quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Fiação: qual a bitola adequada para a instalação do ar-condicionado?

  • 21 de janeiro de 2015
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Já tratamos aqui sobre disjuntorese a amperagem necessária para cada potência de ar-condicionado. No entanto, esclarecer a bitola adequada na fiação também é de grande relevância na instalação e consequente funcionamento do aparelho. Cabos de bitola inferior ao aconselhável poderão ser danificados ao longo do tempo de uso do ar-condicionado, assim como os próprios equipamentos correm o risco de não funcionar corretamente.
Mas antes de apresentar os números adequados para cada amperagem – definida pela potência do ar-condicionado – é importante esclarecer também mais especificamente a função da bitola no desempenho do aparelho.
Bitola
Esse item corresponde ao diâmetro do fio elétrico, podendo ser mais fino ou mais grosso dependendo da corrente elétrica que irá conduzir. Portanto, quanto maior for o diâmetro da bitola do fio ou cabo, maior será sua capacidade de passagem de correntes de eletricidade. Podemos perceber isso ao olharmos o fio de um chuveiro elétrico, por exemplo, em comparação com o fio da iluminação: por conduzir uma carga de eletricidade mais elevada, seu fio é mais grosso do que o responsável por transmitir a luz.
Resumindo, assim como o diâmetro de um cano é determinado em função da quantidade de água que passa em seu interior, a bitola de um condutor elétrico depende da quantidade de elétrons que por ele circula (corrente elétrica).
Disjuntor X bitola X corrente elétrica
Por causa disso, para saber qual a bitola adequada para a potência do seu ar-condicionado, deve-se considerar o disjuntor do aparelho a ser instalado. Lembre-se que o valor do disjuntor expresso em ampères deve ser sempre compatível com a bitola do fio, sendo que ambos dependem da corrente elétrica que circula na instalação.
Toda vez que a corrente circula pelo fio condutor, ele se aquece devido ao atrito dos elétrons em seu interior. No entanto, há um limite máximo de aquecimento suportado pelo fio ou cabo, que se ultrapassado faz com que ele comece a se deteriorar. Nessas condições, os materiais isolantes se derretem, podendo provocar choques e causar até mesmo incêndios.
Portanto, para evitar que os condutores se aqueçam acima do permitido, é importante respeitar os padrões de amperagem do disjuntor, utilizando a bitola adequada para cada potência de ar-condicionado.
Abaixo segue a relação dos aparelhos seguida da amperagem com a bitola, expressa em milímetros quadrados, recomendada para cada caso (ATENÇÃO: EM APARELHOS 220V):
Ar-condicionado 7.500 BTU – 2,5 mm²
Ar-condicionado 10.000 BTU – 2,5 mm²
Ar-condicionado 12.000 BTU – 2,5 mm²
Ar-condicionado 15.000 BTU – 2,5 mm²
Ar-condicionado 18.000 BTU – 2,5 mm²
Ar-condicionado 21.000 BTU – 4,0 mm²
Ar-condicionado 24.000 BTU – 4,0 mm²
Ar-condicionado 30.000 BTU – 6,0 mm²
Quer saber qual a capacidade do disjuntor ideal? Nesse texto nós te falamos.

Gomes

Ar-condicionado Inverter: A instalação e as peças são mais caras?

  • 11 de junho de 2015
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Assim como o preço do aparelho de ar-condicionado Inverter é mais elevado que os outros modelos convencionais (On-Off), sua instalação e peças também têm o custo mais elevado.
Esse sistema do ar-condicionado, que é capaz de atingir a temperatura desejada rapidamente e a manter constante, com pouca oscilação de energia, acaba trazendo uma economia significativa se comparado aos Splits tradicionais. Isso acontece pois seu sistema de operação interno habilita o compressor a operar em baixa rotação quando a temperatura fica estabilizada, reduzindo potencialmente o ruído.
Tecnologia avançada
Esse é o maior motivo para que o preço do Inverter seja mais caro que os outros modelos, do mesmo modo que suas peças e instalação. Constituído de um sistema mais desenvolvido, há uma lógica dentro do aparelho, como um computador, que controla todos os fatores de funcionamento, como os sensores de temperatura, luminosidade e velocidade do compressor, fazendo com que suas peças tenham um custo mais elevado.
Mas o fato da linha profissional do Inverter abranger mais tecnologia não significa que o usuário está isento de possíveis problemas. Jairo Bertoni, técnico e atuante há mais de 30 anos no setor, defende que para que o ar-condicionado funcione adequadamente sem causar dores de cabeça ao consumidor, a estrutura de energia elétrica e a qualificação da instalação são fatores decisivos para um correto funcionamento do aparelho.
O alto custo das placas de controle
“No Brasil temos o problema da energia. As constantes quedas de luz e apagões gerais ainda representam uma falha no sistema, já que a rede é muito instável e por causa disso a placa de controle do ar-condicionado acaba queimando facilmente quando cai a luz”, aponta Bertoni. O técnico ainda afirma que essas placas podem representar até 50% do preço do aparelho se for Inverter, ficando muitas vezes inviável mandá-lo para o conserto.
Por causa desses defeitos recorrentes nessa parte do ar-condicionado, a garantia dos aparelhos em geral caiu para 1 ano, considerando que antigamente as companhias davam de 3 a 5 anos caso o produto apresentasse alguma falha.
Instalação
Perante essa situação, a instalação também acaba sendo influenciada em termos de custo, ainda que esse não devesse ser cobrada por um preço mais caro, já que o procedimento é o mesmo do que nos modelos convencionais. Os profissionais acabam exigindo um valor mais alto em equivalência ao preço do aparelho e das peças, que como dito acima, são mais caras que as dos modelos que não são Inverter.
Apesar das possíveis falhas que esse sistema possa apresentar devido à falta de uma boa estrutura elétrica, Gomes recomenda a instalação se for efetuada por um profissional com experiência e conhecimentos específicos do Inverter no setor.

