RESUMO
PERSPECTIVAS DA CADEIA DO FRIO PARA FRUTAS E HORTALIÇAS NO BRASIL
MERCOFRIO 98 - Feira e Congresso de Ar Condicionado, Refrigeração, Aquecimento e Ventilação do Mercosul
Celso Shiguetoshi Tanabe e Luís Augusto Barbosa Cortez
E-mail: tanabe@fem.unicamp.br - cortez@agr.unicamp.br
Com a mudança dos hábitos alimentares ocorridos nos últimos anos no país, e com uma maior exigência de qualidade por parte dos consumidores,
começa a haver também uma maior necessidade de utilização da refrigeração, não somente para melhoria da qualidade como também para a redução
das perdas. Existem produtos em que as perdas chegam a mais de 40% do total produzido. Considerando que para a produção destes alimentos é
necessário o preparo da terra, a adubação, o plantio, os tratos culturais, a colheita, o transporte, e em alguns casos o processamento e a refrigeração, é
grande o desperdício energético causado pela perda de produtos que passam por todas estas etapas. Como a grande maioria das perdas de alguns
produtos, principalmente frutas e hortaliças, ocorrem entre as fases de pós-colheita e chegada ao consumidor final, pode-se amenizar o problema
utilizando-se a refrigeração durante estas etapas. A "Cadeia do Frio" consiste basicamente em resfriar o produto desde a colheita e mantê-lo frio ao longo
de toda a seqüência até o consumo final. Este artigo chama a atenção para importantes fatores a serem observados para uma adequada implementação
da "Cadeia do Frio".
INTRODUÇÃO
Com a abertura econômica, e conseqüentemente uma concorrência mais acirrada, é importante que não somente o produtor agrícola mas também toda a
cadeia de alimentos aumente a produtividade e também a qualidade. Estes fatores já começam a ser primordiais para a própria sobrevivência econômica
dos envolvidos.
As perdas de alimentos no Brasil podem ser caracterizados sob dois aspectos: perdas quantitativas e perdas qualitativas. As perdas quantitativas são as
perdas mais visíveis e podem ser medidos na quantidade de produtos desperdiçados. Estes produtos vão normalmente aparecer na forma de lixo. Já as
perdas qualitativas são aparentemente mais difíceis de serem quantificadas. Estas se revelam em termos de redução na qualidade do produto
ocasionando uma perda no preço de comercialização e de competitividade de quem a esteja comercializando. Ambas as perdas acabam por reduzir a
renda de quem produz ou comercializa estes produtos agrícolas. Assim, é possível entender que as perdas acabam por representar um grande
desperdício energético. Quando a terra é preparada, adubada, semeada, recebendo tratos culturais, o produto é colhido, processado, armazenado,
transportado e finalmente é jogado no lixo, é que podemos perceber claramente a quantidade de energia desperdiçada. Estas perdas poderiam ser
reduzidas e minimizadas através do uso de conceitos de engenharia, tais como a introdução da "Cadeia do Frio". A "Cadeia do Frio" é um conceito
bastante conhecido nos países desenvolvidos e consiste basicamente em resfriar o produto desde a colheita e mantê-lo frio até o consumo final.
Ainda hoje no Brasil, que é um país onde a temperatura ambiente é relativamente alta, é comum o produto só receber refrigeração nos refrigeradores
domésticos. Mesmos nos grandes supermercados são raros os produtos agrícolas que são comercializados refrigerados.
Existe uma tendência de aumento na utilização da refrigeração, não somente por exigência do consumidor, mas também porque, segundo pesquisas de
mercado, o consumidor vai ao supermercado movido pela necessidade de consumir produtos "in natura", sendo que estes produtos acabariam servindo de
chamariz para os outros produtos do supermercado. Existe, ainda em fase inicial, uma pequena fatia do mercado que comercializa produtos agrícolas,
mais especificamente legumes, minimamente processados e refrigerados, prontos para o consumo final. Este tipo de comercialização é comum em
países desenvolvidos, onde a qualidade do alimento é mantido desde a colheita até o consumidor final através de refrigeração ou congelamento.
No Brasil, a princípio, é de se imaginar que este tipo de produto somente é consumido pelas classes mais altas, mas não é o que realmente ocorre. Um
grande supermercado na zona leste da Grande São Paulo, ou seja, região de classes sócio-econômicas ditas C, D e E, é o supermercado que registra
uma das maiores porcentagens no consumo de produtos refrigerados processados em relação aos produtos tradicionais. Portanto nota-se que a
tendência de consumo de produtos refrigerados, ou seja, produtos de qualidade, é de alta.
O Brasil é um dos maiores produtores mundial de frutas, com grande variedade e qualidade. Mas, infelizmente o país não é um grande exportador. A
razão é simples: o país não possui uma estrutura adequada para transporte destes alimentos, pois, na grande maioria das vezes, este transporte
necessariamente deve ser refrigerado. Desta forma, ou seja, sem a "cadeia do frio", produtos que são exportados devem ser colhidos antes do ponto
ideal para poderem chegar ao local em condições de consumo, com isso, existe uma grande perda de qualidade destes produtos.
Por todos estes aspectos, e considerando que o frio é uma forma de energia, a implantação da "Cadeia do Frio" no Brasil é uma questão de tempo.
Desta forma, existe a necessidade de se planejar adequadamente o seu crescimento, de modo que o país possa melhorar a qualidade dos seus produtos
agrícolas, principalmente frutas e hortaliças que, cada vez mais, terão.maior importância no mercado interno e na pauta de exportações.
A Situação Atual
Quando o assunto é a Cadeia do Frio, deve-se analisar não somente aspectos da refrigeração do produto em si, mas também, aspectos relacionados aos
elos da Cadeia, como por exemplo, o produtor rural, tecnologia pós-colheita, pré-resfriamento do produto, embalagens adequadas, transporte
frigorificado, logística de distribuição, etc.
A não utilização da refrigeração acarreta alguns problemas, como por exemplo, o "estrangulamento econômico", tanto do produtor como do atacadista,
onde ambos tem um curto período para comercialização. Normalmente este tempo é tão curto, devido às altas temperaturas a que o alimento permanece,
e em conseqüência não consegue-se comercializá-lo. Assim, o atacadista se vê obrigado a repassar esses custos.
Atualmente, no país, poucos são os produtos comercializados com algum tipo de refrigeração. Têm-se produtos como sorvetes, leite e derivados e,
carnes e derivados, onde a refrigeração é imprescindível. Mas a situação é crítica quando se fala em produtos como frutas e hortaliças. Existe a real
necessidade de se realizar o resfriamento destes produtos já a nível do produtor, com tecnologia adequada de pré-resfriamento, principalmente no caso
dos produtos mais consumidos, como alface, maçã, figo, etc.
A utilização da refrigeração é normalmente vista como um aumento nos custos de comercialização. Talvez seja esta uma das razões das quais ela não
seja amplamente utilizada. Se a refrigeração fosse associada a uma maior vida de prateleira dos produtos, consequentemente menores perdas, e
também uma melhor qualidade destes alimentos, com certeza ela seria mais utilizada. É de suma importância que produtos de qualidade sejam
oferecidos aos consumidores de forma que a saúde da população não seja afetada por produtos de má qualidade. A conseqüência direta disso seria que
benefícios como menores despesas no sistema de saúde do país seriam claros.
Aspectos da Refrigeração
Normalmente alimentos como hortaliças e principalmente frutas necessitam de maiores cuidados nos tratos culturais quando comparados com a produção
de grãos. Aqueles alimentos têm também um curto período de tempo para que sejam comercializados. Desta forma, quanto mais rapidamente eles
sofrerem uma redução na temperatura, maior será o tempo para que se possa comercializá-lo. Em linhas gerais, uma queda de 10°C, aumenta a sua
vida em torno de 2 a 3 vezes. Citando-se um exemplo: o morango sem refrigeração precisa ser comercializado em, no máximo 3 dias, e refrigerado
chegaria a uma semana. Este tempo pode parecer inicialmente curto, mas seria suficiente para a colocação do produto, produzido em São Paulo, nos
mercados do Nordeste.
Tecnicamente existem vários métodos para a refrigeração rápida, ou pré-resfriamento de produtos hortícolas, citando-se como exemplo, a refrigeração à
vácuo; a refrigeração com ar forçado; refrigeração por imersão em água e, ou gelo; etc. Cada produto tem uma adequada tecnologia para pré-
resfriamento, dependendo de fatores como disponibilidade de água, energia, etc.
Existe a necessidade de uma maior pesquisa nesta área, ou seja, a necessidade de se pesquisar aspectos relacionados com a adequação da tecnologia
de resfriamento para determinados tipos de produtos. Este tipo de pesquisa é necessário, principalmente nos casos de frutas de origem tropical e
hortaliças cultivadas no país, em que se dispõe de poucos dados sobre o assunto. A
Produção e Exportação de Alimentos e a Necessidade da Implantação da Cadeia do Frio para Melhoria da Qualidade e Incremento das
Exportações.
Segundo FAO (1991), o Brasil é o principal produtor de laranja, com aproximadamente 1/3 do total mundial, o segundo maior produtor de banana, e o
terceiro maior produtor de abacaxi, além de destacada produção de tangerina, limão e maracujá. No que diz respeito às exportações dessas frutas,
destacam-se o abacaxi, com 5,2% das exportações mundiais, e da laranja, com 1,5%. As demais frutas não alcançam 1%.
Quando compara-se o valor das exportações de frutas in natura em relação às exportações agrícolas brasileiras, este valor torna-se muito aquém do
esperado, ou seja, apenas 1%.
Se o Brasil é um dos maiores produtores de frutas Mundiais, porque então não é também um grande exportador ? Existem vários motivos pelos quais o
país não tem uma expressiva parcela nas exportações de frutas, dentre os quais se destacam: a necessidade de se ter cuidados no plantio, manejo do
pomar, e um tratamento adequado pós-colheita destes produtos, além de uma infra-estrutura de armazenagem e frigorificação condizentes. Infelizmente,
o país não possui um adequado trato pós-colheita de seus produtos, onde, para se ter uma idéia, somente ao nível residencial é que tem-se algum tipo
de refrigeração destes alimentos.
Uma rara exceção nos tratos pós-colheita no Brasil é o caso da maçã. O país alcançou um notável crescimento da produção nos últimos anos, onde,
juntamente com o crescimento da produção, obteve-se um crescimento da infra-estrutura de armazenagem frigorificada deste produto. Mesmo assim, a
"Cadeia do frio" para este produto sofre algumas falhas, pois o produto é armazenado em condições adequadas e normalmente comercializado sem
refrigeração, o que diminui, em muito, a sua vida de prateleira, pois, para se ter uma idéia, o produto que é armazenado a aproximadamente 0°C, chega
a ser comumente comercializado a temperaturas ambientes de 30°C. Esta temperatura reduz o tempo de comercialização para períodos próximos a uma
semana, quando em temperaturas adequadas, a maçã alcança facilmente 2 meses, chegando-se a 8 meses se armazenados com controle da atmosfera
no interior da câmara frigorífica.
Atualmente, no Brasil, existe, além das exportações, um grande mercado interno, onde, a cada ano, há um expressivo.crescimento do consumo de
alimentos, principalmente frutas.
Em alguns casos, e em determinadas épocas do ano, algumas frutas atingem melhores preços no mercado interno do que àquelas exportadas.
Para que realmente haja um grande incremento na produção e exportação de frutas frescas no Brasil, é de primordial importância que também haja
suficiente capacidade de frigorificação.
Maiores pesquisas seriam de primordial importância para que fossem identificados os impactos nos preços de produtos que fizessem parte da Cadeia do
frio, para a possibilidade de ganhos no mercado exterior.
A Refrigeração no Brasil
A década de 70 foi marcada por um crescimento nas exportações de produtos agrícolas. Levantamentos realizados pelo próprio governo, indicavam um
déficit de aproximadamente 900 mil metros cúbicos de armazenamento frigorificado, para uma oferta de 2,2 milhões de metros cúbicos.
De acordo com IBGE (1990), o governo possuía, em 1972, uma capacidade frigorificada de cerca de 100 mil metros cúbicos. Em 1987, este valor subiu
para 1,4 milhões de metros cúbicos, chegando a 2,1 milhões em 1995. Já os Estados Unidos, França e Espanha, tiveram, naquela época,
respectivamente 31,9; 5,4; e 3,3 milhões de metros cúbicos de capacidade frigorificada.
O aumento da capacidade frigorificada no Brasil ocorreu, principalmente, devido ao crescimento das exportações de alimentos congelados, dentre eles, a
carne bovina, suco concentrado de laranja e, com um excepcional crescimento, a carne de frango, passando de 2,4 para 23 kg per capita entre 1972 e
1995.
Além dos produtos citados, têm-se uma grande necessidade de refrigeração também no setor de bebidas, leite e seus derivados, margarinas e
determinados tipos de chocolates.
Contudo, nota-se que o setor de frutas e hortaliças ainda está deficiente, pois a capacidade frigorificada objetivou apenas o incremento na exportação de
carnes e suco de laranja. Nota-se que, a comercialização de frutas, e principalmente hortaliças, no país, é feito sem praticamente nenhum tipo de
controle de temperatura. E a falta do controle adequado de temperatura pode ser um grave entrave para que o produtor possa oferecer produtos de alta
qualidade ao consumidor. Portanto, deverá haver um crescimento expressivo da utilização de refrigeração no país para os próximos anos, sendo um
importante passo para a implantação da "Cadeia do Frio" para alimentos no Brasil.
Perdas de Alimentos
Em 1990 (FAO, 1991), a produção nacional de frutas atingiu 30 milhões de toneladas, representando em torno de 8% da produção mundial. Segundo
NEVES FILHO e CORTEZ (1997), a média de perdas por amadurecimento precoce por falta de tratamento pré e pós-colheita está entre 30 e 40%, o que
representou algo ao redor de 2,8 bilhões de dólares anuais.
Segundo a APAS - Associação Paulista de Supermercados, citado por FERNANDES (1998), as perdas dos supermercados brasileiros na venda de frutas,
legumes e verduras, chegam a R$ 4 bilhões por ano. Estes valores representam em torno de 24% do total produzido. Em alguns países da Europa e nos
Estados Unidos, estas perdas representam entre 7 e 8% das compras das redes. A estimativa é de que, em cinco anos, as perdas dos supermercados
brasileiros com frutas, legumes e verduras atinjam 10%. Mas esta meta será alcançada, segundo a APAS, se as embalagens forem apropriadas e a
distribuição for adequada.
De acordo com GONÇALVES e PERES (1996), no ano de 1985 os gastos com o consumo de frutas representava de 9 a 11% dos gastos com
alimentação para uma família típica no município de São Paulo. Já em 1995, uma década depois, este gasto cresceu para 16%. Não obstante, está
havendo também uma maior exigência na qualidade destes produtos por parte do consumidor.
Com o Plano Real, houve ainda um maior incremento no consumo de alimentos. Não houve um aumento significativo de consumo por parte dos
consumidores tradicionais, o que houve foi um expressivo aumento no número de consumidores. Agora, uma outra parcela da população passou a ter
frutas e hortaliças na alimentação cotidiana. Com a esperada melhoria da qualidade de vida da população para os próximos anos, principalmente da
população de baixa renda, haverá também, com certeza, um maior consumo de alimentos. Para tanto, o país precisará não somente reduzir as perdas de
alimentos como, também, produzir maior quantidade deste. Já os consumidores tradicionais, passarão, por sua vez, a exigir uma melhor qualidade destes
alimentos.
As Conseqüências da Quebra da Cadeia do Frio
Atualmente encontramos no mercado algumas frutas e verduras com embalagens diferenciadas onde constam o nome do produtor e, ou, da empresa
produtora. O objetivo é o de promover o produto através da diferenciação da qualidade em relação aos similares existentes no mercado. Com isso,
pretende-se associar o produto como padrão de qualidade, ou seja, imagina-se que o consumidor irá associar aquele produto como tendo uma qualidade
superior e que ele o compre por este motivo. Mas isso, infelizmente, nem sempre ocorre, pois existem algumas falhas graves neste processo: a maioria
dos produtos chegam ao mercado em condições ideais de serem comercializados, ou seja, devidamente acondicionados, transportados e com a
adequada temperatura, mas quando passam pelos atacadistas, a cadeia é quebrada. Como exemplo, cita-se um caso hipotético com a manga. Este
produto, de uma conceituada marca ou produtor, é acondicionado, embalado e transportado em caminhões frigoríficos chegando aos atacadistas em
condições ideais de revenda. A partir daí, há a quebra da cadeia, onde ela já não recebe mais refrigeração, começando um rápido processo de perda de
qualidade e posteriormente a deterioração. Ao chegar ao varejista, a fruta, já a temperatura ambiente, é exposta para o consumidor final. O consumidor,
por questões culturais apalpa o produto, cheira e aperta. Este processo acontece algumas vezes antes que algum consumidor o compre. Com isso, a
manga, que saiu do produtor em condições ideais, chega ao consumo final em condições diferentes das iniciais, com uma grande perda de qualidade. A
questão é: quem foi prejudicado ? Primeiro o produtor, pois a impressão que se teve é a de que ele não ofereceu um produto adequado ao consumidor, e
o mais grave, o conceito da sua marca perante o consumidor sofreu avarias,.talvez muito difícil de ser recuperado. Segundo, o atacadista e o varejista,
pois precisaram vender o produto mais caro porque as perdas, são altas, e terceiro, o consumidor, porque pagou mais caro por um produto de baixa
qualidade. Se este produto não tivesse a cadeia do frio quebrada, desde a saída do produtor até a chegada ao consumidor final, recebendo todos os
cuidados necessários, ter-se-ía um produto de maior qualidade, com menores perdas na comercialização e conseqüentemente, até uma possível redução
dos custos, além de uma satisfação maior do consumidor com aquela determinada marca ou produtor. Nota-se, assim, que, para que o produtor possa
oferecer um produto de alta qualidade no mercado, não basta que somente ele tenha uma boa infra-estrutura, mas que também o atacadista e,
principalmente o varejista também o tenham.
Desta forma, observa-se que a Cadeia do Frio é uma complexa rede de cooperação, desde o produtor, passando pelo atacadista, até o consumidor final,
em que o produto é manipulado com uma adequada refrigeração, e passando por questões, não menos importantes, como transporte refrigerado,
embalagens adequadas, logística de distribuição, marketing, etc.
A Questão Energética na Cadeia do Frio
Para a implementação da Cadeia do Frio, exige-se um planejamento, tanto em termos estratégicos quanto energéticos. Logicamente a geração do frio, ou
seja, a refrigeração, exige um gasto energético, bem como o transporte refrigerado, e a exposição do produto ao consumidor em temperaturas
adequadas. Para tal, o país deve-se preparar adequadamente para que a falta de energia não atravanque o desenvolvimento do setor. Seria de se
lamentar uma situação em que o país obtivesse uma grande demanda nas exportações de frutas, e que, ao mesmo tempo, por falta de energia, estivesse
sem condições de refrigerar adequadamente estes produtos. Logicamente isto seria um caso extremo que provavelmente não aconteça, mas de qualquer
forma, o país deve se preparar para oferecer condições adequadas à implementação da Cadeia do Frio.
O Mercosul e a Cadeia do Frio no Brasil
Têm-se consciência da importância econômica e social da fruticultura nos países do Mercosul, principalmente em países como o Chile, em que se
exporta aproximadamente 1,5 bilhões de dólares por ano. Já no Brasil, há um crescente déficit no saldo da balança comercial de frutas com os países do
Mercosul, passando de US$ 67,8 milhões em 1994 para US$ 159,4 milhões em 1996. Deste, se destacam a maçã, com US$ 63 milhões em 1996, a
pêra e a uva, também com expressivos valores.
Segundo pesquisadores do IEA - Instituto de Economia Agrícola, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo citado em
SCINOCCA (1998), o Chile e a Argentina dispõe de estrutura de produção e logística compatíveis com os padrões internacionais, enquanto que o Brasil
enfrenta limitação na produção de frutas de clima temperado com coloração intensa. Já as potencialidades brasileiras são imensamente superiores para
as frutas tropicais, uma vez que o Chile e a Argentina não produzem este tipo de frutas, e o Brasil possui grandes área para plantio de frutíferas tropicais
de qualidade.
Atualmente, as barreira não são tanto alfandegárias quanto a alguns anos atrás. Hoje, as barreiras são, em sua grande maioria, fitossanitárias e
estruturais, ou seja, o país ainda tem muitas dificuldades de produzir frutas de qualidade. Aspectos como a falta de um tratamento pós-colheita adequado
impedem que as frutas brasileiras cheguem ao mercado internacional.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Da exposição efetuada no decorrer da explanação, podem-se fazer algumas considerações:
O Brasil tem uma maior possibilidade de competir adequadamente no mercado externo de frutas tropicais que com frutas de clima temperado. Para
frutas de clima tropical, a safra brasileira, em um expressivo número de frutas, é beneficiada por produzir em épocas diferentes de outros países
produtores, podendo assim, atingir uma melhor remuneração. O mesmo acontecendo com as frutas de clima temperado, na qual deve-se aproveitar as
vantagens da entressafra do hemisfério norte.
O Brasil não possui uma adequada infra-estrutura para competir adequadamente no lucrativo mercado internacional de frutas. Portanto, principalmente no
caso de frutas tropicais e pelo país estar, em grande parte da sua área, localizado em regiões de clima tropical, existe a real necessidade de refrigeração
destes produtos.
Temos um ponto favorável em comparação com países como o Chile e Argentina: um grande mercado interno, no qual, existe a necessidade de
aprimoramento da qualidade dos nossos produtos para que se possa atender adequadamente o, cada vez mais exigente, consumidor.
Com a implementação da Cadeia do Frio, a Região Nordeste seria uma das regiões com os maiores benefícios, pois é uma região propícia à produção de
frutas tropicais e com alta disponibilidade de mão de obra. Um dos desafios seria o de oferecer uma adequada infra-estrutura, tanto nos aspectos de
produção (irrigação) quanto no de adequado tratamento pós-colheita (dentre eles a refrigeração) e outros tantos detalhes imprescindíveis á produção de
frutas e alimentos em geral de qualidade.
O incentivo à produção de frutas poderia auxiliar para amenizar o problema social, uma vez que esta atividade gera muitos empregos diretos e indiretos,
e também fixa o homem no meio rural.
A implementação da Cadeia do Frio no Brasil, é hoje, uma questão de necessidade, pelo país possuir um clima requerente de refrigeração quanto pela
própria exigência de uma maior qualidade nos gêneros alimentícios pelo consumidor. Dentro de poucos anos teremos grandes avanços, nos quais uma
expressiva parcela dos produtos de origem vegetal serão comercializados com refrigeração, tal qual é realizado com a maioria dos produtos de origem
animal.
A melhoria da qualidade dos produtos alimentares, decorrente da implementação da Cadeia do Frio, irá, com certeza diminuir os graves problemas
causados por alimentos inadequados para consumo. Estatísticas sobre prejuízos, internações hospitalares e mortes causados por estes produtos são
praticamente inexistentes. Mas, com certeza, o sistema de saúde seria muito beneficiado pela implementação da Cadeia do Frio no Brasil.
É recomendável a analise e planejamento não somente dos aspectos da refrigeração do produto em si, mas principalmente, aspectos relacionados aos
elos da Cadeia, como por exemplo, tecnologia adequada de pós-colheita, pré-resfriamento de produto, embalagens adequadas para produtos
refrigerados, transporte frigorificado, logística de distribuição, etc.
Necessidade de se pesquisar aspectos relacionados com a adequação da tecnologia de resfriamento para determinados tipos de produtos. Este tipo de
pesquisa é necessário, principalmente nos casos de frutas de origem tropical e olerícolas cultivadas no país, em que se dispõe de poucos dados sobre o
assunto.
Maiores pesquisas seriam de primordial importância para que fossem identificados os impactos nos preços de produtos que fizessem parte da Cadeia do
frio, para a possibilidade de ganhos do mercado internacional de frutas.
J.P.Gomes
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
AMÔNIA
Introdução
AMÔNIA
O único refrigerante genuinamente natural, a amônia (R717) vem gradualmente conquistando novos nichos de mercado, perdendo a imagem de ser
utilizada exclusivamente em instalações frigoríficas de médio/grande porte.
A crescente preocupação com a degradação do meio ambiente, tem sido um dos fatores primordiais para esta "redescoberta" da amônia.
