressão de óleo do compressor deve ser de 3 a 1 bar mais alta que a pressão de descarga.
Arrefecedor de Óleo
É um reservatório de óleo que se encontra na parte da descarga do compressor, de forma que é necessário retirar o excesso do calor que o óleo adquiriu ao ser comprimido junto do gás. Existem três tipos de sistema para se arrefecer o óleo,
- O de óleo a água: Trata-se de um trocador de calor (Casco-Tubo ou placas) no qual o óleo é arrefecido por água (eventualmente da torre).
- Termossifão: Utiliza o próprio fluido refrigerante para arrefecer o óleo, através de um “permutador” de calor (seria um “evaporador” com óleo);
- Injecção de líquido: Trata-se de um sistema que injecta o fluido refrigerante líquido na própria camara de descarga do compressor. O líquido evapora resfriando o gás descarregado e o óleo, que ainda não foi separado.
Algumas Características
- Os gases são comprimidos por elementos giratórios. - Têm menores perdas mecânicas por atrito, por ter poucas peças móveis.
- A velocidade de rotação é alta e controlada através da variação da velocidade do motor acoplado.
- O arrefecimento do fluido pode ser feito durante a compressão por meio de óleo (ou não).
- Ausência de válvulas de admissão e de descarga diminuem as perdas, melhorando o rendimento volumétrico independentemente da relação de pressão do compressor.
- A compressão é feita de um modo contínuo e não intermitente (alternativo). Devido a utilização da válvula de deslizamento que fica embutida no compressor, onde se move axialmente.
- A operação nos intervalo de velocidades - 1800 até 5000 rpm - permite facilmente usar o controlo por variação de velocidade para regular a capacidade de refrigeração.
- Confere uma capacidade de operação com razões de compressão elevadas. Devido ao facto no final da descarga, todo o fluido se ter expandido, isto é, não há remanescência de fluido na câmara como acontece nos compressores alternativos.
A escolha do compressor deve estar aliada a diversos factores, tais como:
- Consumo energético - Robustez
- Fluido refrigerante
- Custo
- Custo de eventuais acessórios
- Rendimentos
- Ruído
- Custo de manutenção
- Regime de operação
- Etc.
Mas a selecção dos compressores parafuso são normalmente direccionadas para instalações de grande porte, compreendidas entre os 500KW e os 2000KW.
Com estas capacidades elevadas a selecção de um compressor alternativo seria de uma enorme volumetria (uma desvantagem), o que pode ser resolvido pela simples implementação do compressor de parafuso (duplo ou compound).
Instalações desta envergadura são normalmente realizadas, em climatização de grandes superfícies, zonas de conservação e/ou congelação de alimentos na industria e/ou hipermercados, em chiller’s, etc.
Aspecto de um Compressor de Parafuso Pequena potência
Grande potência
1 - Cilindro
9 - Válvula de deslizamento
10 - Rotor hidráulico
2 - Rotor macho
3 - Rotor fêmea
4 - Rolamento radial
5 - Rolamento de encosto axial
6 - Vedante mecânica
7 - Bomba de óleo
8 - Pistão de compensação
Secção longitudinal: VERTICAL
Secção longitudinal: HORIZONTAL
Funcionamento Compressor Parafuso.htm 