Tipos de compressores utilizados em ar-condicionado

  • 21 de fevereiro de 2014
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compressor de ar-condicionadoO compressor é a principal peça do ar-condicionado (e também a mais cara), é o equipamento responsável pela alteração da temperatura do ar, promovendo o aquecimento ou a refrigeração do ambiente. Sua função é receber e comprimir o fluido refrigerante vindo da evaporadora, elevando a pressão do gás e a temperatura nesse processo. Após deixar o compressor, o gás passa novamente pelo condensador onde então é feita a troca de calor com o ambiente.
Existem vários tipos de compressores, mas somente cinco deles são utilizados na climatização, sendo o alternativo e o rotativo os tipos mais usados nos aparelhos de ar-condicionado residenciais. Confira:
Compressor Rotativo
O rotativo é o mais econômico e silencioso dos compressores. Sua grande eficiência em energia ocorre pelo ar que é comprimido nas espirais internas do equipamento, onde mesmo que seu funcionamento aconteça em altíssima rotação, o trabalho é realizado com “menos esforço” e consequentemente consumindo menos energia. Ele é usado nos modelos janela e split. A tendência é que os fabricantes adotem o compressor rotativo em seus aparelhos.
Quando é usado: Aparelhos até 30.000 BTUs.
Preço médio: R$300 a R$800
Rotativo Inverter
tecnologia inverter pode ser aplicada no compressor rotativo, que controla a velocidade da rotação, fazendo com que trabalhe em baixa freqüência, evitando picos de energia, sem perder a eficiência. Só em comparação ao rotativo convencional (que já gasta menos que os outros) a diferença inverter pode chegar a 40% menos de consumo. O sistema inverter é exclusivo para os aparelhos split.
Compressor Alternativo
Ele atua com um sistema parecido com um pistão de carro e o ar é comprimido. Por conta disso, o nível de ruído é elevado, ele consome mais energia e possui menor vida útil. Gradativamente ele está sendo substituído pelo sistema rotativo. É usado nos modelos janela e split.
Quando é usado: Aparelhos até 30.000 BTUs.
Preço médio: R$260 a R$1.100
Compressor Scroll
Este compressor tem duas partes separadas de forma espiral, onde uma permanece fixa, enquanto a outra gira contra ela. Os compressores do tipo Scroll (caracol excêntrico) possuem alta eficiência energética aliado ao baixo nível de ruído, garantindo baixo custo de operação e funcionamento suave e progressivo.
Eles funcionam silenciosamente e são menos propensos a ter vazamentos quando comparados a outros tipos de compressores. O compressor scroll é mais utilizado em chillers.
Quando é usado: Equipamentos a partir de 24.000 BTUs.
Preço médio: R$700 a R$2.000
Compressores Parafuso
Neste modelo são usados dois eixos em formato de parafuso interligados que giram em direções opostas. O gás refrigerante entra na câmara e é comprimido entre os parafusos. O gás é absorvido para dentro da câmara e levado até a condensadora.
É mais comum vê-los sendo usados ??para fornecer ar comprimido em estabelecimentos industriais em geral. Umadas vantagens desse compressor é que ele oferece um fluxo contínuo de ar.
Quando é usado: Sistemas entre 100 e 750 TRs.
Preço médio: R$12.000 a R$50.000
Compressor Centrífugo
Este modelo é adequado quando o objetivo é trabalhar numa faixa mais ampla de fluxo de ar, sem que mude a rotação. Este compressor contém um propulsor de alta velocidade, com muitas pás, que giram para alcançar o objetivo do equipamento. Ele ainda age como coletor acumulando o ar pressurizado.
Quando é usado: Sistemas entre 100 e 1.000 TRs.
Preço médio: R$40.000 a R$80.000
O setor está em desenvolvimento
O compressor alternativo está com os dias contados. A criação do rotativo e principalmente da tecnologia inverter, fez com que a diferença de consumo e de trabalho de ambos seja significativa.
A tecnologia continua evoluindo nesse sentido, até em refrigeração óptica se fala, que poderia eliminar o uso de compressores no futuro. Um microcompressor também foi desenvolvido pela empresa Embraco, com o objetivo de refrigerar pequenos objetos portáteis, como roupas especiais e caixas no transplante de órgãos.
Rede de energia fraca
Os compressores recomendados para locais onde a energia elétrica é fraca ou tem variações, são os de alto torque de partida (força que tende a rodar algo), contidos na maioria dos compressores usados nos condicionadores de ar.  Estabilizador de tensões também é indicado para rede vulneráveis, já que mantém a tensão dentro da faixa projetada.
Como sei que o compressor está danificado?
Basicamente os testes necessários são:
– Examinar se alguma bobina está interrompida ou queimada;
– Verificar se os componentes elétricos estão em boas condições;
– Observar se as peças relacionadas ao trabalho de compressão estão em boas condições e se o compressor atinge o índice de compressibilidade projetado.
Existem outros modelos
É comum ouvirmos outros tipos de compressores como Axiais, hemérticos, semi-herméticos, abertos, dinâmicos radiais, de palheta, de lóbulos, entre outros que vão além de aparelhos de ar-condicionado, servindo para aumentar a pressão de fluido em estado gasoso de outros aparelhos como geladeira, máquinas industriais, automóveis, entre outros.
OS SEGREDOS DOS COMPRESSORES

