quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Ar condicionado pode provocar infecções

Uso excessivo de ar condicionado pode provocar infecções;

Saiba como evitar.

O ar frio resseca a mucosa, que protege o organismo das bactérias, diminuindo a resistência
No verão, o ar condicionado acompanha os brasileiros em casa, no carro e no trabalho.
Mas apesar de ser um alívio contra o calor, o eletrodoméstico é um meio de disseminação de doenças e pode prejudicar a saúde.

O ar condicionado é um dos maiores causadores de doenças respiratórias.

O ar frio resseca a mucosa do nariz, responsável por defender o organismo da entrada de bactérias para o pulmão.
“A mucosa nasal é revestida por cílios que têm papel de varredura, levando as bactérias e os vírus para fora do organismo.
Uma vez agredida pelo ar frio, ela resseca e perde essa defesa, diminuindo a resistência e aumentando as chances de infecção, expondo o organismo”,.
ficar mais de três ou quatro horas em um ambiente com ar condicionado aumenta as chances de contrair gripe, resfriado e infecções.
"As pessoas que sofrem de asma, sinusite ou DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) são ainda mais sensíveis e têm mais chance de ter exacerbações.”
A pneumonia é o problema mais grave que pode ser provocado por uma infecção nos pulmões, de acordo com o especialista.
Troca do filtro e limpeza
Para evitar a proliferação de vírus e bactérias, é fundamental fazer a manutenção do aparelho.
“O grande problema é que o filtro do ar não consegue reter todas as impurezas, e o que não é filtrado fica retido nos tubos.
Para tentar prevenir infecções, deve ser feita uma limpeza adequada, não só trocar o filtro
A troca do filtro deve ser feita pelo menos uma vez por ano e os tubos precisam ser limpos a cada seis meses.
No caso do carro ainda informa que o filtro deve ser trocado a cada 10 mil quilômetros.

Mudanças bruscas de temperatura.

Outro problema causado pelo eletrodoméstico nesta época do ano é a mudança brusca de temperatura de um ambiente muito frio para outro muito quente, o que também resseca a mucosa.
Para evitar danos à saúde, o pneumologista da SBPT afirma que a temperatura do ar condicionado não pode ficar tão fria.
 “O ideal é que fique entre 22ºC e 24ºC”, indica.
antes de sair de um ambiente frio para outro quente, a pessoa coloque um agasalho para evitar a mudança brusca.
Então, é preciso esperar até que a temperatura do corpo se equilibre.
Evitar lugares refrigerados com um grande número de pessoas também diminui as chances de ter uma infecção.
“O ar condicionado não é um vilão. Hospitais têm ar condicionado.
É só uma questão de usar com bom senso”, (Ambulatório 23º C é uma temperatura agradável e não terá um contraste muito grande em relação ao ambiente externo.

Hidratação.

Para combater a umidade baixa provocada pelo ar condicionado, os especialistas recomendam a ingestão de bastante água e o uso de soro fisiológico no nariz para umidificar a mucosa ressecada.
Outra sugestão para quem dorme com o aparelho ligado é usar umidificadores ou manter tigelas com água no ambiente.
Por fim, recomenda a imunização a idosos e alérgicos.
A vacina da gripe aumenta a imunidade e evita infecções.
A maior parte das pessoas associa a chegada do verão ao aumento da temperatura.
No entanto, um grupo especial de pessoas, os oftalmologistas, associa a chegada do verão ao aumento do número de pessoas com a doença denominada   (Olho seco).
E isso ocorre por que o ar condicionado, que diminui a temperatura dos ambientes no verão também é o grande vilão da doença denominada olho seco. A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirma que incidência dessa doença salta de 10% para 20% durante o verão dobra no período.
Os sintomas do olho seco são olhos vermelhos, sensação de corpo estranho, ardência, coceira e visão borrada.
A doença ocorre devido a mudança da qualidade ou quantidade em uma das três camadas da lágrima  oleosa (externa), aquosa (intermediária) e proteica (interna).
A baixa umidade dos ambientes refrigerados provoca a evaporação da camada aquosa.
Sem lubrificação, os olhos ficam mais vulneráveis a inflamações e infecções.
E como a limpeza de ar condicionado no Brasil costuma ser ignorada por grande parte dos proprietários o risco de pegar uma inflamação ou infecção devido a fungos existentes no aparelho aumenta muito.
O único remédio para o olho seco é um colírio denominado lágrima artificial  que precisa ser feito após a análise da lágrima da pessoa.
Mas o colírio não é inofensivo: dependendo da quantidade que com que se pinga nos olhos ao longo do dia, o colírio pode provocar irritação devido aos conservantes que contém.
A indicação é de usar apenas quatro vezes ao dia mais existem pacientes que superam facilmente mais de dez vezes ao dia.
Em casos mais graves pode ser indicado o uso pode ser indicada cortisona ou ciclosporina. Mas jamais use tais medicamentos sem antes consultar um oftalmologista.
Prevenindo a doença olho seco
O primeiro passo para prevenir o olho seco é o consumo de no mínimo dois litros de água por dia.
Embora muito divulgada a necessidade do consumo de água, é surpreendente a quantidade de pessoas que não respeitam essa quantidade mínima.
Nas atividades que exigem concentração visual como o uso de computador ele diz que as dicas são: posicionar a tela 30 graus abaixo da linha dos olhos, fazer pausas de 5 minutos a cada hora de trabalho e piscar voluntariamente.

Gomes
“coolers de água”