Tipos de compressores utilizados em ar-condicionado

compressor de ar-condicionadoO compressor é a principal peça do ar-condicionado (e também a mais cara), é o equipamento responsável pela alteração da temperatura do ar, promovendo o aquecimento ou a refrigeração do ambiente. Sua função é receber e comprimir o fluido refrigerante vindo da evaporadora, elevando a pressão do gás e a temperatura nesse processo. Após deixar o compressor, o gás passa novamente pelo condensador onde então é feita a troca de calor com o ambiente.
Existem vários tipos de compressores, mas somente cinco deles são utilizados na climatização, sendo o alternativo e o rotativo os tipos mais usados nos aparelhos de ar-condicionado residenciais. Confira:
Compressor Rotativo
O rotativo é o mais econômico e silencioso dos compressores. Sua grande eficiência em energia ocorre pelo ar que é comprimido nas espirais internas do equipamento, onde mesmo que seu funcionamento aconteça em altíssima rotação, o trabalho é realizado com “menos esforço” e consequentemente consumindo menos energia. Ele é usado nos modelos janela e split. A tendência é que os fabricantes adotem o compressor rotativo em seus aparelhos.
Quando é usado: Aparelhos até 30.000 BTUs.
Preço médio: R$300 a R$800
Rotativo Inverter
tecnologia inverter pode ser aplicada no compressor rotativo, que controla a velocidade da rotação, fazendo com que trabalhe em baixa freqüência, evitando picos de energia, sem perder a eficiência. Só em comparação ao rotativo convencional (que já gasta menos que os outros) a diferença inverter pode chegar a 40% menos de consumo. O sistema inverter é exclusivo para os aparelhos split.
Compressor Alternativo
Ele atua com um sistema parecido com um pistão de carro e o ar é comprimido. Por conta disso, o nível de ruído é elevado, ele consome mais energia e possui menor vida útil. Gradativamente ele está sendo substituído pelo sistema rotativo. É usado nos modelos janela e split.
Quando é usado: Aparelhos até 30.000 BTUs.
Preço médio: R$260 a R$1.100
Compressor Scroll
Este compressor tem duas partes separadas de forma espiral, onde uma permanece fixa, enquanto a outra gira contra ela. Os compressores do tipo Scroll (caracol excêntrico) possuem alta eficiência energética aliado ao baixo nível de ruído, garantindo baixo custo de operação e funcionamento suave e progressivo.
Eles funcionam silenciosamente e são menos propensos a ter vazamentos quando comparados a outros tipos de compressores. O compressor scroll é mais utilizado em chillers.
Quando é usado: Equipamentos a partir de 24.000 BTUs.
Preço médio: R$700 a R$2.000
Compressores Parafuso
Neste modelo são usados dois eixos em formato de parafuso interligados que giram em direções opostas. O gás refrigerante entra na câmara e é comprimido entre os parafusos. O gás é absorvido para dentro da câmara e levado até a condensadora.
É mais comum vê-los sendo usados ??para fornecer ar comprimido em estabelecimentos industriais em geral. Umadas vantagens desse compressor é que ele oferece um fluxo contínuo de ar.
Quando é usado: Sistemas entre 100 e 750 TRs.
Preço médio: R$12.000 a R$50.000
Compressor Centrífugo
Este modelo é adequado quando o objetivo é trabalhar numa faixa mais ampla de fluxo de ar, sem que mude a rotação. Este compressor contém um propulsor de alta velocidade, com muitas pás, que giram para alcançar o objetivo do equipamento. Ele ainda age como coletor acumulando o ar pressurizado.
Quando é usado: Sistemas entre 100 e 1.000 TRs.
Preço médio: R$40.000 a R$80.000
O setor está em desenvolvimento
O compressor alternativo está com os dias contados. A criação do rotativo e principalmente da tecnologia inverter, fez com que a diferença de consumo e de trabalho de ambos seja significativa.
A tecnologia continua evoluindo nesse sentido, até em refrigeração óptica se fala, que poderia eliminar o uso de compressores no futuro. Um microcompressor também foi desenvolvido pela empresa Embraco, com o objetivo de refrigerar pequenos objetos portáteis, como roupas especiais e caixas no transplante de órgãos.
Atuação no mercado
Existem profissionais, palestras e cursos específicos na área para conserto e selecionamento de compressores. Sempre que ficamos sabendo de algum evento publicamos em nossa seção “cursos e eventos”.
Rede de energia fraca
Os compressores recomendados para locais onde a energia elétrica é fraca ou tem variações, são os de alto torque de partida (força que tende a rodar algo), contidos na maioria dos compressores usados nos condicionadores de ar.  Estabilizador de tensões também é indicado para rede vulneráveis, já que mantém a tensão dentro da faixa projetada.
Como sei que o compressor está danificado?
Basicamente os testes necessários são:
– Examinar se alguma bobina está interrompida ou queimada;
– Verificar se os componentes elétricos estão em boas condições;
– Observar se as peças relacionadas ao trabalho de compressão estão em boas condições e se o compressor atinge o índice de compressibilidade projetado.
Existem outros modelos
É comum ouvirmos outros tipos de compressores como Axiais, hemérticos, semi-herméticos, abertos, dinâmicos radiais, de palheta, de lóbulos, entre outros que vão além de aparelhos de ar-condicionado, servindo para aumentar a pressão de fluido em estado gasoso de outros aparelhos como geladeira, máquinas industriais, automóveis, entre outros.

Gomes

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Fluidos refrigerantes da Dupont. Na Climoar Refrigeração você acha todos gases refrigerantes da linha SUVA.

 
DuPont Suva® 408A

O gás refrigerante Suva® 408A é um HCFC desenvolvido para Retrofit do R-502, para equipamentos de refrigeração comercial já existentes, de baixas e médias temperaturas de evaporação. É também uma opção ao Suva® HP80, onde são necessárias pressões de trabalho mais baixas, tais como antigos equipamentos, com capacidade de condensação limitada.