É fundamental conhecer em detalhes o componente
que é considerado o coração do sistema de refrigeração.


Todo profissional de refrigeração sabe o que é e para que serve um compressor. Mas será que conhece bem todos os aspectos desse componente? No livro Refrigeração e Climatização para Técnicos e Engenheiros, os professores José de Castro Silva e Ana Cristina G. Castro Silva explicam que, de acordo com a forma como o compressor está instalado junto ao motor, existem três caracterizações: Motocompressores herméticos, motocompressores semi-herméticos e compressores abertos.
·         Motocompressores herméticos, o compressor e o motor elétrico estão juntos em uma mesma carcaça, com o rotor, estator e pistões em uma única câmara.
·         Motocompressores semi- herméticos, apresentam compressor e motor elétrico em uma mesma carcaça, mas com os pistões em uma câmara e o motor (conjunto estator/rotor) em outra, sendo interligados pelo virabrequim.
·         Compressores abertos, o compressor e o motor elétrico não estão juntos na mesma carcaça.

TIPOS DE COMPRESSOR POR
CATEGORIA DE COMPRESSÃO:

Alternativo: tem esse nome em função dos movimentos alternados de sobe e desce ou vai e vem que o pistão executa.
Rotativo: pode ser de palhetas simples ou duplas, formando duas ou múltiplas câmaras de compressão. Muito utilizado em condicionadores de ar do tipo janela e em bombas de vácuo.
Scroll: também conhecido como Espiral, possui dois caracóis, um fixo e outro móvel. O caracol móvel executa um movimento orbital dentro do fixo. Tem aplicação variada na refrigeração e condicionamento do ar.
Parafuso: tem esse nome porque seus principais componentes, os rotores (macho e fêmea), parecem grandes roscas de parafusos. São largamente usados em refrigeração industrial.
Centrífugo: modelo em que um jato contínuo de fluido refrigerante é succionado e comprimido por uma força centrífuga. Usado especialmente em chillers de médio e grande porte.
COMO ESCOLHER
Para escolher o compressor adequado é preciso considerar vários fatores, entre os quais destacamos especialmente quatro descritos a seguir:
1. Capacidade de refrigeração 
A capacidade requerida do compressor está atrelada ao tamanho do sistema a ser refrigerado, assim como à temperatura de evaporação. Para consulta das capacidades, pode-se utilizar o catálogo eletrônico da Embraco: no site www.embraco.com.br/catalog, clique em Produtos e Aplicações e em seguida Catálogo Eletrônico. Clicando na imagem do compressor, é possível fazer a busca por modelo, fluido refrigerante, voltagem, entre outros.
2. Elemento de controle
Em sistemas que utilizam o tubo capilar, as pressões entre a descarga e sucção se equalizam antes da próxima partida do compressor, fazendo com que o torque requerido para a partida seja menor. Para essa aplicação, os compressores utilizados são os LST (Low Starting Torque, ou Baixo Torque de partida), projetados para trabalharem com pressões equalizadas durante as paradas.
Já quando o elemento de controle é a válvula de expansão, não há movimentação do fluido durante o período em que o compressor está desligado. Assim, para o compressor partir, ele precisa ter um torque maior, o suficiente para vencer a diferença de pressão entre a descarga e sucção. Nesse caso, os compressores são projetados para ter um motor HST (High Starting Torque, ou Alto Torque de Partida).
Atenção: os compressores HST podem ser aplicados em sistemas que utilizam tubo capilar e também em aplicações em que os períodos de parada do compressor são muito curtos, não permitindo a equalização das pressões. Mas compressores LST não podem ser aplicados em sistemas com válvula de expansão.
3. Faixa de temperatura de evaporação
Saber a temperatura de evaporação do sistema é importante para se fazer a escolha correta do compressor quanto ao torque do motor de funcionamento.
A potência necessária para compressão de um fluído em alta temperatura de evaporação é maior que a realizada pelo mesmo compressor com fluído em baixa temperatura de evaporação. Por isso, motores para aplicação em sistemas de alta pressão de evaporação devem ter torque mais elevado. Em relação a esse aspecto, os compressores são classificados da seguinte forma:
·         HBP (High Back Pressure, ou alta pressão de retorno) – Apresentam motores com torque de funcionamento alto, para trabalharem com altas temperaturas de evaporação
·         MBP (Medium Back Pressure, ou média pressão de retorno) – Motores projetados com torque de funcionamento intermediário, para pressões de evaporação intermediária.
·         LBP (Low Back Pressure, ou baixa pressão de retorno) – Apresenta motores com menor torque de funcionamento, para trabalharem com pressões de evaporação baixas.