Conhecidos por muitos como “coolers de água” ou “sistemas de resfriamento à base d’água”, os sistemas de refrigeração a líquido são produtos raros. Não que as fabricantes não tenham interesse ou mercado para comercializar este tipo de produto, mas pelo simples motivo de que, ao menos no Brasil, este tipo de tecnologia chega com valores abusivos.
Aos que nunca sequer ouviram falar neste tipo de sistema de refrigeração, vale a pena fazer uma pausa antes de entrarmos no quesito funcionamento. Os “coolers à base d’água” são componentes essenciais em computadores em que a temperatura do processador é elevada. Vale frisar que a palavra “elevada” não é aplicável a computadores em que a temperatura está acima do normal por motivos de desgaste da ventoinha ou desgaste da pasta térmica.
Sistema de refrigeração a líquido
Os sistemas de refrigeração a líquido são recomendados para computadores em que a ventilação do gabinete não é boa o suficiente e, principalmente, para consumidores que adquiriram computadores com configurações de alto nível (entenda processadores e placas de vídeo de última geração).
Evidentemente, há outros benefícios além da redução de temperatura. O resfriamento à base de líquido reduz o nível de ruído consideravelmente, justamente porque não existe uma ventoinha ativa o tempo todo. Além disso, por conseguir refrigerar o processador de forma mais eficiente, este sistema prolonga a vida da CPU e garante a execução de tarefas com maior eficiência (visto que altas temperaturas costumam prejudicar o desempenho do PC).
E assim seu processador fica bem frio...
Como você pôde reparar no infográfico, um sistema de refrigeração a líquido não possui muitos componentes. Vale salientar, no entanto, que existem diferentes modelos para realizar esta função. São diversas fabricantes, versões semelhantes do mesmo produto e, ainda, diferentes métodos de funcionamento. Claro que não podemos abordar cada sistema separadamente, por isso realizamos este artigo com base nos modelos mais comuns.
Um sistema de refrigeração pode ter dois ou mais componentes, mas o que vamos abordar conta com cinco itens principais. O primeiro deles é a bomba integrada. Esta peça vai instalada em cima do processador, encobrindo-o totalmente e mantendo outros componentes escondidos. A bomba integrada serve para puxar e empurrar o fluido que vai refrigerar a CPU.
Visão da parte inferior da bomba integrada
Abaixo da bomba integrada temos um dissipador, também conhecido como “prato frio”. Este item funciona de forma idêntica aos dissipadores comuns, mas não tem o mesmo tamanho. O objetivo deste dissipador é “puxar” o calor do processador. Apesar de parecer uma tarefa complexa, o dissipador não precisa realizar absolutamente nada.
Dissipador
O “prato frio” não passa de um pedaço de metal que segue as leis da física. Basicamente, o que vai ocorrer é que a CPU vai esquentar muito e, com isso, o calor vai se espalhar até que a temperatura atinja um ponto de equilíbrio. Todavia, o processador não mantém o calor para si e compartilha com o fluido que está encostado, quase que diretamente, nele.
O líquido aquecido, então, precisa ser afastado do processador e para realizar tal tarefa a bomba integrada deve entrar em ação. A bomba empurra a solução, com temperatura elevada, para longe do processador. O fluido é guiado pela mangueira até o radiador (também conhecido como trocador de calor).
Mangueiras conectadas ao radiador
O radiador é uma peça bem comum, presente em carros, geladeiras e outros tantos produtos. E que tem uma função importante: trocar calor entre a solução e o ar. Nos computadores a função é a mesma, de modo que o fluido que entra no radiador — através dos tubos — é resfriado para então retornar ao processador.
Acontece que nem sempre o radiador consegue refrigerar o fluido, visto que esse resfriamento está condicionado ao tamanho do radiador e à temperatura do líquido. Nestes casos, alguns sistemas de refrigeração a líquido ativam uma ventoinha no gabinete — ou acoplada ao radiador —, a qual ajuda a empurrar (caso ela esteja na parte frontal do gabinete) ou puxar (se estiver instalada na parte traseira) o ar quente para fora.
Ventoinha junto ao radiador para empurrar o calor para fora
Depois que a temperatura da solução voltou ao normal, o radiador direciona-o pela mangueira até a bomba integrada. Esta puxa o líquido para cima do processador, o qual vai esquentar o fluido novamente. E assim o ciclo se repete sucessivamente.
Só para esclarecer, este processo não é tão demorado quanto parece. Ele é contínuo, pois a quantidade de fluido no sistema de refrigeração é suficiente para que enquanto certa quantia está saindo do processador, outra já esteja chegando.
Nota: alguns sistemas de refrigeração a líquido contam com um reservatório, o qual serve para manter parte do fluido armazenada, possibilitando que o radiador tenha mais tempo para refrigerar a solução líquida.

Uma parte é água

Os chamados “water coolers” ou “coolers de água” recebem este nome por utilizarem a água como elemento principal para refrigeração dos componentes. No entanto, as soluções utilizadas nos sistemas de refrigeração, em geral, possuem determinada porcentagem de outros elementos químicos.
Alguns sistemas necessitam de substituição do líquido
Nem todas as fabricantes revelam o tipo de aditivo que utilizam, mas sabe-se que existem sistemas com propilenoglicol e outros com agentes anticongelantes e anticorrosivos. Estes componentes extras servem para que a água não ferva (em casos de altíssimas temperaturas), não perca sua composição mais pura e também para melhorar a temperatura mínima — de modo que o fluido não congele em casos de refrigeração acima do necessário.
Além deste fluido padrão, existem versões para melhorar o resfriamento de outras maneiras. No site Koolance há um líquido refrigerante preparado para conduzir pouca eletricidade, segundo a fabricante, este produto é recomendado em alguns casos, pois apesar de evitar problemas com a energia elétrica, ele não refrigera um pouco menos que os produtos comuns.
Vale salientar, no entanto, que nem mesmo água, tampouco o fluido como um todo são os únicos responsáveis pelo resfriamento do processador. O dissipador, o radiador, a bomba e até mesmo os tubos são preparados para manter as mais baixas temperaturas. Deste modo, a “água” é apenas o condutor que vai retirar o calor do processador.
Detalhe: os sistemas de refrigeração a líquido que necessitam de substituição do fluido devem sofrer uma manutenção a cada dois ou três anos, pois após este período a solução já não deve ter a qualidade reduzida drasticamente.

Refrigeração em mais componentes

Os sistemas de refrigeração a líquido ficaram muito modernos. A princípio a funcionalidade era resfriar apenas a CPU, todavia, com o surgimento de placas de vídeo mais potentes, as fabricantes adaptaram os produtos para que eles pudessem refrigerar as VGAs também.
Obviamente, para utilizar esse tipo de solução em uma placa gráfica, o usuário deve ter no mínimo uma placa de última geração — em placas de desempenho intermediário pode ser um desperdício. A instalação em placas de vídeo é relativamente simples, mas nem todos os sistemas de refrigeração vêm prontos para refrigerar placas gráficas.
Sistema preparado para refrigerar placas de vídeo, CPU e chipset
Aqueles que são capazes de resfriar mais de um componente vêm acompanhados de adaptadores e mais tubos. Normalmente, estes sistemas são ideais para resfriar múltiplas placas e conseguem, inclusive, refrigerar o chipset da placa mãe.
Normalmente, chips que necessitam de resfriamento vêm acompanhados de um cooler, mas com a utilização de um sistema à base de líquido, a temperatura fica mais baixa e, consequentemente, tende a aumentar a estabilidade, abrindo espaço para overclocks. Claro que, sistemas como estes são ainda mais caros, pois exigem mais de um radiador, reservatório de alta capacidade e bombas integradas para cada componente.

Ainda mais gelado!

Para algumas situações, o sistema de refrigeração a líquido — que utiliza um fluido à base d’água — não é suficiente.  Nestes casos, os entusiastas apelam para o resfriamento com nitrogênio líquido. Para este tipo de atividade, não existe um produto comercial específico, pois as fabricantes de processadores não planejam que uma CPU opere na frequência de 8,2 GHz.
Screenshot comprovando o atual recorde de overclock
Como você bem deve saber, este processo de elevação na “velocidade” (em teoria a velocidade aumenta, mas o clock da CPU é que tem seu valor modificado) do processador é conhecido como overclock e só é realizado por experts no assunto.  No caso do atual recordista, a frequência de um Celeron foi alterada de 3,2 GHz para 8,2 GHz. Como isto representa mais do que o dobro de operações suportadas, fica evidente que a CPU vai esquentar acima do normal.
E para esfriá-la, somente com uma solução capaz de atingir temperaturas negativas. No caso do nitrogênio, é possível manter a temperatura abaixo de -100 oC, mas por não haver um equipamento apropriado, os entusiastas precisam adaptar um tubo em cima do processador e derramar o nitrogênio aos poucos para que a CPU esfrie rapidamente e não corra o risco de queimar.
Sistema improvisado para esfriar a CPU com nitrogênio líquido
Você possui um computador com sistema de refrigeração a líquido? Já viu algum computador que precisasse de nitrogênio para funcionar? Compartilhe seus comentários e experiências.

Gomes

O compressor monofásico





                                               


O compressor monofásico
                              

                                  DICAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL


Tabela de diagnósticos das avarias nas unidades de refrigeração 
Provável Causa Intervenção Sugerida.

Tensão de linha inferior.