Classificação ASHRAE: R-408A
Aplicações
Refrigeração comercial.
Benefícios
Permite utilizar equipamentos existentes;
Possibilita a redução de 10 a 25% em relação à carga original com R-502;
Não é necessária a troca do óleo lubrificante e do dispositivo de expansão;
HCFC: apresenta um baixo potencial de degradação da camada de ozônio;
Baixa toxicidade, similar ao R-502;
Não é inflamável.
Performance Esperada
A utilização do óleo lubrificante alquilbenzeno é recomendada para um melhor retorno de óleo no compressor.
Uma única troca de óleo para AB possibilita remover de 50% a 80% do óleo mineral remanescente, o que satisfaz as recomendações da maioria dos compressores.

Considerações para o Uso
O Suva® 408A é compatível com lubrificantes a base de alquilbenzeno (AB) e de óleo mineral (OM).
É importante verificar se o Suva® 408A é compatível com os materiais/componentes do sistema de refrigeração.
Em caso de vazamento, pode-se completar a carga de fluido refrigerante durante o serviço de manutenção sem a remoção de todo o produto (fluido refrigerante), desde que o sistema esteja com Suva® 408A e que a carga seja feita na fase líquida.
 


DuPont Suva® MP39
O fluido refrigerante Suva® MP39 é um HCFC desenvolvido para substituir o R-12 em equipamentos de refrigeração novos ou existentes, de baixas e médias temperaturas de evaporação (acima de -26ºC). Também pode ser uma opção para Retrofit.
Classificação ASHRAE: R-401A
Aplicações
Refrigeração Doméstica e Comercial.
Benefícios
Trabalha dentro de toda a faixa de operação do R-12, apresentando melhor capacidade quando a temperatura de evaporação estiver acima de -26ºC;
Em caso de Retrofit, não é necessário trocar o óleo lubrificante e o dispositivo de expansão;
HCFC: Produto de acordo com as legislações ambientais vigentes;
Baixa toxicidade, similar ao R-12;
Não inflamável.
Performance Esperada
O Suva® MP39 apresenta uma capacidade de refrigeração ligeiramente mais alta e um coeficiente de desempenho equivalente em comparação com o CFC-12.
Muitos equipamentos têm sido convertidos para o Suva® MP39, proporcionando uma redução no consumo de energia e aumento na capacidade do equipamento.
 


Suva® 123 (R-123)
Suva® 123 é um fluido refrigerante HCFC, alternativo ao R-11 em centrífugas de baixa pressão. É indicado para realização de Retrofit, e para utilização em equipamentos novos de médias e altas temperaturas de evaporação.

Classificação ASHRAE: R-123
Aplicações
Chiller Centrífugo de Baixa Pressão.
Benefícios
Equipamentos originalmente desenvolvidos para trabalhar com o Suva® 123 proporcionam excepcional capacidade e eficiência energética, garantindo baixo custo operacional em equipamentos novos;
Pode ser utilizado em Retrofit de sistemas existentes de R-11;
Em caso de Retrofit, não é necessária a troca do óleo lubrificante e do dispositivo de expansão;
HCFC: apresenta um baixo potencial de degradação da camada de ozônio;
Baixa toxicidade, similar ao R-11;
Não é inflamável.
Performance Esperada
O Suva® 123 oferece a melhor eficiência teórica entre as várias alternativas para uso em Chillers. Produz aproximadamente as mesmas pressões e temperaturas operacionais apresentadas pelo CFC-11.
Entretanto, em caso de Retrofit, os chillers não modificados terão uma menor capacidade de refrigeração e eficiência equivalente ou menor com o HCFC-123 que com o CFC-11.
De maneira geral, as diferenças em capacidade e eficiência dependerão da seleção de componentes do sistema e condições operacionais do sistema original.
Considerações para o Uso

Operam com lubrificantes a base de óleo mineral (OM) ou alquilbenzeno (AB). Em geral, os lubrificantes utilizados com o CFC-11 apresentam um desempenho satisfatório com o HCFC-123 em sistemas operacionais.
Em equipamentos existentes é possível instalar componentes mecânicos otimizados para o HCFC-123, a fim de manter a capacidade total após o Retrofit.
Quando utilizado como substituto do R-11, principalmente em equipamentos com mais de 8 anos, modificações são normalmente necessárias para aumentar a capacidade e evitar incompatibilidade de materiais (principalmente elastômeros).
Em caso de vazamento, pode-se completar a carga de fluido refrigerante durante o serviço de manutenção sem a remoção de todo o produto (fluido refrigerante), desde que o sistema esteja com Suva® 123.
 