4. Fluido refrigerante 
Os fluidos refrigerantes são escolhidos de acordo com o sistema ou necessidade da aplicação. Os mais comuns são R134a, R404A, R407A, R22, juntamente com os hidrocarbonetos R290 (propano) e R600a (isobutano), que não afetam a camada de ozônio e contribuem pouquíssimo para o aquecimento global.
Cada compressor é projetado para trabalhar com determinado fluido refrigerante. Isso significa que os materiais, componentes internos, óleo lubrificante, tamanho da câmara de compressão, potência do motor, sistema de válvulas etc. são específicos para cada um deles. Portanto, devemos ressaltar que é necessário sempre utilizar o fluído indicado na etiqueta do compressor ou refrigerador.
A Embraco disponibiliza compressores para aplicações com diversos tipos de fluidos refrigerantes. Para facilitar a identificação do modelo correto, a etiqueta existente no compressor informa o fluido refrigerante para o qual ele foi produzido.


domingo, 31 de julho de 2016

1 btus por (metro quadrado) = 1 055,05585 kg / s2
Na hora de comprar um aparelho de ar condicionado a preocupação sempre é a de tornar um determinado ambiente mais confortável para o lazer, descanso, ou trabalho.
Mas qual a capacidade do ar condicionado que poderá climatizar satisfatoriamente este ambiente?
Qual a importância da escolha da capacidade correta?
Dimensionar corretamente a capacidade do aparelho de ar condicionado de acordo com a necessidade do ambiente é essencial para se obter o melhor conforto térmico com o menor gasto de energia elétrica.
A capacidade dos aparelhos de ar condicionado é medida em BTU's (Significa Unidade Térmica Britânica por hora).
Por ser uma unidade britânica não tem nenhuma relação com nosso sistema centigrado, a quantidade de 1 BTU é definida como a quantidade de energia necessária para se elevar a temperatura de uma massa de uma libra de água em um grau fahrenheit.
Para sabermos a capacidade correta do aparelho de ar condicionado devemos saber quantas pessoas e equipamentos elétricos que emitem calor estarão presentes no ambiente, além disto devemos considerar fatores como o nível de insolação, ou seja, se o ambiente é exposto a no máximo o sol da manhã, ou se nele incide o sol da tarde ou do dia todo.
Podemos determinar a capacidade de BTU's através de uma tabela pronta, ou realizando o cálculo personalizado.
Tendo como base a presença de duas pessoas no ambiente podemos seguir a seguinte tabela: Tamanho do Ambiente Sol de Manhã Sol à Tarde ou o Dia Todo.
Para cada pessoa ou equipamento eletrônico a mais no ambiente acrescentar 600 BTU's.
Se preferir realizar um cálculo mais personalizado pode-se utilizar a regra de 600 BTU's por m² (metro quadrado) para até duas pessoas, e mais 600 BTU's por pessoa ou equipamento que emita calor no ambiente.
Por exemplo, em um quarto de 12m² em que durmam duas pessoas e possua um aparelho de televisão que fica ligado durante boa parte da noite, o cálculo seria: 12m² x 600 = 7200 + 600 = 7800 BTU's. Caso o ambiente sofra com a exposição ao sol, o cálculo deve ser feito com 800 BTU's por metro quadrado para até duas pessoas.
Aparelhos adicionais e outras pessoas continuam acrescentando 600 BTU's ao resultado final.
No exemplo acima teríamos: 12m² x 800 = 9600 + 600 = 10200 BTU's.
A capacidade correta trará como benefício um ambiente mais agradável e economia de energia elétrica, uma vez que o aparelho de ar condicionado poderá interromper seu funcionamento durante uma maior parte do tempo se comparado a um aparelho de menor capacidade para o mesmo ambiente