Medir a tensão na saída do contador:
Se for inferior aos limites de tolerância zumbi continua, mas não parte (O motoprotetor intervém de forma cíclica). limites de tolerância.
Falta calibragem das pressões durante a parada rápida do compressor (de modelo a dupla baixa no sistema capilar).
Paradas demasiadas breves são imputáveis a um termômetro com diferencial demasiado limitado.
Relé de arranque defeituoso ou não estando conforme as especificações do fabricante do compressor. 
Capacitor de partida defeituoso ou com tensão de etiqueta inferior àquela indicada pelo fabricante do compressor.
Capacitor de marcha defeituoso.
Conexões elétricas erradas porque manuseadas.
Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
Compressor travado mecanicamente ou os acoplamentos árvore-bronzinas não são bastante lubrificados. requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade. 
Se ao contrario as tenções estiverem nos limites, verificar se houve queda de tensão na entrada do compressor quando o compressor zumbi, mas não parte. 
Se houver queda de tensão tem-se a demonstração que a linha é de seção insuficiente.
Substituir a linha com outra de seção adequada. 
Se a tensão insuficiente não se deve a linha interna e se a diminuição não for temporária, pode-se incrementar o torque de arranque do compressor (caso este seja do tipo de PSC) instalando um conjunto que compreende um capacitor de arranque e um relê, transformado assim o sistema de partida do compressor de PSC a CRS. 
Se ao contrário o compressor tem um sistema de arranque do tipo RSIR, sua transformação em CSIR é quase sempre desaconselhável pois não é homologada pelo fabricante do compressor.
Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o termostato com diferencial regulável. 
Eventualmente desensibilizar o elemento sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias.
Procurar instalar um novo relé e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em inglês) fique no alto do relê instalado.
Se o relê original for do tipo amperométrico e não se encontrar a peça adequada, pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos.
Procurar instalar novos capacitores.
Restabelecer as ligações conforme os esquemas originais.
Desligar os cabos de alimentação das baterias de bornes do compressor e averiguar com um ohmímetro , se a resistência do enrolamento de partida e daquele de marchas estão corretas; averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez dielétrica).
Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento consertar ou substituir o compressor.
Pode ser feita uma tentativa de destravar o compressor ligando-o provisoriamente de forma que o motor elétrico receba um impulso que o leva a rodar no sentido contrário ao normal.
Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor.
Unidade sobrecarregada de refrigerante.
Descarregar para fora o refrigerante em excesso com a maior lentidão, de um lugar da unidade onde haja somente presença de gás.
No caso de se tratar de sistema hermético sem registro.
Utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga por meio das indicações do indicador de passagem de liquido.
Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado temporariamente no inicio da linha de liquido.
Motoprotetor defeituoso.
Verificar que a corrente de arranque e aqueles de marcha estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor.
Verificar também a temperatura do compressor.
A ausência de sobrecarga ou de superaquecimento evidente demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente.
Para os sistemas de proteção diferente proceder como segue:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon) :substituir o motoprotetor.
Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor: substituir o compressor.
Falta uma das três fases .
A falta de fase pode ser verificada medindo a tensão entre as três fases na mas não parte.
(O motoprotetor intervém forma cíclica)
Neste contexto com apalavra compressor entenderemos moto- compressor hermético ou semi- hermético e nunca compressor de alimentação. bateria de bornes do compressor.
Portanto verificar toda a linha de alimentação a partir da entrada do contador.
É provável encontrar a interrupção de um fusível ou um desgaste de um binário de contatos do contador ou bornes frouxos. tipo aberto.
As definições e as conclusões aqui referidas aos compressores herméticos e semi- herméticos , se devidamente interpretadas são também válidas para os compressores abertos.
(Por exemplo:)
“constatada a interrupção do enrolamento, consertar e substituir o compressor” deve-se entender como “constatada a interrupção do enrolamento, consertar ou substituir o motor elétrico de tração”.
Tensão da linha inferior .
Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos limites de tolerância. limites de tolerância ou se houver desequilíbrio entre as três fases requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade.
Se ao contrário não for levantada anomalia nenhuma, verificar a tensão de cada uma das três fases nos bornes do compressor em quanto este tenta, mas não parte.
Se houver queda de tensão nos bornes do compressor temos a demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente.
Substituir a linha com outra de seção adequada.
Interrupção do enrolamento .
Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e do motor elétrico. verificar que a resistência dos três enrolamentos esteja equilibrada.
Se o teste indicar um desequilíbrio, consertar ou substituir um compressor.
Enrolamento do compressor .
Testar o isolamento de massa. Se for insuficiente consertar ou substituir o em curto com massa. compressor.
Compressor travado .
É inútil destrava-lo invertendo a seqüência das fases na bateria de bornes.
O mecanicamente. compressor deve ser consertado ou substituído.
Motoprotetor não calibrado.
Em primeiro lugar verificar que a corrente de arranque e aquela de marcha adequadamente ou defeituoso. estejam nos limites previstos pelo fabricante do compressor.
Controlar também a temperatura do compressor.
A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente demonstram que um dispositivo motoprotetor é ineficiente.
Para os diferentes sistemas de proteção proceder da seguinte forma:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon):
Substituir o motoprotetor.
Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor:
Substituir o compressor.
Motoprotetor no quadro (relê térmico): verificar calibragem e se ela corresponde à corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico.
Motoprotetor a termistores: substituir o módulo eletrônico com outro novo, verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o compressor não seja superior àquela permitida pelo fabricante do módulo eletrônico.
Se a disfunção persistir, significa que um dos termostores no enrolamento do compressor está interrompido (o teste da continuidade do circuito feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1.5 Volt .
O compressor pára por intervenção do protetor térmico. indica resistência infinita.
Uma alternativa ao conserto do compressor é representada pela aplicação, a jusante do disjuntor, de um relê térmico devidamente calibrado.
Condensador ineficiente.
Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas deformadas com um pente de aletas.
Se for resfriada a água, tirar as incrustações dos passadores de água com soluções adequadas ou escovar os feixes de tubos.
Unidade sobrecarregada .
Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, de um lugar da refrigerante. unidade haja somente gás.
No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar as cargas através das indicações do passador de liquido.
Se este não for instalado, o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no inicio da linha de liquido.
Presença de ar no sistema.
Efetuar o expurgo do circuito. 
O expurgo do ar é uma operação bastante complexa que requer bastante experiência.
Às vezes é conveniente descarregar a unidade interna, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado no parágrafo precedente.
Fluxo de ar insuficiente .
Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de condensador resfriado a ar. rotação, situação das ventoinhas).
de ar quente
Corrigir o arranjo da umidade condensadora e do condensador. no condensador resfriado a ar.
Uma parte de ar aspirado pelos ventiladores não é fresca mas sim de recirculação, em conseqüência do fato que o condensador é instalado num espaço demasiadamente pequeno ou condensador é protegido por uma chapa furada que obstrui o fluxo de ar excessivamente.
Fluxo de água insuficiente
Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas , limpar os no condensador resfriado à filtros da tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam água. abertos , medir a pressão da rede hídrica.
Se o fluxo de água insuficiente for à conseqüência de uma diminuição de pressão não temporária, considerar a possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento.
Se a água de resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
Oclusão parcial da linha.
Verificar a posição dos registros da linha de descarga.
O enforcamento da descarga. seção da passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por um excesso de liga de brassagem).
Pressão de sucção .
Averiguar a calibragem da válvula reguladora de pressão de sucção.
Se a demasiado elevada em relação à unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não pressão prevista de evaporação. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o bulbo termostático da válvula de expansão seja bem fixado à tubulação de sucção e seja adequadamente revestida.
Apurar que a válvula seja calibrada corretamente (superaquecimento entre 4 e 8ºC) e não seja de potência excessiva.
Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da própria válvula, pode não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou pode ser de potência excessiva.
Tomar as devidas providências.
Se a unidade for do tipo capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
Motoprotetor.
Verificar que a corrente de partida e aquela de marcha esteja nos limites calibragem inadequada ou previstos pelo fabricante do compressor.
Verificar também a temperatura do defeituosa. compressor.
A ausência de sobrecargas ou de um superaquecimento evidente demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente.
Para os sistemas de proteção diferentes proceder como segue:
Motoprotetor termoamperométrico ou termostático externo (clixon):
Substituir o motoprotetor Motoprotetor termoamperométrico embutido no compressor:
Substituir o compressor. Motoprotetor no quadro (relê térmico):
Verificar a calibragem e se ela corresponde a corrente de marcha do compressor substituir o relê térmico Motoprotetor a termistores:
Substituir o módulo eletrônico com outro novo, verificando que a corrente absorvida pela bobina do disjuntor que comanda o compressor não seja superior aquela permitida pelo fabricante do módulo eletrônico.
Se a disfunção persistir, significa que um dos termistores no enrolamento do compressor é interrompido (o teste de continuidade do circuito é feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão máxima de 1,5 Volt indica resistência infinita).
Uma alternativa no conserto do compressor é representada pela aplicação , a jusante do disjuntor, de um relé térmico devidamente calibrado.