Suva® 95 (R-508B)
O Suva® 95 é um fluido refrigerante PFC, que não degrada a camada de ozônio. Foi desenvolvido para substituir o R-13, R-23 e R-503 para aplicações de baixíssima temperatura (abaixo de - 40°C). É indicado para realização de Retrofit, e para utilização em equipamentos novos.
Classificação ASHRAE: R-508B
Aplicações
Sistemas em cascata:
Câmaras de teste ambiental;
Freezer de temperatura constante muito baixa;
Refrigeração de processo.
Benefícios
É um excelente fluido refrigerante para aplicações em refrigeração com temperaturas muito baixas (abaixo de - 40°C) onde segurança e consistência de desempenho são necessárias;
Pode ser utilizado para Retrofit em sistemas projetados para o R-503 e na maioria dos sistemas existentes com R-13 se os procedimentos apropriados forem seguidos;
Proporciona uma capacidade de resfriamento 30% maior do que o R-13, sendo um substituto perfeito ao R-23, uma vez que oferece capacidade e eficiência mais altas que o mesmo;
A temperatura de descarga do compressor é significativamente mais baixa do que a temperatura de compressores que utilizam o R-23;
PFC: não apresenta potencial de degradação da camada de ozônio: Sua utilização não será interrompida devido ao Protocolo de Montreal;
Baixa toxicidade, similar ao R-13, R-23 e R-503;
Não é inflamável.
Performance Esperada
O Suva® 95 oferece excelentes características de operação quando comparado com o R-503 e R-13. Seus valores de eficiência e capacidade são quase equivalentes aos R-503 e superiores aos do R-13. Possui temperaturas de descarga inferiores às do R-23, o que pode prolongar a vida útil do compressor e melhorará estabilidade do lubrificante.
Considerações para o Uso
O Suva® 95 é compatível apenas com os lubrificantes a base de poliól éster (POE). Em caso de Retrofit, o óleo mineral deverá ser substituído, e seus resíduos não poderão ultrapassar a 5%, o que pode exigir três ou mais trocas do lubrificante poliól éster (POE).
 


Suva® 134a (R-134a)
gás refrigerante Suva® 134a é um HFC, que não degrada a camada de ozônio, desenvolvido para substituir o R-12 em sistemas de refrigeração de médias e altas temperaturas de evaporação  (acima de – 7º C).
Sua utilização é indicada preferencialmente para equipamentos novos; porém, pode ser uma opção para Retrofit*.
Classificação ASHRAE: R-134a
Aplicações
Equipamentos de Refrigeração Doméstica, Comercial e Industrial;
Condicionador de ar automotivo;
Chiller.
Benefícios
É indicado para aplicação em condicionador de ar automotivo;
A temperatura de descarga do compressor é significativamente mais baixa quando comparada à do R-12;
HFC: não apresenta potencial de degradação da camada de ozônio: 
Sua utilização não será interrompida devido ao Protocolo de Montreal;
Baixa toxicidade, similar ao R-12;
Não é inflamável.
Considerações para o Uso
Todos os sistemas que trabalham com HFC-134a podem utilizar lubrificantes a base de poliól éster (POE). 
Em sistemas de condicionadores de ar automotivos também é possível a utilização de lubrificantes a base de polialquileno glicol (PAG).
Em determinados casos são necessárias mudanças no projeto dos equipamentos para otimizar o desempenho do fluido.
Em caso de vazamento, pode-se completar a carga de fluido refrigerante durante o serviço de manutenção sem a remoção de todo o produto (fluido refrigerante), desde que o sistema esteja com Suva® 134a.
Exige troca do tipo de lubrificante e do dispositivo de expansão.
 


Suva® 404A (R-404A)
O Suva® 404A é um fluido refrigerante a base de hidrofluorcarboneto (HFC), fluido que não degrada a camada de ozônio. É indicado para a substituição do R-502 em equipamentos novos que possuam baixa temperatura de evaporação.
Classificação ASHRAE: R-404ª
Aplicações

Refrigeração Comercial e Industrial.
Benefícios
Oferece as melhores propriedades quando comparado com o R-502.
Sua temperatura de descarga possibilita o prolongamento da vida útil do compressor;
HFC: não apresenta potencial de degradação da camada de ozônio: Sua utilização não será interrompida devido ao Protocolo de Montreal;
Baixa toxicidade, similar ao R-502;
Não inflamável.
Performance Esperada
O Suva® 404A oferece as melhores propriedades quando comparado com o R-502. Os valores de capacidade de refrigeração e eficiência energética devem ser equivalentes aos do R-502, e as temperaturas de descarga do compressor podem ser até 9°C mais baixas que o R-502, o que pode propiciar a uma vida mais longa do compressor e uma melhor estabilidade do lubrificante.
As características de transferência de calor do Suva® 404A são melhores que as do R-502, de modo que qualquer perda na eficiência do compressor pode ser compensada pelas melhorias na transferência de calor.
Considerações para o Uso

O Suva® 404A é compatível apenas com os lubrificantes a base de poliól éster (POE).
Além de ser uma alternativa para todas as aplicações do R-502, o Suva® 404A também pode ser utilizado para realização de Retrofit* quando os HFCs forem desejados.
Em caso de vazamento, pode-se completar a carga de fluido refrigerante durante o serviço de manutenção sem a remoção de todo o produto (fluido refrigerante), desde que o sistema esteja com Suva® 404A e que a carga seja feita na fase líquida.
Exige troca de lubrificante e do dispositivo de expansão.
 