Gomes

domingo, 5 de junho de 2016

DICAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL

Disfunção Averiguada 1-
O compressor monofásico
DICAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL
Tabela de diagnósticos das avarias nas unidades de refrigeração Provável Causa Intervenção Sugerida 1.1- Tensão de linha inferior aos 1.1-
Medir a tensão na saída do contador: Se for inferior aos limites de tolerância zumbi continua, mas não parte (O motoprotetor intervém de forma cíclica). limites de tolerância.
1.2- Falta calibragem das pressões durante a parada rápida do compressor (de modelo a dupla baixa no sistema capilar). Paradas demasiadas breves são imputáveis a um termômetro com diferencial demasiado limitado.
1.3- Relé de arranque defeituoso ou não estando conforme as especificações do fabricante do compressor.
1.4- Capacitor de partida defeituoso ou com tensão de etiqueta inferior àquela indicada pelo fabricante do compressor. Capacitor de marcha defeituoso.
1.5- Conexões elétricas erradas porque manuseadas.
1.6- Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
1.7- Compressor travado mecanicamente ou os acoplamentos árvore-bronzinas não são bastante lubrificados. requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrario as tenções estiverem nos limites, verificar se houve queda de tensão na entrada do compressor quando o compressor zumbi, mas não parte.
Se houver queda de tensão tem-se a demonstração que a linha é de seção insuficiente. Substituir a linha com outra de seção adequada. Se a tensão insuficiente não se deve a linha interna e se a diminuição não for temporária, pode-se incrementar o torque de arranque do compressor (caso este seja do tipo de PSC) instalando um conjunto que compreende um capacitor de arranque e um relê, transformado assim o sistema de partida do compressor de PSC a CRS. Se ao contrário o compressor tem um sistema de arranque do tipo RSIR, sua transformação em CSIR é quase sempre desaconselhável pois não é homologada pelo fabricante do compressor.
1.2- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o termostato com diferencial regulável. Eventualmente desensibilizar o elemento sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias.
1.3- Procurar instalar um novo relé e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em inglês) fique no alto do relê instalado.Se o relê original for do tipo amperométrico e não se encontrar a peça adequada, pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos.
1.4- Procurar instalar novos capacitores.
1.5- Restabelecer as ligações conforme os esquemas originais.
1.6- Desligar os cabos de alimentação das baterias de bornes do compressor e averiguar com um ohmímetro , se a resistência do enrolamento de partida e daquele de marchas estão corretas; averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez dielétrica). Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento consertar ou substituir o compressor.
1.7- Pode ser feita uma tentativa de destravar o compressor ligando-o provisoriamente de forma que o motor elétrico receba um impulso que o leva a rodar no sentido contrário ao normal. Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor.
1.8-Unidade sobrecarregada de refrigerante.
1.8- Descarregar para fora o refrigerante em excesso com a maior lentidão, de um lugar da unidade onde haja somente presença de gás. No caso de se tratar de sistema hermético sem registro. Utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. Dosar a carga por meio das indicações do indicador de passagem de liquido. Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado temporariamente no inicio da linha de liquido.
2.0-O compressor trifásico tenta
1.9- Motoprotetor defeituoso.
1.9- Verificar que a corrente de arranque e aqueles de marcha estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor. Verificar também a temperatura do compressor.A ausência de sobrecarga ou de superaquecimento evidente demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente. Para os sistemas de proteção diferente proceder como segue:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon) :substituir o motoprotetor. Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: substituir o compressor.
2.1- Falta uma das três fases ..
2.1- A falta de fase pode ser verificada medindo a tensão entre as três fases na mas não parte (O motoprotetor intervém forma cíclica) Neste contexto com apalavra compressor entenderemos moto- compressor hermético ou semi- hermético e nunca compressor de alimentação. bateria de bornes do compressor. Portanto verificar toda a linha de alimentação a partir da entrada do contador. É provável encontrar a interrupção de um fusível ou um desgaste de um binário de contatos do contador ou bornes frouxos. tipo aberto. As definições e as conclusões aqui referidas aos compressores herméticos e semi- herméticos , se devidamente interpretadas são também válidas para os compressores abertos. Por exemplo: “constatada a interrupção do enrolamento, consertar e substituir o compressor” deve-se entender como “constatada a interrupção do enrolamento, consertar ou substituir o motor elétrico de tração”.
2.2- Tensão da linha inferior ..
2.2- Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos limites de tolerância. limites de tolerância ou se houver desequilíbrio entre as três fases requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrário não for levantada anomalia nenhuma, verificar a tensão de cada uma das três fases nos bornes do compressor em quanto este tenta, mas não parte. Se houver queda de tensão nos bornes do compressor temos a demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente. Substituir a linha com
outra de seção adequada.
2.3- Interrupção do enrolamento