O refrigerante R717
Possuindo características favoráveis do ponto de vista termodinâmico, a amônia é um dos agentes refrigerantes mais largamente utilizados. Segundo
Elonka & Minich as características principais de um refrigerante são:
Uma vez que a refrigeração se efetua pela evaporação de um líquido, o refrigerante deve ser volátil ou capaz de se evaporar;
O calor latente de vaporização deve ser bastante elevado para que o resultado desejado seja obtido com um mínimo de refrigerante em circulação;
É importante que seja seguro nas condições normais de funcionamento; os refrigerantes não devem ser combustíveis, manter a chama ou ser explosivos;
O refrigerante deve ser inofensivo às pessoas e ter um odor que revele a sua presença. Os vazamentos devem ser detectáveis por verificação simples;
O custo deve ser razoável e deve existir em abundância para seu emprego comercial;
O refrigerante deve ser estável, sem qualquer tendência a se decompor nas condições de funcionamento;
Não deve ter efeito prejudicial sobre os metais, lubrificantes e outros materiais usados nos compressores e demais componentes do sistema;
O refrigerante deve ter pressões de evaporação e condensação razoáveis;
Deve produzir o máximo possível de refrigeração para um dado volume de vapor movimentado pelo compressor;
A compressão à pressão de condensação deve requerer o mínimo de potência;
A temperatura crítica deve estar bem acima da temperatura de condensação.
A amônia atende a quase totalidade destes requisitos, com ressalvas apenas a sua alta toxicidade (25ppm) e por tornar-se explosiva dentro de teores de
concentração de 15 a 30% em volume.
Contudo, estes inconvenientes são altamente minimizados se as normas específicas de segurança forem seguidas à risca. De acordo com Stoecker &
Jabardo, as principais normas aplicáveis são:
ANSI/ASHRAE 15-1978
Esta norma especifica os locais onde os distintos grupos de refrigerantes podem ser aplicados; restringe a presença de chama em salas de máquinas; se
ocupa do ambiente industrial e estabelece limites nas quantidades dos distintos refrigerantes presentes em diversas áreas de trabalho; se concentra em
reservatórios e tubulações, determinando os limites de pressão de operação; descreve as aplicações dos dispositivos limitadores de pressão, além de
cobrir toda uma gama de aspectos relacionados a técnicas de instalação.
A norma ANSI/ASHRAE 15-1978 se relaciona a outras normas, incorporando-as. Uma delas é o "Boiler and Pressure Vessel Code" da ANSI/ASME,
outra é a ANSI/ASME B31.5 para tubulações de refrigeração.
ANSI/IIAR 2-1984
Preparada especificamente para sistemas de amônia. Uma das recomendações desta norma é a de que a amônia se apresente com 99,95% de
concentração. Ela também recomenda que placas de identificação sejam afixadas nos principais componentes, contendo informações como: o fabricante,
ano de fabricação, número do modelo, além da pressão nominal. O objetivo destas placas é o de atestar que o equipamento foi ensaiado quanto à sua
segurança e aplicação adequada. A norma especifica, ainda, dois níveis de pressão de projeto: alto e baixo. Uma abordagem alternativa para ventilação
em sala de máquinas também é proposta nesta norma.
Compressores para instalações de amônia
Uma característica marcante da amônia é a sua alta temperatura de descarga; desta forma para uma pequena relação de pressões, são normalmente
utilizados compressores pistões de simples estágio . Para relações de pressões mais altas são utilizados compressores pistões de duplo estágio ou ainda
arranjos em "booster".
Esta restrição relativa à relação de pressões não é aplicável aos compressores tipo parafuso devido ao uso do óleo ou do refrigerante como agente de
resfriamento interno. Uma outra possibilidade seria a utilização conjugada de compressores pistões e parafusos.
Antigos e novos segmentos de mercado
São os seguintes os segmentos de mercado que predominantemente utilizam refrigeração por amônia:
Frigoríficos (bovinos/suínos/avícolas);
Indústria de pescados;
Indústrias alimentícias;
Fábricas de gelo;
Laticínios;
Indústrias de bebidas;
Câmaras frigoríficas.
Outras aplicações estão surgindo, tais como:
Unidades resfriadoras de líquido e bombas de calor, com emprego de trocadores de calor a placas;
Sistemas de refrigeração híbridos usando R717 e (H)CFC simultaneamente;
Sistemas de refrigeração híbridos utilizando R717 e soluções/salmouras;
Salas de manipulação (em conformidade com a portaria 304 de 22/04/96);
Instalações de ar condicionado que operam com bancos de gelo.
Conclusão
A tendência de maior utilização de amônia, é um fenômeno relativamente novo. Sem dúvida, muitas aplicações ainda estão por surgir. Com certeza
estamos longe de atingir a plena potencialidade da refrigeração por amônia, permitindo prever que o crescimento de aplicações para este antigo e
confiável refrigerante não será um modismo passageiro.
Bibliografia
S. M. Elonka – Q. W. Minich, Manual de Refrigeração e Ar Condicionado.
W. F. Stoecker – J. M. Jabardo, Refrigeração Industrial.
International Institute of Ammonia Refrigeration, Boletins diversos.
Bitzer, Manuais e Catálogos diversos.
J.P.Gomes
AMÔNIA
O único refrigerante genuinamente natural, a amônia (R717) vem gradualmente conquistando novos nichos de mercado, perdendo a imagem de ser
utilizada exclusivamente em instalações frigoríficas de médio/grande porte.
A crescente preocupação com a degradação do meio ambiente, tem sido um dos fatores primordiais para esta "redescoberta" da amônia.
O refrigerante R717
Possuindo características favoráveis do ponto de vista termodinâmico, a amônia é um dos agentes refrigerantes mais largamente utilizados. Segundo
Elonka & Minich as características principais de um refrigerante são:
Uma vez que a refrigeração se efetua pela evaporação de um líquido, o refrigerante deve ser volátil ou capaz de se evaporar;
O calor latente de vaporização deve ser bastante elevado para que o resultado desejado seja obtido com um mínimo de refrigerante em circulação;
É importante que seja seguro nas condições normais de funcionamento; os refrigerantes não devem ser combustíveis, manter a chama ou ser explosivos;
O refrigerante deve ser inofensivo às pessoas e ter um odor que revele a sua presença. Os vazamentos devem ser detectáveis por verificação simples;
O custo deve ser razoável e deve existir em abundância para seu emprego comercial;
O refrigerante deve ser estável, sem qualquer tendência a se decompor nas condições de funcionamento;
Não deve ter efeito prejudicial sobre os metais, lubrificantes e outros materiais usados nos compressores e demais componentes do sistema;
O refrigerante deve ter pressões de evaporação e condensação razoáveis;
Deve produzir o máximo possível de refrigeração para um dado volume de vapor movimentado pelo compressor;
A compressão à pressão de condensação deve requerer o mínimo de potência;
A temperatura crítica deve estar bem acima da temperatura de condensação.
A amônia atende a quase totalidade destes requisitos, com ressalvas apenas a sua alta toxicidade (25ppm) e por tornar-se explosiva dentro de teores de
concentração de 15 a 30% em volume.
Contudo, estes inconvenientes são altamente minimizados se as normas específicas de segurança forem seguidas à risca. De acordo com Stoecker &
Jabardo, as principais normas aplicáveis são:
ANSI/ASHRAE 15-1978
Esta norma especifica os locais onde os distintos grupos de refrigerantes podem ser aplicados; restringe a presença de chama em salas de máquinas; se
ocupa do ambiente industrial e estabelece limites nas quantidades dos distintos refrigerantes presentes em diversas áreas de trabalho; se concentra em
reservatórios e tubulações, determinando os limites de pressão de operação; descreve as aplicações dos dispositivos limitadores de pressão, além de
cobrir toda uma gama de aspectos relacionados a técnicas de instalação.
A norma ANSI/ASHRAE 15-1978 se relaciona a outras normas, incorporando-as. Uma delas é o "Boiler and Pressure Vessel Code" da ANSI/ASME,
outra é a ANSI/ASME B31.5 para tubulações de refrigeração.
ANSI/IIAR 2-1984
Preparada especificamente para sistemas de amônia. Uma das recomendações desta norma é a de que a amônia se apresente com 99,95% de
concentração. Ela também recomenda que placas de identificação sejam afixadas nos principais componentes, contendo informações como: o fabricante,
ano de fabricação, número do modelo, além da pressão nominal. O objetivo destas placas é o de atestar que o equipamento foi ensaiado quanto à sua
segurança e aplicação adequada. A norma especifica, ainda, dois níveis de pressão de projeto: alto e baixo. Uma abordagem alternativa para ventilação
em sala de máquinas também é proposta nesta norma.
Compressores para instalações de amônia
Uma característica marcante da amônia é a sua alta temperatura de descarga; desta forma para uma pequena relação de pressões, são normalmente
utilizados compressores pistões de simples estágio . Para relações de pressões mais altas são utilizados compressores pistões de duplo estágio ou ainda
arranjos em "booster".
Esta restrição relativa à relação de pressões não é aplicável aos compressores tipo parafuso devido ao uso do óleo ou do refrigerante como agente de
resfriamento interno. Uma outra possibilidade seria a utilização conjugada de compressores pistões e parafusos.
Antigos e novos segmentos de mercado
São os seguintes os segmentos de mercado que predominantemente utilizam refrigeração por amônia:
Frigoríficos (bovinos/suínos/avícolas);
Indústria de pescados;
Indústrias alimentícias;
Fábricas de gelo;
Laticínios;
Indústrias de bebidas;
Câmaras frigoríficas.
Outras aplicações estão surgindo, tais como:
Unidades resfriadoras de líquido e bombas de calor, com emprego de trocadores de calor a placas;
Sistemas de refrigeração híbridos usando R717 e (H)CFC simultaneamente;
Sistemas de refrigeração híbridos utilizando R717 e soluções/salmouras;
Salas de manipulação (em conformidade com a portaria 304 de 22/04/96);
Instalações de ar condicionado que operam com bancos de gelo.
Conclusão
A tendência de maior utilização de amônia, é um fenômeno relativamente novo. Sem dúvida, muitas aplicações ainda estão por surgir. Com certeza
estamos longe de atingir a plena potencialidade da refrigeração por amônia, permitindo prever que o crescimento de aplicações para este antigo e
confiável refrigerante não será um modismo passageiro.
Bibliografia
S. M. Elonka – Q. W. Minich, Manual de Refrigeração e Ar Condicionado.
W. F. Stoecker – J. M. Jabardo, Refrigeração Industrial.
International Institute of Ammonia Refrigeration, Boletins diversos.
Bitzer, Manuais e Catálogos diversos.
J.P.Gomes
Dia Internacional do Ozônio
Dia Internacional do Ozônio
Eficiência energética e panorama
atual do setor de refrigeração e ar
condicionado
Colaboradores / Fontes
Arpol
Bitzer
CACR
DuPont
Scarceli
Panorama do mercado (2008-2015)
Famílias de fluidos refrigerantes
CFCs, HCFCs e HFCs (R-22, R-134a, R-407C, R-410A, R-404A);
Amônia (R-717);
Propano (R-290);
CO2 (R-744);
Isobutano (R-600a).
Panorama do mercado (2008-2015)
Nosso mercado está dividido em setores:
Refrigeração Doméstica;
Refrigeração Comercial;
Refrigeração Industrial;
Linha Automotiva;
Climatização.
Panorama do mercado (2008-2015)
Refrigeração Doméstica: R-12 para o R-134a; Outra tendência é
a utilização do R-600a.
Refrigeração Comercial: O produto mais utilizado nesse
segmento é o HCFC-22. Outras alternativas: HFC-404A e Co2.
Refrigeração Industrial: Os principais produtos são Amônia,
HCFC-22 e HFC-134a
J.P.Gomes
Eficiência energética e panorama
atual do setor de refrigeração e ar
condicionado
Colaboradores / Fontes
Arpol
Bitzer
CACR
DuPont
Scarceli
Panorama do mercado (2008-2015)
Famílias de fluidos refrigerantes
CFCs, HCFCs e HFCs (R-22, R-134a, R-407C, R-410A, R-404A);
Amônia (R-717);
Propano (R-290);
CO2 (R-744);
Isobutano (R-600a).
Panorama do mercado (2008-2015)
Nosso mercado está dividido em setores:
Refrigeração Doméstica;
Refrigeração Comercial;
Refrigeração Industrial;
Linha Automotiva;
Climatização.
Panorama do mercado (2008-2015)
Refrigeração Doméstica: R-12 para o R-134a; Outra tendência é
a utilização do R-600a.
Refrigeração Comercial: O produto mais utilizado nesse
segmento é o HCFC-22. Outras alternativas: HFC-404A e Co2.
Refrigeração Industrial: Os principais produtos são Amônia,
HCFC-22 e HFC-134a
J.P.Gomes
Disfunção Averiguada
Edição J.P.Gomes
Disfunção Averiguada
1- O compressor monofásico
DICAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL
Tabela de diagnósticos das avarias nas unidades de refrigeração
Provável Causa Intervenção Sugerida
1.1- Tensão de linha inferior aos 1.1-Medir a tensão na saída do contador:
Se for inferior aos limites de tolerância
zumbi continua, mas não parte (O
motoprotetor intervém de forma
cíclica).
limites de tolerância.
1.2- Falta calibragem das pressões durante a parada
rápida do compressor (de
modelo a dupla baixa no sistema
capilar). Paradas demasiadas
breves são imputáveis a um
termômetro com diferencial
demasiado limitado.
1.3- Relé de arranque defeituoso ou não estando
conforme as especificações do
fabricante do compressor.
1.4- Capacitor de partida defeituoso ou com tensão de
etiqueta inferior àquela indicada
pelo fabricante do compressor.
Capacitor de marcha defeituoso.
1.5- Conexões elétricas erradas
porque manuseadas.
1.6- Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
1.7- Compressor travado mecanicamente ou os
acoplamentos árvore-bronzinas
não são bastante lubrificados.
requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrario
as tenções estiverem nos limites, verificar se houve queda de tensão na entrada
do compressor quando o compressor zumbi, mas não parte. Se houver queda de
tensão tem-se a demonstração que a linha é de seção insuficiente. Substituir a
linha com outra de seção adequada. Se a tensão insuficiente não se deve a linha
interna e se a diminuição não for temporária, pode-se incrementar o torque de
arranque do compressor (caso este seja do tipo de PSC) instalando um conjunto
que compreende um capacitor de arranque e um relê, transformado assim o
sistema de partida do compressor de PSC a CRS.
Se ao contrário o compressor tem um sistema de arranque do tipo RSIR, sua
transformação em CSIR é quase sempre desaconselhável pois não é homologada
pelo fabricante do compressor.
1.2- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o
termostato com diferencial regulável. Eventualmente desensibilizar o elemento
sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias.
1.3- Procurar instalar um novo relé e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em
inglês) fique no alto do relê instalado.Se o relê original for do tipo amperométrico e
não se encontrar a peça adequada, pode-se instalar um relê no estado sólido até
uma potencia do compressor de 500W absorvidos.
1.4- Procurar instalar novos capacitores.
1.5- Restabelecer as ligações conforme os esquemas originais.
1.6- Desligar os cabos de alimentação das baterias de bornes do compressor e
averiguar com um ohmímetro , se a resistência do enrolamento de partida e
daquele de marchas estão corretas; averiguar o isolamento de massa (teste da
rigidez dielétrica). Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento consertar
ou substituir o compressor.
1.7- Pode ser feita uma tentativa de destravar o compressor ligando-o
provisoriamente de forma que o motor elétrico receba um impulso que o leva a
rodar no sentido contrário ao normal. Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou
substituir o compressor.
1.8-Unidade sobrecarregada de refrigerante.
1.8- Descarregar para fora o refrigerante em excesso com a maior lentidão, de um
lugar da unidade onde haja somente presença de gás. No caso de se tratar de
sistema hermético sem registro. Utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de
serviço do compressor. Dosar a carga por meio das indicações do indicador de
passagem de liquido. Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode
ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado
temporariamente no inicio da linha de liquido.
2.0-O compressor trifásico tenta
1.9- Motoprotetor defeituoso. 1.9- Verificar que a corrente de arranque e aqueles de marcha estejam nos limites
previstos pelo fabricante do compressor. Verificar também a temperatura do
compressor.A ausência de sobrecarga ou de superaquecimento evidente
demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente. Para os sistemas de
proteção diferente proceder como segue:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon) :substituir o
motoprotetor.
Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: substituir o
compressor.
2.1- Falta uma das três fases de 2.1- A falta de fase pode ser verificada medindo a tensão entre as três fases na mas não parte
(O motoprotetor intervém forma
cíclica)
Neste contexto com apalavra
compressor entenderemos moto-
compressor hermético ou semi-
hermético e nunca compressor de alimentação.
bateria de bornes do compressor. Portanto verificar toda a linha de alimentação a
partir da entrada do contador. É provável encontrar a interrupção de um fusível ou
um desgaste de um binário de contatos do contador ou bornes frouxos.
tipo aberto. As definições e as
conclusões aqui referidas aos
compressores herméticos e semi-
herméticos , se devidamente
interpretadas são também válidas
para os compressores abertos.
Por exemplo: “constatada a
interrupção do enrolamento,
consertar e substituir o
compressor” deve-se entender
como “constatada a interrupção
do enrolamento, consertar ou
substituir o motor elétrico de
tração”.
2.2- Tensão da linha inferior aos 2.2- Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos
limites de tolerância. limites de tolerância ou se houver desequilíbrio entre as três fases requerer a
intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrário não for
levantada anomalia nenhuma, verificar a tensão de cada uma das três fases nos
bornes do compressor em quanto este tenta, mas não parte. Se houver queda de
tensão nos bornes do compressor temos a demonstração que a linha entre o
contador e o compressor é de seção insuficiente. Substituir a linha com outra de
seção adequada.
2.3- Interrupção do enrolamento 2.3- Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e
do motor elétrico. verificar que a resistência dos três enrolamentos esteja equilibrada. Se o teste
indicar um desequilíbrio, consertar ou substituir um compressor.
2.4- Enrolamento do compressor 2.4- Testar o isolamento de massa. Se for insuficiente consertar ou substituir o
em curto com massa. compressor.
2.5- Compressor travado 2.5- É inútil destrava-lo invertendo a seqüência das fases na bateria de bornes. O
mecanicamente. compressor deve ser consertado ou substituído.
2.6- Motoprotetor não calibrado 2.6-Em primeiro lugar verificar que a corrente de arranque e aquela de marcha
adequadamente ou defeituoso. estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor. Controlar também a
temperatura do compressor.A ausência de sobrecargas ou de um
superaquecimento evidente demonstram que um dispositivo motoprotetor é
ineficiente.Para os diferentes sistemas de proteção proceder da seguinte forma:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon): Substituir o
motoprotetor.
Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: Substituir o compressor.
Motoprotetor no quadro (relê térmico): verificar calibragem e se ela corresponde à
corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico.
Motoprotetor a termistores: substituir o módulo eletrônico com outro novo,
verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o
compressor não seja superior àquela permitida pelo fabricante do módulo
eletrônico. Se a disfunção persistir, significa que um dos termostores no
enrolamento do compressor está interrompido (o teste da continuidade do circuito
feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1.5 Volt
3.0- O compressor pára por
intervenção do protetor térmico.
indica resistência infinita). Uma alternativa ao conserto do compressor é
representada pela aplicação, a jusante do disjuntor, de uma relê térmico
devidamente calibrado.
3.1- Condensador ineficiente. 3.1- Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas deformadas
com um pente de aletas. Se for resfriada a água, tirar as incrustações dos
passadores de água com soluções adequadas ou escovar os feixes de tubos.
3.2- Unidade sobrecarregada de 3.2- Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, de um lugar da
refrigerante. unidade haja somente gás. No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar
um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. Dosar as cargas
através das indicações do passador de liquido. Se este não for instalado, o mesmo
tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de
liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no inicio da linha de liquido.
3.3- Presença de ar no sistema. 3.3- Efetuar o expurgo do circuito. O expurgo do ar é uma operação bastante
complexa que requer bastante experiência. Às vezes é conveniente descarregar a
unidade interna, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como
indicado no parágrafo precedente.
3.4- Fluxo de ar insuficiente no 3.4- Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de
condensador resfriado a ar. rotação, situação das ventoinhas).
3.5- Recirculação de ar quente 3.5- Corrigir o arranjo da umidade condensadora e do condensador.
no condensador resfriado a ar.
Uma parte de ar aspirado pelos
ventiladores não é fresca mas
sim de recirculação, em
conseqüência do fato que o
condensador é instalado num
espaço demasiadamente
pequeno ou condensador é
protegido por uma chapa furada
que obstrui o fluxo de ar
excessivamente.
3.6- Fluxo de água insuficiente 3.6- Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas , limpar os
no condensador resfriado à filtros da tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam
água. abertos , medir a pressão da rede hídrica. Se o fluxo de água insuficiente for à
conseqüência de uma diminuição de pressão não temporária, considerar a
possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de
resfriamento. Se a água de resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência
desta.
3.7- Oclusão parcial da linha de 3.7- Verificar a posição dos registros da linha de descarga. O enforcamento da
descarga. seção da passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por
exemplo por um excesso de liga de brassagem).
3.8- Pressão de sucção 3.8- Averiguar a calibragem da válvula reguladora de pressão de sucção. Se a
demasiado elevada em relação à unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não
pressão prevista de evaporação. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o
bulbo termostático da válvula de expansão seja bem fixado à tubulação de sucção
e seja adequadamente revestida. Apurar que a válvula seja calibrada corretamente
(superaquecimento entre 4 e 8ºC) e não seja de potência excessiva. Se a unidade
for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção
excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da própria válvula, pode não
ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou pode ser de
potência excessiva. Tomar as devidas providências. Se a unidade for do tipo
capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
3.9- Motoprotetor com 3.9- Verificar que a corrente de partida e aquela de marcha esteja nos limites
calibragem inadequada ou previstos pelo fabricante do compressor. Verificar também a temperatura do
defeituosa. compressor. A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente
demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente. Para os sistemas de
proteção diferentes proceder como segue:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon): Substituir o
motoprotetor
Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: Substituir o
compressor.
Motoprotetor no quadro (relê térmico):Verificar a calibragem e se ela corresponde a
corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico
Motoprotetor a termistores: Substituir o módulo eletrônico com outro novo,
verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o
compressor não seja superior aquela permitida pelo fabricante do módulo
eletrônico. Se a disfunção persistir, significa que um dos termistores no
enrolamento do compressor é interrompido (o teste de continuidade do circuito é
feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1,5 Volt
indica resistência infinita). Uma alternativa no conserto do compressor é
representada pela aplicação , a jusante do disjuntor, de um relé térmico
devidamente calibrado.
3.10- Tensão de linha inferior 3.10- Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos
aos limites de tolerância. limites de tolerância e se houver desequilibro entre as três fases requerer a
intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrário a tensão
entre as fases estiver nos limites, verificar que não a queda de tensão na entrada
do compressor enquanto o compressor gira. Se houver queda de tensão tem-se a
demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente.
Substituir a linha com outra de seção adequada.
3.11- Enrolamento do motor em 3.11- Consertar ou substituir o compressor.
curto-circuito
3.12- Acoplamento árvore-
bronzinas não lubrificado
satisfatoriamente ou princípio de
gripagem do acoplamento
pistão-cilindro.
3.13- Linha trifásica
desbalanceada.
3.14- Temperatura do
compressor muito elevada.
3.12- Consertar ou substituir o compressor.
3.13- Verificar se as tensões entre as fases de linha estejam balanceadas. Caso
negativo requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade.
3.14- Verificar se o compressor esteja adequadamente resfriado (circulação de ar
natural), ventilador suplementar, camisa de circulação de água, etc,) e se sua
superfície esteja limpa.
3.15- Ligações elétricas erradas 3.15- Verificar as conexões segundo o esquema fornecido pelo fabricante do
e montagem elétrica de
arranque.
3.16- Relê ou condensador de
marcha ou de arranque
defeituoso ou não adequado
para o compressor específico.
compressor. Verificar que o relê de arranque seja colocado de forma que a escrita
TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
3.16- Procurar instalar um novo relê e ter cuidado que a escrita TOP (alto em
inglês) fique na parte alta do relê instalado.Se o relê original for do tipo
amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no
estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos. Tentar
substituir os condensadores.
4.0-Os contatos de relê de
4.1- O numero das intervenções 4.1- Substituir o termostato com outro diferencial mais amplo ou aplicar o
arranque deterioram rapidamente
e ficam colados.
5.0- O condensador de arranque
horárias do compressor é muito
elevado (superior a cinco).
Diferencial do termostato muito
e limitado.
4.2- A resistência que liga os
dois terminais do condensador
de arranque é interrompida ou
inexistente.
5.1- Falta de equilíbrio das
termostato com diferencial regulável. Eventualmente ajustar o elemento sensível do
termostato existente , para não exceder cinco intervenções diárias.
4.2- Aplicar uma resistência de 15 a 18 K 2W cuidando particularmente das
soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador.