Suva® 407C (R-407C)
gás refrigerante Suva® 407C é uma mistura de três fluidos refrigerantes à base de hidrofluorcarbono (HFC), que não degrada a camada de ozônio. Foi desenvolvido para a substituição do R-22, em equipamentos novos de média e alta temperatura de expansão. Também pode ser uma opção para Retrofit*.
Classificação ASHRAE: R-407C
Aplicações

Condicionador de Ar Doméstico e Comercial;
Bomba de calor;
Chiller recíproco.
Benefícios

É indicado para aplicação de baixa temperatura onde é necessário uma maior capacidade;
HFC: não apresenta potencial de degradação da camada de ozônio: 
Sua utilização não será interrompida devido ao Protocolo de Montreal;
Baixa toxicidade, similar ao R-22;
Não é inflamável.
Performance Esperada

Considerando a capacidade e a eficiência energética, o fluido refrigerante Suva® 407C tem um desempenho similar ao do R-22 sob temperaturas de evaporação na faixa de -7 a 10°C.
Considerações para o Uso

O Suva® 407C é compatível apenas com os lubrificantes a base de Poliól éster (POE).
É recomendável verificar as orientações dos fabricantes do equipamento quanto ao tipo de óleo e carga ideal.
Em caso de vazamento, pode-se completar a carga de fluido refrigerante durante o serviço de manutenção sem a remoção de todo o produto (fluido refrigerante), desde que o sistema esteja com Suva® 407C e que a carga seja feita na fase líquida.

 


Suva® 409A (R-409A)
O gás refrigerante Suva® 409A é um HCFC desenvolvido para substituir o R-12 em equipamentos de refrigeração novos ou existentes, de baixas e médias temperaturas de evaporação (acima de – 26ºC). Também pode ser uma opção para Retrofit*.
Classificação ASHRAE: R-409A
Aplicações

Refrigeração Doméstica e Comercial:
Refrigeradores domésticos;
Balcões frigoríficos;
Bebedouros.
Benefícios

Trabalha dentro de toda a faixa de operação do R-12, apresentando melhor capacidade quando a temperatura do evaporador estiver acima de – 26°C;
Permite utilizar equipamentos existentes;
Em caso de Retrofit, não é necessária a troca do óleo lubrificante e do dispositivo de expansão.
HCFC: apresenta um baixo potencial de degradação da camada de ozônio;
Baixa toxicidade, similar ao R-12;
Não é inflamável.
Performance Esperada
Em comparação com o CFC-12 o Suva® 409A apresenta uma capacidade de refrigeração ligeiramente mais alta e um coeficiente de desempenho equivalente.
Considerações para o Uso

O Suva® 409A é compatível com lubrificantes a base de alquilbenzeno (AB) e de óleo mineral (OM).
É importante verificar se o Suva® 409A é compatível com os materiais/componentes do sistema de refrigeração.
Em caso de vazamento, pode-se completar a carga de fluido refrigerante durante o serviço de manutenção sem a remoção de todo o produto (fluido refrigerante), desde que o sistema esteja com Suva® 409A e que a carga seja feita na fase líquida.

 


Suva® 410A (R-410A)
O gás refrigerante Suva® 410A, disponível  em embalagens de 11,34 e 5kg, é uma mistura de dois fluidos refrigerantes a base de hidrofluorcarbono (HFC), que não degrada a camada de ozônio. 
Foi desenvolvido para substituir o R-22 em equipamentos novos, de médias e altas temperaturas de evaporação, projetados exclusivamente para trabalhar com o R-410A.
Classificação ASHRAE: R-410A
Aplicações
Condicionador de Ar Doméstico;
Bomba de Calor;
Refrigeração Comercial.
Benefícios
Equipamentos desenvolvidos para trabalhar com o Suva® 410A possuem capacidade superior a equipamentos projetados para trabalhar com o R-22;
HFC: não apresenta potencial de degradação da camada de ozônio: Sua utilização não será interrompida devido ao Protocolo de Montreal;
Baixa toxicidade, similar ao R-22;
Não é inflamável.
Performance Esperada