2.3- Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e do motor elétrico. verificar que a resistência dos três enrolamentos esteja equilibrada. Se o teste indicar um desequilíbrio, consertar ou substituir um compressor.
2.4- Enrolamento do compressor
2.4- Testar o isolamento de massa. Se for insuficiente consertar ou substituir o em curto com massa. compressor.
2.5- Compressor travado
2.5- É inútil destrava-lo invertendo a seqüência das fases na bateria de bornes. O mecanicamente. compressor deve ser consertado ou substituído.
2.6- Motoprotetor não calibrado
2.6-Em primeiro lugar verificar que a corrente de arranque e aquela de marcha adequadamente ou defeituoso. estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor. Controlar também a temperatura do compressor.A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente demonstram que um dispositivo motoprotetor é ineficiente.
Para os diferentes sistemas de proteção proceder da seguinte forma: Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon): Substituir o motoprotetor. Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor:
Substituir o compressor. Motoprotetor no quadro (relê térmico): verificar calibragem e se ela corresponde à corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico. Motoprotetor a termistores: substituir o módulo eletrônico com outro novo, verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o compressor não seja superior àquela permitida pelo fabricante do módulo eletrônico.
Se a disfunção persistir, significa que um dos termostores no enrolamento do compressor está interrompido (o teste da continuidade do circuito feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1.5 Volt
3.0- O compressor pára por intervenção do protetor térmico. indica resistência infinita). Uma alternativa ao conserto do compressor é representada pela aplicação, a jusante do disjuntor, de uma relê térmico devidamente calibrado.
3.1- Condensador ineficiente.
3.1- Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas deformadas com um pente de aletas. Se for resfriada a água, tirar as incrustações dos passadores de água com soluções adequadas ou escovar os feixes de tubos.
3.2- Unidade sobrecarregada....
3.2- Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, de um lugar da refrigerante. unidade haja somente gás. No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. Dosar as cargas através das indicações do passador de liquido. Se este não for instalado, o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no inicio da linha de liquido.
3.3- Presença de ar no sistema.
3.3- Efetuar o expurgo do circuito. O expurgo do ar é uma operação bastante complexa que requer bastante experiência.
Às vezes é conveniente descarregar a unidade interna, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado no parágrafo precedente.
3.4- Fluxo de ar insuficiente
3.4- Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de condensador resfriado a ar. rotação, situação das ventoinhas).
3.5- Recirculação de ar quente
3.5- Corrigir o arranjo da umidade condensadora e do condensador. no condensador resfriado a ar. Uma parte de ar aspirado pelos ventiladores não é fresca mas sim de recirculação, em conseqüência do fato que o condensador é instalado num espaço demasiadamente pequeno ou condensador é protegido por uma chapa furada que obstrui o fluxo de ar excessivamente.
3.6- Fluxo de água insuficiente
3.6- Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas , limpar os no condensador resfriado à filtros da tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam água. abertos , medir a pressão da rede hídrica. Se o fluxo de água insuficiente for à conseqüência de uma diminuição de pressão não temporária, considerar a possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento. Se a água de resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
3.7- Oclusão parcial da linha de ..
3.7- Verificar a posição dos registros da linha de descarga. O enforcamento da descarga. seção da passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por um excesso de liga de brassagem).
3.8- Pressão de sucção
3.8- Averiguar a calibragem da válvula reguladora de pressão de sucção. Se a demasiado elevada em relação à unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não pressão prevista de evaporação. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o bulbo termostático da válvula de expansão seja bem fixado à tubulação de sucção e seja adequadamente revestida. Apurar que a válvula seja calibrada corretamente (superaquecimento entre 4 e 8ºC) e não seja de potência excessiva. Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da própria válvula, pode não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou pode ser de potência excessiva. Tomar as devidas providências. Se a unidade for do tipo capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
3.9- Motoprotetor com...
3.9- Verificar que a corrente de partida e aquela de marcha esteja nos limites calibragem inadequada ou previstos pelo fabricante do compressor. Verificar também a temperatura
do defeituosa. compressor. A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente. Para os sistemas de proteção diferentes proceder como segue: Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon):
Substituir o motoprotetor Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: Substituir o compressor. Motoprotetor no quadro (relê térmico):
Verificar a calibragem e se ela corresponde a corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico Motoprotetor a termistores: Substituir o módulo eletrônico com outro novo, verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o compressor não seja superior aquela permitida pelo fabricante do módulo eletrônico.