5.1- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o se queima.
6.0- O condensador de marcha
pressões durante a parada muito termostato com diferencial regulável. Eventualmente desencibilizar o elemento
breve do compressor . Paradas sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias.
muito breves são imputáveis e
um termostato com diferencial
muito limitado.
5.2- Relê de arranque
defeituoso ou não conforme as 5.2- Procurar instalar um novo relê e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em
especificações do fabricante do inglês) fique na parte alta do relê estalado.Se o relê original for do tipo
compressor. amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no
estado sólido até uma potência do compressor de 500W absorvidos
5.3- Condensador de partida 5.3- Instalar como tentativa um novo condensador.
defeituoso ou com tensão de
etiqueta inferior aquela prescrita
pelo fabricante do compressor.
5.4- Ligações elétricas erradas 5.4- Restabelecer as ligações de acordo com os esquemas originais.
por terem sido manipuladas.
5.5-Enrolamento do motor
elétrico defeituoso. 5.5- Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e
averiguar com um ohmímetro, se a resistência do enrolamento de partida e daquele
de marcha estão corretas:averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez
dielétrica) . Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento, consertar ou
substituir o compressor.
5.6-Compressor travado 5.6-Pode ser feita uma tentativa de destravar o ligando-o provisoriamente de forma
mecanicamente ou os que o motor elétrico receba um impulso que o leve a lidar no sentido contrário ao
acoplamentos árvore-bronzinas normal. Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor.
não são bastante lubrificados.
5.7 -A unidade esta 5.7- Descarregar para fora o refrigerante em excedência com a maior lentidão,
sobrecarregada de refrigerante. para um lugar da unidade onde haja somente presença de gás. No caso de se
tratar de sistema hermético sem registro, utilizar um registro perfurador aplicado ao
tubo de serviço do compressor. Dosar a carga por meio de indicações do indicador
de passagem de liquido. Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento
pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som,
aplicado temporariamente no início da linha de liquido.
5.8- Os contatos do relê de 5.8- Aplicar uma resistência de 15 a 18 kW, 2W cuidando particularmente das
arranque estão colados. A soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador.
resistência que liga os dois
terminais do condensador de
arranque é interrompidas ou
inexistente.
6.1-Condensador não esta
entra em curto-circuito
conforme as especificações do
fabricante do compressor.
6.1- Substituir o condensador com outro de acordo com as especificações do
fabricante do compressor.Em fase de montagem ter o cuidado para que o terminal
marcado com um selo vermelho seja ligado ao terminal R (marcha) do compressor
monofásico.
7.0- O compressor não parte e 7.1- Intervenção de um
7.1 Apertar os botões de ligação manual dos pressostatos e do relê térmico.
não é possível perceber nenhum
zumbido, mesmo que na tomada
dispositivo elétrico de proteção
ou de segurança de tipo de
Verificar a integridade dos dispositivos automáticos de proteção.
ou no quadro chegue corrente e o ligação manual.Funcionamento
termostato seja regulado numa
temperatura mais baixa daquela
existente na câmara refrigerada.
defeituoso de um dispositivo
automático de proteção.
7.2- O elemento bulbo -fole do
termostato descarregou , o
circuito elétrico fica aberto.
7.3- O disjuntor não se excita
7.2 -Substituir o termostato.
7.3- A certeza da interrupção tem-se averiguando a presença de tensão nas
pela interrupção de sua bobina . extremidades da bobina. Substituir a bobina interrompida.
8.0- Os períodos de parada do
compressor são muito breves ou
o compressor efetua mais de
cinco intervenções por hora.
7.4- A linha de alimentação do
compressor é interrompida.
7.5- O enrolamento do motor
elétrico é interrompido.
8.1- Diferencial do termostato
muito limitado.
8.2- Infiltração grande de calor
na câmara refrigerada.
8.3- As válvulas do compressor
7.4- Desligar a linha da suas extremidades e verificar sua continuidade de circuito.
7.5- Verificar a continuidade do circuito do enrolamento. Consertar ou substituir o
compressor.
8.1- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o
termostato com diferencial regulável. Eventualmente ajustar elemento sensível do
termostato existente.
8.2- Nas câmaras de temperatura baixa as paradas rápidas do compressor são
imputáveis a estanqueidade insuficiente das portas isotérmicas. A dificuldade se
elimina averiguando dobradiças e fechaduras.
8.3- Verificar a vedação das válvulas por meio de um vacuômetro aplicado na
9.0- A pressão de descarga é muito elevada.
(verificar-se a intervenção
eventual do motoprotetor ou do
pressostato de pressão alta)
10.0- A pressão de sucção é..?
têm uma estanqueidade perfeita. sucção do compressor. Um aumento rápido da pressão de sucção na parada do
compressor denuncia uma vedação imperfeita das válvulas. Se essa disfunção não
compromete o rendimento do compressor, a imperfeição pode ser corrigida
aplicando uma válvula de retenção na linha de sucção ou naquela de descarga.
9.1- Condensador ineficiente. 9.1- Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas e
eventualmente endireitar as aletas deformadas com um pente de aletas . Se for
resfriado a água, tirar as incrustações dos passadores com soluções adequadas ou
escovar o feixe de tubos.
9.2- Fluxo de ar insuficiente no 9.2- Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de
condensador resfriado a ar. rotação, estado das ventoinhas).
9.3- Recirculação de ar quente 9.3- Corrigir o arranjo da unidade condensadora ou do condensador.
no condensador resfriado a ar.
Uma parte de ar resfriada pelos
ventiladores não é fresca mas
sim de recirculação, isto é
conseqüência do fato que o
condensador foi instalado num
espaço muito pequeno ou o
condensador esta protegido por
uma capa furada que freia o
fluxo de ar excessivamente.
9.4- Fluxo de água insuficiente 9.4-Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas, limpar os
no condensador resfriado à filtros na tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam
água. abertos, medir a pressão da rede hídrica. Se o fluxo de água insuficiente for à
conseqüência de uma diminuição de pressão temporária , considerar a possibilidade
de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento . Se a
água de um resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
9.5- Presença de ar na unidade. 9.5-Efetuar o expurgo do circuito. O expurgo do ar é uma operação bastante
complexa que requer bastante experiência. Às vezes é conveniente descarregar a
unidade inteira, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado
no parágrafo 9.8
9.6- Oclusão parcial da linha de 9.6- Verificar a posição dos registros da linha de descarga. O enforcamento da
descarga. seção de passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por
exemplo por um excesso de liga de brassagem)
9.7- Pressão de sucção muito 9.7- Averiguar a calibragem da válvula reguladora da pressão de sucção. Se a
elevada face à pressão de unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não
evaporação prevista. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o
bulbo termostático da válvula de expansão esteja bem fixado a tubulação de
sucção e esteja adequadamente revestida . Apurar que a válvula esteja calibrada
corretamente (superaquecimento entre 4 e 8 ºC) e não seja de potência excessiva.
Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão
de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da mesma válvula,
, por não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou por ser
de potência excessiva. Tomar as devidas providências. Se a unidade for de tipo
capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
9.8- Unidade sobrecarregada de 9.8- Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, para um lugar da
refrigerante. unidade onde haja somente gás. No caso de um sistema hermético sem registros,
utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. Dosar a
carga através as indicações do passador de líquido. Se este não estiver instalado,
o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem
de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no início da linha de liquido.
10.1-Válvula reguladora da 10.1-Aplicar um vacuômetro jusante da válvula e calibra-la a uma pressão que
pressão de sucção não esta nos permita evitar sobrecargas no compressor em fase de arranque.
muito elevada em relação pressão padrões da calibragem.
de evaporação prevista.
10.2-Bulbo da válvula de
10.2- Providenciar a fixação do bulbo da válvula de expansão à tubulação ..
Disfunção Averiguada
1- O compressor monofásico
DICAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL
Tabela de diagnósticos das avarias nas unidades de refrigeração
Provável Causa Intervenção Sugerida
1.1- Tensão de linha inferior aos 1.1-Medir a tensão na saída do contador:
Se for inferior aos limites de tolerância
zumbi continua, mas não parte (O
motoprotetor intervém de forma
cíclica).
limites de tolerância.
1.2- Falta calibragem das pressões durante a parada
rápida do compressor (de
modelo a dupla baixa no sistema
capilar). Paradas demasiadas
breves são imputáveis a um
termômetro com diferencial
demasiado limitado.
1.3- Relé de arranque defeituoso ou não estando
conforme as especificações do
fabricante do compressor.
1.4- Capacitor de partida defeituoso ou com tensão de
etiqueta inferior àquela indicada
pelo fabricante do compressor.
Capacitor de marcha defeituoso.
1.5- Conexões elétricas erradas
porque manuseadas.
1.6- Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
1.7- Compressor travado mecanicamente ou os
acoplamentos árvore-bronzinas
não são bastante lubrificados.
requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrario
as tenções estiverem nos limites, verificar se houve queda de tensão na entrada
do compressor quando o compressor zumbi, mas não parte. Se houver queda de
tensão tem-se a demonstração que a linha é de seção insuficiente. Substituir a
linha com outra de seção adequada. Se a tensão insuficiente não se deve a linha
interna e se a diminuição não for temporária, pode-se incrementar o torque de
arranque do compressor (caso este seja do tipo de PSC) instalando um conjunto
que compreende um capacitor de arranque e um relê, transformado assim o
sistema de partida do compressor de PSC a CRS.
Se ao contrário o compressor tem um sistema de arranque do tipo RSIR, sua
transformação em CSIR é quase sempre desaconselhável pois não é homologada
pelo fabricante do compressor.
1.2- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o
termostato com diferencial regulável. Eventualmente desensibilizar o elemento
sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias.
1.3- Procurar instalar um novo relé e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em
inglês) fique no alto do relê instalado.Se o relê original for do tipo amperométrico e
não se encontrar a peça adequada, pode-se instalar um relê no estado sólido até
uma potencia do compressor de 500W absorvidos.
1.4- Procurar instalar novos capacitores.
1.5- Restabelecer as ligações conforme os esquemas originais.
1.6- Desligar os cabos de alimentação das baterias de bornes do compressor e
averiguar com um ohmímetro , se a resistência do enrolamento de partida e
daquele de marchas estão corretas; averiguar o isolamento de massa (teste da
rigidez dielétrica). Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento consertar
ou substituir o compressor.
1.7- Pode ser feita uma tentativa de destravar o compressor ligando-o
provisoriamente de forma que o motor elétrico receba um impulso que o leva a
rodar no sentido contrário ao normal. Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou
substituir o compressor.
1.8-Unidade sobrecarregada de refrigerante.
1.8- Descarregar para fora o refrigerante em excesso com a maior lentidão, de um
lugar da unidade onde haja somente presença de gás. No caso de se tratar de
sistema hermético sem registro. Utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de
serviço do compressor. Dosar a carga por meio das indicações do indicador de
passagem de liquido. Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode
ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado
temporariamente no inicio da linha de liquido.
2.0-O compressor trifásico tenta
1.9- Motoprotetor defeituoso. 1.9- Verificar que a corrente de arranque e aqueles de marcha estejam nos limites
previstos pelo fabricante do compressor. Verificar também a temperatura do
compressor.A ausência de sobrecarga ou de superaquecimento evidente
demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente. Para os sistemas de
proteção diferente proceder como segue:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon) :substituir o
motoprotetor.
Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: substituir o
compressor.
2.1- Falta uma das três fases de 2.1- A falta de fase pode ser verificada medindo a tensão entre as três fases na mas não parte
(O motoprotetor intervém forma
cíclica)
Neste contexto com apalavra
compressor entenderemos moto-
compressor hermético ou semi-
hermético e nunca compressor de alimentação.
bateria de bornes do compressor. Portanto verificar toda a linha de alimentação a
partir da entrada do contador. É provável encontrar a interrupção de um fusível ou
um desgaste de um binário de contatos do contador ou bornes frouxos.
tipo aberto. As definições e as
conclusões aqui referidas aos
compressores herméticos e semi-
herméticos , se devidamente
interpretadas são também válidas
para os compressores abertos.
Por exemplo: “constatada a
interrupção do enrolamento,
consertar e substituir o
compressor” deve-se entender
como “constatada a interrupção
do enrolamento, consertar ou
substituir o motor elétrico de
tração”.
2.2- Tensão da linha inferior aos 2.2- Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos
limites de tolerância. limites de tolerância ou se houver desequilíbrio entre as três fases requerer a
intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrário não for
levantada anomalia nenhuma, verificar a tensão de cada uma das três fases nos
bornes do compressor em quanto este tenta, mas não parte. Se houver queda de
tensão nos bornes do compressor temos a demonstração que a linha entre o
contador e o compressor é de seção insuficiente. Substituir a linha com outra de
seção adequada.
2.3- Interrupção do enrolamento 2.3- Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e
do motor elétrico. verificar que a resistência dos três enrolamentos esteja equilibrada. Se o teste
indicar um desequilíbrio, consertar ou substituir um compressor.
2.4- Enrolamento do compressor 2.4- Testar o isolamento de massa. Se for insuficiente consertar ou substituir o
em curto com massa. compressor.
2.5- Compressor travado 2.5- É inútil destrava-lo invertendo a seqüência das fases na bateria de bornes. O
mecanicamente. compressor deve ser consertado ou substituído.
2.6- Motoprotetor não calibrado 2.6-Em primeiro lugar verificar que a corrente de arranque e aquela de marcha
adequadamente ou defeituoso. estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor. Controlar também a
temperatura do compressor.A ausência de sobrecargas ou de um
superaquecimento evidente demonstram que um dispositivo motoprotetor é
ineficiente.Para os diferentes sistemas de proteção proceder da seguinte forma:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon): Substituir o
motoprotetor.
Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: Substituir o compressor.
Motoprotetor no quadro (relê térmico): verificar calibragem e se ela corresponde à
corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico.
Motoprotetor a termistores: substituir o módulo eletrônico com outro novo,
verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o
compressor não seja superior àquela permitida pelo fabricante do módulo
eletrônico. Se a disfunção persistir, significa que um dos termostores no
enrolamento do compressor está interrompido (o teste da continuidade do circuito
feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1.5 Volt
3.0- O compressor pára por
intervenção do protetor térmico.
indica resistência infinita). Uma alternativa ao conserto do compressor é
representada pela aplicação, a jusante do disjuntor, de uma relê térmico
devidamente calibrado.
3.1- Condensador ineficiente. 3.1- Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas deformadas
com um pente de aletas. Se for resfriada a água, tirar as incrustações dos
passadores de água com soluções adequadas ou escovar os feixes de tubos.
3.2- Unidade sobrecarregada de 3.2- Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, de um lugar da
refrigerante. unidade haja somente gás. No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar
um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. Dosar as cargas
através das indicações do passador de liquido. Se este não for instalado, o mesmo
tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de
liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no inicio da linha de liquido.
3.3- Presença de ar no sistema. 3.3- Efetuar o expurgo do circuito. O expurgo do ar é uma operação bastante
complexa que requer bastante experiência. Às vezes é conveniente descarregar a
unidade interna, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como
indicado no parágrafo precedente.
3.4- Fluxo de ar insuficiente no 3.4- Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de
condensador resfriado a ar. rotação, situação das ventoinhas).
3.5- Recirculação de ar quente 3.5- Corrigir o arranjo da umidade condensadora e do condensador.
no condensador resfriado a ar.
Uma parte de ar aspirado pelos
ventiladores não é fresca mas
sim de recirculação, em
conseqüência do fato que o
condensador é instalado num
espaço demasiadamente
pequeno ou condensador é
protegido por uma chapa furada
que obstrui o fluxo de ar
excessivamente.
3.6- Fluxo de água insuficiente 3.6- Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas , limpar os
no condensador resfriado à filtros da tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam
água. abertos , medir a pressão da rede hídrica. Se o fluxo de água insuficiente for à
conseqüência de uma diminuição de pressão não temporária, considerar a
possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de
resfriamento. Se a água de resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência
desta.
3.7- Oclusão parcial da linha de 3.7- Verificar a posição dos registros da linha de descarga. O enforcamento da
descarga. seção da passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por
exemplo por um excesso de liga de brassagem).
3.8- Pressão de sucção 3.8- Averiguar a calibragem da válvula reguladora de pressão de sucção. Se a
demasiado elevada em relação à unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não
pressão prevista de evaporação. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o
bulbo termostático da válvula de expansão seja bem fixado à tubulação de sucção
e seja adequadamente revestida. Apurar que a válvula seja calibrada corretamente
(superaquecimento entre 4 e 8ºC) e não seja de potência excessiva. Se a unidade
for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção
excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da própria válvula, pode não
ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou pode ser de
potência excessiva. Tomar as devidas providências. Se a unidade for do tipo
capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
3.9- Motoprotetor com 3.9- Verificar que a corrente de partida e aquela de marcha esteja nos limites
calibragem inadequada ou previstos pelo fabricante do compressor. Verificar também a temperatura do
defeituosa. compressor. A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente
demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente. Para os sistemas de
proteção diferentes proceder como segue:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon): Substituir o
motoprotetor
Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: Substituir o
compressor.
Motoprotetor no quadro (relê térmico):Verificar a calibragem e se ela corresponde a
corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico
Motoprotetor a termistores: Substituir o módulo eletrônico com outro novo,
verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o
compressor não seja superior aquela permitida pelo fabricante do módulo
eletrônico. Se a disfunção persistir, significa que um dos termistores no
enrolamento do compressor é interrompido (o teste de continuidade do circuito é
feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1,5 Volt
indica resistência infinita). Uma alternativa no conserto do compressor é
representada pela aplicação , a jusante do disjuntor, de um relé térmico
devidamente calibrado.
3.10- Tensão de linha inferior 3.10- Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos
aos limites de tolerância. limites de tolerância e se houver desequilibro entre as três fases requerer a
intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrário a tensão
entre as fases estiver nos limites, verificar que não a queda de tensão na entrada
do compressor enquanto o compressor gira. Se houver queda de tensão tem-se a
demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente.
Substituir a linha com outra de seção adequada.
3.11- Enrolamento do motor em 3.11- Consertar ou substituir o compressor.
curto-circuito
3.12- Acoplamento árvore-
bronzinas não lubrificado
satisfatoriamente ou princípio de
gripagem do acoplamento
pistão-cilindro.
3.13- Linha trifásica
desbalanceada.
3.14- Temperatura do
compressor muito elevada.
3.12- Consertar ou substituir o compressor.
3.13- Verificar se as tensões entre as fases de linha estejam balanceadas. Caso
negativo requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade.
3.14- Verificar se o compressor esteja adequadamente resfriado (circulação de ar
natural), ventilador suplementar, camisa de circulação de água, etc,) e se sua
superfície esteja limpa.
3.15- Ligações elétricas erradas 3.15- Verificar as conexões segundo o esquema fornecido pelo fabricante do
e montagem elétrica de
arranque.
3.16- Relê ou condensador de
marcha ou de arranque
defeituoso ou não adequado
para o compressor específico.
compressor. Verificar que o relê de arranque seja colocado de forma que a escrita
TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
3.16- Procurar instalar um novo relê e ter cuidado que a escrita TOP (alto em
inglês) fique na parte alta do relê instalado.Se o relê original for do tipo
amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no
estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos. Tentar
substituir os condensadores.
4.0-Os contatos de relê de
4.1- O numero das intervenções 4.1- Substituir o termostato com outro diferencial mais amplo ou aplicar o
arranque deterioram rapidamente
e ficam colados.
5.0- O condensador de arranque
horárias do compressor é muito
elevado (superior a cinco).
Diferencial do termostato muito
e limitado.
4.2- A resistência que liga os
dois terminais do condensador
de arranque é interrompida ou
inexistente.
5.1- Falta de equilíbrio das
termostato com diferencial regulável. Eventualmente ajustar o elemento sensível do
termostato existente , para não exceder cinco intervenções diárias.
4.2- Aplicar uma resistência de 15 a 18 K 2W cuidando particularmente das
soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador.
5.1- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o se queima.
6.0- O condensador de marcha
pressões durante a parada muito termostato com diferencial regulável. Eventualmente desencibilizar o elemento
breve do compressor . Paradas sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias.
muito breves são imputáveis e
um termostato com diferencial
muito limitado.
5.2- Relê de arranque
defeituoso ou não conforme as 5.2- Procurar instalar um novo relê e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em
especificações do fabricante do inglês) fique na parte alta do relê estalado.Se o relê original for do tipo
compressor. amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no
estado sólido até uma potência do compressor de 500W absorvidos
5.3- Condensador de partida 5.3- Instalar como tentativa um novo condensador.
defeituoso ou com tensão de
etiqueta inferior aquela prescrita
pelo fabricante do compressor.
5.4- Ligações elétricas erradas 5.4- Restabelecer as ligações de acordo com os esquemas originais.
por terem sido manipuladas.
5.5-Enrolamento do motor
elétrico defeituoso. 5.5- Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e
averiguar com um ohmímetro, se a resistência do enrolamento de partida e daquele
de marcha estão corretas:averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez
dielétrica) . Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento, consertar ou
substituir o compressor.
5.6-Compressor travado 5.6-Pode ser feita uma tentativa de destravar o ligando-o provisoriamente de forma
mecanicamente ou os que o motor elétrico receba um impulso que o leve a lidar no sentido contrário ao
acoplamentos árvore-bronzinas normal. Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor.
não são bastante lubrificados.
5.7 -A unidade esta 5.7- Descarregar para fora o refrigerante em excedência com a maior lentidão,
sobrecarregada de refrigerante. para um lugar da unidade onde haja somente presença de gás. No caso de se
tratar de sistema hermético sem registro, utilizar um registro perfurador aplicado ao
tubo de serviço do compressor. Dosar a carga por meio de indicações do indicador
de passagem de liquido. Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento
pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som,
aplicado temporariamente no início da linha de liquido.
5.8- Os contatos do relê de 5.8- Aplicar uma resistência de 15 a 18 kW, 2W cuidando particularmente das
arranque estão colados. A soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador.
resistência que liga os dois
terminais do condensador de
arranque é interrompidas ou
inexistente.
6.1-Condensador não esta
entra em curto-circuito
conforme as especificações do
fabricante do compressor.
6.1- Substituir o condensador com outro de acordo com as especificações do
fabricante do compressor.Em fase de montagem ter o cuidado para que o terminal
marcado com um selo vermelho seja ligado ao terminal R (marcha) do compressor
monofásico.
7.0- O compressor não parte e 7.1- Intervenção de um
7.1 Apertar os botões de ligação manual dos pressostatos e do relê térmico.
não é possível perceber nenhum
zumbido, mesmo que na tomada
dispositivo elétrico de proteção
ou de segurança de tipo de
Verificar a integridade dos dispositivos automáticos de proteção.
ou no quadro chegue corrente e o ligação manual.Funcionamento
termostato seja regulado numa
temperatura mais baixa daquela
existente na câmara refrigerada.
defeituoso de um dispositivo
automático de proteção.
7.2- O elemento bulbo -fole do
termostato descarregou , o
circuito elétrico fica aberto.
7.3- O disjuntor não se excita
7.2 -Substituir o termostato.
7.3- A certeza da interrupção tem-se averiguando a presença de tensão nas
pela interrupção de sua bobina . extremidades da bobina. Substituir a bobina interrompida.
8.0- Os períodos de parada do
compressor são muito breves ou
o compressor efetua mais de
cinco intervenções por hora.
7.4- A linha de alimentação do
compressor é interrompida.
7.5- O enrolamento do motor
elétrico é interrompido.
8.1- Diferencial do termostato
muito limitado.
8.2- Infiltração grande de calor
na câmara refrigerada.
8.3- As válvulas do compressor
7.4- Desligar a linha da suas extremidades e verificar sua continuidade de circuito.
7.5- Verificar a continuidade do circuito do enrolamento. Consertar ou substituir o
compressor.
8.1- Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o
termostato com diferencial regulável. Eventualmente ajustar elemento sensível do
termostato existente.
8.2- Nas câmaras de temperatura baixa as paradas rápidas do compressor são
imputáveis a estanqueidade insuficiente das portas isotérmicas. A dificuldade se
elimina averiguando dobradiças e fechaduras.
8.3- Verificar a vedação das válvulas por meio de um vacuômetro aplicado na
9.0- A pressão de descarga é muito elevada.
(verificar-se a intervenção
eventual do motoprotetor ou do
pressostato de pressão alta)
10.0- A pressão de sucção é..?
têm uma estanqueidade perfeita. sucção do compressor. Um aumento rápido da pressão de sucção na parada do
compressor denuncia uma vedação imperfeita das válvulas. Se essa disfunção não
compromete o rendimento do compressor, a imperfeição pode ser corrigida
aplicando uma válvula de retenção na linha de sucção ou naquela de descarga.