Equipamentos desenvolvidos para trabalhar com o Suva® 410A possuem um desempenho 60% superior a equipamentos similares, os quais utilizam o R-22.
O Suva® 410A apresenta pressão e capacidade de refrigeração significativamente mais altas que o HCFC-22.
Considerações para o Uso
O Suva® 410A é compatível apenas com lubrificantes a base de Poliól éster (POE).
É recomendável verificar as orientações dos fabricantes do equipamento quanto ao tipo de óleo e carga ideal.
Devido às pressões significativamente mais altas do Suva® 410A em comparação com o HCFC-22, um compressor típico projetado para o HCFC-22 não pode ser utilizado com o Suva® 410A.
Em caso de vazamento, pode-se completar a carga de fluido refrigerante durante o serviço de manutenção sem a remoção de todo o produto (fluido refrigerante), desde que o sistema esteja com Suva® 410A e que a carga seja feita na fase líquida.

 


Suva® 507 (R-507)
O gás refrigerante Suva® 507 é a mistura dos hidrofluorcarbonetos HFC-125 e HFC-143a, fluidos que não degradam a camada de ozônio.
Indicado para substituir o R-502 em sistemas de refrigeração, deve ser utilizado preferencialmente em equipamentos novos que apresentem baixa temperatura de evaporação.
Classificação ASHRAE: R-507
Aplicações
Refrigeração Comercial e Industrial.
Benefícios
Possui uma menor temperatura de descarga, o que pode prolongar a vida útil do compressor;
HFC: não apresenta potencial de degradação da camada de ozônio: 
Sua utilização não será interrompida devido ao Protocolo de Montreal;
Baixa toxicidade, similar ao R-502;
Não é inflamável.
Performance Esperada

O R-507 manterá sua composição consistente se ocorrer vazamento em sistema de refrigeração, o que significa que o desempenho operacional permanecerá constante e estável após ciclos de vazamento/recarga.
O Suva®  507 trabalha dentro de toda faixa de operação do R-502. 
Apresenta temperatura de descarga do compressor até 7,4K mais baixa do que com o R-502.
Considerações para o Uso
O Suva® 507 deve ser utilizado apenas com lubrificantes a base de poliól éster (POE).
Misturas R-507/lubrificante POE apresentam miscibilidade melhor do que as R-502/óleo mineral em temperaturas baixas, o que ajuda no retorno de óleo em aplicações de baixa temperatura.
Para efetuar carregamento, a fase líquida deve ser removida do cilindro de armazenamento a fim de minimizar alterações de composição.
Em caso de vazamento, pode-se completar a carga de fluido refrigerante durante o serviço de manutenção sem a remoção de todo o produto (fluido refrigerante), desde que o sistema esteja com Suva® 507 e que a carga seja feita na fase líquida.

 


Suva® HP80 (R-402A)
O gás refrigerante Suva® HP80 é um fluido refrigerante a base de HCFC desenvolvido pela DuPont, indicado para a substituição do R-502, em equipamentos novos ou existentes de baixas e médias temperaturas de evaporação (acima de – 26°C). Pode ser uma opção para Retrofit*.
Classificação ASHRAE: R-402A
Aplicações
Refrigeração Comercial e Industrial.
Benefícios
O Suva® HP80 oferece temperaturas de descarga do compressor equivalentes ao R-502, com capacidade aprimorada em comparação com o R-502, e uma eficiência energética teórica ligeiramente menor;
É alternativo a todas as aplicações do R-502;
Sua menor temperatura de descarga possibilita o prolongamento da vida útil do compressor;
Em caso de Retrofit, não é necessária a troca do óleo lubrificante e do dispositivo de expansão;
HCFC: apresenta um baixo potencial de degradação da camada de ozônio;
Baixa toxicidade, similar ao R-502;
Não é inflamável.
Performance Esperada
Os fluidos refrigerantes Suva® HP oferecem uma excelente capacidade de refrigeração e eficiência energética.
O Suva® HP80 oferece temperaturas de descarga equivalentes ao R-502, com desempenho de refrigeração aprimorado em comparação com o 
R-502, e uma eficiência energética teórica ligeiramente menor.
Considerações para o Uso
O Suva® HP80 pode ser utilizado com lubrificantes a base de óleo mineral (OM) ou alquilbenzeno (AB).
Em caso de vazamento, pode-se completar a carga de fluido refrigerante durante o serviço de manutenção sem a remoção de todo o produto (fluido refrigerante), desde que o sistema esteja com Suva® HP80 e que a carga seja feita na fase líquida.