Se a disfunção persistir, significa que um dos termistores no enrolamento do compressor é interrompido (o teste de continuidade do circuito é feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1,5 Volt indica resistência infinita). Uma alternativa no conserto do compressor é representada pela aplicação , a jusante do disjuntor, de um relé térmico devidamente calibrado.
3.10- Tensão de linha inferior
3.10- Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos aos limites de tolerância. limites de tolerância e se houver desequilibro entre as três fases requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrário a tensão entre as fases estiver nos limites, verificar que não a queda de tensão na entrada do compressor enquanto o compressor gira.
Se houver queda de tensão tem-se a demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente. Substituir a linha com outra de seção adequada.
3.11- Enrolamento do motor em ..
3.11- Consertar ou substituir o compressor. curto-circuito
3.12- Acoplamento árvore- bronzinas não lubrificado satisfatoriamente ou princípio de gripagem do acoplamento pistão-cilindro.
3.13- Linha trifásica desbalanceada.
3.14- Temperatura do compressor muito elevada.
3.12- Consertar ou substituir o compressor.
3.13- Verificar se as tensões entre as fases de linha estejam balanceadas. Caso negativo requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade.
3.14- Verificar se o compressor esteja adequadamente resfriado (circulação de ar natural), ventilador suplementar, camisa de circulação de água, etc,) e se sua superfície esteja limpa.
3.15- Ligações elétricas erradas
3.15- Verificar as conexões segundo o esquema fornecido pelo fabricante do e montagem elétrica de arranque.
3.16- Relê ou condensador de marcha ou de arranque defeituoso ou não adequado para o compressor específico. compressor. Verificar que o relê de arranque seja colocado de forma que a escrita TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
 3.16- Procurar instalar um novo relê e ter cuidado que a escrita TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
Se o relê original for do tipo amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos. Tentar substituir os condensadores.
4.0-Os contatos de relê de ...
4.1- O numero das intervenções
4.1- Substituir o termostato com outro diferencial mais amplo ou aplicar o arranque deterioram rapidamente e ficam colados.
5.0- O condensador de arranque horárias do compressor é muito elevado (superior a cinco). Diferencial do termostato muito e limitado.
4.2- A resistência que liga os dois terminais do condensador de arranque é interrompida ou inexistente.
5.1- Falta de equilíbrio das termostato com diferencial regulável. Eventualmente ajustar o elemento sensível do termostato existente , para não exceder cinco intervenções diárias. 4.2- Aplicar uma resistência de 15 a 18 K 2W cuidando particularmente das soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador.
5.1- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o se queima.
6.0- O condensador de marcha pressões durante a parada muito termostato com diferencial regulável. Eventualmente desencibilizar o elemento breve do compressor . Paradas sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias. muito breves são imputáveis e um termostato com diferencial muito limitado.
5.2- Relê de arranque defeituoso ou não conforme as ...
5.2- Procurar instalar um novo relê e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em especificações do fabricante do inglês) fique na parte alta do relê estalado.Se o relê original for do tipo compressor. amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potência do compressor de 500W absorvidos
5.3- Condensador de partida
5.3- Instalar como tentativa um novo condensador. defeituoso ou com tensão de etiqueta inferior aquela prescrita pelo fabricante do compressor.
5.4- Ligações elétricas erradas
5.4- Restabelecer as ligações de acordo com os esquemas originais. por terem sido manipuladas.
5.5-Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
5.5- Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e averiguar com um ohmímetro, se a resistência do enrolamento de partida e daquele de marcha estão corretas:averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez dielétrica) . Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento, consertar ou substituir o compressor.
5.6-Compressor travado
5.6-Pode ser feita uma tentativa de destravar o ligando-o provisoriamente de forma mecanicamente ou os que o motor elétrico receba um impulso que o leve a lidar no sentido contrário ao acoplamentos árvore-bronzinas normal. Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor. não são bastante lubrificados.
5.7 -A unidade esta....
5.7- Descarregar para fora o refrigerante em excedência com a maior lentidão, sobrecarregada de refrigerante. para um lugar da unidade onde haja somente presença de gás. No caso de se tratar de sistema hermético sem registro, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga por meio de indicações do indicador de passagem de liquido. Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado temporariamente no início da linha de liquido.
5.8- Os contatos do relê ..
5.8- Aplicar uma resistência de 15 a 18 kW, 2W cuidando particularmente das arranque estão colados. A soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador. resistência que liga os dois terminais do condensador de arranque é interrompidas ou inexistente.
6.1-Condensador não esta entra em curto-circuito conforme as especificações do fabricante do compressor.
6.1- Substituir o condensador com outro de acordo com as especificações do fabricante do compressor.Em fase de montagem ter o cuidado para que o terminal marcado com um selo vermelho seja ligado ao terminal R (marcha) do compressor monofásico.