9.1- Condensador ineficiente. 9.1- Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas e
eventualmente endireitar as aletas deformadas com um pente de aletas . Se for
resfriado a água, tirar as incrustações dos passadores com soluções adequadas ou
escovar o feixe de tubos.
9.2- Fluxo de ar insuficiente no 9.2- Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de
condensador resfriado a ar. rotação, estado das ventoinhas).
9.3- Recirculação de ar quente 9.3- Corrigir o arranjo da unidade condensadora ou do condensador.
no condensador resfriado a ar.
Uma parte de ar resfriada pelos
ventiladores não é fresca mas
sim de recirculação, isto é
conseqüência do fato que o
condensador foi instalado num
espaço muito pequeno ou o
condensador esta protegido por
uma capa furada que freia o
fluxo de ar excessivamente.
9.4- Fluxo de água insuficiente 9.4-Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas, limpar os
no condensador resfriado à filtros na tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam
água. abertos, medir a pressão da rede hídrica. Se o fluxo de água insuficiente for à
conseqüência de uma diminuição de pressão temporária , considerar a possibilidade
de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento . Se a
água de um resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
9.5- Presença de ar na unidade. 9.5-Efetuar o expurgo do circuito. O expurgo do ar é uma operação bastante
complexa que requer bastante experiência. Às vezes é conveniente descarregar a
unidade inteira, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado
no parágrafo 9.8
9.6- Oclusão parcial da linha de 9.6- Verificar a posição dos registros da linha de descarga. O enforcamento da
descarga. seção de passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por
exemplo por um excesso de liga de brassagem)
9.7- Pressão de sucção muito 9.7- Averiguar a calibragem da válvula reguladora da pressão de sucção. Se a
elevada face à pressão de unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não
evaporação prevista. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o
bulbo termostático da válvula de expansão esteja bem fixado a tubulação de
sucção e esteja adequadamente revestida . Apurar que a válvula esteja calibrada
corretamente (superaquecimento entre 4 e 8 ºC) e não seja de potência excessiva.
Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão
de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da mesma válvula,
, por não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou por ser
de potência excessiva. Tomar as devidas providências. Se a unidade for de tipo
capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
9.8- Unidade sobrecarregada de 9.8- Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, para um lugar da
refrigerante. unidade onde haja somente gás. No caso de um sistema hermético sem registros,
utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. Dosar a
carga através as indicações do passador de líquido. Se este não estiver instalado,
o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem
de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no início da linha de liquido.
10.1-Válvula reguladora da 10.1-Aplicar um vacuômetro jusante da válvula e calibra-la a uma pressão que
pressão de sucção não esta nos permita evitar sobrecargas no compressor em fase de arranque.
muito elevada em relação pressão padrões da calibragem.
de evaporação prevista.
10.2-Bulbo da válvula de
10.2- Providenciar a fixação do bulbo da válvula de expansão à tubulação ..
TECUMSEH
FONTE DE INFORMAÇÃO AO CLIENTE TECUMSEH
Tecumseh do Brasil: 30 anos de excelência
Em junho de 2003, a Tecumseh do Brasil
completará 30 anos de atividade em São
Carlos (SP), cidade conhecida
nacionalmente como a “Capital da
Tecnologia”.
Fundada pelas indústrias Peloplás,
Pereira Lopes Ibesa e Tool Research
Argentina com o nome de Sicom, ao
grupo se filiaram posteriormente a
General Eletric do Brasil (1973), a
Tecumseh Products Company (1975) e
a Refrigeração Paraná (1977). Em 1984,
o controle acionário da empresa foi as-
sumido pela norte-americana Tecumseh.
Desde o início de sua atividade, a
empresa produzia compressores hermé-
ticos para o mercado de refrigeração,
mas em quantidades ainda pequenas.
Hoje, a Tecumseh do Brasil é uma das
maiores fabricantes de compressores
herméticos do mundo, com capacidade
produtiva de 16 milhões de unidades por
ano, que são exportadas para mais de 70
países. É a empresa de São Carlos e região
que mais emprega, proporcionando aos
seus colaboradores e dependentes
inúmeros benefícios que auxiliam no
desenvolvimento profissional e social.
Termômetro
Treinamento para técnicos de
refrigeração - eliminação do CFC
Espaço aberto
Treinamento para refrigeristas em Fortaleza
Programa de Visitas da Tecumseh do Brasil
Vista aérea da Planta II, São Carlos SP
Em junho de 2002, a Tecumseh do
Brasil atingiu a marca de 100 milhões
de compressores produzidos, evidenci-
ando a evolução da empresa e a confia-
bilidade dos seus produtos no mundo.
A consolidação da marca Tecumseh
reflete todo o trabalho, investimento
em tecnologia e qualidade dos
produtos. Desde 1992, a empresa está
certificada com a ISO 9001 e seus
compressores aptos a trabalhar com os
fluidos refrigerantes ecológicos, que
não destroem a camada de ozônio.
Esta preocupação com o meio
ambiente sempre esteve presente na
Tecumseh e, em maio de 2001, a em-
presa obteve a certificação ISO 14001.
Atualmente, a Tecumseh do Brasil
possui duas modernas plantas em São
Carlos que, graças aos investimentos,
estão em constante desenvolvimento.
A Tecumseh do Brasil fabrica os
compressores tipo alternativo (para
refrigeração doméstica, comercial e
condicionadores de ar); compressores
tipo rotativo (para condicionadores de
ar); unidades condensadores (para
refrigeração comercial) e componen-
tes elétricos e eletrônicos Compela
(relês de partida, termostatos, prote-
tores térmicos e ignição).
Os colaboradores da Tecumseh
sentem-se orgulhosos por fazerem
parte desta grande equipe, que está
sempre comprometida com a quali-
dade dos produtos para oferecer ao
mercado as melhores opções em
compressores herméticos e compo-
nentes elétricos e eletrônicos.
Neste momento de comemoração, a
Tecumseh do Brasil agradece e
parabeniza todos aqueles que
contribuíram nestes 30 anos para o
sucesso da empresa.
Treinamento para técnicos de refrigeração - eliminação do CFC
O fluido refrigerante CFC 12 é um dos compostos cloro-
fluorcarbono mais utilizados para refrigeração.
Pesquisas demonstraram que o cloro, quando liberado do CFC
na estratosfera, degrada a camada de ozônio, aquela que filtra
os raios ultravioletas (UV-B) antes de atingirem a superfície da
Terra. Estes raios, quando em demasia, são nocivos à saúde,
pois podem aumentar os casos de catarata nos olhos e câncer de
pele, além de causarem prejuízos na agricultura.
Nos países desenvolvidos, o consumo de CFCs está proibido
desde de 1996, conforme previu o Protocolo de Montreal. O Brasil
também aderiu e deveria eliminar o consumo de CFCs até 2010,
por ser um país em desenvolvimento, porém, eliminou a produção
em 1999 e antecipou a eliminação do consumo para 2007,
conforme resolução do CONAMA número 267 (Conselho
Nacional do Meio Ambiente). Esta resolução proíbiu em todo o
território nacional, desde 1º de janeiro de 2001, o uso dos CFCs,
entre outras substâncias controladas*, em equipamentos,
instalações e produtos novos importados ou nacionais.
As importações de CFC 12 estão sendo gradualmente restringidas,
começando em 2001 e terminando em 2007, quando será proibida
a importação deste composto, exceto para usos essenciais.
As últimas estimativas sobre o consumo brasileiro de
substâncias químicas que destroem a camada de ozônio (SDO),
no mercado de reposição, chegam a 4.197 toneladas por ano.
Este mercado, um dos mais importantes, é um dos poucos que
utiliza CFCs no País.
As indústrias de equipamentos e eletrodomésticos já converteram
todos os seus processos para fabricar produtos com fluidos de
baixo ou nulo fator de destruição da camada de ozônio, mas a
manutenção não vem no mesmo ritmo devido a deficiência
financeira e, principalmente, a falta de treinamento adequado.
Na prática, o técnico de manutenção de refrigeração poderá
utilizar o R12 para os sistemas existentes em campo, porém
conviverá com restrições crescentes à importação do R12, ano
após ano, até dezembro de 2006.
Além desta escassez crescente, pode-se observar que o R12 está
cada vez mais caro, podendo chegar a um custo proibitivo em
pouco tempo. O Governo trabalha hoje com cotas de importações
cada vez menores e irá também, em futuro próximo, trabalhar
no aumento da alíquota de importação dos CFC´s.
No intuito de colaborar com o Brasil
na eliminação completa dos CFCs, o
Ministério do Meio Ambiente está
coordenando efetivamente o Plano
Nacional de eliminação de CFCs no
Brasil, executado pelo PNUD/
Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento, que consta de proje-
tos de investimentos, treinamento em
manuseio, recolhimento de CFCs, re-
generação, conservação de CFCs, etc.
Este treinamento é destinado aos mecânicos e técnicos
refrigeristas de instalação e manutenção de sistemas e
equipamentos de refrigeração doméstica e comercial. Haverá
também treinamento em outras áreas como ar condicionado
central, automotivo. O projeto também visará a padronização de
práticas e regulamentos nacionais, será focado o recolhimento e
a regeneração do CFC 12. Desta forma, o técnico será preparado
para adotar a melhor opção na hora da troca a seus clientes.
Este é um projeto de 4,1 milhões de dólares para treinamento e
serão ministrados 2.188 cursos, treinando 35.000 técnicos em
todo o Brasil ou cerca de 60% dos técnicos brasileiros. A
implementação será feita pela PNUD e pelo GTZ/SENAI. O
objetivo é treinar pelo menos um técnico de cada oficina existente
no país. Os cursos serão distribuídos da seguinte forma pelas
regiões do Brasil:
Região Sudeste: 1284 cursos, entre 2002 e 2005;
Região Nordeste: 423 cursos, entre 2004 e 2005;
Região Sul: 285 cursos, entre 2005 e 2006;
Região Centro-Oeste: 107 cursos, em 2006;
Região Norte: 88 cursos, em 2006.
A quantidade de cursos e a data de início levam em consideração
o número de refrigeristas e o consumo de CFCs de cada região.
Assim, se iniciará pela região Sudeste, onde estão 59% dos
mecânicos, depois para a região Nordeste, onde estão 19% dos
mecânicos, depois região Sul, com 13%, região Centro-Oeste
com 5% e região Norte com 4%. Presume-se que onde há maior
número de técnicos há maior consumo de SDOs. Os cursos serão
ministrados em 61 instituições do SENAI distribuídas pelo país.
Um dos pontos mais importantes do Plano, será o da entrega de
equipamentos de recolhimento e armazenagem de CFC 12 para
os mecânicos treinados por este programa. As oficinas que
receberão estes equipamentos devem ter pelo menos um técnico
treinado e certificado pelo curso do projeto. O Governo, por
intermédio do IBAMA poderá permitir vendas de CFCs somente
para aqueles que foram treinados para manusear este fluido
refrigerante nos cursos do programa.
Este é um projeto muito sério, que já está em andamento. Porém,
fique atento, os números acima foram muito bem estimados e
não haverá exceções! Por enquanto, somente 35.000 técnicos e
2.188 cursos serão implementados, haverá avaliações, acompa-
nhamento dos investimentos, enfim, é um projeto voltado para
aqueles que pensam no sucesso profissional, na qualidade dos
serviços prestados e, principalmente, na preservação do meio
ambiente, que resulta na melhor qualidade de vida de hoje e das
gerações futuras.
Para mais detalhes sobre este assunto segue uma dica muito
importante: visite os sites do Ministério do Meio Ambiente
(www.mma.gov.br) do PROZON, de onde foram tiradas as
informações deste artigo e do PNUD. Neles, você encontrará
melhores detalhes de todo o projeto. Procure também as escolas
do SENAI mais próximas.
*As substâncias controladas constam nos Anexo A e B do Protocolo de Montreal e na resolução n.º 267
do CONAMA, publicada no Diário Oficial de 11/12/2000. Neste artigo, usamos simplificar para CFCs,
pois é dirigido aos mecânicos de refrigeração que usam basicamente o CFC 11 e CFC 12.
Acústica e Refrigeração
a audição humana é muito sensível, é capaz de detectar
variações da ordem de 20 mPa numa pressão ambiente de
105 Pa, ou seja, possui uma sensibilidade de cerca de
0,00000002%. Os sons que escutamos são então pequenas
variações na pressão do meio que nos envolve, podendo ser
tão pequenas que mal podem ser percebidas, ou tão grandes
chegando a causar dor, ou até surdez. É chamado de ruído o
som que não nos é agradável, como o barulho de um trovão.
As pessoas escutam os sons de forma particular, interpretando-
os da maneira que lhes convém. O que é ruído para uns pode
ser música para outros, contudo, existem algumas tendências
muito claras que nos permite prever a reação da maioria das
pessoas frente a certos tipos de ruídos.
Não conhecemos ainda nenhuma pessoa que tenha prazer em
escutar o ruído emitido por sua geladeira ou ar condicionado,
o que justifica o fato de a grande maioria dos consumidores
procurarem adquirir eletrodomésticos que sejam os mais
silenciosos possíveis.
A Tecumseh do Brasil desenvolve compressores de modo a
torná-los cada vez mais silenciosos, sem alterar seu desempenho
termodinâmico. O controle do ruído emitido por compressores
herméticos não é uma tarefa simples, aliás, é bastante
complicada, e neste artigo será mostrado aos leitores as
dificuldades existentes em sua análise.
O compressor nunca trabalha sozinho, sendo sempre parte de
um sistema de refrigeração, normalmente um refrigerador,
freezer ou condicionador de ar. Sendo assim, tem-se que o
ruído irradiado pelo compressor pode ser transmitido de duas
formas: diretamente, através da geração de ondas sonoras pela
carcaça que se difundem pelo ar ou indiretamente, através de
outras fontes sonoras ligadas ao compressor em uma situação
em que o mesmo encontra-se aplicado ao gabinete (refrigerador
ou condicionador de ar).
Os principais meios de propagação indireta de ruído do
compressor ao gabinete são: linhas de sucção; linhas de
descarga; pulsos de pressão nas linhas de descarga e/ ou sucção
gerados pelo fluido refrigerante devido à sua compressão
alternativa e, por fim, fixação ou montagem do compressor ao
gabinete.
Pode-se então notar que a análise de ruído não se resume
meramente ao simples ato de escutar um compressor. Em
muitos casos, a vibração transmitida ao sistema não causa por
si só ruído algum, mas se o gabinete tiver algum componente
cuja freqüência de ressonância seja próxima daquela transmitida
pelo compressor, haverá ruído. Ou seja, a análise sonora de
um compressor não está completa sem que este esteja instalado
em um gabinete. No entanto, mesmo que somente o
compressor esteja sendo pesquisado, existem diversas
outras dificuldades.
O compressor propriamente dito está localizado no interior
da carcaça hermética apoiado sobre sua base através de
molas. Deste modo, as pesquisas envolvendo ruído e
vibração, devem ser realizadas com o compressor no interior
de sua carcaça, ou seja, quando está inacessível, dificultando
a utilização de diversos equipamentos de medição. Contudo,
o som que escutamos pode ser gravado com a utilização de
microfones de precisão, e posteriormente é analisado através
de programas especiais existentes nos laboratórios da
Tecumseh. Os compressores são testados em câmaras
acústicas, essenciais para a realização das medições, uma
vez que são o espaço ou local que as viabilizam isolando o
compressor do ambiente externo.
Câmara de medições acústicas em compressores
Dispondo de ambientes especiais, pessoal especializado e
com os mais modernos instrumentos de detecção e análise
de ruído, a Tecumseh do Brasil busca produzir compressores
silenciosos a fim de atender a um mercado cada vez mais
exigente.
Programa de visitas da Tecumseh do Brasil
A Tecumseh do Brasil, no mês de abril recebeu a visita de
115 refrigeristas das cidades de Campinas e Piracicaba. Os
visitantes foram recepcionados com um café de boas vindas
e, em seguida participaram de uma palestra ministrada pelos
Engenheiros Paulo R. Derigi, Valmir Andrade e Wagner Paes.
Finalizada a palestra, os refrigeristas participaram de um
almoço no clube da Tecumseh e, em seguida conheceram as
áreas produtivas da empresa, fabricação dos compressores
herméticos, unidades condensadoras e componentes elétricos
No dia 09/01/2003, foi realizado em Fortaleza, (CE) com o apoio da
Equipeças, do Sindigel e da ALS Frio, um treinamento teórico e prático
para os mecânicos refrigeristas da região. Compareceram 40 profis-
sionais do ramo para assistir à aula teórica, ministrada pelo Eng.
Paulo R. Derigi e à aula prática, conduzida pelo Técnico Renato
Luiz Danelli, ambos funcionários da Tecumseh do Brasil Ltda.
“Retrofit” e Fluidos Refrigerantes Alternativos, foram os assuntos
abordados no treinamento.
Agradecemos ao Sr. Sebastião Arruda (Equipeças), ao Sr. Agenor
Lopes da Silva (Presidente Sindigel) e à Sra. Francisca Maria (ALS
Frio) pelo empenho em fazer deste um pioneiro e grande evento para
os mecânicos da região e pela presença e atenção dispensada pelos
presentes no curso. Acreditamos que este treinamento foi de grande
valia para o aperfeiçoamento do trabalho de cada um dos participantes.
J.P.Gomes
Tecumseh do Brasil: 30 anos de excelência
Em junho de 2003, a Tecumseh do Brasil
completará 30 anos de atividade em São
Carlos (SP), cidade conhecida
nacionalmente como a “Capital da
Tecnologia”.
Fundada pelas indústrias Peloplás,
Pereira Lopes Ibesa e Tool Research
Argentina com o nome de Sicom, ao
grupo se filiaram posteriormente a
General Eletric do Brasil (1973), a
Tecumseh Products Company (1975) e
a Refrigeração Paraná (1977). Em 1984,
o controle acionário da empresa foi as-
sumido pela norte-americana Tecumseh.
Desde o início de sua atividade, a
empresa produzia compressores hermé-
ticos para o mercado de refrigeração,
mas em quantidades ainda pequenas.
Hoje, a Tecumseh do Brasil é uma das
maiores fabricantes de compressores
herméticos do mundo, com capacidade
produtiva de 16 milhões de unidades por
ano, que são exportadas para mais de 70
países. É a empresa de São Carlos e região
que mais emprega, proporcionando aos
seus colaboradores e dependentes
inúmeros benefícios que auxiliam no
desenvolvimento profissional e social.
Termômetro
Treinamento para técnicos de
refrigeração - eliminação do CFC
Espaço aberto
Treinamento para refrigeristas em Fortaleza
Programa de Visitas da Tecumseh do Brasil
Vista aérea da Planta II, São Carlos SP
Em junho de 2002, a Tecumseh do
Brasil atingiu a marca de 100 milhões
de compressores produzidos, evidenci-
ando a evolução da empresa e a confia-
bilidade dos seus produtos no mundo.
A consolidação da marca Tecumseh
reflete todo o trabalho, investimento
em tecnologia e qualidade dos
produtos. Desde 1992, a empresa está
certificada com a ISO 9001 e seus
compressores aptos a trabalhar com os
fluidos refrigerantes ecológicos, que
não destroem a camada de ozônio.
Esta preocupação com o meio
ambiente sempre esteve presente na
Tecumseh e, em maio de 2001, a em-
presa obteve a certificação ISO 14001.
Atualmente, a Tecumseh do Brasil
possui duas modernas plantas em São
Carlos que, graças aos investimentos,
estão em constante desenvolvimento.
A Tecumseh do Brasil fabrica os
compressores tipo alternativo (para
refrigeração doméstica, comercial e
condicionadores de ar); compressores
tipo rotativo (para condicionadores de
ar); unidades condensadores (para
refrigeração comercial) e componen-
tes elétricos e eletrônicos Compela
(relês de partida, termostatos, prote-
tores térmicos e ignição).
Os colaboradores da Tecumseh
sentem-se orgulhosos por fazerem
parte desta grande equipe, que está
sempre comprometida com a quali-
dade dos produtos para oferecer ao
mercado as melhores opções em
compressores herméticos e compo-
nentes elétricos e eletrônicos.
Neste momento de comemoração, a
Tecumseh do Brasil agradece e
parabeniza todos aqueles que
contribuíram nestes 30 anos para o
sucesso da empresa.
Treinamento para técnicos de refrigeração - eliminação do CFC
O fluido refrigerante CFC 12 é um dos compostos cloro-
fluorcarbono mais utilizados para refrigeração.
Pesquisas demonstraram que o cloro, quando liberado do CFC
na estratosfera, degrada a camada de ozônio, aquela que filtra
os raios ultravioletas (UV-B) antes de atingirem a superfície da
Terra. Estes raios, quando em demasia, são nocivos à saúde,
pois podem aumentar os casos de catarata nos olhos e câncer de
pele, além de causarem prejuízos na agricultura.
Nos países desenvolvidos, o consumo de CFCs está proibido
desde de 1996, conforme previu o Protocolo de Montreal. O Brasil
também aderiu e deveria eliminar o consumo de CFCs até 2010,
por ser um país em desenvolvimento, porém, eliminou a produção
em 1999 e antecipou a eliminação do consumo para 2007,
conforme resolução do CONAMA número 267 (Conselho
Nacional do Meio Ambiente). Esta resolução proíbiu em todo o
território nacional, desde 1º de janeiro de 2001, o uso dos CFCs,
entre outras substâncias controladas*, em equipamentos,
instalações e produtos novos importados ou nacionais.
As importações de CFC 12 estão sendo gradualmente restringidas,
começando em 2001 e terminando em 2007, quando será proibida
a importação deste composto, exceto para usos essenciais.
As últimas estimativas sobre o consumo brasileiro de
substâncias químicas que destroem a camada de ozônio (SDO),
no mercado de reposição, chegam a 4.197 toneladas por ano.
Este mercado, um dos mais importantes, é um dos poucos que
utiliza CFCs no País.
As indústrias de equipamentos e eletrodomésticos já converteram
todos os seus processos para fabricar produtos com fluidos de
baixo ou nulo fator de destruição da camada de ozônio, mas a
manutenção não vem no mesmo ritmo devido a deficiência
financeira e, principalmente, a falta de treinamento adequado.
Na prática, o técnico de manutenção de refrigeração poderá
utilizar o R12 para os sistemas existentes em campo, porém
conviverá com restrições crescentes à importação do R12, ano
após ano, até dezembro de 2006.
Além desta escassez crescente, pode-se observar que o R12 está
cada vez mais caro, podendo chegar a um custo proibitivo em
pouco tempo. O Governo trabalha hoje com cotas de importações
cada vez menores e irá também, em futuro próximo, trabalhar
no aumento da alíquota de importação dos CFC´s.
No intuito de colaborar com o Brasil
na eliminação completa dos CFCs, o
Ministério do Meio Ambiente está
coordenando efetivamente o Plano
Nacional de eliminação de CFCs no
Brasil, executado pelo PNUD/
Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento, que consta de proje-
tos de investimentos, treinamento em
manuseio, recolhimento de CFCs, re-
generação, conservação de CFCs, etc.
Este treinamento é destinado aos mecânicos e técnicos
refrigeristas de instalação e manutenção de sistemas e
equipamentos de refrigeração doméstica e comercial. Haverá
também treinamento em outras áreas como ar condicionado
central, automotivo. O projeto também visará a padronização de
práticas e regulamentos nacionais, será focado o recolhimento e
a regeneração do CFC 12. Desta forma, o técnico será preparado
para adotar a melhor opção na hora da troca a seus clientes.
Este é um projeto de 4,1 milhões de dólares para treinamento e
serão ministrados 2.188 cursos, treinando 35.000 técnicos em
todo o Brasil ou cerca de 60% dos técnicos brasileiros. A
implementação será feita pela PNUD e pelo GTZ/SENAI. O
objetivo é treinar pelo menos um técnico de cada oficina existente
no país. Os cursos serão distribuídos da seguinte forma pelas
regiões do Brasil:
Região Sudeste: 1284 cursos, entre 2002 e 2005;
Região Nordeste: 423 cursos, entre 2004 e 2005;
Região Sul: 285 cursos, entre 2005 e 2006;
Região Centro-Oeste: 107 cursos, em 2006;
Região Norte: 88 cursos, em 2006.
A quantidade de cursos e a data de início levam em consideração
o número de refrigeristas e o consumo de CFCs de cada região.
Assim, se iniciará pela região Sudeste, onde estão 59% dos
mecânicos, depois para a região Nordeste, onde estão 19% dos
mecânicos, depois região Sul, com 13%, região Centro-Oeste
com 5% e região Norte com 4%. Presume-se que onde há maior
número de técnicos há maior consumo de SDOs. Os cursos serão
ministrados em 61 instituições do SENAI distribuídas pelo país.