 


Suva® HP81 (R-402B)

O Suva® HP81 é um Fluido Refrigerante a base de HCFC desenvolvido pela DuPont, indicado para a substituição do R-502, em equipamentos existentes de baixas e médias temperaturas de evaporação (temperaturas acima de –26°C). Pode ser uma opção para Retrofit*.
Classificação ASHRAE: R-402B
Aplicações
Refrigeração Comercial e Industrial.
Benefícios

O Suva® HP81 proporciona uma maior eficiência e capacidade energética em sistemas, onde temperaturas de descarga mais altas não criem dificuldades operacionais;
Mais apropriado para sistemas de temperatura média com máquinas de gelo.
Possui temperatura de descarga mais baixa que a do R-502, o que pode prolongar a vida útil do compressor;
HCFC: apresenta um baixo potencial de degradação da camada de ozônio;
Baixa toxicidade, similar ao R-502;
Não é inflamável.
Performance Esperada
O Suva® HP81 oferece a maior eficiência energética em comparação com o R-502, com uma capacidade de refrigeração ligeiramente melhor. No entanto, a maior quantidade de HCFC-22 na composição do Suva® HP81, resulta em uma maior temperatura de descarga do compressor até 14K mais alta. 
Isto torna o Suva® HP81 mais apropriado para sistemas de temperatura média, como máquinas de gelo.
É utilizado preferencialmente em situações em que uma maior eficiência e capacidade energética forem necessárias e onde temperaturas de descarga mais altas não criem dificuldades operacionais.
Considerações para o Uso

O Suva® HP81 é compatível com os lubrificantes a base de óleo mineral (OM) ou alquibenzeno (AB).
A experiência em campo demonstrou que o Suva® HP81 funciona de maneira bem-sucedida com óleo mineral em muitos sistemas nos quais o retorno do óleo não é um problema.
É recomendável verificar as orientações dos fabricantes do equipamento quanto ao tipo de óleo e carga ideal.
Em caso de vazamento, pode-se completar a carga de fluido refrigerante durante o serviço de manutenção sem a remoção de todo o produto (fluido refrigerante), desde que o sistema esteja com Suva® HP81 e que a carga seja feita na fase líquida.

 


Suva® MP66 (R-401B)
O Suva® MP66 é um fluido refrigerante HCFC, alternativo ao R-500 em equipamentos de baixa temperatura de evaporação (abaixo de –26°C).
Pode ser utilizado em equipamentos novos ou existentes, além de ser uma opção para Retrofit do R-12 em equipamentos que foram projetados para o R-500.
Classificação ASHRAE: R-401B
Aplicações

Freezers de Alta Capacidade;
Transporte de Refrigeração;
Substitui o R-12 em baixa temperatura.
Benefícios
É o fluido refrigerante indicado para aplicação de baixa temperatura onde é necessário uma maior capacidade;
Trabalha dentro de toda a faixa de operação do R-500, apresentando um melhor desempenho quando a temperatura do evaporador estiver acima de -26°C;
Em caso de Retrofit, não é necessária a troca do óleo lubrificante e do dispositivo de expansão;
Baixa toxicidade, similar ao R-500;
Não é inflamável.
Performance Esperada

Apesar de sua aplicação ser mais indicada para equipamentos novos, o Suva® MP66 proporciona um rendimento comparável a do CFC-12 no Retrofit de sistemas que contenham este produto, e que operam com baixas temperaturas de evaporação, tornando-o apropriado para uso em transporte refrigerado e congeladores domésticos/comerciais.
Considerações para o Uso

O Suva® MP66 é compatível com os lubrificantes a base de óleo mineral (OM) e alquilbenzeno (AB). 
É importante verificar se o Suva® MP66 é compatível com os materiais/componentes do sistema de refrigeração.
Em caso de vazamento, pode-se completar a carga de fluido refrigerante durante o serviço de manutenção sem a remoção de todo o produto (fluido refrigerante), desde que o sistema esteja com Suva® MP66 e que a carga seja feita na fase líquida.