Tensão de linha inferior .
Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador, se for inferior aos aos limites de tolerância. limites de tolerância e se houver desequilibro entre as três fases requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade.
Se ao contrário a tensão entre as fases estiver nos limites, verificar que não a queda de tensão na entrada do compressor enquanto o compressor gira.
Se houver queda de tensão tem-se a demonstração que a linha entre o contador e o compressor é de seção insuficiente.
Substituir a linha com outra de seção adequada.
Enrolamento do motor.
Consertar ou substituir o compressor. curto-circuito
Acoplamento árvore- bronzinas não lubrificado satisfatoriamente ou princípio de gripagem do acoplamento pistão-cilindro.
Linha trifásica desbalanceada.
Temperatura do compressor muito elevada.
Consertar ou substituir o compressor.
Verificar se as tensões entre as fases de linha estejam balanceadas.
Caso negativo requerer a intervenção da companhia fornecedora de eletricidade.
Verificar se o compressor esteja adequadamente resfriado (circulação de ar natural), ventilador suplementar, camisa de circulação de água, etc,) e se sua superfície esteja limpa.
Ligações elétricas erradas .
Verificar as conexões segundo o esquema fornecido pelo fabricante do e montagem elétrica de arranque.
Relê ou condensador de marcha ou de arranque defeituoso ou não adequado para o compressor específico.
Compressor.
Verificar que o relê de arranque seja colocado de forma que a escrita TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
Procurar instalar um novo relê e ter cuidado que a escrita TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê instalado.
Se o relê original for do tipo amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potencia do compressor de 500W absorvidos.
Tentar substituir os condensadores.
Os contatos de relê.
O numero das intervenções .
Substituir o termostato com outro diferencial mais amplo ou aplicar o arranque deterioram rapidamente e ficam colados.
O condensador de arranque horárias do compressor é muito elevado (superior a cinco).
Diferencial do termostato muito e limitado.
A resistência que liga os dois terminais do condensador de arranque é interrompida ou inexistente.
Falta de equilíbrio das termostato com diferencial regulável.
Eventualmente ajustar o elemento sensível do termostato existente , para não exceder cinco intervenções diárias.
Aplicar uma resistência de 15 a 18 K 2W cuidando particularmente das soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador.
Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o se queima.
O condensador de marcha pressões durante a parada muito termostato com diferencial regulável.
Eventualmente desencibilizar o elemento breve do compressor .
Paradas sensível do termostato existente, para não exceder cinco intervenções horárias. muito breves são imputáveis e um termostato com diferencial muito limitado.
Relê de arranque defeituoso.
Procurar instalar um novo relê e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em especificações do fabricante do inglês) fique na parte alta do relê estalado.
Se o relê original for do tipo compressor. amperométrico e não se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no estado sólido até uma potência do compressor de 500W absorvidos .
Condensador de partida
Instalar como tentativa um novo condensador. defeituoso ou com tensão de etiqueta inferior aquela prescrita pelo fabricante do compressor.
Ligações elétricas erradas
Restabelecer as ligações de acordo com os esquemas originais. por terem sido manipuladas.
Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do compressor e averiguar com um ohmímetro, se a resistência do enrolamento de partida e daquele de marcha estão corretas:averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez dielétrica) .
Se os testes indicarem uma disfunção do enrolamento, consertar ou substituir o compressor.
Compressor travado..
Pode ser feita uma tentativa de destravar o ligando-o provisoriamente de forma mecanicamente ou os que o motor elétrico receba um impulso que o leve a lidar no sentido contrário ao acoplamentos árvore-bronzinas normal.
Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o compressor. não são bastante lubrificados.
Descarregar para fora o refrigerante em excedência com a maior lentidão, sobrecarregada de refrigerante. para um lugar da unidade onde haja somente presença de gás.
No caso de se tratar de sistema hermético sem registro, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga por meio de indicações do indicador de passagem de liquido.
Se este não estiver instalado, o mesmo levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado temporariamente no início da linha de liquido.
Os contatos do rele...
Aplicar uma resistência de 15 a 18 kW, 2W cuidando particularmente das arranque estão colados. 
A soldagens de estanho de seus terminais aos terminais do condensador. resistência que liga os dois terminais do condensador de arranque é interrompidas ou inexistente.
Condensador não esta entra em curto-circuito conforme as especificações do fabricante do compressor.
Substituir o condensador com outro de acordo com as especificações do fabricante do compressor.
Em fase de montagem ter o cuidado para que o terminal marcado com um selo vermelho seja ligado ao terminal R (marcha) do compressor monofásico.
O compressor não parte 
Apertar os botões de ligação manual dos pressostatos e do relê térmico. não é possível perceber nenhum zumbido, mesmo que na tomada dispositivo elétrico de proteção ou de segurança de tipo.
Verificar a integridade dos dispositivos automáticos de proteção. ou no quadro chegue corrente e o ligação manual.
Funcionamento termostato seja regulado numa temperatura mais baixa daquela existente na câmara refrigerada. defeituoso de um dispositivo automático de proteção.
O elemento bulbo -fole do termostato descarregou , o circuito elétrico fica aberto.
O disjuntor não se excita
Substituir o termostato.
A certeza da interrupção tem-se averiguando a presença de tensão nas pela interrupção de sua bobina . extremidades da bobina.
Substituir a bobina interrompida..
Os períodos de parada do compressor são muito breves ou o compressor efetua mais de cinco intervenções por hora.
A linha de alimentação do compressor é interrompida.
O enrolamento do motor elétrico é interrompido.
Diferencial do termostato muito limitado.
Infiltração grande de calor na câmara refrigerada
As válvulas do compressor.
Desligar a linha da suas extremidades e verificar sua continuidade de circuito.
Verificar a continuidade do circuito do enrolamento.
Consertar ou substituir o compressor.
Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo ou aplicar o termostato com diferencial regulável.
Eventualmente ajustar elemento sensível do termostato existente.
Nas câmaras de temperatura baixa as paradas rápidas do compressor são imputáveis a estanqueidade insuficiente das portas isotérmicas.
A dificuldade se elimina averiguando dobradiças e fechaduras.
Verificar a vedação das válvulas por meio de um vacuômetro aplicado na linha de baixa.
A pressão de descarga é muito elevada. (verificar-se a intervenção eventual do motoprotetor ou do pressostato de pressão alta)
A pressão de sucção é têm uma estanqueidade perfeita. 
sucção do compressor.
Um aumento rápido da pressão de sucção na parada do compressor denuncia uma vedação imperfeita das válvulas.
Se essa disfunção não compromete o rendimento do compressor, a imperfeição pode ser corrigida aplicando uma válvula de retenção na linha de sucção ou naquela de descarga.
Condensador ineficiente.
Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de aletas e eventualmente endireitar as aletas deformadas com um pente de aletas .
Se for resfriado a água, tirar as incrustações dos passadores com soluções adequadas ou escovar o feixe de tubos.
Fluxo de ar insuficiente no evaporador.
Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos motores, sentido de condensador resfriado a ar. rotação, estado das ventoinhas).
Recirculação de ar quente .
Corrigir o arranjo da unidade condensadora ou do condensador. no condensador resfriado a ar.
Uma parte de ar resfriada pelos ventiladores não é fresca mas sim de recirculação, isto é conseqüência do fato que o condensador foi instalado num espaço muito pequeno ou o condensador esta protegido por uma capa furada que freia o fluxo de ar excessivamente.
Fluxo de água insuficiente
Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas, limpar os no condensador resfriado à filtros na tubulação de adução, verificar que todos os registros na adução estejam água. abertos, medir a pressão da rede hídrica.
Se o fluxo de água insuficiente for à conseqüência de uma diminuição de pressão temporária , considerar a possibilidade de inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de resfriamento .
Se a água de um resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência desta.
Presença de ar na unidade.
Efetuar o expurgo do circuito.
O expurgo do ar é uma operação bastante complexa que requer bastante experiência.
Às vezes é conveniente descarregar a unidade inteira, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como indicado no parágrafo
Oclusão parcial da linha de sucção.
Verificar a posição dos registros da linha de descarga.
O enforcamento da descarga. seção de passagem pode também ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por um excesso de liga de brassagem)
Pressão de sucção muito baixa.
Averiguar a calibragem da válvula reguladora da pressão de sucção.
Se a elevada face à pressão de unidade for equipada com uma válvula de expansão com carga convencional e não evaporação prevista. estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar que o bulbo termostático da válvula de expansão esteja bem fixado a tubulação de sucção e esteja adequadamente revestida .
Apurar que a válvula esteja calibrada corretamente (superaquecimento entre 4 e 8 ºC) e não seja de potência excessiva.
Se a unidade for equipada com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da mesma válvula, , por não ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente) ou por ser de potência excessiva.
Tomar as devidas providências.
Se a unidade for de tipo capilar, a pressão de sucção excessiva é causada por carga em demasia.
Unidade sobrecarregada.
Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima, para um lugar da refrigerante. unidade onde haja somente gás.
No caso de um sistema hermético sem registros, utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor.
Dosar a carga através as indicações do passador de líquido.
Se este não estiver instalado, o mesmo tipo de levantamento pode ser feito utilizando um indicador de passagem de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no início da linha de liquido.
Válvula reguladora 
Aplicar um vacuômetro jusante da válvula e calibra-la a uma pressão que pressão de sucção não esta nos permita evitar sobrecargas no compressor em fase de arranque. muito elevada em relação pressão padrões da calibragem. de evaporação prevista.
Bulbo da válvula de expansão..
                                                   J.P.Gomes
Tipos de compressores utilizados em ar-condicionado