Um dos pontos mais importantes do Plano, será o da entrega de
equipamentos de recolhimento e armazenagem de CFC 12 para
os mecânicos treinados por este programa. As oficinas que
receberão estes equipamentos devem ter pelo menos um técnico
treinado e certificado pelo curso do projeto. O Governo, por
intermédio do IBAMA poderá permitir vendas de CFCs somente
para aqueles que foram treinados para manusear este fluido
refrigerante nos cursos do programa.
Este é um projeto muito sério, que já está em andamento. Porém,
fique atento, os números acima foram muito bem estimados e
não haverá exceções! Por enquanto, somente 35.000 técnicos e
2.188 cursos serão implementados, haverá avaliações, acompa-
nhamento dos investimentos, enfim, é um projeto voltado para
aqueles que pensam no sucesso profissional, na qualidade dos
serviços prestados e, principalmente, na preservação do meio
ambiente, que resulta na melhor qualidade de vida de hoje e das
gerações futuras.
Para mais detalhes sobre este assunto segue uma dica muito
importante: visite os sites do Ministério do Meio Ambiente
(www.mma.gov.br) do PROZON, de onde foram tiradas as
informações deste artigo e do PNUD. Neles, você encontrará
melhores detalhes de todo o projeto. Procure também as escolas
do SENAI mais próximas.
*As substâncias controladas constam nos Anexo A e B do Protocolo de Montreal e na resolução n.º 267
do CONAMA, publicada no Diário Oficial de 11/12/2000. Neste artigo, usamos simplificar para CFCs,
pois é dirigido aos mecânicos de refrigeração que usam basicamente o CFC 11 e CFC 12.
Acústica e Refrigeração
a audição humana é muito sensível, é capaz de detectar
variações da ordem de 20 mPa numa pressão ambiente de
105 Pa, ou seja, possui uma sensibilidade de cerca de
0,00000002%. Os sons que escutamos são então pequenas
variações na pressão do meio que nos envolve, podendo ser
tão pequenas que mal podem ser percebidas, ou tão grandes
chegando a causar dor, ou até surdez. É chamado de ruído o
som que não nos é agradável, como o barulho de um trovão.
As pessoas escutam os sons de forma particular, interpretando-
os da maneira que lhes convém. O que é ruído para uns pode
ser música para outros, contudo, existem algumas tendências
muito claras que nos permite prever a reação da maioria das
pessoas frente a certos tipos de ruídos.
Não conhecemos ainda nenhuma pessoa que tenha prazer em
escutar o ruído emitido por sua geladeira ou ar condicionado,
o que justifica o fato de a grande maioria dos consumidores
procurarem adquirir eletrodomésticos que sejam os mais
silenciosos possíveis.
A Tecumseh do Brasil desenvolve compressores de modo a
torná-los cada vez mais silenciosos, sem alterar seu desempenho
termodinâmico. O controle do ruído emitido por compressores
herméticos não é uma tarefa simples, aliás, é bastante
complicada, e neste artigo será mostrado aos leitores as
dificuldades existentes em sua análise.
O compressor nunca trabalha sozinho, sendo sempre parte de
um sistema de refrigeração, normalmente um refrigerador,
freezer ou condicionador de ar. Sendo assim, tem-se que o
ruído irradiado pelo compressor pode ser transmitido de duas
formas: diretamente, através da geração de ondas sonoras pela
carcaça que se difundem pelo ar ou indiretamente, através de
outras fontes sonoras ligadas ao compressor em uma situação
em que o mesmo encontra-se aplicado ao gabinete (refrigerador
ou condicionador de ar).
Os principais meios de propagação indireta de ruído do
compressor ao gabinete são: linhas de sucção; linhas de
descarga; pulsos de pressão nas linhas de descarga e/ ou sucção
gerados pelo fluido refrigerante devido à sua compressão
alternativa e, por fim, fixação ou montagem do compressor ao
gabinete.
Pode-se então notar que a análise de ruído não se resume
meramente ao simples ato de escutar um compressor. Em
muitos casos, a vibração transmitida ao sistema não causa por
si só ruído algum, mas se o gabinete tiver algum componente
cuja freqüência de ressonância seja próxima daquela transmitida
pelo compressor, haverá ruído. Ou seja, a análise sonora de
um compressor não está completa sem que este esteja instalado
em um gabinete. No entanto, mesmo que somente o
compressor esteja sendo pesquisado, existem diversas
outras dificuldades.
O compressor propriamente dito está localizado no interior
da carcaça hermética apoiado sobre sua base através de
molas. Deste modo, as pesquisas envolvendo ruído e
vibração, devem ser realizadas com o compressor no interior
de sua carcaça, ou seja, quando está inacessível, dificultando
a utilização de diversos equipamentos de medição. Contudo,
o som que escutamos pode ser gravado com a utilização de
microfones de precisão, e posteriormente é analisado através
de programas especiais existentes nos laboratórios da
Tecumseh. Os compressores são testados em câmaras
acústicas, essenciais para a realização das medições, uma
vez que são o espaço ou local que as viabilizam isolando o
compressor do ambiente externo.
Câmara de medições acústicas em compressores
Dispondo de ambientes especiais, pessoal especializado e
com os mais modernos instrumentos de detecção e análise
de ruído, a Tecumseh do Brasil busca produzir compressores
silenciosos a fim de atender a um mercado cada vez mais
exigente.
Programa de visitas da Tecumseh do Brasil
A Tecumseh do Brasil, no mês de abril recebeu a visita de
115 refrigeristas das cidades de Campinas e Piracicaba. Os
visitantes foram recepcionados com um café de boas vindas
e, em seguida participaram de uma palestra ministrada pelos
Engenheiros Paulo R. Derigi, Valmir Andrade e Wagner Paes.
Finalizada a palestra, os refrigeristas participaram de um
almoço no clube da Tecumseh e, em seguida conheceram as
áreas produtivas da empresa, fabricação dos compressores
herméticos, unidades condensadoras e componentes elétricos
No dia 09/01/2003, foi realizado em Fortaleza, (CE) com o apoio da
Equipeças, do Sindigel e da ALS Frio, um treinamento teórico e prático
para os mecânicos refrigeristas da região. Compareceram 40 profis-
sionais do ramo para assistir à aula teórica, ministrada pelo Eng.
Paulo R. Derigi e à aula prática, conduzida pelo Técnico Renato
Luiz Danelli, ambos funcionários da Tecumseh do Brasil Ltda.
“Retrofit” e Fluidos Refrigerantes Alternativos, foram os assuntos
abordados no treinamento.
Agradecemos ao Sr. Sebastião Arruda (Equipeças), ao Sr. Agenor
Lopes da Silva (Presidente Sindigel) e à Sra. Francisca Maria (ALS
Frio) pelo empenho em fazer deste um pioneiro e grande evento para
os mecânicos da região e pela presença e atenção dispensada pelos
presentes no curso. Acreditamos que este treinamento foi de grande
valia para o aperfeiçoamento do trabalho de cada um dos participantes.
J.P.Gomes
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Danfoss-Maneurop
R E F R I G E R A Ç Ã O E
A R C O N D I C I O N A D O
-
Seleção e Aplicação de Compressores Danfoss-Maneurop MT/MTZ LT/LTZ3960Hz
Compressores MT / MTZ - LT / LTZ Danfoss-Maneurop Nomenclatura dos Compressores Referência para Pedidos Especificações Faixas de Aplicação Dados de Capacidade MT R-22 MT R-402B MTZ R-134a MTZ R-404A / R-507 MTZ R-407C LT R-402B / LTZ R-404A / R-507 Desenhos 1 Cilindro 2 Cilindros 4 Cilindros Especificações Elétricas Tabela para Seleção de Capacitores e Relés - Versão Monofásica Características Elétricas Proteção do Motor e Esquema Elétrico Sugerido Diagrama Elétrico com Recolhimento Diagrama Elétrico sem Recolhimento Soft Starter Faixa de Aplicação da Tensão Proteção do Motor e Esquemas Elétricos Sugeridos MT R-22 MTZ R-134a MTZ R-404A / R-507 MTZ R-407C LT / LTZ R-404A / R-507 Fluidos Refrigerantes e Lubrificantes Classe de Proteção do Motor (IP) Informações Gerais Fluidos Refrigerantes e Lubrificantes R-22 R-404A R-507 Refrigerantes de Transição à Base de R-22 Hidrocarbonos Recomendações sobre o Design de Sistema Design da Tubulação Recomendações para Instalação de Tubulação Filtro de Tela Metálico na Sucção Recomendações para Aplicação, Instalação e Manutenção Tensão de Operação e Partida Controle de Refrigerante em Estado Líquido e Limites de Carga Som e Vibração Especificações de Níveis de Ruído Nível de Ruído Outros Aprovações Tabelas de Conversões Outros Produtos Danfoss 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 15 16 16 17 17 17 18 19,20 21,22 23,24 25,26 27 28 28 29 29 29 29 29 30 30 31 32 33 33,34,35 35 36 36 37 39 Os compressores Danfoss-Maneurop Compressores MT / MTZ - LT / LTZ Danfoss-Maneurop componentes têm alta qualidade e oferecidos pela proteção interna do motor, MT / MTZ - LT / LTZ são do tipo recíproco hermético e foram desenhados para aplicações em baixas, médias e altas temperaturas de evaporação. Todos os precisão que lhe asseguram uma longa vida útil. O desenho do compressor permite que o motor seja 100% resfriado pelo gás de sucção. Os benefícios 3 com protetor térmico (Klixon), design de alta eficiência e motor de grande torque, garantem a qualidade da instalação. Nomenclatura dos Compressores REFERÊNCIA PARA PEDIDOS Tensão Nominal Código do Motor 1 cilindro D: 225 mm H: 351 mm H1: 263 mm H2: 68 mm Modelos 1 3 4* 9 MT / MTZ 18 MT / MTZ 22 MT / MTZ 28 MT / MTZ 32 MT / MTZ 36 MT / MTZ 40 MT / MTZ 44 MT / MTZ 50 MT / MTZ 56 MT / MTZ 64 MT / MTZ 72 MT / MTZ 80 MT / MTZ 100 MT / MTZ 125 MT / MTZ 144 MT / MTZ 160 LT / LTZ 22 LT / LTZ 28 LT / LTZ 44 LT / LTZ 50 LT / LTZ 88 LT / LTZ 100
cilindros D: 280 mm H: 415 mm H1: 266 mm H2: 75 mm 4 cilindros D: 352 mm H: 540 mm H1: 233 mm H2: 125 mm * Para aplicação deste motor em 380V, consultar a engenharia de aplicação da Danfoss. Disponível apenas para MTZ Tipo do compressor / óleo MT = Média temperatura, óleo mineral MTZ = Média temperatura, óleo POE LT = Baixa Temperatura, óleo mineral LTZ = Baixa temperatura, óleo POE Tamanho do compressor MTZ 100 - 9 V Versão V: Equalização de óleo + visor Código de voltagem do motor ATENÇÃO Para aplicação do motor 4 em 380V, consultar a Engenharia de Aplicação Danfoss. 4 FAIXAS DE APLICAÇÕES Limites de aplicação Especificações MT R-22 Modelo Volume deslocado Nº de cilindros Carga de óleo Peso MT / MTZ 18 (m3/h) (unidade) (litros) 6,3 1 0,95 (kg) 21 MTZ MTZ MT R-407C R-134a R-402B LT MT / MTZ 22 MT / MTZ 28 MT / MTZ 32 MT / MTZ 36 MT / MTZ 40 MT / MTZ 44 MT / MTZ 50 MT / MTZ 56 MT / MTZ 64 MT / MTZ 72 MT / MTZ 80 MT / MTZ 100 MT / MTZ 125 MT / MTZ 144 MT / MTZ 160 LT / LTZ 22 LT / LTZ 28 LT / LTZ 44 LT / LTZ 50 LT / LTZ 88 LT / LTZ 100 8,0 10,1 11,3 12,7 14,3 16,0 18,0 20,2 22,6 25,4 28,5 36,0 45,2 50,8 57,0 10,1 14,2 22,6 28,5 45,2 57,0 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 4 4 4 4 1 1 2 2 4 4 0,95 0,95 0,95 0,95 0,95 1,8 1,8 1,8 1,8 1,8 1,8 3,9 3,9 3,9 3,9 0,95 0,95 1,8 1,8 3,9 3,9 21 23 24 25 26 35 35 37 37 40 40 60 64 67 69 21 23 35 35 62 64 R-402B MTZ R-404A / R-507 5 LTZ S.H. = Superaquecimento R-404A / R-507
J.P.Gomes
Seleção e Aplicação de Compressores Danfoss-Maneurop MT/MTZ LT/LTZ3960Hz
Compressores MT / MTZ - LT / LTZ Danfoss-Maneurop Nomenclatura dos Compressores Referência para Pedidos Especificações Faixas de Aplicação Dados de Capacidade MT R-22 MT R-402B MTZ R-134a MTZ R-404A / R-507 MTZ R-407C LT R-402B / LTZ R-404A / R-507 Desenhos 1 Cilindro 2 Cilindros 4 Cilindros Especificações Elétricas Tabela para Seleção de Capacitores e Relés - Versão Monofásica Características Elétricas Proteção do Motor e Esquema Elétrico Sugerido Diagrama Elétrico com Recolhimento Diagrama Elétrico sem Recolhimento Soft Starter Faixa de Aplicação da Tensão Proteção do Motor e Esquemas Elétricos Sugeridos MT R-22 MTZ R-134a MTZ R-404A / R-507 MTZ R-407C LT / LTZ R-404A / R-507 Fluidos Refrigerantes e Lubrificantes Classe de Proteção do Motor (IP) Informações Gerais Fluidos Refrigerantes e Lubrificantes R-22 R-404A R-507 Refrigerantes de Transição à Base de R-22 Hidrocarbonos Recomendações sobre o Design de Sistema Design da Tubulação Recomendações para Instalação de Tubulação Filtro de Tela Metálico na Sucção Recomendações para Aplicação, Instalação e Manutenção Tensão de Operação e Partida Controle de Refrigerante em Estado Líquido e Limites de Carga Som e Vibração Especificações de Níveis de Ruído Nível de Ruído Outros Aprovações Tabelas de Conversões Outros Produtos Danfoss 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 15 16 16 17 17 17 18 19,20 21,22 23,24 25,26 27 28 28 29 29 29 29 29 30 30 31 32 33 33,34,35 35 36 36 37 39 Os compressores Danfoss-Maneurop Compressores MT / MTZ - LT / LTZ Danfoss-Maneurop componentes têm alta qualidade e oferecidos pela proteção interna do motor, MT / MTZ - LT / LTZ são do tipo recíproco hermético e foram desenhados para aplicações em baixas, médias e altas temperaturas de evaporação. Todos os precisão que lhe asseguram uma longa vida útil. O desenho do compressor permite que o motor seja 100% resfriado pelo gás de sucção. Os benefícios 3 com protetor térmico (Klixon), design de alta eficiência e motor de grande torque, garantem a qualidade da instalação. Nomenclatura dos Compressores REFERÊNCIA PARA PEDIDOS Tensão Nominal Código do Motor 1 cilindro D: 225 mm H: 351 mm H1: 263 mm H2: 68 mm Modelos 1 3 4* 9 MT / MTZ 18 MT / MTZ 22 MT / MTZ 28 MT / MTZ 32 MT / MTZ 36 MT / MTZ 40 MT / MTZ 44 MT / MTZ 50 MT / MTZ 56 MT / MTZ 64 MT / MTZ 72 MT / MTZ 80 MT / MTZ 100 MT / MTZ 125 MT / MTZ 144 MT / MTZ 160 LT / LTZ 22 LT / LTZ 28 LT / LTZ 44 LT / LTZ 50 LT / LTZ 88 LT / LTZ 100
cilindros D: 280 mm H: 415 mm H1: 266 mm H2: 75 mm 4 cilindros D: 352 mm H: 540 mm H1: 233 mm H2: 125 mm * Para aplicação deste motor em 380V, consultar a engenharia de aplicação da Danfoss. Disponível apenas para MTZ Tipo do compressor / óleo MT = Média temperatura, óleo mineral MTZ = Média temperatura, óleo POE LT = Baixa Temperatura, óleo mineral LTZ = Baixa temperatura, óleo POE Tamanho do compressor MTZ 100 - 9 V Versão V: Equalização de óleo + visor Código de voltagem do motor ATENÇÃO Para aplicação do motor 4 em 380V, consultar a Engenharia de Aplicação Danfoss. 4 FAIXAS DE APLICAÇÕES Limites de aplicação Especificações MT R-22 Modelo Volume deslocado Nº de cilindros Carga de óleo Peso MT / MTZ 18 (m3/h) (unidade) (litros) 6,3 1 0,95 (kg) 21 MTZ MTZ MT R-407C R-134a R-402B LT MT / MTZ 22 MT / MTZ 28 MT / MTZ 32 MT / MTZ 36 MT / MTZ 40 MT / MTZ 44 MT / MTZ 50 MT / MTZ 56 MT / MTZ 64 MT / MTZ 72 MT / MTZ 80 MT / MTZ 100 MT / MTZ 125 MT / MTZ 144 MT / MTZ 160 LT / LTZ 22 LT / LTZ 28 LT / LTZ 44 LT / LTZ 50 LT / LTZ 88 LT / LTZ 100 8,0 10,1 11,3 12,7 14,3 16,0 18,0 20,2 22,6 25,4 28,5 36,0 45,2 50,8 57,0 10,1 14,2 22,6 28,5 45,2 57,0 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 4 4 4 4 1 1 2 2 4 4 0,95 0,95 0,95 0,95 0,95 1,8 1,8 1,8 1,8 1,8 1,8 3,9 3,9 3,9 3,9 0,95 0,95 1,8 1,8 3,9 3,9 21 23 24 25 26 35 35 37 37 40 40 60 64 67 69 21 23 35 35 62 64 R-402B MTZ R-404A / R-507 5 LTZ S.H. = Superaquecimento R-404A / R-507
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Produtos Danfoss
MAKING MODERN LIVING POSSIBLE
R22
HRM032
HRM034
HRM038
HRM040
HRM042
HRM045
HRM047
HRM048
HRM051
HRM054
HRM058
HRM060
HLM068
R407C
HRP051
HLP068
R410A
HRH031
HRH032
HRH034
HRH036
HRH038
HRH040
HRH041
HRH044
HRH049
HRH051
HRH054
HRH056
D
165
165
184
H
420
446
462
H1
257
282
287
H2
386
412
429
D
C6
H1
H2 H
D
P6
H2
H1
H
A linha de produtos Danfoss para a indústria de refrigeração e ar condicionado
A Danfoss Refrigeração e Ar Condicionado Nosso foco é criar produtos, componentes e é um dos principais fabricantes mundiais sistemas de qualidade que proporcionem de refrigeração industrial, comercial e de melhorias no desempenho e redução nos supermercados, além de soluções para custos totais de ciclo de vida - algo para que HLM072 HLM075 HLM081 Dimensões em mm R22 HLP072 HLP081 D H HLH068 H1 H2 239 190.5 aparelhos de ar condicionado e climatização. se realizem economias substanciais. HCM094 HCM109 HCM120 184 184 539 548 372 372 512 522 D Dimensões em mm Conrme com a Danfoss a disponibilidade de C6/P6 e outras variações construtivas. C6 H2 H1 H 232 190.5 Controles para Refrigeração Comercial Controles para Refrigeração Industrial Sensores e Controles Eletrônicos Automação Industrial Tipo Tamanho Motor Variações Construtivas Compressores Domésticos Compressores Comerciais Unidades Condensadoras Termostatos Herméticas, Fracionárias e Semi-herméticas Aplicações: H: alta temperatura/ar condicionado HRH 036 U1L P6 Variações Construtivas Visor de Equalização Dreno de Conexão para Oferecemos a mais completa e inovadora linha de componentes e sistemas de controle e monitoramento como soluções tecnológicas em refrigeração e Família: D: residencial - plataforma antiga C: comercial R: NxGen - residencial L: NxGen - comercial leve óleo 2 Não 6 Não 7 Roscado 8 Não de óleo de óleo Não Não Não Não Não Não Solda Não manômetro de baixa Scharader Não Não Não ar condicionado do mundo. Em apoio às nossas soluções tecnológicas, oferecemos também soluções de negócios para ajudar sua empresa a reduzir custos, otimizar processos e atingir seus objetivos. Fluidos refrigerantes e lubricantes: M: R22, óleo mineral ou alquilbenzeno P: R407C, lubricante POE H: R410A, lubricante POE J: R410A, lubricante PVE Capacidade Nominal: Em (Btu/h : 1000) a 60 Hz, Condições ARI Variação de Modelos T: design otimizado para 7.2 °C / 54.4 °C U: design otimizado para 7.2 °C / 37.8 °C Conexões elétricas e tubulação P: conexões em solda, terminais de encaixe macho C: conexões em solda, terminais em rosca Proteção do Motor L: proteção interna para o motor Código de voltagem do motor 1: 208-230V/1~/60 Hz 2: 208-230V/3~/60 Hz 4: 380-400V/3~/50 Hz & 460V/3~/60 Hz 9: 380V/3~/60 Hz Compressores Scroll Tech 60 Hz R407C - R22 - R410A REFRIGERATION & AIR CONDITIONING DIVISION HRP/HLP/HCP Dados de Capacidade R407C HRM/HLM/HCM Dados de capacidade R22 Linha de produto Te -23.3 -17.8 -12.2 -6.7 -1.1 4.4 7.2 10.0 Te -17.8 -12.2 -6.7 -1.1 4.4 7.2 10.0 R22 Modelo Tc Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW 37.8 15 800 3.2 20 800 3.1 27 000 3.1 34 500 3.1 43 300 3.1 53 800 3.0 59 700 3.0 66 000 3.0 HRP051T 43.3 14 700 3.6 19 400 3.6 25 300 3.5 32 300 3.5 40 700 3.5 50 700 3.5 56 300 3.4 62 300 3.4 54.4 - - - - 21 300 4.5 27 600 4.5 35 100 4.5 44 100 4.5 49 100 4.5 54 500 4.4 37.8 20 200 4.6 27 400 4.5 35 900 4.5 46 100 4.4 58 100 4.4 72 400 4.3 80 400 4.3 89 100 4.2 HLP068T 43.3 18 500 5.1 25 400 5.1 33 500 5.0 43 200 5.0 54 600 4.9 68 200 4.8 75 900 4.8 84 300 4.7 54.4 - - - - 28 300 6.4 36 700 6.3 46 900 6.3 59 100 6.2 66 000 6.1 73 500 6.0 37.8 23 300 4.8 30 400 4.7 39 400 4.7 50 300 4.7 63 200 4.6 78 500 4.6 87 100 4.5 96 300 4.5 HLP072T 43.3 21 100 5.3 28 100 5.3 36 500 5.3 46 800 5.3 59 000 5.2 73 400 5.2 81 500 5.1 90 200 5.1 54.4 - - - - 30 300 6.6 39 200 6.6 50 000 6.6 62 600 6.6 69 800 6.5 77 500 6.5 37.8 24 000 5.5 32 800 5.4 43 000 5.4 55 200 5.3 69 600 5.3 86 600 5.2 96 300 5.1 106 800 5.0 HLP081T 43.3 21 800 6.2 30 100 6.1 39 800 6.1 51 200 6.0 64 800 6.0 81 000 5.9 90 100 5.8 100 100 5.7 54.4 - - - - 32 800 7.9 42 700 7.8 54 600 7.7 68 700 7.6 76 800 7.5 85 600 7.4 HRH/HLH/HLJ R410A Te -17.8 -12.2 -6.7 -1.1 4.4 7.2 10.0 Modelo Tc Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW 37.8 12 600 2.2 16 800 2.1 21 800 2.1 27 800 2.1 34 700 2.1 38 500 2.0 42 600 2.0 HRH031U 43.3 - - 15 500 2.5 20 200 2.4 25 900 2.4 32 400 2.3 36 100 2.3 40 000 2.3 54.4 - - - - - - 21 900 3.1 27 700 3.1 31 000 3.0 34 500 3.0 37.8 13 000 2.2 17 300 2.2 22 400 2.2 28 500 2.1 35 600 2.1 39 500 2.1 43 700 2.1 HRH032U 43.3 - - 15 900 2.5 20 800 2.5 26 600 2.4 33 