7.0- O compressor não parte e
7.1- Intervenção
7.1 Apertar os botões de ligação manual dos pressostatos e do relê térmico. não é possível perceber nenhum zumbido, mesmo que na tomada dispositivo elétrico de proteção ou de segurança de tipo de Verificar a integridade dos dispositivos automáticos de proteção. ou no quadro chegue corrente e o ligação manual.Funcionamento termostato seja regulado numa temperatura mais baixa daquela existente na câmara refrigerada. defeituoso de um dispositivo automático de proteção.
7.2- O elemento bulbo -fole do termostato descarregou , o circuito elétrico fica aberto.
7.3- O disjuntor não se excita
7.2 -Substituir o termostato.
7.3- A certeza da interrupção tem-se averiguando a presença de tensão nas pela interrupção de sua bobina . extremidades da bobina. Substituir a bobina interrompida.
Os períodos de parada do compressor são muito breves ou o compressor efetua mais de cinco intervenções por hora.
7.4- A linha de alimentação do compressor é interrompida.
7.5- O enrolamento do motor elétrico é interrompido.
8.1- Diferencial do termostato muito limitado.
8.2- Infiltração grande de calor na câmara refrigerada.
8.3- As válvulas do compressor
7.4- Desligar a linha da suas extremidades e verificar sua continuidade de circuito.
7.5- Verificar a continuidade do circuito do enrolamento. Consertar ou substituir o compressor.
8.1- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o termostato com diferencial regulável. Eventualmente ajustar elemento sensível do termostato existente.
8.2- Nas câmaras de temperatura baixa as paradas rápidas do compressor são imputáveis a estanqueidade insuficiente das portas isotérmicas. A dificuldade se elimina averiguando dobradiças e fechaduras.
8.3- Verificar a vedação das válvulas por meio de um vacuômetro aplicado na
9.0- A pressão de descarga é muito elevada. (verificar-se a intervenção eventual do motoprotetor ou do pressostato de pressão alta)
10.0- A pressão de sucção é têm uma estanqueidade perfeita. sucção do compressor.
Um aumento rápido da pressão de sucção na parada do compressor denuncia uma vedação imperfeita das válvulas. Se essa disfunção não compromete o rendimento do compressor, a imperfeição pode ser corrigida aplicando uma válvula de retenção na linha de sucção ou naquela de descarga.
9.1- Condensador ineficiente.
9.1- Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas e eventualmente endireitar as aletas deformadas com um pente de aletas .
Se for resfriado a água, tirar as incrustações dos passadores com soluções adequadas ou escovar o feixe de tubos.
9.2- Fluxo de ar insuficiente no
9.2- Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de condensador resfriado a ar. rotação, estado das ventoinhas).
9.3- Recirculação de ar quente
9.3- Corrigir o arranjo da unidade condensadora ou do condensador. no condensador resfriado a ar. Uma parte de ar resfriada pelos ventiladores não é fresca mas sim de recirculação, isto é conseqüência do fato que o condensador foi instalado num espaço muito pequeno ou o condensador esta protegido por uma capa furada que freia o fluxo de ar excessivamente.
9.4- Fluxo de água insuficiente
9.4-Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas, limpar os no condensador resfriado à filtros na tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam água. abertos, medir a pressão da rede hídrica.
Se o fluxo de água insuficiente for à conseqüência de uma diminuição de pressão temporária , considerar a possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento . Se a água de um resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
9.5- Presença de ar na unidade.
9.5-Efetuar o expurgo do circuito. O expurgo do ar é uma operação bastante complexa que requer bastante experiência. Às vezes é conveniente descarregar a unidade inteira, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado no parágrafo 9.8 9.6- Oclusão parcial da linha de
9.6- Verificar a posição dos registros da linha de descarga. O enforcamento da descarga. seção de passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por um excesso de liga de brassagem)
9.7- Pressão de sucção muito
9.7- Averiguar a calibragem da válvula reguladora da pressão de sucção. Se a elevada face à pressão de unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não evaporação prevista. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o bulbo termostático da válvula de expansão esteja bem fixado a tubulação de sucção e esteja adequadamente revestida . Apurar que a válvula esteja calibrada corretamente (superaquecimento entre 4 e 8 ºC) e não seja de potência excessiva. Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da mesma válvula, , por não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou por ser de potência excessiva. Tomar as devidas providências. Se a unidade for de tipo capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
9.8- Unidade sobrecarregada ...
9.8- Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, para um lugar da refrigerante. unidade onde haja somente gás. No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga através as indicações do passador de líquido. Se este não estiver instalado, o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no início da linha de liquido.
10.1-Válvula reguladora da
10.1-Aplicar um vacuômetro jusante da válvula e calibra-la a uma pressão que pressão de sucção não esta nos permita evitar sobrecargas no compressor em fase de arranque. muito elevada em relação pressão padrões da calibragem. de evaporação prevista.
10.2-Bulbo da válvula de
10.2- Providenciar a fixação do bulbo da válvula de expansão à tubulação de sucsão..

J.P.Gomes..

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