Compressor de ar-condicionado

O compressor é a principal peça do ar-condicionado (e também a mais cara), é o equipamento responsável pela alteração da temperatura do ar, promovendo o aquecimento ou a refrigeração do ambiente.
Sua função é receber e comprimir o fluido refrigerante vindo da evaporadora, elevando a pressão do gás e a temperatura nesse processo.
Após deixar o compressor, o gás passa novamente pelo condensador onde então é feita a troca de calor com o ambiente.

Existem vários tipos de compressores, mas somente cinco deles são utilizados na climatização, sendo o alternativo e o rotativo os tipos mais usados nos aparelhos de ar-condicionado residenciais.
Confira:

Compressor Rotativo

O rotativo é o mais econômico e silencioso dos compressores.
Sua grande eficiência em energia ocorre pelo ar que é comprimido nas espirais internas do equipamento, onde mesmo que seu funcionamento aconteça em altíssima rotação, o trabalho é realizado com “menos esforço” e consequentemente consumindo menos energia.
Ele é usado nos modelos janela e split. A tendência é que os fabricantes adotem o compressor rotativo em seus aparelhos.
Quando é usado: Aparelhos até 30.000 BTUs.

Preço médio: R$300 a R$800

Rotativo Inverter

A tecnologia inverter pode ser aplicada no compressor rotativo, que controla a velocidade da rotação, fazendo com que trabalhe em baixa freqüência, evitando picos de energia, sem perder a eficiência.
Só em comparação ao rotativo convencional (que já gasta menos que os outros) a diferença inverter pode chegar a 40% menos de consumo.
O sistema inverter é exclusivo para os aparelhos split.

Compressor Alternativo

Ele atua com um sistema parecido com um pistão de carro e o ar é comprimido.
Por conta disso, o nível de ruído é elevado, ele consome mais energia e possui menor vida útil. Gradativamente ele está sendo substituído pelo sistema rotativo.
É usado nos modelos janela e split.
Quando é usado: Aparelhos até 30.000 BTUs.

Preço médio: R$260 a R$1.100

Compressor Scroll

Este compressor tem duas partes separadas de forma espiral, onde uma permanece fixa, enquanto a outra gira contra ela.
Os compressores do tipo Scroll (caracol excêntrico) possuem alta eficiência energética aliado ao baixo nível de ruído, garantindo baixo custo de operação e funcionamento suave e progressivo.

Eles funcionam silenciosamente e são menos propensos a ter vazamentos quando comparados a outros tipos de compressores. O compressor scroll é mais utilizado em chillers.
Quando é usado: Equipamentos a partir de 24.000 BTUs.

Preço médio: R$700 a R$2.000

Compressor Parafuso

Neste modelo são usados dois eixos em formato de parafuso interligados que giram em direções opostas.
O gás refrigerante entra na câmara e é comprimido entre os parafusos.
O gás é absorvido para dentro da câmara e levado até a condensadora.

É mais comum vê-los sendo usados ??para fornecer ar comprimido em estabelecimentos industriais em geral.
Uma das vantagens desse compressor é que ele oferece um fluxo contínuo de ar.
Quando é usado: Sistemas entre 100 e 750 TRs.

Preço médio: R$12.000 a R$50.000

Compressor Centrífugo
Este modelo é adequado quando o objetivo é trabalhar numa faixa mais ampla de fluxo de ar, sem que mude a rotação.
Este compressor contém um propulsor de alta velocidade, com muitas pás, que giram para alcançar o objetivo do equipamento.
Ele ainda age como coletor acumulando o ar pressurizado.
Quando é usado: Sistemas entre 100 e 1.000 TRs.

Preço médio: R$40.000 a R$80.000

O setor está em desenvolvimento
O compressor alternativo está com os dias contados.
A criação do rotativo e principalmente da tecnologia inverter, fez com que a diferença de consumo e de trabalho de ambos seja significativa.

A tecnologia continua evoluindo nesse sentido, até em refrigeração óptica se fala, que poderia eliminar o uso de compressores no futuro.
Um microcompressor também foi desenvolvido pela empresa Embraco, com o objetivo de refrigerar pequenos objetos portáteis, como roupas especiais e caixas no transplante de órgãos.