400 2.4 37 100 2.4 41 100 2.4 54.4 - - - - - - 22 600 3.2 28 600 3.1 32 000 3.1 35 600 3.1 37.8 14 500 2.5 19 300 2.4 25 000 2.4 31 800 2.4 39 700 2.3 44 100 2.3 48 800 2.3 HRH036U 43.3 - - 17 700 2.8 23 200 2.8 29 600 2.7 37 100 2.7 41 300 2.7 45 800 2.6 54.4 - - - - - - 25 000 3.6 31 700 3.5 35 400 3.5 39 400 3.4 37.8 15 400 2.6 20 500 2.6 26 600 2.6 33 800 2.5 42 200 2.5 46 900 2.5 51 900 2.4 HRH038U 43.3 - - 18 800 3.0 24 700 3.0 31 600 2.9 39 600 2.9 44 000 2.8 48 800 2.8 54.4 - - - - - - 26 700 3.9 33 900 3.8 37 900 3.8 42 200 3.8 37.8 16 800 2.9 22 400 2.8 29 000 2.8 36 900 2.7 46 100 2.7 51 200 2.7 56 700 2.7 HRH040U 43.3 - - 20 600 3.3 27 000 3.2 34 500 3.2 43 200 3.1 48 100 3.1 53 300 3.0 54.4 - - - - - - 29 300 4.1 37 100 4.1 41 500 4.0 46 200 4.0 37.8 16 800 2.9 22 300 2.9 29 000 2.8 36 800 2.8 46 000 2.7 51 100 2.7 56 500 2.7 HRH041U 43.3 - - 20 500 3.3 26 900 3.2 34 400 3.2 43 100 3.1 48 000 3.1 53 100 3.1 54.4 - - - - - - 29 100 4.2 37 000 4.1 41 300 4.0 46 000 4.0 37.8 18 100 3.1 24 200 3.0 31 400 3.0 39 900 2.9 49 800 2.9 55 300 2.9 61 200 2.8 HRH044U 43.3 - - 22 200 3.5 29 100 3.4 37 100 3.4 46 600 3.3 51 800 3.3 57 400 3.2 54.4 - - - - - - 31 300 4.4 39 700 4.4 44 400 4.3 49 400 4.3 37.8 19 900 3.4 26 500 3.3 34 400 3.3 43 700 3.2 54 600 3.2 60 600 3.1 67 100 3.1 HRH049U 43.3 - - 24 400 3.8 31 900 3.7 40 800 3.7 51 100 3.6 56 900 3.6 63 000 3.5 54.4 - - - - - - 34 600 4.8 43 900 4.7 49 000 4.7 54 500 4.6 37.8 21 200 3.6 28 200 3.5 36 600 3.5 46 500 3.4 58 100 3.4 64 500 3.3 71 400 3.3 HRH051U 43.3 - - 25 900 4.0 33 900 3.9 43 300 3.9 54 300 3.8 60 400 3.8 67 000 3.7 54.4 - - - - - - 36 500 5.0 46 400 4.9 51 800 4.8 57 600 4.8 37.8 22 300 3.7 29 700 3.7 38 500 3.6 49 000 3.6 61 100 3.5 67 900 3.5 75 200 3.5 HRH054U 43.3 - - 27 200 4.2 35 700 4.2 45 600 4.1 57 200 4.0 63 600 4.0 70 500 3.9 54.4 - - - - - - 38 400 5.3 48 800 5.2 54 500 5.1 60 600 5.1 37.8 23 200 3.9 30 900 3.8 40 200 3.8 51 100 3.7 63 700 3.7 70 800 3.6 78 400 3.6 HRH056U 43.3 - - 28 400 4.4 37 200 4.3 47 600 4.2 59 600 4.2 66 300 4.1 73 500 4.1 54.4 - - - - - - 40 100 5.5 50 900 5.4 56 900 5.4 63 300 5.3 37.8 32 200 4.4 41 100 4.5 51 000 4.5 62 700 4.5 76 500 4.4 84 400 4.4 93 100 4.3 Model Tc Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW 37.8 14 300 2.1 18 000 2.0 22 700 2.0 28 200 2.0 34 600 2.0 38 000 1.9 41 600 1.9 HRM032U 43.3 - - 16 900 2.3 21 400 2.3 26 800 2.3 32 900 2.2 36 100 2.2 39 600 2.2 54.4 - - - - - - 23 500 3.0 29 200 2.9 32 300 2.9 35 500 2.9 37.8 15 200 2.2 19 100 2.1 24 100 2.1 30 000 2.1 36 700 2.1 40 400 2.1 44 200 2.0 HRM034U 43.3 - - 17 900 2.5 22 700 2.4 28 400 2.4 34 900 2.4 38 300 2.4 42 000 2.4 54.4 - - - - - - 24 800 3.2 30 900 3.1 34 100 3.1 37 400 3.1 37.8 17 100 2.4 21 500 2.4 27 100 2.4 33 700 2.4 41 300 2.3 45 400 2.3 49 700 2.3 HRM038U 43.3 - - 20 000 2.8 25 500 2.7 31 900 2.7 39 100 2.7 43 000 2.6 47 000 2.6 54.4 - - - - - - 27 600 3.5 34 400 3.4 38 000 3.4 41 700 3.4 37.8 18 000 2.6 22 700 2.5 28 500 2.5 35 500 2.5 43 500 2.5 47 800 2.4 52 300 2.4 HRM040U 43.3 - - 21 100 2.9 26 800 2.8 33 500 2.8 41 100 2.8 45 200 2.8 49 500 2.8 54.4 - - - - - - 29 100 3.6 36 200 3.6 40 000 3.6 43 900 3.6 37.8 18 700 2.7 23 600 2.7 29 700 2.6 36 900 2.6 45 200 2.6 49 700 2.5 54 400 2.5 HRM042U 43.3 - - 22 000 3.0 28 000 3.0 35 000 3.0 42 900 2.9 47 200 2.9 51 700 2.9 54.4 - - - - - - 30 500 3.8 38 000 3.8 42 000 3.7 46 100 3.7 37.8 20 100 2.8 25 400 2.8 31 900 2.8 39 700 2.7 48 700 2.7 53 500 2.7 58 600 2.6 HRM045U 43.3 - - 23 600 3.2 30 100 3.2 37 600 3.1 46 100 3.1 50 700 3.1 55 500 3.1 54.4 - - - - - - 32 700 4.1 40 700 4.0 45 000 4.0 49 400 4.0 37.8 21 000 3.0 26 400 2.9 33 300 2.9 41 500 2.9 50 800 2.8 55 800 2.8 61 100 2.8 HRM047U 43.3 - - 24 800 3.4 31 500 3.3 39 400 3.3 48 300 3.2 53 100 3.2 58 100 3.2 54.4 - - - - - - 34 500 4.3 43 000 4.2 47 500 4.2 52 200 4.2 37.8 21 100 3.0 26 600 3.0 33 400 2.9 41 600 2.9 51 000 2.9 56 000 2.9 61 300 2.8 HRM048U 43.3 - - 24 800 3.4 31 500 3.3 39 400 3.3 48 300 3.3 53 100 3.3 58 200 3.3 54.4 - - - - - - 34 300 4.3 42 700 4.3 47 200 4.3 51 800 4.2 37.8 22 700 3.1 28 600 3.1 36 000 3.1 44 800 3.1 54 900 3.0 60 300 3.0 66 000 3.0 HRM051U 43.3 - - 26 700 3.5 34 000 3.5 42 500 3.5 52 200 3.5 57 400 3.4 62 800 3.4 54.4 - - - - - - 37 300 4.5 46 400 4.5 51 300 4.5 56 300 4.5 37.8 22 600 3.0 28 500 3.0 36 000 3.0 44 800 3.1 54 900 3.2 60 300 3.2 66 000 3.2 HRM051T 43.3 - - 26 700 3.4 34 000 3.4 42 600 3.5 52 200 3.5 57 300 3.5 62 700 3.5 54.4 - - - - - - 37 300 4.3 46 500 4.4 51 300 4.5 56 200 4.5 37.8 23 900 3.3 30 100 3.3 37 900 3.3 47 200 3.2 57 800 3.2 63 500 3.2 69 500 3.1 HRM054U 43.3 - - 28 100 3.7 35 700 3.7 44 700 3.7 54 800 3.6 60 300 3.6 66 000 3.6 54.4 - - - - - - 39 000 4.7 48 600 4.6 53 700 4.6 59 000 4.6 37.8 25 700 3.5 32 300 3.5 40 700 3.5 50 700 3.5 62 100 3.4 68 200 3.4 74 700 3.4 HRM058U 43.3 - - 30 200 4.0 38 400 4.0 48 000 3.9 58 900 3.9 64 800 3.9 71 000 3.9 54.4 - - - - - - 42 000 5.1 52 300 5.0 57 800 5.0 63 500 5.0 37.8 26 500 3.6 33 400 3.6 42 100 3.6 52 400 3.6 64 100 3.6 70 500 3.5 77 200 3.5 HRM060U 43.3 - - 31 200 4.1 39 700 4.1 49 600 4.1 60 900 4.0 67 000 4.0 73 300 4.0 54.4 - - - - - - 43 400 5.2 54 000 5.2 59 700 5.2 65 600 5.2 37.8 26 400 3.5 33 400 3.5 42 100 3.5 52 400 3.6 64 100 3.7 70 500 3.7 77 100 3.7 HRM060T 43.3 - - 31 200 4.0 39 700 4.0 49 700 4.0 60 900 4.1 66 900 4.1 73 200 4.1 54.4 - - - - - - 43 400 5.0 54 100 5.1 59 700 5.1 65 500 5.2 37.8 30 400 4.5 38 300 4.5 48 300 4.5 60 100 4.4 73 600 4.4 80 900 4.3 88 600 4.3 HLM068T 43.3 - - 35 900 5.0 45 600 5.0 57 000 4.9 70 000 4.9 77 000 4.9 84 200 4.9 54.4 - - - - - - 50 000 6.1 62 300 6.1 68 800 6.1 75 600 6.1 37.8 32 200 4.7 40 600 4.7 51 200 4.7 63 700 4.6 78 000 4.6 85 700 4.5 93 800 4.5 HLM072T 43.3 - - 37 900 5.2 48 200 5.2 60 300 5.2 74 000 5.1 81 400 5.1 89 100 5.1 54.4 - - - - - - 52 600 6.5 65 500 6.4 72 400 6.4 79 500 6.4 37.8 33 100 4.7 41 600 4.7 52 400 4.7 65 200 4.6 79 900 4.6 87 800 4.5 96 100 4.5 HLM075T 43.3 - - 39 100 5.2 49 700 5.2 62 100 5.2 76 200 5.2 83 800 5.1 91 800 5.1 54.4 - - - - - - 54 900 6.5 68 400 6.5 75 500 6.5 82 900 6.4 37.8 36 000 5.1 45 400 5.1 57 100 5.1 71 100 5.1 87 100 5.0 95 700 5.0 104 800 4.9 HLM081T 43.3 - - 42 500 5.7 54 000 5.7 67 500 5.6 82 800 5.6 91 100 5.6 99 700 5.5 54.4 - - - - - - 59 200 7.0 73 800 7.0 81 500 7.0 89 500 7.0 R407C R410A Modelo HRM032 HRM034 HRM038 HRM040 HRM042 HRM045 HRM047 HRM048 HRM051 HRM054 HRM058 HLM060 HLM068 HLM072 HLM075 HLM081 HLM094 HLM109 HLM120 Modelo HRP051 HLP068 HLP072 HLP081 Modelo HRH031 HRH032 HRH036 HRH038 HRH040 HRH041 HRH044 HRH049 HRH051 HRH054 HRH056 HLH068 Código 1 208-230/1/60Hz - - - Código 1 208-230/1/60Hz Código 1 208-230/1/60Hz Código2 208-230/3/60Hz - Código2 208-230/3/60Hz - - Código2 208-230/3/60Hz HLH068T 43.3 - - 37 800 5.0 47 800 5.0 58 900 5.0 71 800 5.0 79 000 5.0 86 900 4.9 HCM094T 37.8 41 800 6.1 52 600 6.1 66 300 6.1 82 500 6.1 101 000 6.0 111 000 5.9 121 500 5.9 43.3 - - 49 200 6.8 62 600 6.7 78 300 6.7 96 100 6.6 105 600 6.6 115 600 6.6 54.4 - - - - - - 68 700 8.1 85 600 8.1 94 500 8.1 37.8 48 100 7.2 60 600 7.2 76 300 7.2 95 000 7.1 116 300 7.0 127 800 7.0 139 900 6.9 : Disponíveis produtos e informações sobre produtos : Verique disponibilidade com a Danfoss - :
A linha de produtos Danfoss para a indústria de refrigeração e ar condicionado
A Danfoss Refrigeração e Ar Condicionado Nosso foco é criar produtos, componentes e é um dos principais fabricantes mundiais sistemas de qualidade que proporcionem de refrigeração industrial, comercial e de melhorias no desempenho e redução nos supermercados, além de soluções para custos totais de ciclo de vida - algo para que HLM072 HLM075 HLM081 Dimensões em mm R22 HLP072 HLP081 D H HLH068 H1 H2 239 190.5 aparelhos de ar condicionado e climatização. se realizem economias substanciais. HCM094 HCM109 HCM120 184 184 539 548 372 372 512 522 D Dimensões em mm Conrme com a Danfoss a disponibilidade de C6/P6 e outras variações construtivas. C6 H2 H1 H 232 190.5 Controles para Refrigeração Comercial Controles para Refrigeração Industrial Sensores e Controles Eletrônicos Automação Industrial Tipo Tamanho Motor Variações Construtivas Compressores Domésticos Compressores Comerciais Unidades Condensadoras Termostatos Herméticas, Fracionárias e Semi-herméticas Aplicações: H: alta temperatura/ar condicionado HRH 036 U1L P6 Variações Construtivas Visor de Equalização Dreno de Conexão para Oferecemos a mais completa e inovadora linha de componentes e sistemas de controle e monitoramento como soluções tecnológicas em refrigeração e Família: D: residencial - plataforma antiga C: comercial R: NxGen - residencial L: NxGen - comercial leve óleo 2 Não 6 Não 7 Roscado 8 Não de óleo de óleo Não Não Não Não Não Não Solda Não manômetro de baixa Scharader Não Não Não ar condicionado do mundo. Em apoio às nossas soluções tecnológicas, oferecemos também soluções de negócios para ajudar sua empresa a reduzir custos, otimizar processos e atingir seus objetivos. Fluidos refrigerantes e lubricantes: M: R22, óleo mineral ou alquilbenzeno P: R407C, lubricante POE H: R410A, lubricante POE J: R410A, lubricante PVE Capacidade Nominal: Em (Btu/h : 1000) a 60 Hz, Condições ARI Variação de Modelos T: design otimizado para 7.2 °C / 54.4 °C U: design otimizado para 7.2 °C / 37.8 °C Conexões elétricas e tubulação P: conexões em solda, terminais de encaixe macho C: conexões em solda, terminais em rosca Proteção do Motor L: proteção interna para o motor Código de voltagem do motor 1: 208-230V/1~/60 Hz 2: 208-230V/3~/60 Hz 4: 380-400V/3~/50 Hz & 460V/3~/60 Hz 9: 380V/3~/60 Hz Compressores Scroll Tech 60 Hz R407C - R22 - R410A REFRIGERATION & AIR CONDITIONING DIVISION HRP/HLP/HCP Dados de Capacidade R407C HRM/HLM/HCM Dados de capacidade R22 Linha de produto Te -23.3 -17.8 -12.2 -6.7 -1.1 4.4 7.2 10.0 Te -17.8 -12.2 -6.7 -1.1 4.4 7.2 10.0 R22 Modelo Tc Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW 37.8 15 800 3.2 20 800 3.1 27 000 3.1 34 500 3.1 43 300 3.1 53 800 3.0 59 700 3.0 66 000 3.0 HRP051T 43.3 14 700 3.6 19 400 3.6 25 300 3.5 32 300 3.5 40 700 3.5 50 700 3.5 56 300 3.4 62 300 3.4 54.4 - - - - 21 300 4.5 27 600 4.5 35 100 4.5 44 100 4.5 49 100 4.5 54 500 4.4 37.8 20 200 4.6 27 400 4.5 35 900 4.5 46 100 4.4 58 100 4.4 72 400 4.3 80 400 4.3 89 100 4.2 HLP068T 43.3 18 500 5.1 25 400 5.1 33 500 5.0 43 200 5.0 54 600 4.9 68 200 4.8 75 900 4.8 84 300 4.7 54.4 - - - - 28 300 6.4 36 700 6.3 46 900 6.3 59 100 6.2 66 000 6.1 73 500 6.0 37.8 23 300 4.8 30 400 4.7 39 400 4.7 50 300 4.7 63 200 4.6 78 500 4.6 87 100 4.5 96 300 4.5 HLP072T 43.3 21 100 5.3 28 100 5.3 36 500 5.3 46 800 5.3 59 000 5.2 73 400 5.2 81 500 5.1 90 200 5.1 54.4 - - - - 30 300 6.6 39 200 6.6 50 000 6.6 62 600 6.6 69 800 6.5 77 500 6.5 37.8 24 000 5.5 32 800 5.4 43 000 5.4 55 200 5.3 69 600 5.3 86 600 5.2 96 300 5.1 106 800 5.0 HLP081T 43.3 21 800 6.2 30 100 6.1 39 800 6.1 51 200 6.0 64 800 6.0 81 000 5.9 90 100 5.8 100 100 5.7 54.4 - - - - 32 800 7.9 42 700 7.8 54 600 7.7 68 700 7.6 76 800 7.5 85 600 7.4 HRH/HLH/HLJ R410A Te -17.8 -12.2 -6.7 -1.1 4.4 7.2 10.0 Modelo Tc Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW 37.8 12 600 2.2 16 800 2.1 21 800 2.1 27 800 2.1 34 700 2.1 38 500 2.0 42 600 2.0 HRH031U 43.3 - - 15 500 2.5 20 200 2.4 25 900 2.4 32 400 2.3 36 100 2.3 40 000 2.3 54.4 - - - - - - 21 900 3.1 27 700 3.1 31 000 3.0 34 500 3.0 37.8 13 000 2.2 17 300 2.2 22 400 2.2 28 500 2.1 35 600 2.1 39 500 2.1 43 700 2.1 HRH032U 43.3 - - 15 900 2.5 20 800 2.5 26 600 2.4 33 400 2.4 37 100 2.4 41 100 2.4 54.4 - - - - - - 22 600 3.2 28 600 3.1 32 000 3.1 35 600 3.1 37.8 14 500 2.5 19 300 2.4 25 000 2.4 31 800 2.4 39 700 2.3 44 100 2.3 48 800 2.3 HRH036U 43.3 - - 17 700 2.8 23 200 2.8 29 600 2.7 37 100 2.7 41 300 2.7 45 800 2.6 54.4 - - - - - - 25 000 3.6 31 700 3.5 35 400 3.5 39 400 3.4 37.8 15 400 2.6 20 500 2.6 26 600 2.6 33 800 2.5 42 200 2.5 46 900 2.5 51 900 2.4 HRH038U 43.3 - - 18 800 3.0 24 700 3.0 31 600 2.9 39 600 2.9 44 000 2.8 48 800 2.8 54.4 - - - - - - 26 700 3.9 33 900 3.8 37 900 3.8 42 200 3.8 37.8 16 800 2.9 22 400 2.8 29 000 2.8 36 900 2.7 46 100 2.7 51 200 2.7 56 700 2.7 HRH040U 43.3 - - 20 600 3.3 27 000 3.2 34 500 3.2 43 200 3.1 48 100 3.1 53 300 3.0 54.4 - - - - - - 29 300 4.1 37 100 4.1 41 500 4.0 46 200 4.0 37.8 16 800 2.9 22 300 2.9 29 000 2.8 36 800 2.8 46 000 2.7 51 100 2.7 56 500 2.7 HRH041U 43.3 - - 20 500 3.3 26 900 3.2 34 400 3.2 43 100 3.1 48 000 3.1 53 100 3.1 54.4 - - - - - - 29 100 4.2 37 000 4.1 41 300 4.0 46 000 4.0 37.8 18 100 3.1 24 200 3.0 31 400 3.0 39 900 2.9 49 800 2.9 55 300 2.9 61 200 2.8 HRH044U 43.3 - - 22 200 3.5 29 100 3.4 37 100 3.4 46 600 3.3 51 800 3.3 57 400 3.2 54.4 - - - - - - 31 300 4.4 39 700 4.4 44 400 4.3 49 400 4.3 37.8 19 900 3.4 26 500 3.3 34 400 3.3 43 700 3.2 54 600 3.2 60 600 3.1 67 100 3.1 HRH049U 43.3 - - 24 400 3.8 31 900 3.7 40 800 3.7 51 100 3.6 56 900 3.6 63 000 3.5 54.4 - - - - - - 34 600 4.8 43 900 4.7 49 000 4.7 54 500 4.6 37.8 21 200 3.6 28 200 3.5 36 600 3.5 46 500 3.4 58 100 3.4 64 500 3.3 71 400 3.3 HRH051U 43.3 - - 25 900 4.0 33 900 3.9 43 300 3.9 54 300 3.8 60 400 3.8 67 000 3.7 54.4 - - - - - - 36 500 5.0 46 400 4.9 51 800 4.8 57 600 4.8 37.8 22 300 3.7 29 700 3.7 38 500 3.6 49 000 3.6 61 100 3.5 67 900 3.5 75 200 3.5 HRH054U 43.3 - - 27 200 4.2 35 700 4.2 45 600 4.1 57 200 4.0 63 600 4.0 70 500 3.9 54.4 - - - - - - 38 400 5.3 48 800 5.2 54 500 5.1 60 600 5.1 37.8 23 200 3.9 30 900 3.8 40 200 3.8 51 100 3.7 63 700 3.7 70 800 3.6 78 400 3.6 HRH056U 43.3 - - 28 400 4.4 37 200 4.3 47 600 4.2 59 600 4.2 66 300 4.1 73 500 4.1 54.4 - - - - - - 40 100 5.5 50 900 5.4 56 900 5.4 63 300 5.3 37.8 32 200 4.4 41 100 4.5 51 000 4.5 62 700 4.5 76 500 4.4 84 400 4.4 93 100 4.3 Model Tc Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW Btu/h kW 37.8 14 300 2.1 18 000 2.0 22 700 2.0 28 200 2.0 34 600 2.0 38 000 1.9 41 600 1.9 HRM032U 43.3 - - 16 900 2.3 21 400 2.3 26 800 2.3 32 900 2.2 36 100 2.2 39 600 2.2 54.4 - - - - - - 23 500 3.0 29 200 2.9 32 300 2.9 35 500 2.9 37.8 15 200 2.2 19 100 2.1 24 100 2.1 30 000 2.1 36 700 2.1 40 400 2.1 44 200 2.0 HRM034U 43.3 - - 17 900 2.5 22 700 2.4 28 400 2.4 34 900 2.4 38 300 2.4 42 000 2.4 54.4 - - - - - - 24 800 3.2 30 900 3.1 34 100 3.1 37 400 3.1 37.8 17 100 2.4 21 500 2.4 27 100 2.4 33 700 2.4 41 300 2.3 45 400 2.3 49 700 2.3 HRM038U 43.3 - - 20 000 2.8 25 500 2.7 31 900 2.7 39 100 2.7 43 000 2.6 47 000 2.6 54.4 - - - - - - 27 600 3.5 34 400 3.4 38 000 3.4 41 700 3.4 37.8 18 000 2.6 22 700 2.5 28 500 2.5 35 500 2.5 43 500 2.5 47 800 2.4 52 300 2.4 HRM040U 43.3 - - 21 100 2.9 26 800 2.8 33 500 2.8 41 100 2.8 45 200 2.8 49 500 2.8 54.4 - - - - - - 29 100 3.6 36 200 3.6 40 000 3.6 43 900 3.6 37.8 18 700 2.7 23 600 2.7 29 700 2.6 36 900 2.6 45 200 2.6 49 700 2.5 54 400 2.5 HRM042U 43.3 - - 22 000 3.0 28 000 3.0 35 000 3.0 42 900 2.9 47 200 2.9 51 700 2.9 54.4 - - - - - - 30 500 3.8 38 000 3.8 42 000 3.7 46 100 3.7 37.8 20 100 2.8 25 400 2.8 31 900 2.8 39 700 2.7 48 700 2.7 53 500 2.7 58 600 2.6 HRM045U 43.3 - - 23 600 3.2 30 100 3.2 37 600 3.1 46 100 3.1 50 700 3.1 55 500 3.1 54.4 - - - - - - 32 700 4.1 40 700 4.0 45 000 4.0 49 400 4.0 37.8 21 000 3.0 26 400 2.9 33 300 2.9 41 500 2.9 50 800 2.8 55 800 2.8 61 100 2.8 HRM047U 43.3 - - 24 800 3.4 31 500 3.3 39 400 3.3 48 300 3.2 53 100 3.2 58 100 3.2 54.4 - - - - - - 34 500 4.3 43 000 4.2 47 500 4.2 52 200 4.2 37.8 21 100 3.0 26 600 3.0 33 400 2.9 41 600 2.9 51 000 2.9 56 000 2.9 61 300 2.8 HRM048U 43.3 - - 24 800 3.4 31 500 3.3 39 400 3.3 48 300 3.3 53 100 3.3 58 200 3.3 54.4 - - - - - - 34 300 4.3 42 700 4.3 47 200 4.3 51 800 4.2 37.8 22 700 3.1 28 600 3.1 36 000 3.1 44 800 3.1 54 900 3.0 60 300 3.0 66 000 3.0 HRM051U 43.3 - - 26 700 3.5 34 000 3.5 42 500 3.5 52 200 3.5 57 400 3.4 62 800 3.4 54.4 - - - - - - 37 300 4.5 46 400 4.5 51 300 4.5 56 300 4.5 37.8 22 600 3.0 28 500 3.0 36 000 3.0 44 800 3.1 54 900 3.2 60 300 3.2 66 000 3.2 HRM051T 43.3 - - 26 700 3.4 34 000 3.4 42 600 3.5 52 200 3.5 57 300 3.5 62 700 3.5 54.4 - - - - - - 37 300 4.3 46 500 4.4 51 300 4.5 56 200 4.5 37.8 23 900 3.3 30 100 3.3 37 900 3.3 47 200 3.2 57 800 3.2 63 500 3.2 69 500 3.1 HRM054U 43.3 - - 28 100 3.7 35 700 3.7 44 700 3.7 54 800 3.6 60 300 3.6 66 000 3.6 54.4 - - - - - - 39 000 4.7 48 600 4.6 53 700 4.6 59 000 4.6 37.8 25 700 3.5 32 300 3.5 40 700 3.5 50 700 3.5 62 100 3.4 68 200 3.4 74 700 3.4 HRM058U 43.3 - - 30 200 4.0 38 400 4.0 48 000 3.9 58 900 3.9 64 800 3.9 71 000 3.9 54.4 - - - - - - 42 000 5.1 52 300 5.0 57 800 5.0 63 500 5.0 37.8 26 500 3.6 33 400 3.6 42 100 3.6 52 400 3.6 64 100 3.6 70 500 3.5 77 200 3.5 HRM060U 43.3 - - 31 200 4.1 39 700 4.1 49 600 4.1 60 900 4.0 67 000 4.0 73 300 4.0 54.4 - - - - - - 43 400 5.2 54 000 5.2 59 700 5.2 65 600 5.2 37.8 26 400 3.5 33 400 3.5 42 100 3.5 52 400 3.6 64 100 3.7 70 500 3.7 77 100 3.7 HRM060T 43.3 - - 31 200 4.0 39 700 4.0 49 700 4.0 60 900 4.1 66 900 4.1 73 200 4.1 54.4 - - - - - - 43 400 5.0 54 100 5.1 59 700 5.1 65 500 5.2 37.8 30 400 4.5 38 300 4.5 48 300 4.5 60 100 4.4 73 600 4.4 80 900 4.3 88 600 4.3 HLM068T 43.3 - - 35 900 5.0 45 600 5.0 57 000 4.9 70 000 4.9 77 000 4.9 84 200 4.9 54.4 - - - - - - 50 000 6.1 62 300 6.1 68 800 6.1 75 600 6.1 37.8 32 200 4.7 40 600 4.7 51 200 4.7 63 700 4.6 78 000 4.6 85 700 4.5 93 800 4.5 HLM072T 43.3 - - 37 900 5.2 48 200 5.2 60 300 5.2 74 000 5.1 81 400 5.1 89 100 5.1 54.4 - - - - - - 52 600 6.5 65 500 6.4 72 400 6.4 79 500 6.4 37.8 33 100 4.7 41 600 4.7 52 400 4.7 65 200 4.6 79 900 4.6 87 800 4.5 96 100 4.5 HLM075T 43.3 - - 39 100 5.2 49 700 5.2 62 100 5.2 76 200 5.2 83 800 5.1 91 800 5.1 54.4 - - - - - - 54 900 6.5 68 400 6.5 75 500 6.5 82 900 6.4 37.8 36 000 5.1 45 400 5.1 57 100 5.1 71 100 5.1 87 100 5.0 95 700 5.0 104 800 4.9 HLM081T 43.3 - - 42 500 5.7 54 000 5.7 67 500 5.6 82 800 5.6 91 100 5.6 99 700 5.5 54.4 - - - - - - 59 200 7.0 73 800 7.0 81 500 7.0 89 500 7.0 R407C R410A Modelo HRM032 HRM034 HRM038 HRM040 HRM042 HRM045 HRM047 HRM048 HRM051 HRM054 HRM058 HLM060 HLM068 HLM072 HLM075 HLM081 HLM094 HLM109 HLM120 Modelo HRP051 HLP068 HLP072 HLP081 Modelo HRH031 HRH032 HRH036 HRH038 HRH040 HRH041 HRH044 HRH049 HRH051 HRH054 HRH056 HLH068 Código 1 208-230/1/60Hz - - - Código 1 208-230/1/60Hz Código 1 208-230/1/60Hz Código2 208-230/3/60Hz - Código2 208-230/3/60Hz - - Código2 208-230/3/60Hz HLH068T 43.3 - - 37 800 5.0 47 800 5.0 58 900 5.0 71 800 5.0 79 000 5.0 86 900 4.9 HCM094T 37.8 41 800 6.1 52 600 6.1 66 300 6.1 82 500 6.1 101 000 6.0 111 000 5.9 121 500 5.9 43.3 - - 49 200 6.8 62 600 6.7 78 300 6.7 96 100 6.6 105 600 6.6 115 600 6.6 54.4 - - - - - - 68 700 8.1 85 600 8.1 94 500 8.1 37.8 48 100 7.2 60 600 7.2 76 300 7.2 95 000 7.1 116 300 7.0 127 800 7.0 139 900 6.9 : Disponíveis produtos e informações sobre produtos : Verique disponibilidade com a Danfoss - :
STF, VHV 4
New perspectives with
Danfoss Saginomiya 4 - Way ReversingDanfoss Saginomiya 4 - Way Reversing Valves
REFRIGERATION AND
AIR CONDITIONING
Reliable season change
STF, VHV 4-way reversing valves
• Wide application range
- complete capacity range
- available for all common refrigerants (R407C,
R410A, R134a, R22)
- many different connection diameters and
configurations
• High reliability
- unique design
- instantaneous changeover at minimum pressure
differential
- mechanism to prevent incomplete changeover
- minimized leakage
• CE approved
4 - WAY REVERSING VALVES SELECTION
The 4 way valves are used in reversible applications such as heat pumps or reversible
air conditioning units and chillers.