Gomes

Tipos de compressores utilizados em ar-condicionado

compressor de ar-condicionadoO compressor é a principal peça do ar-condicionado (e também a mais cara), é o equipamento responsável pela alteração da temperatura do ar, promovendo o aquecimento ou a refrigeração do ambiente. Sua função é receber e comprimir o fluido refrigerante vindo da evaporadora, elevando a pressão do gás e a temperatura nesse processo. Após deixar o compressor, o gás passa novamente pelo condensador onde então é feita a troca de calor com o ambiente.
Existem vários tipos de compressores, mas somente cinco deles são utilizados na climatização, sendo o alternativo e o rotativo os tipos mais usados nos aparelhos de ar-condicionado residenciais. Confira:
Compressor Rotativo
O rotativo é o mais econômico e silencioso dos compressores. Sua grande eficiência em energia ocorre pelo ar que é comprimido nas espirais internas do equipamento, onde mesmo que seu funcionamento aconteça em altíssima rotação, o trabalho é realizado com “menos esforço” e consequentemente consumindo menos energia. Ele é usado nos modelos janela e split. A tendência é que os fabricantes adotem o compressor rotativo em seus aparelhos.
Quando é usado: Aparelhos até 30.000 BTUs.
Preço médio: R$300 a R$800
Rotativo Inverter
tecnologia inverter pode ser aplicada no compressor rotativo, que controla a velocidade da rotação, fazendo com que trabalhe em baixa freqüência, evitando picos de energia, sem perder a eficiência. Só em comparação ao rotativo convencional (que já gasta menos que os outros) a diferença inverter pode chegar a 40% menos de consumo. O sistema inverter é exclusivo para os aparelhos split.
Compressor Alternativo
Ele atua com um sistema parecido com um pistão de carro e o ar é comprimido. Por conta disso, o nível de ruído é elevado, ele consome mais energia e possui menor vida útil. Gradativamente ele está sendo substituído pelo sistema rotativo. É usado nos modelos janela e split.
Quando é usado: Aparelhos até 30.000 BTUs.
Preço médio: R$260 a R$1.100
Compressor Scroll
Este compressor tem duas partes separadas de forma espiral, onde uma permanece fixa, enquanto a outra gira contra ela. Os compressores do tipo Scroll (caracol excêntrico) possuem alta eficiência energética aliado ao baixo nível de ruído, garantindo baixo custo de operação e funcionamento suave e progressivo.
Eles funcionam silenciosamente e são menos propensos a ter vazamentos quando comparados a outros tipos de compressores. O compressor scroll é mais utilizado em chillers.
Quando é usado: Equipamentos a partir de 24.000 BTUs.
Preço médio: R$700 a R$2.000
Compressores Parafuso
Neste modelo são usados dois eixos em formato de parafuso interligados que giram em direções opostas. O gás refrigerante entra na câmara e é comprimido entre os parafusos. O gás é absorvido para dentro da câmara e levado até a condensadora.
É mais comum vê-los sendo usados ??para fornecer ar comprimido em estabelecimentos industriais em geral. Umadas vantagens desse compressor é que ele oferece um fluxo contínuo de ar.
Quando é usado: Sistemas entre 100 e 750 TRs.
Preço médio: R$12.000 a R$50.000
Compressor Centrífugo
Este modelo é adequado quando o objetivo é trabalhar numa faixa mais ampla de fluxo de ar, sem que mude a rotação. Este compressor contém um propulsor de alta velocidade, com muitas pás, que giram para alcançar o objetivo do equipamento. Ele ainda age como coletor acumulando o ar pressurizado.
Quando é usado: Sistemas entre 100 e 1.000 TRs.
Preço médio: R$40.000 a R$80.000
O setor está em desenvolvimento
O compressor alternativo está com os dias contados. A criação do rotativo e principalmente da tecnologia inverter, fez com que a diferença de consumo e de trabalho de ambos seja significativa.
A tecnologia continua evoluindo nesse sentido, até em refrigeração óptica se fala, que poderia eliminar o uso de compressores no futuro. Um microcompressor também foi desenvolvido pela empresa Embraco, com o objetivo de refrigerar pequenos objetos portáteis, como roupas especiais e caixas no transplante de órgãos.
Atuação no mercado
Existem profissionais, palestras e cursos específicos na área para conserto e selecionamento de compressores. Sempre que ficamos sabendo de algum evento publicamos em nossa seção “cursos e eventos”.
Rede de energia fraca
Os compressores recomendados para locais onde a energia elétrica é fraca ou tem variações, são os de alto torque de partida (força que tende a rodar algo), contidos na maioria dos compressores usados nos condicionadores de ar.  Estabilizador de tensões também é indicado para rede vulneráveis, já que mantém a tensão dentro da faixa projetada.
Como sei que o compressor está danificado?
Basicamente os testes necessários são:
– Examinar se alguma bobina está interrompida ou queimada;
– Verificar se os componentes elétricos estão em boas condições;
– Observar se as peças relacionadas ao trabalho de compressão estão em boas condições e se o compressor atinge o índice de compressibilidade projetado.
Existem outros modelos
É comum ouvirmos outros tipos de compressores como Axiais, hemérticos, semi-herméticos, abertos, dinâmicos radiais, de palheta, de lóbulos, entre outros que vão além de aparelhos de ar-condicionado, servindo para aumentar a pressão de fluido em estado gasoso de outros aparelhos como geladeira, máquinas industriais, automóveis, entre outros.

The shower O chuveiro elétrico é um dispositivo capaz de transformar energia elétrica em energia térmica, o que possibilita a elevaçã...