Atuação no mercado

Existem profissionais, palestras e cursos específicos na área para conserto e selecionamento de compressores.
Sempre que ficamos sabendo de algum evento publicamos em nossa seção “cursos e eventos”.

Rede de energia fraca

Os compressores recomendados para locais onde a energia elétrica é fraca ou tem variações, são os de alto torque de partida (força que tende a rodar algo), contidos na maioria dos compressores usados nos condicionadores de ar.
Estabilizador de tensões também é indicado para rede vulneráveis, já que mantém a tensão dentro da faixa projetada.

Como sei que o compressor está danificado?

Basicamente os testes necessários são:
Examinar se alguma bobina está interrompida ou queimada;
Verificar se os componentes elétricos estão em boas condições;
Observar se as peças relacionadas ao trabalho de compressão estão em boas condições e se o compressor atinge o índice de compressibilidade projetado.

Existem outros modelos

É comum ouvirmos outros tipos de compressores como Axiais, hemérticos, semi-herméticos, abertos, dinâmicos radiais, de palheta, de lóbulos, entre outros que vão além de aparelhos de ar-condicionado, servindo para aumentar a pressão de fluido em estado gasoso de outros aparelhos como geladeira, máquinas industriais, automóveis, entre outros.

Gomes

Ar-condicionado Inverter: A instalação e as peças são mais caras?

  • 11 de junho de 2015
  •  
  • 14 Comentários
Assim como o preço do aparelho de ar-condicionado Inverter é mais elevado que os outros modelos convencionais (On-Off), sua instalação e peças também têm o custo mais elevado.
Esse sistema do ar-condicionado, que é capaz de atingir a temperatura desejada rapidamente e a manter constante, com pouca oscilação de energia, acaba trazendo uma economia significativa se comparado aos Splits tradicionais. Isso acontece pois seu sistema de operação interno habilita o compressor a operar em baixa rotação quando a temperatura fica estabilizada, reduzindo potencialmente o ruído.
Tecnologia avançada
Esse é o maior motivo para que o preço do Inverter seja mais caro que os outros modelos, do mesmo modo que suaspeças e instalação. Constituído de um sistema mais desenvolvido, há uma lógica dentro do aparelho, como um computador, que controla todos os fatores de funcionamento, como os sensores de temperatura, luminosidade e velocidade do compressor, fazendo com que suas peças tenham um custo mais elevado.
Mas o fato da linha profissional do Inverter abranger mais tecnologia não significa que o usuário está isento de possíveis problemas. Jairo Bertoni, técnico e atuante há mais de 30 anos no setor, defende que para que o ar-condicionado funcione adequadamente sem causar dores de cabeça ao consumidor, a estrutura de energia elétrica e a qualificação da instalação são fatores decisivos para um correto funcionamento do aparelho.
O alto custo das placas de controle
“No Brasil temos o problema da energia. As constantes quedas de luz e apagões gerais ainda representam uma falha no sistema, já que a rede é muito instável e por causa disso a placa de controle do ar-condicionado acaba queimando facilmente quando cai a luz”, aponta Bertoni. O técnico ainda afirma que essas placas podem representar até 50% do preço do aparelho se for Inverter, ficando muitas vezes inviável mandá-lo para o conserto.
Por causa desses defeitos recorrentes nessa parte do ar-condicionado, a garantia dos aparelhos em geral caiu para 1 ano, considerando que antigamente as companhias davam de 3 a 5 anos caso o produto apresentasse alguma falha.
Instalação
Perante essa situação, a instalação também acaba sendo influenciada em termos de custo, ainda que esse não devesse ser cobrada por um preço mais caro, já que o procedimento é o mesmo do que nos modelos convencionais. Os profissionais acabam exigindo um valor mais alto em equivalência ao preço do aparelho e das peças, que como dito acima, são mais caras que as dos modelos que não são Inverter.
Apesar das possíveis falhas que esse sistema possa apresentar devido à falta de uma boa estrutura elétrica, Bertoni recomenda a instalação se for efetuada por um profissional com experiência e conhecimentos específicos do Inverter no setor.

Gomes
o ciclo de refrigeração.





São muitos os tipos de sistemas de refrigeração mecânica. 
Eles têm uma grande variedade de formas, tamanhos, arranjos dos componentes e usos. 
Se estudarmos refrigeração procurando entender cada um deles, teremos um longo e prolongado estudo. 
No entanto, como os princípios da refrigeração mecânica e os componentes essenciais são os mesmos, quer o sistema seja grande ou pequeno, podemos aprender a refrigeração estudando o que todos eles tm em comum, 

o ciclo de refrigeração.

Depois do conhecer bem o ciclo de refrigeração, torna-se mais fácil olhar para detalhes que diferenciam um sistema de outro.
A animação abaixo mostra o ciclo de refrigeração tanto em um refrigerador quando em um ar-condicionado. 

O Princípio é  o mesmo

O que muda, como pode ser notado, são o formato e a disposição dos componentes. 
Os sistemas de refrigeração mecânica utilizam um ciclo fechado, significando que o refrigerante está isolado do meio ambiente. Num ciclo aberto a substância que absorve o calor está exposta ao ambiente.
O refrigerador de antigamente utilizava um ciclo aberto de refrigeração. 
O gelo que fazia o resfriamento estava exposto ao ambiente ao seu redor. 
Um bloco de gelo era colocado no topo e os alimentos eram armazenados na parte de baixo do aparelho.
O calor era levado por convecção do ar até o gelo, resfriando os alimentos e derretendo o gelo. 
A água produzida levava o calor absorvido dos alimentos para fora do gabinete do aparelho, até uma bandeja situada abaixo do mesmo
Num aparelhos desses, o gelo tinha que ser periodicamente reposto e bandeja com água esvaziada para manter o aparelho em operação.
Ciclo aberto x ciclo fechado de refrigeração
Teoricamente pode se utilizar um refrigerante num sistema de refrigeração de ciclo aberto. 
No entanto isso não é feito porque eles são raros, caros e em geral prejudiciais ao meio ambiente.
É por isso que na maior parte do mundo é ilegal liberá-los diretamente na atmosfera.

Lado de alta x lado de baixa

O compressor e o dispositivo de expansão trabalham juntos para criar uma zona de pressão alta e uma de baixa no mesmo sistema. 
No caso de um ar-condicionado, permitem que o mesmo refrigerante que evapora a 4,4o. C condense-se a 49o. C. 
Esses dois componentes marcam os pontos divisores entre o lado de alta pressão o lado de baixa:
Lado de alta (R22 a 263 PSIG e 49C)

Lado de baixa (R22 a 69 PSIG e 4,4C)

  • saída do dispositivo de expansão;
  • evaporador;
  • linha de sucção;
  • entrada do compressor.

Sistemas de ciclo fechado

No caso de um ar-condicionado, o compressor recebe o gás refrigerante numa pressão e temperatura baixa (cerca de 4,4o. C) e comprime-o. 
A descarga do compressor está no lado de alta do sistema.
O compressor eleva a pressão até cerca de 263 PSIG e temperatura de ate 77o. C. também no lado de alta está localizada a tubulação que leva o gás quente do compressor até o condensador. 
Esta tubulação é chamada de linha de gás quente.
O condensador está localizado no lado de alta, assim como a linha de líquido que o liga ao dispositivo de expansão. 
O refrigerante segue no dispositivo numa temperatura e pressão altas, porem sai dele já com ambas baixas.
A entrada do dispositivo de expansão está no lado de alta enquanto sua saída fica localizada no lado de baixa. 
O evaporador também está localizado no mesmo lado, bem como a linha de sucção que conecta o evaporador à entrada do compressor.
A linha de sucção, ou entrada do compressor, é o último item no lado de baixa do sistema.