The 4 way valve allows an inversion of the refrigeration cycle, changing from cooling
mode in summer to heating mode in winter.
The cycle inversion is initiated by a small solenoid pilot valve, which pilots the movement
of a slider, which changes the direction of the refrigerant. The valve is connected to the
discharge and suction pipes.
TECHNICAL DATA AND SELECTION CRITERIA R 407 C
Model number Discharge Suction Capacity / kW [condition 1](1) Capacity / kW [condition 2](2) Valve style (3) Code number Qty per box STF-0101G I.D. mm O.D. inch I.D. mm O.D. inch Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar 8.10 5/16” 9.70 3/8” 3.76 5.30 3.48 4.90 A 061L1206 061L1188 pcs. 4 45 STF-0104G 8.10 5/16” 9.70 3/8” 4.45 6.26 4.11 5.79 A 061L1143 061L1207 45 3 STF-0201G STF-0202G STF-0204G STF-0205G STF-0208G STF-0209G STF-0214G STF-0301G STF-0306G STF-0401G STF-0404G STF-0409G STF-0413G STF-0420G STF-0712G STF-0715G STF-0728G 9.70 9.70 9.70 8.10 9.70 9.70 12.95 12.95 12.95 12.80 12.80 12.80 16.00 12.80 19.15 22.50 22.50 3/8” 12.95 1/2” 3/8” 12,95 1/2” 3/8” 16.03 5/8” 5/16” 12.95 1/2” 3/8” 16.03 5/8” 3/8” 12.95 1/2” 1/2” 16.03 5/8” 1/2” 16.15 5/8” 1/2” 19.20 3/4” 1/2” 19.15 3/4” 1/2” 19.15 3/4” 1/2” 22.40 7/8” 5/8” 22.40 7/8” 1/2” 22.40 7/8” 3/4” 22.30 7/8” 7/8” 28.70 1 1/8” 7/8” 22.30 7/8” 7.18 7.18 7.18 7.18 7.18 7.18 7.18 8.73 8.73 15.91 18.13 15.91 15.91 18.13 27.03 27.03 27.03 10.11 10.11 10.11 10.11 10.11 10.11 10.11 12.29 12.29 22.40 25.53 22.40 22.40 25.53 38.05 38.05 38.05 6.63 6.63 6.63 6.63 6.63 6.63 6.63 8.06 8.06 14.70 16.76 14.70 14.70 16.76 24.98 24.98 24.98 9.34 9.34 9.34 9.34 9.34 9.34 9.34 11.34 11.34 20.70 23.60 20.70 20.70 23.60 35.17 35.17 35.17 A A D B C B D E E B B B B B B B B 061L1144 061L1189 061L1145 061L1146 061L1147 061L1148 061L1149 061L1208 061L1194 061L1151 061L1209 061L1152 061L1193 061L1154 061L1155 061L1156 061L1210 061L1195 061L1158 061L1160 32 32 32 32 32 32 32 4 32 32 2 24 24 24 24 24 1 6 6 6 Model number Discharge Suction Capacity / kW [condition 1](1) Capacity / kW [condition 2](2) Valve style (3) Code number Qty per box VHV-1511 I.D. mm O.D. inch I.D. mm O.D. inch Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar 22.50 7/8” 28.90 1 1/8” 30.12 42.39 27.82 39.17 F 061L1173 pcs. 1 CHV-1512 28.90 1 1/8” 32.05 1 1/4” 30.12 42.39 27.82 39.17 F 061L1170 1 CHV-1513 22.50 7/8” 35.22 1 3/8” 30.12 42.39 27.82 39.17 F 061L1171 1 CHV-1514 28.90 1 1/8” 35.22 1 3/8” 30.12 42.39 27.82 39.17 F 061L1172 1 VHV-2011 22.50 7/8” 28.90 1 1/8” 38.49 54.18 35.56 50.08 B 061L1174 1 VHV-2017 28.90 1 1/8” 35.20 1 3/8” 38.49 54.18 35.56 50.08 B 061L1190 1 VHV-2501 25.70 1” 32.05 1 1/4” 58.18 81.89 53.74 75.68 G (6) 061L1175 1 VHV-2505 VHV-2506 VHV-3001 VHV-3003 28.90 1 1/8” 35.20 1 3/8” 28.90 1 1/8” 41.70 1 5/8” 32.05 1 1/4” 38.40 1 1/2” 28.50(4) 1 1/8”(5) 41.70 1 5/8” 58,18 58,18 82.13 82.13 81.89 81.89 115.61 115.61 53.74 53.74 75.87 75.87 75.68 75.68 106.83 106.83 G G G G 061L1191 061L1192 061L1176 061L1183 1 1 1 1 VHV-4001 VHV-4002 VHV-5001 VHV-5002 VHV-6001 38.35 1 1/2” 45.15 1 3/4” 114.64 41.20(4) 1 5/8”(5) 41.70 1 5/8” 114.64 38.35 1 1/2” 54.40 2 1/8” 148.86 41.20(4) 1 5/8”(5) 54.40 2 1/8” 148.86 41.20(4) 1 5/8” (5) 67.00 2 5/8” 236.40 161.37 161.37 209.54 209.54 333.56 105.90 105.90 137.52 137.52 192.52 149.12 149.12 193.64 193.64 275.72 G G G G G 061L1179 061L1184 061L1180 061L1185 061L1186 1 1 1 1 1 (1) condition 1: 38°C condensing / 5°C evaporating / 5°C super-heat / 0°C sub-cooling (2) condition 2: 54,4 °C condensing / 7,2°C evaporating / 5°C super-heat / 5°C sub-cooling (3) see valve style overview on page 7 (4) - refers to O.D. (5) - refers to I.D. (6) - VHV-2501 does not have a bracket Max working pressure: 45 bar (maximum working pressure for VHV-6001 is 41.7 bar, and for CHV types - 33bar) Ambient temperature : -20oC to 55oC NOTE R407C and R410A: For discharge and suction, I.D. describes exact inner diameter of valve connections. O.D. relates to the outer diameter of connection pipe in the system. - 2 -
REVERSING4 - 4 - WAY REVERSING VALVES SELECTION
The pilot valve ensures a very reliable changeover from cooling to heating mode; the changeover happens instantaneously with a minimum pressure differential. The valve design also guarantees a minimum pressure drop and a very low risk of leakage. The STF models offer a wide range of connection dimensions, configurations and capacity for specific applications. The standard CHV/VHV models are packed as 1 pc. per box providing increased flexibility. TECHNICAL DATA AND SELECTION CRITERIA R 410 A Discharge Suction Capacity / kW [condition 1](1) Capacity / kW [condition 2](2) Valve Qty per box Model number STF-0101G I.D. mm O.D. inch I.D. mm O.D. inch Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar 8.10 5/16” 9.70 3/8” 4.61 6.50 4.16 5.87 style (3) Code number 061L1206 A 061L1188 pcs. 4 45 STF-0104G 8.10 5/16” 9.70 3/8” 5.46 7.69 4.91 6.93 A 061L1143 061L1207 45 3 STF-0201G STF-0202G STF-0204G STF-0205G STF-0208G STF-0209G STF-0214G STF-0301G 9.70 9.70 9.70 8.10 9.70 9.70 12.95 12.95 3/8” 12.95 1/2” 3/8” 12.95 1/2” 3/8” 16.03 5/8” 5/16” 12.95 1/2” 3/8” 16.03 5/8” 3/8” 12.95 1/2” 1/2” 16.03 5/8” 1/2” 16.15 5/8” 8.81 8.81 8.81 8.81 8.81 8.81 8.81 10.69 12.43 12.43 12.43 12.43 12.43 12.43 12.43 15.08 7.94 7.94 7.94 7.94 7.94 7.94 7.94 9.63 11.20 11.20 11.20 11.20 11.20 11.20 11.20 13.59 A A D B C B D E 061L1144 061L1189 061L1145 061L1146 061L1147 061L1148 061L1149 061L1208 061L1194 32 32 32 32 32 32 32 4 32 STF-0306G 12.95 1/2” 19.2 3/4” 10.69 15.08 9.63 13.59 E 061L1151 061L1209 32 2 STF-0401G STF-0404G STF-0409G STF-0413G STF-0420G STF-0712G STF-0715G STF-0728G 12.80 12.80 12.80 16.00 12.80 19.15 22.50 22.50 1/2” 19.15 3/4” 1/2” 19.15 3/4” 1/2” 22.40 7/8” 5/8” 22.40 7/8” 1/2” 22.40 7/8” 3/4” 22.30 7/8” 7/8” 28.70 1 1/8” 7/8” 22.30 7/8” 19.50 22.23 19.50 19.50 22.23 33.14 33.14 33.14 27.51 31.35 27.51 27.51 31.35 46.74 46.74 46.74 17.58 20.03 17.58 17.58 20.03 29.85 29.85 29.85 24.80 28.26 24.80 24.80 28.26 42.11 42.11 42.11 B B B B B B B B 061L1152 061L1193 061L1154 061L1155 061L1156 061L1210 061L1195 061L1158 061L1160 24 24 24 24 24 1 6 6 6 Model number Discharge Suction Capacity / kW [condition 1](1) Capacity / kW [condition 2](2) Valve style (3) Code number Qty per box VHV-1511 I.D. mm O.D. inch I.D. mm O.D. inch Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar 22.50 7/8” 28.90 1 1/8” 36.90 52.05 33.25 46.90 F 061L1173 pcs. 1 VHV-2011 22.50 7/8” 28.90 1 1/8” 47.19 66.55 42.52 59.98 B 061L1174 1 VHV-2017 28.90 1 1/8” 35.20 1 3/8” 47.19 66.55 42.52 59.98 B 061L1190 1 VHV-2501 25.70 1” 32.05 1 1/4” 71.30 100.56 64.24 90.62 G (6) 061L1175 1 VHV-2505 VHV-2506 28.90 1 1/8” 35.20 1 3/8” 28.90 1 1/8” 41.70 1 5/8” 71.30 71.30 100.56 100.56 64.24 64.24 90.62 90.62 G G 061L1191 061L1192 1 1 VHV-3001 VHV-3003 VHV-4001 VHV-4002 VHV-5001 VHV-5002 VHV-6001 32.05 1 1/4” 38.40 1 1/2” 100.66 28.50(4) 1 1/8”(5) 41.70 1 5/8” 100.66 38.35 1 1/2” 45.15 1 3/4” 140.51 41.20(4) 1 5/8”(5) 41.70 1 5/8” 140.51 38.35 1 1/2” 54.40 2 1/8” 175.11 41.20(4) 1 5/8”(5) 54.40 2 1/8” 175.11 41.20(4) 1 5/8” (5) 67.00 2 5/8” 293.37 141.98 141.98 198.18 198.18 246.98 246.98 413.77 90.71 90.71 126.61 126.61 157.78 157.78 242.57 127.96 127.96 178.60 178.60 225.58 225.58 342.19 G G G G G G G 061L1176 061L1183 061L1179 061L1184 061L1180 061L1185 061L1186 1 1 1 1 1 1 1 (1) - (6) please see page 2. STANDARD COILS SELECTION All coils are interchangeble and can be used also with
VHV valves.