Gomes

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Mecânica de Lagrange


mecânica de Lagrange ou mecânica lagrangiana, nomeada em honra ao seu conceptor, Joseph-Louis Lagrange, é uma formulação da mecânica clássica que combina a conservação do momento linear com a conservação da energia. Exposta pela primeira vez no livro Méchanique Analytique em 1788, a formulação é provida de um potente ferramental matemático equivalente a qualquer outra formulação da mecânica, como por exemplo, o formalismo newtoniano.
Na mecânica lagrangiana, a trajetória de um sistema de partículas é obtida resolvendo as equações de Lagrange em uma de suas duas formas, chamadas equações de Lagrange de primeiro tipo, que trata as restrições explicitamente como equações adicionais, geralmente utilizando os multiplicadores de Lagrange;e as equações de Lagrange de segundo tipo, que incorporam as restrições diretamente na escolha das coordenadas generalizadas
lema fundamental do cálculo das variações mostra que resolver as equações de Lagrange é equivalente a encontrar o caminho que minimiza a funcional ação, uma quantidade que é a integral da função de Lagrange  no tempo.
Dado um conjunto de coordenadas generalizadas  para descrever o sistema físico estudado, a Lagrangiana de qualquer sistema o caracteriza de forma unívoca e pode apresentar as seguintes dependências funcionais , em que  que são as velocidades generalizadas.
Pelo Princípio de Hamilton , que nos diz que o trajeto real da partícula , entre os instantes  e  é aquele que minimiza a ação  . Fixados os extremos da trajetória no espaço de configuração. Encontramos  as equações de Euler-Lagrange
que são equações diferenciais parciais de segunda ordem em .
No caso de um sistema não-conservativo (ou dissipativo), temos
em que  são as forças generalizadas externas.
A Mecânica Lagrangeana é baseada num formalismo escalar mais simples e geral, quando comparado ao formalismo vetorial de Newton. 
Com isso, ela é capaz de descrever igualmente bem fenômenos a baixas velocidades ou a velocidades relativísticas. 
O único aspecto que difere entre cada caso é a Função de Lagrange.

Uma escolha para as coordenadas generalizadas

Joseph-Louis Lagrange
Em um sistema clássico, por exemplo, temos que  (aqui estamos assumindo que as coordenadas generalizadas são os módulos dos vetores posição de cada partícula que compõem o sistema) e a Função de Lagrangedefine-se como
Em que  é a Energia Cinética e  é a Energia Potencial de Interação.
Quanto às equações de Euler-Lagrange, temos

Aplicação "clássica"

A Mecânica de Lagrange tem a vantagem de resolver elegantemente problemas complexos, sendo um bom exemplo do grau de abstração embutido no formalismo de Lagrange a simplicidade com que podemos deduzir as Leis de conservação a partir das simetrias do espaço-tempo
Deixa-se, aqui, a título de exemplo, a dedução da Conservação do Momento Linear:
  • Conservação do Momento Linear
Sendo o espaço homogêneo[8], tem-se que . Num sistema isolado (conservativo), pelas equações de Euler-Lagrange, temos . Definindo  [9], chegamos a 

Princípio de D'Alembert e forças generalizadas

Jean Le Rond d'Alembert em 1753
O Princípio de D'Alembert introduz o conceito de Força Virtual ou Trabalho Virtual devido a aplicação de forças F i e forças e inerciais, agindo em um sistema tri-dimensional acelerado de n partículas que em movimento é consistente com as suas limitações,[10]
Matematicamente, o trabalho virtual feito AW em uma partícula de massa através de um deslocamento virtual δ r i (consistente com as restrições) é:
Princípio de D'Alembert
onde  são as acelerações das partículas no sistema i = 1, 2,...,nsimplesmente rotulam as partículas. 
Em termos de coordenadas generalizadas
essa expressão sugere que as forças aplicadas possam ser forças generalizadasQj. Dividindo por δqj da a definição de uma força generalizada:
Se as forças Fi são Força conservativa, há um campo escalar potencial V em que o gradiente de V é a força:
Forças generalizadas podem ser reduzidas para um gradiente de potencial em termos de coordenadas generalizadas. 
O resultado anterior pode ser mais fácil de ver, reconhecendo que V é a função de ri, que por sua vez são funções de qj, e, em seguida aplicando a Regra da cadeia para a derivada de  em relação a qj.

Relações de energia cinética

A energia cinética, T, para o sistema de partículas é.
As derivadas parciais de T em relação às coordenadas generalizadas  e velocidades generalizadas  são [10]:269:
Porque  e  são variáveis independentes:
Então :
O Tempo total derivado desta equação é:
resultando em:
Equações de movimento generalizadas
Esta é uma importante equação. 
As Leis de Newton estão contidas nela e não existe nenhuma necessidade de encontrar as forças de restrição, porque o trabalho virtual e coordenadas generalizadas (que representam restrições) são usados. 
Esta equação em si não é realmente usada na prática, mas é um passo para derivar as equações de Lagrange.

Lagrangiano e ação

O elemento central da mecânica de Lagrange é a função de Lagrange, função que resume a dinâmica de todo o sistema em uma expressão muito simples. 
A física de análise de um sistema é reduzida para a escolha do conjunto mais conveniente de coordenadas generalizadas, determinando as energias potencial e cinética dos constituintes do sistema, então escrevemos a equação do Lagrangeano nas equações de Lagrange. 
Que é definido pela[12]
onde T é o total de energia cinética V é o total de energia potencial do sistema.
O próximo elemento fundamental é a ação , definida como a integral do Lagrangeano no tempo:
Este contém também a dinâmica do sistema, e tem implicações teóricas profundas. 
Formalmente a ação não é uma função, mas um funcional: seu valor depende da função de Lagrange em todos os instantes entre t1 e t2. Sua dimensão é a mesma do momento angular.
Na teoria de campos, a densidade Lagrangeana deve ser utilizada:
e a ação torna-se um integral no espaço e no tempo:

Derivação de equações de Lagrange

Princípio de Hamilton

As equações de Euler-Lagrange seguem diretamente o princípio de Hamilton, e são matematicamente equivalentes. 
A partir do cálculo das variações, qualquer funcional da forma:
leva à equação geral de Euler-Lagrange para o valor estacionário de J:
Então, fazendo as substituições:
se produz as equações de Lagrange para a mecânica. 
Como, matematicamente, as equações de Hamilton podem ser derivadas a partir de equações de Lagrange e as equações de Lagrange podem ser derivadas a partir das Leis de Newton, as quais são equivalentes e resumem a mecânica clássica, podemos observar que a mecânica clássica é fundamentalmente governada por um princípio de variação (princípio de Hamilton acima).

Forças generalizadas

Para um sistema conservativo, uma vez que o campo de potencial é só uma função da posição, não a velocidade, as equações de Lagrange também se seguem diretamente a partir da equação de movimento acima:
simplificando temos
Isto é consistente com os resultados obtidos acima, e pode ser visto através da diferenciação do lado direito do lagrangiano em relação à  e tempo, e somente com relação a qj, somando os resultados e associando um acordo com as equações de Fi e Qj.