Standard coils are water-proof (IP67) (codification of coils see page 7) Code no. Type 061L2092 STF-01AB500A1 061L2038 STF-01AB503B1 061L2094 STF-01AJ504F1 061L2016 STF-01AJ504F1 061L2093 STF-01AJ506B1 061L2095 STF-01AJ512D1 061L2074 STF-01AJ512D1 - 3 - Cable length [mm] 600 1200 1200 1200 600 2000 2000 Rated voltage [V AC] 24 24 208 to 240 208 to 240 220 to 240 220 to 240 220 to 240 Qty per box [pcs.] 10 100 10 100 10 10 60 Watts 50Hz (60Hz) 6 (5) 6 (5) 6 6 6 1.00 0.30 0.25 0.20 0.15 0.10 0.09 0.08 0.07 0.06 0.05 0.04 0.03 0.02 A B C D E F G H I J K L M N A B C D E F G H I J K L M N CAPACITY CHARTS R410A Capacity* for 4-way reversing valves type STF-G and VHV STF-0101G STF-0104G STF-0[201, 202, 204, 205, 208, 209, 214]G STF-0[301, 306]G STF-0[401, 409, 413]G STF-0[404, 420]G STF-0[712, 715, 728]G VHV-1511 VHV-[2011, 2017] VHV-[2501, 2505, 2506] VHV-[3001, 3003] VHV-[4001, 4002] VHV-[5001, 5002] VHV-6001 0.01 * based on: Condesing Temp = 54,4 °C, Evaporating Temp = 7,2 °C Superheat Temp = 5 K, Supercool Temp = 5 K 1 5 10 50 100 500 1.00 0.30 0.25 0.20 0.15 0.10 0.09 0.08 0.07 0.06 0.05 0.04 0.03 0.02 Capacity [kW] A B C D E F GH I J K L M N A B C D E F G H I J K L M N R407C Capacity* for 4-way reversing valves type STF-G and VHV STF-0101G STF-0104G STF-0[201, 202, 204, 205, 208, 209, 214]G STF-0[301, 306]G STF-0[401, 409, 413]G STF-0[404, 420]G STF-0[712, 715, 728]G VHV-1511, CHV-[1512, 1513, 1514] VHV-[2011, 2017] VHV-[2501, 2505, 2506] VHV-[3001, 3003] VHV-[4001, 4002] VHV-[5001, 5002] VHV-6001 0.01 * based on: Condesing Temp = 54,4 °C, Evaporating Temp = 7,2 °C Superheat Temp = 5 K, Supercool Temp = 5 K 1 5 10 50 100 500 Capacity [kW] - 4 - CAPACITY CHARTS 1.00 0.30 0.25 0.20 0.15 0.10 0.09 0.08 0.07 0.06 0.05 0.04 0.03 0.02 A B C D E F G H I J K L M N A B C D E F G H I J K L M N R404A Capacity* for 4-way reversing valves type STF-G and VHV STF-0101G STF-0104G STF-0[201, 202, 204, 205, 208, 209, 214]G STF-0[301, 306]G STF-0[401, 409, 413]G STF-0[404, 420]G STF-0[712, 715, 728]G VHV-1511, CHV-[1512, 1513, 1514] VHV-[2011, 2017] VHV-[2501, 2505, 2506] VHV-[3001, 3003] VHV-[4001, 4002] VHV-[5001, 5002] VHV-6001 0.01 * based on: Condesing Temp = 54,4 °C, Evaporating Temp = 7,2 °C Superheat Temp = 5 K, Supercool Temp = 5 K 1 5 10 50 100 500 1.00 0.30 0.25 0.20 0.15 0.10 0.09 0.08 0.07 0.06 0.05 0.04 0.03 0.02 Capacity [kW] A B C D E F G H I J K L M N A B C D E F G H I J K L M N R134a Capacity* for 4-way reversing valves type STF-G and VHV STF-0101G STF-0104G STF-0[201, 202, 204, 205, 208, 209, 214]G STF-0[301, 306]G STF-0[401, 409, 413]G STF-0[404, 420]G STF-0[712, 715, 728]G VHV-1511, CHV-[1512, 1513, 1514] VHV-[2011, 2017] VHV-[2501, 2505, 2506] VHV-[3001, 3003] VHV-[4001, 4002] VHV-[5001, 5002] VHV-6001 0.01 * based on: Condesing Temp = 54,4 °C, Evaporating Temp = 7,2 °C Superheat Temp = 5 K, Supercool Temp = 5 K 1 5 10 50 100 500 Capacity [kW] - 5 -
J.P.Gomes
TECHNICAL DATA AND SELECTION CRITERIA R 407 C
Model number Discharge Suction Capacity / kW [condition 1](1) Capacity / kW [condition 2](2) Valve style (3) Code number Qty per box STF-0101G I.D. mm O.D. inch I.D. mm O.D. inch Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar 8.10 5/16” 9.70 3/8” 3.76 5.30 3.48 4.90 A 061L1206 061L1188 pcs. 4 45 STF-0104G 8.10 5/16” 9.70 3/8” 4.45 6.26 4.11 5.79 A 061L1143 061L1207 45 3 STF-0201G STF-0202G STF-0204G STF-0205G STF-0208G STF-0209G STF-0214G STF-0301G STF-0306G STF-0401G STF-0404G STF-0409G STF-0413G STF-0420G STF-0712G STF-0715G STF-0728G 9.70 9.70 9.70 8.10 9.70 9.70 12.95 12.95 12.95 12.80 12.80 12.80 16.00 12.80 19.15 22.50 22.50 3/8” 12.95 1/2” 3/8” 12,95 1/2” 3/8” 16.03 5/8” 5/16” 12.95 1/2” 3/8” 16.03 5/8” 3/8” 12.95 1/2” 1/2” 16.03 5/8” 1/2” 16.15 5/8” 1/2” 19.20 3/4” 1/2” 19.15 3/4” 1/2” 19.15 3/4” 1/2” 22.40 7/8” 5/8” 22.40 7/8” 1/2” 22.40 7/8” 3/4” 22.30 7/8” 7/8” 28.70 1 1/8” 7/8” 22.30 7/8” 7.18 7.18 7.18 7.18 7.18 7.18 7.18 8.73 8.73 15.91 18.13 15.91 15.91 18.13 27.03 27.03 27.03 10.11 10.11 10.11 10.11 10.11 10.11 10.11 12.29 12.29 22.40 25.53 22.40 22.40 25.53 38.05 38.05 38.05 6.63 6.63 6.63 6.63 6.63 6.63 6.63 8.06 8.06 14.70 16.76 14.70 14.70 16.76 24.98 24.98 24.98 9.34 9.34 9.34 9.34 9.34 9.34 9.34 11.34 11.34 20.70 23.60 20.70 20.70 23.60 35.17 35.17 35.17 A A D B C B D E E B B B B B B B B 061L1144 061L1189 061L1145 061L1146 061L1147 061L1148 061L1149 061L1208 061L1194 061L1151 061L1209 061L1152 061L1193 061L1154 061L1155 061L1156 061L1210 061L1195 061L1158 061L1160 32 32 32 32 32 32 32 4 32 32 2 24 24 24 24 24 1 6 6 6 Model number Discharge Suction Capacity / kW [condition 1](1) Capacity / kW [condition 2](2) Valve style (3) Code number Qty per box VHV-1511 I.D. mm O.D. inch I.D. mm O.D. inch Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar 22.50 7/8” 28.90 1 1/8” 30.12 42.39 27.82 39.17 F 061L1173 pcs. 1 CHV-1512 28.90 1 1/8” 32.05 1 1/4” 30.12 42.39 27.82 39.17 F 061L1170 1 CHV-1513 22.50 7/8” 35.22 1 3/8” 30.12 42.39 27.82 39.17 F 061L1171 1 CHV-1514 28.90 1 1/8” 35.22 1 3/8” 30.12 42.39 27.82 39.17 F 061L1172 1 VHV-2011 22.50 7/8” 28.90 1 1/8” 38.49 54.18 35.56 50.08 B 061L1174 1 VHV-2017 28.90 1 1/8” 35.20 1 3/8” 38.49 54.18 35.56 50.08 B 061L1190 1 VHV-2501 25.70 1” 32.05 1 1/4” 58.18 81.89 53.74 75.68 G (6) 061L1175 1 VHV-2505 VHV-2506 VHV-3001 VHV-3003 28.90 1 1/8” 35.20 1 3/8” 28.90 1 1/8” 41.70 1 5/8” 32.05 1 1/4” 38.40 1 1/2” 28.50(4) 1 1/8”(5) 41.70 1 5/8” 58,18 58,18 82.13 82.13 81.89 81.89 115.61 115.61 53.74 53.74 75.87 75.87 75.68 75.68 106.83 106.83 G G G G 061L1191 061L1192 061L1176 061L1183 1 1 1 1 VHV-4001 VHV-4002 VHV-5001 VHV-5002 VHV-6001 38.35 1 1/2” 45.15 1 3/4” 114.64 41.20(4) 1 5/8”(5) 41.70 1 5/8” 114.64 38.35 1 1/2” 54.40 2 1/8” 148.86 41.20(4) 1 5/8”(5) 54.40 2 1/8” 148.86 41.20(4) 1 5/8” (5) 67.00 2 5/8” 236.40 161.37 161.37 209.54 209.54 333.56 105.90 105.90 137.52 137.52 192.52 149.12 149.12 193.64 193.64 275.72 G G G G G 061L1179 061L1184 061L1180 061L1185 061L1186 1 1 1 1 1 (1) condition 1: 38°C condensing / 5°C evaporating / 5°C super-heat / 0°C sub-cooling (2) condition 2: 54,4 °C condensing / 7,2°C evaporating / 5°C super-heat / 5°C sub-cooling (3) see valve style overview on page 7 (4) - refers to O.D. (5) - refers to I.D. (6) - VHV-2501 does not have a bracket Max working pressure: 45 bar (maximum working pressure for VHV-6001 is 41.7 bar, and for CHV types - 33bar) Ambient temperature : -20oC to 55oC NOTE R407C and R410A: For discharge and suction, I.D. describes exact inner diameter of valve connections. O.D. relates to the outer diameter of connection pipe in the system. - 2 -
REVERSING4 - 4 - WAY REVERSING VALVES SELECTION
The pilot valve ensures a very reliable changeover from cooling to heating mode; the changeover happens instantaneously with a minimum pressure differential. The valve design also guarantees a minimum pressure drop and a very low risk of leakage. The STF models offer a wide range of connection dimensions, configurations and capacity for specific applications. The standard CHV/VHV models are packed as 1 pc. per box providing increased flexibility. TECHNICAL DATA AND SELECTION CRITERIA R 410 A Discharge Suction Capacity / kW [condition 1](1) Capacity / kW [condition 2](2) Valve Qty per box Model number STF-0101G I.D. mm O.D. inch I.D. mm O.D. inch Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar 8.10 5/16” 9.70 3/8” 4.61 6.50 4.16 5.87 style (3) Code number 061L1206 A 061L1188 pcs. 4 45 STF-0104G 8.10 5/16” 9.70 3/8” 5.46 7.69 4.91 6.93 A 061L1143 061L1207 45 3 STF-0201G STF-0202G STF-0204G STF-0205G STF-0208G STF-0209G STF-0214G STF-0301G 9.70 9.70 9.70 8.10 9.70 9.70 12.95 12.95 3/8” 12.95 1/2” 3/8” 12.95 1/2” 3/8” 16.03 5/8” 5/16” 12.95 1/2” 3/8” 16.03 5/8” 3/8” 12.95 1/2” 1/2” 16.03 5/8” 1/2” 16.15 5/8” 8.81 8.81 8.81 8.81 8.81 8.81 8.81 10.69 12.43 12.43 12.43 12.43 12.43 12.43 12.43 15.08 7.94 7.94 7.94 7.94 7.94 7.94 7.94 9.63 11.20 11.20 11.20 11.20 11.20 11.20 11.20 13.59 A A D B C B D E 061L1144 061L1189 061L1145 061L1146 061L1147 061L1148 061L1149 061L1208 061L1194 32 32 32 32 32 32 32 4 32 STF-0306G 12.95 1/2” 19.2 3/4” 10.69 15.08 9.63 13.59 E 061L1151 061L1209 32 2 STF-0401G STF-0404G STF-0409G STF-0413G STF-0420G STF-0712G STF-0715G STF-0728G 12.80 12.80 12.80 16.00 12.80 19.15 22.50 22.50 1/2” 19.15 3/4” 1/2” 19.15 3/4” 1/2” 22.40 7/8” 5/8” 22.40 7/8” 1/2” 22.40 7/8” 3/4” 22.30 7/8” 7/8” 28.70 1 1/8” 7/8” 22.30 7/8” 19.50 22.23 19.50 19.50 22.23 33.14 33.14 33.14 27.51 31.35 27.51 27.51 31.35 46.74 46.74 46.74 17.58 20.03 17.58 17.58 20.03 29.85 29.85 29.85 24.80 28.26 24.80 24.80 28.26 42.11 42.11 42.11 B B B B B B B B 061L1152 061L1193 061L1154 061L1155 061L1156 061L1210 061L1195 061L1158 061L1160 24 24 24 24 24 1 6 6 6 Model number Discharge Suction Capacity / kW [condition 1](1) Capacity / kW [condition 2](2) Valve style (3) Code number Qty per box VHV-1511 I.D. mm O.D. inch I.D. mm O.D. inch Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar Δ p: 0,1 bar Δ p: 0,2 bar 22.50 7/8” 28.90 1 1/8” 36.90 52.05 33.25 46.90 F 061L1173 pcs. 1 VHV-2011 22.50 7/8” 28.90 1 1/8” 47.19 66.55 42.52 59.98 B 061L1174 1 VHV-2017 28.90 1 1/8” 35.20 1 3/8” 47.19 66.55 42.52 59.98 B 061L1190 1 VHV-2501 25.70 1” 32.05 1 1/4” 71.30 100.56 64.24 90.62 G (6) 061L1175 1 VHV-2505 VHV-2506 28.90 1 1/8” 35.20 1 3/8” 28.90 1 1/8” 41.70 1 5/8” 71.30 71.30 100.56 100.56 64.24 64.24 90.62 90.62 G G 061L1191 061L1192 1 1 VHV-3001 VHV-3003 VHV-4001 VHV-4002 VHV-5001 VHV-5002 VHV-6001 32.05 1 1/4” 38.40 1 1/2” 100.66 28.50(4) 1 1/8”(5) 41.70 1 5/8” 100.66 38.35 1 1/2” 45.15 1 3/4” 140.51 41.20(4) 1 5/8”(5) 41.70 1 5/8” 140.51 38.35 1 1/2” 54.40 2 1/8” 175.11 41.20(4) 1 5/8”(5) 54.40 2 1/8” 175.11 41.20(4) 1 5/8” (5) 67.00 2 5/8” 293.37 141.98 141.98 198.18 198.18 246.98 246.98 413.77 90.71 90.71 126.61 126.61 157.78 157.78 242.57 127.96 127.96 178.60 178.60 225.58 225.58 342.19 G G G G G G G 061L1176 061L1183 061L1179 061L1184 061L1180 061L1185 061L1186 1 1 1 1 1 1 1 (1) - (6) please see page 2. STANDARD COILS SELECTION All coils are interchangeble and can be used also with
VHV valves.
Standard coils are water-proof (IP67) (codification of coils see page 7) Code no. Type 061L2092 STF-01AB500A1 061L2038 STF-01AB503B1 061L2094 STF-01AJ504F1 061L2016 STF-01AJ504F1 061L2093 STF-01AJ506B1 061L2095 STF-01AJ512D1 061L2074 STF-01AJ512D1 - 3 - Cable length [mm] 600 1200 1200 1200 600 2000 2000 Rated voltage [V AC] 24 24 208 to 240 208 to 240 220 to 240 220 to 240 220 to 240 Qty per box [pcs.] 10 100 10 100 10 10 60 Watts 50Hz (60Hz) 6 (5) 6 (5) 6 6 6 1.00 0.30 0.25 0.20 0.15 0.10 0.09 0.08 0.07 0.06 0.05 0.04 0.03 0.02 A B C D E F G H I J K L M N A B C D E F G H I J K L M N CAPACITY CHARTS R410A Capacity* for 4-way reversing valves type STF-G and VHV STF-0101G STF-0104G STF-0[201, 202, 204, 205, 208, 209, 214]G STF-0[301, 306]G STF-0[401, 409, 413]G STF-0[404, 420]G STF-0[712, 715, 728]G VHV-1511 VHV-[2011, 2017] VHV-[2501, 2505, 2506] VHV-[3001, 3003] VHV-[4001, 4002] VHV-[5001, 5002] VHV-6001 0.01 * based on: Condesing Temp = 54,4 °C, Evaporating Temp = 7,2 °C Superheat Temp = 5 K, Supercool Temp = 5 K 1 5 10 50 100 500 1.00 0.30 0.25 0.20 0.15 0.10 0.09 0.08 0.07 0.06 0.05 0.04 0.03 0.02 Capacity [kW] A B C D E F GH I J K L M N A B C D E F G H I J K L M N R407C Capacity* for 4-way reversing valves type STF-G and VHV STF-0101G STF-0104G STF-0[201, 202, 204, 205, 208, 209, 214]G STF-0[301, 306]G STF-0[401, 409, 413]G STF-0[404, 420]G STF-0[712, 715, 728]G VHV-1511, CHV-[1512, 1513, 1514] VHV-[2011, 2017] VHV-[2501, 2505, 2506] VHV-[3001, 3003] VHV-[4001, 4002] VHV-[5001, 5002] VHV-6001 0.01 * based on: Condesing Temp = 54,4 °C, Evaporating Temp = 7,2 °C Superheat Temp = 5 K, Supercool Temp = 5 K 1 5 10 50 100 500 Capacity [kW] - 4 - CAPACITY CHARTS 1.00 0.30 0.25 0.20 0.15 0.10 0.09 0.08 0.07 0.06 0.05 0.04 0.03 0.02 A B C D E F G H I J K L M N A B C D E F G H I J K L M N R404A Capacity* for 4-way reversing valves type STF-G and VHV STF-0101G STF-0104G STF-0[201, 202, 204, 205, 208, 209, 214]G STF-0[301, 306]G STF-0[401, 409, 413]G STF-0[404, 420]G STF-0[712, 715, 728]G VHV-1511, CHV-[1512, 1513, 1514] VHV-[2011, 2017] VHV-[2501, 2505, 2506] VHV-[3001, 3003] VHV-[4001, 4002] VHV-[5001, 5002] VHV-6001 0.01 * based on: Condesing Temp = 54,4 °C, Evaporating Temp = 7,2 °C Superheat Temp = 5 K, Supercool Temp = 5 K 1 5 10 50 100 500 1.00 0.30 0.25 0.20 0.15 0.10 0.09 0.08 0.07 0.06 0.05 0.04 0.03 0.02 Capacity [kW] A B C D E F G H I J K L M N A B C D E F G H I J K L M N R134a Capacity* for 4-way reversing valves type STF-G and VHV STF-0101G STF-0104G STF-0[201, 202, 204, 205, 208, 209, 214]G STF-0[301, 306]G STF-0[401, 409, 413]G STF-0[404, 420]G STF-0[712, 715, 728]G VHV-1511, CHV-[1512, 1513, 1514] VHV-[2011, 2017] VHV-[2501, 2505, 2506] VHV-[3001, 3003] VHV-[4001, 4002] VHV-[5001, 5002] VHV-6001 0.01 * based on: Condesing Temp = 54,4 °C, Evaporating Temp = 7,2 °C Superheat Temp = 5 K, Supercool Temp = 5 K 1 5 10 50 100 500 Capacity [kW] - 5 -
J.P.Gomes
R E F R I G E R A Ç Ã O E A R C O N D I C I O N A D O
R E F R I G E R A Ç Ã O E
A R C O N D I C I O N A D O
Seleção e Aplicação Unidades Condensadoras Semi-Herméticas -
60Hz R-22 R-134a R-404A R-407C R-507
Unidades Condensadoras Blue Star / Compact Line Descrição do produto Características mecânicas e elétricas Unidades Condensadoras Características dos compressores semi-herméticos Designação dos modelos (10 dígitos) Configuração do produto Especificações Gerais Dados de Capacidade R-22 Dados de Capacidade R-404A / R-507 Dados de Capacidade R-134a Dados de Capacidade R-407C Dimensões Gerais Dados Elétricos Diagramas Elétricos Esquema de Ligação elétrica para Pluscom HA / HG / 12P / 22P / 34P Esquema de Ligação elétrica para HA / HG 4 Instalação e Manutenção Localização da unidade Conexões de refrigeração Limpeza do sistema Lubrificante Soft Starter Controles de pressão Nível de ruído Limites Operacionais e de Segurança Aquecedor de cárter Proteções contra migração e retorno de líquido Limite de partida Detalhes das Unidades Condensadoras Blue Star / Compact Line Tabelas de Conversões Outros Produtos Danfoss 2 3 3 3 4 4 5 5 6 8 10 12 13 14 15 16 16 17 18 18 19 19 20 21 21 22 23 23 23 23 24 26 27 DESCRIÇÃO DO PRODUTO As unidades condensadoras equipadas com compressores semi-herméticos Bock são destinadas a aplicações de alta, média e baixa temperatura.
CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS E ELÉTRICAS
Condensadores dimensionados para operar em ambientes com temperaturas elevadas.
Ventiladores e motores especificamente projetados, combinados com a serpentina, obtendo máxima capacidade de rejeição de calor.
Motores fechados e protegidos, garantindo o perfeito funcionamento em ambientes úmidos e de grande diversidade de sujeira.
Unidades condensadoras pintadas (na cor azul) através de processo eletrostático, proporcionando excelente aspecto visual e maior resistência à corrosão.
Válvulas de serviço na sucção e descarga para todos os
compressores, facilitando a manutenção e a operação.
• Compressores e tubulações especificamente montados,
de forma a minimizar tensões e vibrações.
• Grades de proteção dos moto ventiladores, com pintura
na cor branca, para todos os modelos.
• Pressostatos de alta e baixa pressão ajustável ou do tipo
selado, eliminando vazamentos e alterações de set-point.
• Tanque de líquido com válvula de serviço em
todos os modelos (exceto na opção 00).
• Compressores com visor para a verificação do nível de
óleo do cárter.
• Compressores com protetor térmico (MP10)
que protege o motor contra temperaturas e
correntes elevadas.
• Baixo nível de ruído.
3
Unidades Condensadoras
Blue Star / Compact Line
As unidades condensadoras Blue Star possuem dois ventiladores
e a linha Compact Line possui um ventilador.
• Unidades compatíveis para aplicações com
R-22, R-134a, R-404A, R-407C e R-507.
• Caixa elétrica de fácil acesso para todos os modelos, exceto na
opção 00 (consultar tabela da página 5).
• Grande variedade de opcionais montados em fábrica (consultar
tabela da página 5).
•
Rigorosos testes de vazamento e funcionamento feitos em 100% das unidades fabricadas. • Visor de líquido e umidade Danfoss à prova de oxidação interna, e visor em cristal (consultar tabela na página 5). • Caixa de controle para resfriados e congelados com controlador eletrônico Danfoss EKC (opcional). • Válvula solenóide para linha de líquido com bobina selada à prova de respingo d’água (opcional). Compressores Semi-Herméticos
CARACTERÍSTICAS
Os compressores semi-herméticos HG e HA, com um novo design, oferecem uma HA Resfriado a ar • Compressor semi-hermético resfriado a ar. • Operação com menores temperaturas de descarga, com uma maior faixa de aplicação e melhor eficiência. • Não necessita de injeção de líquido ou resfriamento adicional para operação em baixas temperaturas de evaporação.
HG Resfriado a gás
• Compressor semi-hermético resfriado por gás de sucção. solução economicamente mais eficiente para cada aplicação. • A localização do motor elétrico fora do circuito refrigerante, em conjunto com um sistema especial de válvula de segurança, previne a troca direta de gás com o circuito de refrigeração em caso de queima do motor. • O refrigerante aspirado pelo compressor é usado para resfriar o motor, resultando em alta eficiência energética do conjunto. 4 Compressores HA: Especialmente desenhados para operação em baixas temperaturas. Compressores HG: Ideais para aplicação em ar condicionado e média temperatura. DESIGNAÇÃO DOS MODELOS (10 DÍGITOS) Unidades Condensadoras Aplicação H = Alta, média temperatura de evaporação L = Baixa temperatura de evaporação L D M 006 B 20 Q Código Q V R Descrição Compressor 230V 3~60Hz Ventilador 220V 1~60Hz Compressor 400V 3~60Hz Ventilador 220V 1~60Hz Compressor 460V 3~60Hz Ventilador 440V 3~60Hz Modelo da Unidade D = Compact Line - um ventilador S = Blue Star - dois ventiladores
CONFIGURAÇÃO DO PRODUTO
Lubrificante M = Óleo alquilbenzeno Z = Óleo poliolester Configuração do produto Indicadores do produto B = Brasil Referência de Capacidade Esta informação é dada através de uma opção de código de dois dígitos, que define as variações construtivas aplicadas aos modelos de série. As principais variações construtivas aplicáveis aos produtos de série estão listadas abaixo. Outras opções podem ser desenvolvidas mediante solicitação ao Departamento de Vendas da Danfoss.
Tabela de configuração do produto Pressostato
Tanque de Tabela de códigos opcionais Caixa Elétrica Visor de Filtro Separador Acumulador Código 00 20 21 25 39 40 49 50 Alta (HBP) X X X X X X Baixa (LBP) X X X X X X Líquido X X X X X X X Padrão X X X Com Proteções X X X X Líquido X X X X X X X X X X X de Óleo X X de Sucção Carenagem X X X X ATENÇÃO O pressostato de óleo é utilizado a partir dos modelos HSM / HSZ 046 e LDM / LDZ 046. 5
J.P.Gomes..
Seleção e Aplicação Unidades Condensadoras Semi-Herméticas -
60Hz R-22 R-134a R-404A R-407C R-507
Unidades Condensadoras Blue Star / Compact Line Descrição do produto Características mecânicas e elétricas Unidades Condensadoras Características dos compressores semi-herméticos Designação dos modelos (10 dígitos) Configuração do produto Especificações Gerais Dados de Capacidade R-22 Dados de Capacidade R-404A / R-507 Dados de Capacidade R-134a Dados de Capacidade R-407C Dimensões Gerais Dados Elétricos Diagramas Elétricos Esquema de Ligação elétrica para Pluscom HA / HG / 12P / 22P / 34P Esquema de Ligação elétrica para HA / HG 4 Instalação e Manutenção Localização da unidade Conexões de refrigeração Limpeza do sistema Lubrificante Soft Starter Controles de pressão Nível de ruído Limites Operacionais e de Segurança Aquecedor de cárter Proteções contra migração e retorno de líquido Limite de partida Detalhes das Unidades Condensadoras Blue Star / Compact Line Tabelas de Conversões Outros Produtos Danfoss 2 3 3 3 4 4 5 5 6 8 10 12 13 14 15 16 16 17 18 18 19 19 20 21 21 22 23 23 23 23 24 26 27 DESCRIÇÃO DO PRODUTO As unidades condensadoras equipadas com compressores semi-herméticos Bock são destinadas a aplicações de alta, média e baixa temperatura.
CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS E ELÉTRICAS
Condensadores dimensionados para operar em ambientes com temperaturas elevadas.
Ventiladores e motores especificamente projetados, combinados com a serpentina, obtendo máxima capacidade de rejeição de calor.
Motores fechados e protegidos, garantindo o perfeito funcionamento em ambientes úmidos e de grande diversidade de sujeira.
Unidades condensadoras pintadas (na cor azul) através de processo eletrostático, proporcionando excelente aspecto visual e maior resistência à corrosão.
Válvulas de serviço na sucção e descarga para todos os
compressores, facilitando a manutenção e a operação.
• Compressores e tubulações especificamente montados,
de forma a minimizar tensões e vibrações.
• Grades de proteção dos moto ventiladores, com pintura
na cor branca, para todos os modelos.
• Pressostatos de alta e baixa pressão ajustável ou do tipo
selado, eliminando vazamentos e alterações de set-point.
• Tanque de líquido com válvula de serviço em
todos os modelos (exceto na opção 00).
• Compressores com visor para a verificação do nível de
óleo do cárter.
• Compressores com protetor térmico (MP10)
que protege o motor contra temperaturas e
correntes elevadas.
• Baixo nível de ruído.
3
Unidades Condensadoras
Blue Star / Compact Line
As unidades condensadoras Blue Star possuem dois ventiladores
e a linha Compact Line possui um ventilador.
• Unidades compatíveis para aplicações com
R-22, R-134a, R-404A, R-407C e R-507.
• Caixa elétrica de fácil acesso para todos os modelos, exceto na
opção 00 (consultar tabela da página 5).
• Grande variedade de opcionais montados em fábrica (consultar
tabela da página 5).
•Rigorosos testes de vazamento e funcionamento feitos em 100% das unidades fabricadas. • Visor de líquido e umidade Danfoss à prova de oxidação interna, e visor em cristal (consultar tabela na página 5). • Caixa de controle para resfriados e congelados com controlador eletrônico Danfoss EKC (opcional). • Válvula solenóide para linha de líquido com bobina selada à prova de respingo d’água (opcional). Compressores Semi-Herméticos
CARACTERÍSTICAS
Os compressores semi-herméticos HG e HA, com um novo design, oferecem uma HA Resfriado a ar • Compressor semi-hermético resfriado a ar. • Operação com menores temperaturas de descarga, com uma maior faixa de aplicação e melhor eficiência. • Não necessita de injeção de líquido ou resfriamento adicional para operação em baixas temperaturas de evaporação.
HG Resfriado a gás
• Compressor semi-hermético resfriado por gás de sucção. solução economicamente mais eficiente para cada aplicação. • A localização do motor elétrico fora do circuito refrigerante, em conjunto com um sistema especial de válvula de segurança, previne a troca direta de gás com o circuito de refrigeração em caso de queima do motor. • O refrigerante aspirado pelo compressor é usado para resfriar o motor, resultando em alta eficiência energética do conjunto. 4 Compressores HA: Especialmente desenhados para operação em baixas temperaturas. Compressores HG: Ideais para aplicação em ar condicionado e média temperatura. DESIGNAÇÃO DOS MODELOS (10 DÍGITOS) Unidades Condensadoras Aplicação H = Alta, média temperatura de evaporação L = Baixa temperatura de evaporação L D M 006 B 20 Q Código Q V R Descrição Compressor 230V 3~60Hz Ventilador 220V 1~60Hz Compressor 400V 3~60Hz Ventilador 220V 1~60Hz Compressor 460V 3~60Hz Ventilador 440V 3~60Hz Modelo da Unidade D = Compact Line - um ventilador S = Blue Star - dois ventiladores
CONFIGURAÇÃO DO PRODUTO
Lubrificante M = Óleo alquilbenzeno Z = Óleo poliolester Configuração do produto Indicadores do produto B = Brasil Referência de Capacidade Esta informação é dada através de uma opção de código de dois dígitos, que define as variações construtivas aplicadas aos modelos de série. As principais variações construtivas aplicáveis aos produtos de série estão listadas abaixo. Outras opções podem ser desenvolvidas mediante solicitação ao Departamento de Vendas da Danfoss.
Tabela de configuração do produto Pressostato
Tanque de Tabela de códigos opcionais Caixa Elétrica Visor de Filtro Separador Acumulador Código 00 20 21 25 39 40 49 50 Alta (HBP) X X X X X X Baixa (LBP) X X X X X X Líquido X X X X X X X Padrão X X X Com Proteções X X X X Líquido X X X X X X X X X X X de Óleo X X de Sucção Carenagem X X X X ATENÇÃO O pressostato de óleo é utilizado a partir dos modelos HSM / HSZ 046 e LDM / LDZ 046. 5
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