Princípio de Hamilton de ação estacionária

Deixemos q0 e q1 serem as coordenadas em respectivos tempos iniciais e finais t0 e t1
Usando o Cálculo das variações, pode-se mostrar que as equações de Lagrange são equivalentes ao princípio de Hamilton:
A trajetória do sistema entre t0 e t1 tem uma 'ação estacionária' S.
Por estacionário, queremos dizer que a ação não varia da primeira ordem para deformações infinitesimais da trajetória, com os pontos finais (q0t0) e (q1,t1) corrigidos. 
O Princípio de Hamilton pode ser escrito como:
Assim, em vez de pensar sobre partículas aceleradas em resposta a forças aplicadas, pode-se pensar nelas escolhendo o caminho com uma ação estacionária.
O Princípio de Hamilton é muitas vezes referido como o princípio da mínima ação
No entanto, a ação funcional só precisa ser estacionária, não necessariamente a um valor máximo ou mínimo. 
Qualquer variação das funcionais resulta em um aumento na integral funcional da ação.
Podemos usar este princípio em vez de as Leis de Newton como o princípio fundamental da mecânica, o que nos permite usar um princípio integral (Leis de Newton são baseadas em equações diferenciais para que elas sejam um princípio diferencial) como base para a mecânica.

Equações de Lagrange do primeiro tipo

Lagrange introduziu um método analítico para encontrar pontos fixos, utilizando o método de multiplicadores de Lagrange , e isto também se aplica à mecânica.
Para um sistema sujeito à equação de restrição nas coordenadas generalizadas:
onde A é uma constante, então as equações de lagrange do primeiro tipo são:
onde λ é o multiplicador de Lagrange. Por analogia com o procedimento matemático, podemos escrever:
onde
Para e equações de restrição F1F2,..., Fe, existe um multiplicador de Lagrange, para cada equação de restrição, e as equações do primeiro tipo de Lagrange a generalizar são:
Equações de Lagrange
Este procedimento faz aumentar o número de equações, mas ainda não são suficientes para resolver todos os multiplicadores. 
O número de equações é gerado o número de equações de restrição adicional, o número de coordenadas, e + m
A vantagem do método é que (potencialmente complicada) a substituição e eliminação das variáveis ​​ligadas por equações de restrição podem ser ignoradas.
Existe uma ligação entre as equações de restrição Fj e as forças de restrição Nj atuando no conservador do sistema (as forças são conservadoras):
que é derivado a seguir.

Equações de Lagrange do segundo tipo

Equações de Euler-Lagrange

Para qualquer sistema com m graus de liberdade, as equações de Lagrange incluem M coordenadas generalizadas e Mvelocidades generalizadas. 
Abaixo, vamos esboçar a derivação das equações de Lagrange do segundo tipo. 
Nesse contexto, V é usado ao invés de U para energia potencial e T substitui K de energia cinética.
As equações de movimento na mecânica de Lagrange são as equações Lagrangianas do segundo tipo', também conhecidas como as Equações de Euler-Lagrange
Equações de Lagrange 

onde j = 1, 2,...m representa o j grau de liberdadeqj são as coordenadas generalizadas, e  são as velocidades generalizadas.
Embora a matemática necessária para equações de Lagrange pareça muito mais complicada do que as leis de Newton, isso aponta para uma percepção mais profunda do que as leis da mecânica clássica de Newton só: em particular, conceitos como simetria e conservação. 
Na prática, muitas vezes é mais fácil de resolver um problema usando as equações de Lagrange do que as leis de Newton, pois as coordenadas generalizadasqi podem ser escolhidas por conveniência para explorar simetrias no sistema, e as forças de restrição são incorporadas na geometria do problema. 
Existe uma equação de Lagrange para cada coordenada generalizada qi.
Para um sistema de muitas partículas, cada partícula pode ter diferentes números de graus de liberdade do que os outros. 
Em cada uma das equações de Lagrange, T é o total da energia cinética do sistema, e V o total da energia potencial.

Derivação das equações de Lagrange

Princípio de Hamilton

As equações de Euler-Lagrange se seguem diretamente do princípio de Hamilton, e são matematicamente equivalentes.
Do cálculo das variações, qualquer funcional da forma:
leva à geral equação de Euler-Lagrange para o valor estacionário de J:
Em seguida, fazendo as substituições:
produz as equações de Lagrange para a mecânica. 
Desde que matematicamente as equações de Hamilton podem ser derivadas a partir de equações de Lagrange (por uma transformação de Legendre) e as equações de Lagrange podem ser derivadas a partir de leis de Newton, as quais são equivalentes em resumir a mecânica clássica, isto significa que mecânica clássica é fundamentalmente governada por um princípio de variação (princípio de Hamilton acima).

Forças generalizadas

Para um sistema conservativo, uma vez que o campo de potencial é só uma função da posição, não a velocidade, as equações de Lagrange também seguem diretamente a partir da equação de movimento acima:
simplificando a
Isto é consistente com os resultados obtidos acima e pode ser vista por diferenciação do lado direito do Lagrangiano com relação a  e tempo, e somente com relação ao qj, somando os resultados e associando um acordo com as equações para Fi e Qj.

As leis de Newton

Como os seguintes derivação mostraram, nenhuma nova física é introduzida, então as equações de Lagrange podem descrever a dinâmica de um sistema clássico equivalentemente como as leis de Newton.
Quando qi = ri (as coordenadas generalizadas são simplesmente as coordenadas cartesianas), é fácil verificar que as equações de Lagrange reduzem para a segunda lei de Newton.

Função da dissipação

Numa Formulação mais geral, as forças poderiam ser tanto potenciais e viscosas. Se uma transformação apropriada podem ser achada da Fi, indica-se usar um a função de dissipação, D, na seguinte forma:
onde Cjk elas são constantes que são relacionados com os coeficientes de amortecimento nos sistemas físicos, mas não são iguais a eles necessariamente.
Se D é definido deste jeito:}
então

Massa em queda

Considere um ponto de massa m em queda livre a partir do repouso. ]
Pela gravidade uma força F = mg é exercida nas massas (assumindo g uma constante durante o movimento). O preenchimento da força na relação de Newton, descobrimos que  da qual a solução de
segue (tomando a antiderivada da antiderivada e, escolhendo a origem como o ponto inicial). 
Este resultado também pode ser derivado por meio do formalismo lagrangiano. 
Tendo x para ser a coordenada em que 0 é ponto de partida.
A energia cinética é T = 12mv2 e a energia potencial é V = −mgx; logo,
.
então
a qual pode ser reescrita como , originando o mesmo resultado.

Pêndulo sobre um suporte móvel

Pêndulo com suporte móvel
Considere um pêndulo de massa m e comprimento , que está ligado a um suporte com massa M, que pode se mover ao longo de uma linha na direção x. Seja x a coordenada ao longo da linha de apoio, vamos indicar a posição do pêndulo pelo ângulo θ em relação à vertical.
A energia cinética pode então ser descrita como:
e a energia potencial do sistema é:
O Lagrangiano é portanto:
Agora realizando as diferenciações temos o apoio de coordenadas x
portanto:
indicando a presença de uma constante de movimento. 
Realizando o mesmo procedimento para a variável  temos:
portanto
Essas equações podem parecer bastante complicadas, mas encontrá-las com as leis de Newton teria exigido identificar cuidadosamente todas as forças, o que teria sido muito mais trabalhoso e propenso a erros. Ao considerar casos limite, a correção deste sistema pode ser verificada: 
Por exemplo,  deve dar as equações de movimento para um pêndulo que está em repouso em algum inercial, Enquanto  deve dar as equações para um pêndulo em um sistema de aceleração constante etc.

Gomes